3 opções de investimentos em renda fixa realmente baratas

Você vai à feira comprar laranjas. Há 3 bancas vendendo o mesmíssimo produto.

A banca “A” venda a laranja a R$ 2,50 o quilo. Você examina o produto, gosta, mas, como gosta de comparar preços, vai até a banca “B”.

Na banca “B”, o vendedor comercializa a fruta a R$ 2,70. Você pergunta a razão para tal, tendo em vista que a laranja é do mesmo tipo comercializado na banca “A”. E o vendedor responde que os 20 centavos adicionais são para cobrir custos de armazenagem do produto.

Finalmente, na banca “C”. O mesmo produto, a mesma laranja. Mas o preço… R$ 3,00! E o vendedor dá a mesma resposta: R$ 2,50 se referem ao preço da laranja, mas há 50 centavos adicionais referentes  à taxa de estocagem do produto.

O que isso tem a ver com o tema do post? Tudo! Na renda fixa – tanto pré quanto pós-fixada -, um dos produtos mais baratos tem um nome e se chama: títulos públicos vendidos pelo Tesouro Direto. Não se engane: para aplicações de valores pequenos – R$ 150, R$ 200, R$ 500, R$ 800 – os títulos do Tesouro Direto são quase imbatíveis, tanto em termos de rentabilidade quanto em termos de taxas de administração, quando comparados aos mesmos tipos de produtos oferecidos nos bancos de varejo. Mas o mesmo se pode dizer para quaisquer outros níveis de valores, já que o investimento é feito diretamente em títulos do Governo Federal. Se você tiver R$ 800 mil disponíveis, e aplicar num fundo referenciado DI de um banco, e esse banco quebrar, você perdeu o dinheiro. OS R$ 800 mil aplicados em títulos do Tesouro Direto, nas LFTs, só não retornarão a você se o Governo Federal quebrar – hipótese remotíssima, pois, desde que o programa de investimentos Tesouro Direto foi criado, o Governo Federal honrou 100% dos investimentos.

O que faz um produto ser mais barato que outro, no Tesouro Direto, é a escolha do agente de custódia: quanto mais barato a corretora/banco cobrar a título de taxa de administração, maior será a rentabilidade final do seu investimento.

Vamos recapitular o que já dissemos em outro tópico:

Em linha com o objetivo de aprimorar continuamente o Tesouro Direto, a BM&FBOVESPA reduziu os custos do Tesouro Direto, tornando-os mais competitivos para o investidor de longo prazo e mais flexível para o investidor que precisar vender seus títulos em prazos inferiores a um ano.

Dessa forma, as compras de títulos feitas a partir do dia 06/04/2009 estão sujeitas ao novo modelo de pagamento de taxas referentes aos serviços prestados, descrito a seguir:

– No momento da compra do título, é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação.
– Há também uma taxa de custódia da BM&FBOVESPA de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos, que é cobrada semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, ou na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título), o que ocorrer primeiro. Essa taxa é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é calculada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta de custódia. No caso em que, no semestre, a soma do valor da taxa de custódia da BM&FBOVESPA e da taxa do Agente de Custódia for inferior a R$10,00, o valor das taxas será acumulado para a cobrança no semestre seguinte, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, ou na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título), o que ocorrer primeiro.

Os agentes de custódia também cobram taxas de serviços livremente acordadas com os investidores. As taxas cobradas pelas instituições estão disponíveis para consulta no site do Tesouro Direto. O investidor deve confirmá-las no momento da contratação.

Assim, no momento da operação de compra o investidor pagará o valor da transação (preço unitário do título vezes a quantidade adquirida) mais 0,10% sobre o valor da transação (taxa de negociação BM&FBOVESPA) mais a taxa do Agente de Custódia referente ao primeiro ano de custódia. Caso o título tenha vencimento inferior a um ano, a taxa do agente de custódia será proporcional ao prazo do título. A taxa de custódia da BM&FBOVESPA (0,3% ao ano) será provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra (D+2).

Trocando em miúdos: com exceção do primeiro ano (onde há cobrança adicional de 0,10% a título de taxa de negociação, além dos usuais 0,3%), nos demais anos, a taxa de administração cobrada é de 0,3% a.a. + a taxa de custódia do agente. A grande sacada é que existem três corretoras que não cobram taxa de administração no Tesouro Direto: Banif, Socopa e Spinelli, ficando, então, a taxa de administração reduzida a incríveis 0,3% a.a.!

Isso faz uma enorme diferença, na medida em que a taxa de administração não incide sobre a rentabilidade, mas sobre o patrimônio, conforme afirmamos em outro tópico. O raciocínio aqui é análogo ao da compra das laranjas acima ilustrado: se você quiser economizar dinheiro ao máximo no Tesouro Direto, escolha uma dessas corretoras que não cobram nada a título de taxa de administração.

Só tome um cuidado: verifique os custos para a transferência de recursos para essas corretoras. Pode ser que haja cobrança de DOCs ou TEDs, em valores que variam de cerca de R$ 7 a R$ 8 (quando feito via home banking) até R$ 13 a R$ 14 (quando realizado via agência). Assim, é necessário checar junto ao seu banco se o pacote de tarifas que você optou lhe dá direito a um DOC ou TED gratuito.

Outra alternativa para reduzir custos é escolher uma corretora que cobre 0,2% a.a. de taxa de administração, e que possibilite migração de recursos entre contas-correntes de mesmo banco, te livrando, assim, dessa tarifa absolutamente improdutiva de DOC/TED. Por exemplo, a Ativa trabalha com o Itaú e Bradesco. Se você tiver conta no Itaú, basta fazer uso da opção “transferência entre contas-correntes Itaú” ou algo parecido, que certamente deve ter no seu home banking, e efetuar a movimentação.

Sobre o Tesouro Direto, leiam esses 2 artigos que escrevi para saber mais a respeito:

Tesouro Direto – ótimo investimento em renda fixa

– Tesouro Direto – ranking dos agentes de custódia

Uma ótima combinação para diminuir custos (e potencializar a rentabilidade): PIBB/BOVA + Tesouro Direto

Em artigo anterior, analisamos 4 fundos de ações realmente baratos, os quais tinham em comum o fato de suas cotas serem negociadas em Bolsa, como se ações fossem. São fundos de ações diversificados, que procuram replicar um índice de referência. Você investe em diversas empresas ao mesmo tempo, com baixos custos e garantindo uma rentabilidade atraente.

Com o Tesouro Direto, acontece algo semelhante: você tem a opção de aplicar em títulos diversificados, com custos baixíssimos, inferiores a 1%, podendo chegar a 0,3% a.a., e com uma rentabilidade igualmente atraente, em se tratando de um investimento conservador.

Normalmente, começamos “investindo” assim:

– Fundo de ações Ibovespa Ativo-de-tirar-dinheiro-de-seu-bolso – taxa de administração: 4% a.a.

– Fundo referenciado DI Longo Prazo Premium-para-um-banco-que-tira-dinheiro-de-pessoa-desatenta – taxa de administração: 3% a.a.

– Título de capitalização (censurado porque meus leitores não perdem dinheiro com essa *@#));

Com esclarecimento, pesquisa e conscientização, podemos investir assim:

– LFT – taxa de administração: 0,3% a.a. \o/

– PIBB11 – taxa de administração: 0,059% a.a. \o/

O Mauro Halfeld, sempre que pode, dá ênfase a esses dois produtos: Tesouro Direto com baixas taxas de administração e PIBB (ou outros fundos indexados). Dessa forma, ele reúne o que há de melhor no mundo da renda fixa e no mundo da renda variável, sem fazer propaganda de banco algum – e venhamos e convenhamos, ele está certíssimo, aplicar em fundos de renda fixa e em fundos de ações de bancos, hoje em dia, sai mais caro que aplicar nesses produtos que estamos abordando.

Bons investimentos! 😀

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

p.s.: novidade no ar! O meu amigo Henrique Carvalho postou um artigo muito bom sobre a importância da leitura, lá no HC Investimentos. Não percam! 😀

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27 Responses to 3 opções de investimentos em renda fixa realmente baratas

  1. J 8 de fevereiro de 2010 at 13:29 #

    Estou louco pra começar com o Tesouro Direto, mas você disse que é bom para pequenos valores.
    Estou disposto a investir R$5000 entre LFT e NFN-B, qual sua opinião sobre isso?

    Eu ainda não tenho “coragem” de investir no PIBB11, mas estou estudando para em breve fazê-lo (com outra reserva que tenho disponível).

  2. hotmar 8 de fevereiro de 2010 at 14:03 #

    J, são títulos de perfis diferentes. A primeira pergunta que você deve responder a si mesmo é: quero que o investimento seja mais conservador, indexado a um índice que acompanhe a taxa básica de juros da economia, ou um índice que reflita a variação da inflação, mas que possa sofrer oscilações de curto prazo? Para o primeiro, LFT, para o segundo, NTN-B. Ainda tem a NTN-F, que tem taxa prefixada.

    A resposta é estritamente pessoal: cabe a vc decidir o q é melhor tendo em vista sua visão de futuro, seu grau de aversão ao risco (pq existem riscos embutidos em títulos do TD), e ao q vc deseja. 😉

    Bons investimentos!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  3. J 8 de fevereiro de 2010 at 14:22 #

    Olá, eu entendo a diferença (ao menos o conceito básico). A idéia é diversificar um pouco, colocando uma porcentagem em determinado título, outra porcentagem em outro título. Ou você sugere apenas o LFT?

    Abraço e obrigado!

  4. hotmar 8 de fevereiro de 2010 at 15:19 #

    J, suas dúvidas são bem pertinentes. Existem rumores no mercado dando como provável a subida da taxa SELIC, o que foi confirmado pela interpretação que os analistas fizeram da ata da última reunião do COPOM. Assim, se o seu perfil for mais conservador, apenas a LFT seria o mais indicado. Mas isso é uma decisão, vale dizer, de cunho estritamente pessoal. Avalie o q vc deseja, e tome a decisão de investimento que melhor lhe satisfaça. Qualquer dúvida, estamos aí para te ajudar! 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  5. J 8 de fevereiro de 2010 at 15:50 #

    Obrigado!

  6. hotmar 8 de fevereiro de 2010 at 16:14 #

    Às ordens! 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  7. Luciano 9 de fevereiro de 2010 at 0:26 #

    Hotmar, falando um pouco em RENDA FIXA, e aproveitando seus conhecimentos, o que vc acha numa possibilidade de diversificação referente ao produto FUNDO GERAÇÃO FIC DE FI REFERENCIADO DI da geração futuro, fiquei sabendo que ele cobra uma taxa de 0,6 ao ano…e não tem taxa de performance…interessante…tem alguma experiencia ou informação sobre esse fundo de renda fixa?

    Forte abraço amigo,

    Lu

  8. hotmar 9 de fevereiro de 2010 at 8:50 #

    Luciano, esse fundo DI da Geração Futuro é uma das melhores opções em termos de produtos bancários, já q investe quase que 100% em LFT e tem baixa taxa de administração. 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  9. Henrique Carvalho 10 de fevereiro de 2010 at 21:41 #

    Hotmar,

    Parabéns pelos posts enfatizando a importância da redução do custo nos investimentos.

    É engraçado que nossa mente tende a associar um produto caro a algo melhor, de qualidade.

    Isso pode até ser verdade em carros, perfumes, roupas. Porém, no mercado financeiro, o custo do produto em NADA reflete sua capacidade de gerar retornos melhores do que um produto semelhante com menor custo.

    Infelizmente, muita gente ainda desconheçe fundos indexados, TD. Mas é a partir de iniciativas como a sua que podemos criar uma cultura mais inteligente sobre investimentos.

    Afinal, se a laranja é a mesma, porquê escolher a mais cara?

    Grande Abraço!

  10. hotmar 11 de fevereiro de 2010 at 8:05 #

    Henrique, excelente comentário!

    De fato, não existe uma correlação necessária entre custo do investimento e seu respectivo retorno. Aliás, poder-se-ia até afirmar que, se tal correlação existisse, ela seria negativa, ou seja, quanto maior o custo, pior seria o investimento, e isso tem muita verdade nos investimentos indexados, os quais não dependem de uma gestão ativa para proporcionar excedentes financeiros.

    Obrigado pela visita! 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  11. Erico 12 de fevereiro de 2010 at 9:39 #

    Amigo,
    ja aplico em TD a mais de ano e tb em um grupo escolhido por mim de 5 acoes…
    acontece que estava querendo diversificar mais, e ja li muita coisa, tanto aqui quanto em outros blogs, especialmente no viverderenda sobre o PIBB!
    mas tenho duvidas ainda, a impressao que me passa eh que estou comprando somente um papel e nao uma empresa como no caso de comprar acoes separadas… tenho medo de alguma coisa aconteca e o papel do PIBB que eu tenha, perca seu valor, como se a empresa que administra quebre, ou algo assim! me entedeS?
    nao sei se voce gostaria e poderia explicar melhor para os leitores a respeito desse tipo de informacao do PIBB! talvez um post para tirar todas duvidas! alias, ja li o site do ishare, e varios sobre ETFs! rs rs

    forte abraco
    Erico

  12. hotmar 13 de fevereiro de 2010 at 16:50 #

    Érico, sua dúvida tb deve ser a de muitos outros leitores. Vamos lá: o PIBB é um fundo de índice passivo que replica um índice que engloba 50 das empresas mais negociadas da Bovespa, de modo que ele não fica preso a esta ou aquela empresa, mas sim ao conjunto das 50 mais líquidas. Assim, o PIBB, no longo prazo, não irá perder valor. É claro que em épocas de crise aguda, como foi a do final de 2008, o preço da cota pode se desvalorizar, mas a tendência de longo prazo é de valorização.

    Comprando cotas do PIBB11, vc estará comprando um pacote de ações bem diversificado. É como se vc tivesse em sua carteira os papéis que integram o IBRx-50, que é o índice replicado, tais como ações da Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco etc.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  13. artur 3 de agosto de 2010 at 23:11 #

    Grande Blog!! Parabens! O que melhor esclarece as dúvidas da Internet! Lá vai a minha: tenho a disponibilidade de investir entre R$ 1.000 a R$ 2.000 por mês em renda fixa, a longo prazo (acima de 2 anos de aportes constantes). Já pesquisei alguns fundos RF, títulos públicos etc. Investir todo mês essa quantia num fundo de renda fixa de uma corretora independente ( tx adm. 1,0 aa + tx performace de 20% acima do CDI) seria mais vantajoso que investir em títulos públicos?
    Bom a minha dúvida é bem específica, mesmo que não dê para responder eu agradeço a atenção e também agradeço por muitas outras questões já explicadas pelo site!! Muito legal mesmo!

  14. Guilherme 5 de agosto de 2010 at 8:03 #

    Artur, obrigado!

    Vamos lá: em seu caso específico, o melhor é investir diretamente em títulos públicos, porque você irá conseguir não só uma corretora que cobre menos que 0,5% a.a. de taxa de administração (a metade da cobrada pela corretora), como também não irá pagar taxa de performance sobre o que exceder o CDI.

    Se fosse eu que tivesse essa disponibilidade, uma das alternativas mais viáveis, considerando o momento atual, seria fazer um mix, metade numa LFT – título que acompanha a SELIC, ou seja, o CDI – e outra metade num título pós-fixado que acompanhe a inflação (NTNB) ou mesmo um pré-fixado (LTN).

    Se quiser simplificar, eu faria o investimento numa LFT. Tudo bem que não ganha do CDI, mas pelo menos você acompanha a rentabilidade caso a SELIC continue subindo. E sem pagar a taxa de performance.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  15. Renan 25 de agosto de 2011 at 18:10 #

    É a primeira vez que estou buscando informações na internet e percebi por tudo que li hoje que o melhor, independente do montante aplicado, é investir em Tesouro Direto, considerando um perfil conservador. A minha dúvida é seguinte, eu tenho sobrando na conta R$ 15.000,00 e tenho duas opções: Abater parte de uma dívida que me custa juros anuais de 10% ao anoa ou investir em Tesouro Direto. o que você acha melhor neste momento?

  16. Guilherme 28 de agosto de 2011 at 13:53 #

    Renan, abata parte da dívida. É a melhor opção abater as dívidas primeiro, e investir somente depois, porque os custos dos juros das dívidas sempre são maiores que os juros recebidos de investimentos de renda fixa tradicionais.

    E, sim, o TD é imbatível para investimentos de perfil conservador. Seja bem-vindo ao blog!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  17. Pedro 9 de setembro de 2011 at 0:02 #

    Boa noite caros,
    primeiramente parabéns pelo ótimo site
    mais vamos la, eu vendi um imóvel e estou com um capital para investir
    O meu grande porem é que a qualquer momento eu posso adquirir um outro imóvel (para eu morar)
    Por isso peço uma ajuda em relação a isso?
    Qual seria o melhor investimento que no caso tenha uma boa rentabilidade e que eu possa retirar o meu aporte(nesse investimento) no momento que eu quiser sem ônus?
    Existe a possibilidade de eu adquirir títulos do tesouro publico, e em um prazo pequeno(1 a 3 meses) conseguir vende-lo por um preço em que eu consiga ter uma rentabilidade?
    O que sairia mais em conta, no caso o meu perfil é mais conservador
    att
    Pedro Ferreira

  18. Guilherme 9 de setembro de 2011 at 9:55 #

    Se você tem a probabilidade de usar o dinheiro, a qualquer momento, para comprar imóvel para morar, é poupança na certa.

  19. Clair 8 de junho de 2012 at 11:38 #

    Qual a possibilidade das aplicações em TD virarem “moeda podre” como ocorreu por volta de 1993?

  20. Guilherme 6 de julho de 2012 at 7:32 #

    Bastante remota, Clair.

  21. Eduardo Tavares 6 de setembro de 2012 at 9:26 #

    _ Seria uma boa aplicação no BB tesouro direto de R50.000,00?

  22. Diogo 6 de setembro de 2012 at 18:56 #

    No dia que as aplicações no TD virarem “moeda podre” o Brasil vai estar quebrado e todos os bancos terão quebrados. Ou seja, é muito mais fácil um Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa e qualquer outro banco quebrar do que o Brasil, e se este quebrar todos os bancos vão juntos para o saco.

  23. Guilherme 11 de setembro de 2012 at 21:21 #

    Eduardo, vale a pena, conforme o Diogo disse, é a aplicação mais segura no Brasil hoje. Só que eu, no seu lugar, procuraria uma corretora independente, para diminuir os custos de custódia.

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