Resenha: Envolvimento total: gerenciando energia e não o tempo, de Jim Loehr e Tony Schwartz

Qual é o nosso recurso mais precioso: o tempo ou o dinheiro? O tempo é um recurso finito, é gasto na medida em que é utilizado, e não podemos voltar atrás para recuperar o tempo que passou. Já o dinheiro é um recurso no qual a perda pode ser posteriormente recuperada. Na verdade, de acordo com Jim Loehr e Tony Schwartz, o que efetivamente é mais valioso em nossa vida não é tempo nem dinheiro, mas sim a energia. É a energia a nossa moeda fundamental para o elevado desempenho, em todas as áreas de nossas vidas, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Será mesmo? Vamos descobrir mergulhando no livro escrito pelos mencionados autores: Envolvimento total: gerenciando energia e não o tempo.

Informações técnicas

Título: Envolvimento total: gerenciando energia, e não o tempo

Autores: Jim Loehr e Tony Schwartz

Número de páginas: 292

Editora: Campus

Faixa de preço: R$ 70 a R$ 80


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O conteúdo do livro foi fundamentado num programa de treinamento de base científica realizado pioneiramente junto a atletas de esportes de alto rendimento, como Pete Sampras e Monica Seles, do tênis, Ernie Els, do golfe e Eric Lindros, do hóquei, concebido para maximizar a energia e, simultaneamente, eliminar o esgotamento. Dentre os objetivos do programa estão melhorar o desempenho no trabalho e restaurar o equilíbrio na vida pessoal, partindo da premissa central de que o desempenho, a saúde e a felicidade encontram suas raízes na administração eficaz de energia.

Dirigido de forma predominante a transformar executivos de grandes corporações em atletas corporativos, tal programa de treinamento está sustentado em quatro princípios fundamentais.

O primeiro princípio consiste no fato de que o envolvimento total exige o estabelecimento de quatro dimensões diferentes, entretanto correlatas, de energia: a física, a emocional, a mental e a espiritual.

O segundo princípio consiste na busca do equilíbrio entre o estresse e a recuperação, de forma eficaz.

O terceiro princípio consiste em expandir a capacidade treinando exatamente como os atletas de elite, ou seja, consumindo energia além dos limites normais, e se recuperando posteriormente com o necessário descanso, a fim de desenvolver e aprimorar as quatro fontes fundamentais de energia: a física, a emocional, a mental e a espiritual.

Finalmente, o quarto princípio consiste em estabelecer rituais positivos de energia, isto é, rotinas altamente específicas que se tornam automáticas com o tempo. Isso porque a realização de rituais requer o uso mínimo de energia consciente onde ela é menos necessária, nos deixando livre para focar, de forma estratégica, a energia disponível em comportamentos criativos e enriquecedores para atingir o envolvimento total.

Em resumo, para o alto desempenho, as pessoas precisam estar fisicamente energizadas, emocionalmente conectadas, mentalmente concentradas e espiritualmente alinhadas com um objetivo maior do que os interesses pessoais imediatos.

Para realizar o processo de mudanças duradouras, no entanto, é preciso agir em três etapas, denominadas de Propósito-Verdade-Ação. Na primeira etapa, o objetivo é definir os propósitos, trazendo à tona os valores mais importantes de suas vidas. Na segunda etapa, é preciso encarar a realidade, coletando dados confiáveis acerca de si mesmo. Finalmente, a terceira etapa é agir para eliminar a distância que separa o que somos daquilo que queremos ser.

No capítulo sobre a energia física, encontramos uma das melhores explicações sobre os motivos pelos quais os cuidados com nossa saúde são tão negligenciados nessa sociedade do século XXI:

“Como nós somos avaliados mais pelo que fazemos com nossas mentes do que com nosso corpo, temos tendência a desprezar o papel que a energia física tem no nosso desempenho.”

A partir dessa verdade fundamental, são traçadas estratégias sobre como produzir mais energia física, ou, nos dizeres dos autores, “alimentar o fogo”, estratégias essas que incluem dicas sobre alimentação, a importância da respiração pausada (principalmente em momentos de stress), hidratação, e sono, bem como criar rotinas específicas – rituais positivos – para conseguir melhor o desempenho no nível físico. Tais estratégias são minuciosamente descritas e acompanhadas com exemplos práticos de pessoas que foram atendidas pela equipe clínica dos autores, e fundamentadas em pesquisas científicas elaboradas na área.

É dada especial ênfase à necessidade de serem estabelecidos intervalos regulares para o descanso e renovação do corpo e da mente, tanto no trabalho – a cada 90 a 120 minutos, respeitando os ritmos ultradianos – quanto para a alimentação – estabelecer de 5 a 6 refeições diárias, para evitar excesso de fome e melhor equilibrar o metabolismo do organismo. Embora o livro inteiro tenha conseguido despertar minha atenção e curiosidade, gostei muito das dicas fornecidas acerca dos hábitos para ganho de mais energia física, pois, de fato, como somos avaliados pelo que fazemos com a mente, a nossa tendência é desprezar o papel do organismo na equação de desempenho.

E também é por isso que resolvi resenhar esse livro no blog, já que o conteúdo dele está em perfeito alinhamento com os propósitos do Valores Reais, que é a de sempre destacar a importância de fatores como saúde, alimentação e equilíbrio familiar para ter uma vida financeira saudável que se sustente ao longo do tempo e seja duradoura também nos benefícios.

O título do capítulo seguinte já é auto-explicativo: “energia emocional: transformar ameaças em desafios”. É curioso que a leitura de diversos livros nos permite inferir pontos de intersecção entre eles, e o mesmo ocorre aqui, já que estamos falando essencialmente de lidar com mudanças ou possíveis mudanças. Ora, transformar ameaças em desafios é justamente uma das qualidades que caracterizam o grupo dos milionários, em contraposição ao da classe média, como abordamos na resenha do livro “As dez principais diferenças entre os milionários e a classe média”.

O foco aqui é o desenvolvimento das competências de autoconfiança, autocontrole, eficácia interpessoal e empatia, bem como a paciência, a confiança, a alegria e a receptividade. A abordagem dessa forma de energia segue a mesma sistemática do capítulo anterior: são expostos diversos casos de como as barreiras ao desempenho foram superadas por meio de um trabalho específico visando ao ganho de emoções positivas.

No capítulo sobre a energia mental, os autores defendem a tese de que devemos ser otimistas-realistas, ou seja, pessoas que tenham um pensamento positivo diante dos fatos, mas sem perder o senso de realidade. Tanto quanto outras dimensões de energia, aqui também é necessário, para fortalecer e expandir os “músculos” mentais, produzir mais estresse, seguido da necessária recuperação, num ritmo de constante oscilação, e não de linearidade. Se não usarmos o nosso cérebro, ele tende a se atrofiar com o tempo. Daí a importância da prática de exercícios cognitivos e que apresentem um desafio intelectual como forma de robustecer e alimentar a energia no nível mental. Desafiar continuamente o cérebro nos protege do natural declínio mental ligado ao aumento progressivo da idade – a propósito, abordamos a importância de se investir na saúde no artigo publicado ontem. São dadas também importantes pistas acerca da importância do descanso para ativar nossa parte criativa do cérebro.

A parte da energia espiritual começa por sustentar que ela é a fonte mais poderosa para nossa motivação, direção e perseverança. Para alimentar essa forma de energia, devemos nos conectar aos nossos valores mais profundos, bem como ter um propósito que esteja além de nossos interesses meramente individuais. O músculo-base para o desenvolvimento dessa forma de energia é o caráter, que é viver de acordo com nossos valores centrais. Aqui visualizamos mais um ponto de intersecção com outro livro fantástico, Faça tudo acontecer, do David Allen, resenhado em outra oportunidade. Isso porque o sexto horizonte de foco, para adquirir perspectiva, dentro da metodologia GTD, trata justamente dos propósitos e princípios que cultivamos para realizar as coisas no mundo real.

Outro ponto de intersecção notável entre esses excelentes livros diz respeito à importância do descanso. Para David Allen, uma das chaves para conseguirmos foco apropriado nas atividades é tirar as coisas que estão na cabeça e colocá-las em um local externo, como elaborar listas em cadernos e fazer registros.  Isso alivia a nossa psique e a deixa livre para se concentrar nas tarefas que exigem atenção. Para Loehr e Schwartz, o descanso é peça obrigatória no ritmo oscilatório que devemos imprimir em nossas vidas para alimentar a energia, pois é nessa fase que ocorre a recuperação necessária para o estresse seguinte. Em outras palavras, tão importante quanto o ganho ou consumo de energia é a renovação constante da energia, que ocorre por meio do estabelecimento de intervalos regulares para descanso, de sono etc.

O tema da definição de propósitos, aliás, ganha especial relevo na Parte 2 do livro, “O sistema de treinamento”, em que são descritos métodos para medir a força do propósito, o que é propósito positivo, intrínseco e que esteja acima de nossos interesses mais imediatos (acima do “eu”), e um conjunto de valores que servem para alimentar o crescimento e a transformação. Eis aqui outra passagem emblemática do livro, que mereceu outro asterisco (*) de minha parte (passagens que ficam gravadas na minha memória sempre são destacadas com um asterisco):

“Para ter sentido, um valor precisa influenciar as escolhas que fazemos em nossa vida diária. Professar um conjunto de crenças e viver sob a égide de outras não é apenas hipocrisia, mas também evidência de desajuste”.

Nesse sentido, os autores defendem a tese de que os valores, quando postos em ação, são virtudes, e é quando ocorre essa transformação que temos o necessário alinhamento espiritual. Muitas vezes somos tomados por comportamentos oportunistas, apenas para preencher uma lacuna de forma instantânea. Por exemplo: comer um biscoito de chocolate, ou tomar uma bebida alcoólica, para amenizar o desconforto, mesmo sabendo que são atitudes tóxicas. E aqui vem outra grande lição expressa no livro:

“É relativamente fácil agir de acordo com os nosso valores quando nos sentimos confortáveis e seguros. O verdadeiro teste é quando o comportamento virtuoso exige que a gente resista à gratificação instantânea e faça sacrifícios. É nessas situações que os valores melhor nos servem, tanto como fonte de energia quanto como um código de conduta”.

O capítulo dez é particularmente interessante porque trata do poder dos rituais positivos, de como eles influenciam e nos ajudam a elevar nosso desempenho, já que garantem um equilíbrio eficaz entre o consumo e a renovação de energia, e ajudando, também, a estruturar nossas próprias vidas, já que eles fazem a conexão com nossos valores mais profundos.

Dentre as diversas histórias usadas para ilustrar o trabalho com as quatro fontes fundamentais de energia, o livro destaca o estudo de caso que permeia toda a obra, que é a história de Roger B, profissional de sucesso que teve um declínio em sua vida familiar e profissional por não ter administrado corretamente as 4 dimensões de sua energia, e que as recuperou posteriormente, com a implementação da metodologia dos autores.

Aliás, vamos fazer aqui outro ponto de intersecção com outro livro de grande sucesso também resenhado aqui no blog, que é o fantástico “Dinheiro e vida”, de Joe Dominguez e Vicki Robin. Ambos os livros estão recheados de exemplos práticos de casos extraídos da realidade, que mostram como as pessoas foram transformadas pela adoção de seus respectivos métodos: no caso de “Envolvimento total”, por meio do trabalho com as 4 fontes de energia, no caso de “Dinheiro e vida”, por meio do programa de nove passos para o alcance do triplo IF – Inteligência Financeira, Integridade Financeira e inclusive Independência Financeira..

E ambos os livros ainda contém um importante – na verdade, o mais importante – ponto de intersecção com o livro do David Allen, “Faça tudo acontecer”: nos três livros, há orientações práticas de como seguir as metodologias propostas, a fim de alcançar os resultados almejados. Ou seja, além de explicar de forma muito bem fundamentada as teorias que alicerçam seus pontos-de-vista, os autores ainda provocam o leitor a tomar atitudes concretas para alcançar a melhora nas áreas-alvo de pesquisa

A última parte do “Envolvimento total” se chama “recursos”, e contém um sumário do sistema de treinamento, bem como o plano de desenvolvimento pessoal na forma de questionário.

Conclusão

Livro de conteúdo excelente e altamente estimulante. Quando eu achava que já tinha lido tudo, eis que surgem novos títulos que nos fazem repensar a forma como trabalhamos e agimos em nossa vida diária. O bom dos livros é isso mesmo: trazer novidades e validar conceitos já abordados em obras anteriores. De fato, tenho que concordar com os autores de que tempo, sem energia, não funciona. Aliás, tenho até que rever um post que publiquei ano passado, falando que o tempo era nosso recurso mais valioso. Na verdade, é o que fazemos com o tempo que torna a nossa vida mais produtiva, e só podemos fazer alguma coisa boa se tivermos energia adequada para tanto.

No final das contas, o livro acaba validando as premissas do método GTD, de como fazer coisas melhores, e creio que um serve de excelente complemento para outro.

É certo que o livro “Envolvimento total” foca no público corporativo (afinal, dá ênfase a como se tornar um “Atleta Corporativo”), mas isso não retira a sua plena aplicabilidade a todas as pessoas que desejam ter uma qualidade de vida aprimorada. Livro aprovado e recomendado! 😀

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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25 Responses to Resenha: Envolvimento total: gerenciando energia e não o tempo, de Jim Loehr e Tony Schwartz

  1. Flávio 11 de abril de 2010 at 18:23 #

    Boa Hotmar, seus comentários comprovam que você sabe muito bem usar o tempo. Abraços.

  2. hotmar 11 de abril de 2010 at 18:26 #

    Ôpa, grande Flávio, obrigado pelos comentários.

    É isso aí!

    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  3. Francisco - Águas de Merom 28 de outubro de 2010 at 2:24 #

    Excelente, parabéns pela resenha.

  4. Guilherme 28 de outubro de 2010 at 18:37 #

    Obrigado, Francisco!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  5. Paulo Junior 20 de março de 2011 at 20:00 #

    Ei, EXCELENTE texto!

    Já assinei o feed do site, pois não conhecia. Já subiu na prioridade de minha lista de compras esse livro.

    Abraço!

  6. Guilherme 22 de março de 2011 at 13:12 #

    Obrigado, Paulo!

  7. Dulce 16 de maio de 2013 at 9:23 #

    Fantástico esse livro, sua resenha é muito boa.

  8. Luiz Carlos Rodrigues 6 de julho de 2014 at 6:27 #

    Os temas me interessam. São elementos q podem fazer parte de 1 livro q pretendo escrever.

  9. Eduardo 3 de dezembro de 2014 at 17:15 #

    Será que esse livro existe ainda? Não achei em lugar nenhum.

    • Guilherme 7 de dezembro de 2014 at 10:40 #

      Eduardo, tente procurá-lo em bibliotecas.

      Na Amazon, tem uma versão digital à venda, só que em inglês.

      Abç

  10. Zé da Silva 19 de abril de 2017 at 15:09 #

    Impressão minha ou o conteúdo desse livro é muito parecido com o do “Não trabalhe muito. Trabalhe certo !” ?

    Ainda não conclui a leitura dele … mas me pareceu que MUITA coisa estava presente nas páginas já lidas …

    • Guilherme 21 de abril de 2017 at 19:37 #

      Zé!!!!

      Na verdade, esse livro resenhado aqui nesse post foi o primeiro que foi lançado.

      Alguns anos depois, o Tony lançou o “Não trabalhe muito”, que é um aprofundamento das ideias contidas no livro anterior. 😉

      Ambos excelentes, por sinal!

      Sim, tem muita coisa parecida, mas se trata na verdade de uma evolução de conteúdo. 😉

      • Zé da Silva 27 de abril de 2017 at 14:16 #

        Thanks ! :)

      • Caroline 21 de maio de 2017 at 12:51 #

        Fiquei na dúvida de qual livro ler, então.
        Envolvimento total ou Não trabalhe muito?

        • Guilherme 27 de maio de 2017 at 10:50 #

          Caroline, sugiro ler ambos.

          Comece com o Envolvimento Total, que te dará bases e fundações para conceitos que você verá que são novos em sua vida.

          Depois, vá para o Não trabalhe muito, onde os autores aprofundam os temas discorridos no livro anterior.

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