Resenha: The power of less, de Leo Babauta (livro em inglês)

Quantas vezes por dia você consulta sua caixa de emails? Duas vezes? Cinco vezes? Vinte vezes? Cinquenta vezes? Cento e oitenta vezes? Ou fica com o email aberto ininterruptamente, ansioso para receber um alerta de notificação de novas mensagens? Será que esse ritmo alucinado de ver emails não está diminuindo a sua produtividade, interferindo em sua atenção e prejudicando sua concentração na tarefa que você está realizando? E por falar em produtividade, você costuma operar no modo “multi-tasking” ou no modo “uma tarefa de cada vez”? O iPhone vai ganhar multi-tarefa, mas o que é bom para uma máquina não significa que seja igualmente bom para um ser humano. Afinal, existe poder em fazer menos coisas? Sim, existe, pelo menos na visão do autor do livro ora em resenha. É o que Leo Babauta procura explicar no livro “The power of less”, livro ainda sem tradução para o português, que resolvi resenhar lendo o original mesmo. Resenhas já são um desafio intelectual e tanto, imagina então resenhas de obras em idioma estrangeiro. Me acompanhem na jornada rumo ao poder do menos!

Informações técnicas

Título: El poder de lo simple/ The power of less (Spanish Edition)

Autor: Leo Babauta

Número de páginas: 171

Preço: US$ 11,53

Leo Babauta é o autor do blog Zen Habits, um dos blogs mais interessantes sobre produtividade pessoal que já li. O livro é uma coletânea de diversos artigos que o autor postou em seu blog, artigos esses que foram reunidos e conectados na forma de um texto que deu forma ao livro, texto esse agradável e bastante simples de ler, mesmo para quem não tem o inglês como idioma principal. O livro está estruturado em duas partes. Na primeira, Leo descreve os princípios de sua metodologia, na segunda, ele coloca tais princípios em ação. Vamos, então, verificar quais são esses princípios.

Why less is powerful.

As duas lições que embasam a filosofia do autor são essas: 1º) defina limites, para que você escolha o essencial. Então, em cada coisa que você faça, aprenda a definir limites. 2º) Escolhendo o essencial, nós criamos grande impacto com mínimos recursos. Sempre escolha o essencial para maximizar seu tempo e sua energia. Para escolher as tarefas que têm mais impacto, Leo sugere examinar nossa lista de tarefas, e começar a fazer aquelas que estejam em consonância com nossas metas. Segundo ele, aplicar limites nos força a fazer escolhas, escolhendo o essencial e descobrindo o poder do menos.

The art of setting limits.

O problema é que a nossa vida não tem limites, daí a dificuldade de estabelecê-los. Mas as vantagens são evidentes: os limites simplificam as coisas, focam no que é importante, ajudam-nos a alcançar nossas metas, nos fazem mais efetivos. Estabelecendo limites é a porta para escolher o essencial, e escolher o essencial é a chave para o passo seguinte, que é a simplificação.

Choosing the essential, and simplifying.

Para escolher o que é essencial – e, portanto, importante – devemos nos fazer uma série de questões: quais são seus valores? Quais são suas metas? O que você ama fazer? O que é importante para você? O que causa maior impacto? O que causa mais impacto no longo prazo? Essas são perguntas que nos forçam a refletir e a encontrar respostas que nos conduzirão a fazer as escolhas. Uma passagem desse capítulo que eu achei extremamente interessante é essa:

“Simplifying isn´t meant to leave your life empty – it´s meant to leave space in your life for what you really want to do”.

Numa tradução livre:

“Simplificar não significa deixar sua vida vazia – significa deixar espaço em sua vida para aquilo que você realmente quer fazer”.

Muitas vezes achamos que a simplificação significa esvaziar nossas vidas de sentido, quando o que ocorre é exatamente o oposto. Ao retirar o não-essencial, acabamos construindo espaços que permitem criar comportamentos para  que coisas mais significativas preencham nossas vidas.

Simple focus.

Foco é a nossa ferramenta mais importante. Devemos usá-la de modo a focar numa meta, no agora, em uma tarefa de cada vez, e em coisas positivas.

Create new habits, and the power of less challenge.

Mudanças duradouras que de fato aperfeiçoam nossas vidas só ocorrem a partir do momento em que são criados novos hábitos. Para criar um novo hábito, Leo propõe o desafio de trinta dias – thirty-day Challenge – em que uma nova rotina é estabelecida a partir de um mudança que deve ter necessariamente o prazo de 30 dias para ser implementada.

Start small.

Esse é um princípio muito importante, pois, muitas vezes, mudanças duradouras não ocorrem porque queremos começar com todo gás com ambiciosas metas. Por exemplo, a prática de exercícios físicos: não dá pra querer correr uma maratona praticando uma caminhada de 20 km logo no primeiro dia. As mudanças devem ser pequenas, no começo, e ir aumentando gradativamente. Começando pequeno, você mantém seu foco estreito, e, portanto, aumenta seu poder. Fazer mudanças graduais, com uma série de pequenos passos de cada vez, aumentará a probabilidade de fixar aquelas mudanças que você quer, do que tentar fazer uma grande mudança de uma só vez.

Parte II – Na prática

Nessa parte, o autor descreve a aplicação prática dos seis princípios descritos anteriormente em diversas situações, pessoais e profissionais, tais como gerenciamento de tempo, de projetos, uso de email, arquivamento de coisas no escritório e em casa, rotinas diárias, saúde, uso do email e da Internet etc.

Uma das implementações práticas mais inteligentes da metodologia do autor – segundo minha opinião – é o estabelecimento das três tarefas mais importantes – three most important tasks (MITs) – que devem ser a sua prioridade a cada dia, sendo que pelo menos uma delas esteja relacionada a alguma de suas metas. Isso assegurará que você estará fazendo alguma coisa em direção aos seus sonhos naquele dia. É uma dica simples, mas bastante prática, que eu gostei muito, pois permite a conexão entre aquilo que você faz hoje com aquilo que você quer ter no futuro. Aliás, devo dizer que eu aprendi essa dica lendo o blog do autor: o livro apenas detalhou-a dentro da filosofia dos princípios do Power of Less.

Outra coisa muito legal do autor é a dica de não marcar compromissos com hora marcada. Segundo Babauta, saiba quais são suas prioridades, momento a momento, e decida o que você deve fazer baseado em suas prioridades, em quanto tempo disponível você tem, e em seu atual nível de energia. Essa é uma dica que eu já vinha utilizando antes, de modo quase intuitivo: eu marco na agenda as tarefas que eu devo fazer naquele dia, mas a maioria delas são marcadas apenas no “dia”, e não numa “hora” pré-determinada, justamente para que eu possa fazê-las quando eu estiver no meu auge de concentração de tempo e de energia naquele período.

O email tem sido um dos grandes vilões de produtividade das pessoas, e Babauta recomenda a checagem do email  apenas duas vezes por dia: ele faz uma às 10 da manhã e outra às 4 da tarde. É mais ou menos o que eu venho fazendo: verifico os emails duas vezes por dia, uma por volta do meio-dia, e outra por volta das 5 da tarde. Leo diz para evitar a checagem do email como a primeira coisa que se faz de manhã, justamente para evitar que o email dite, comande, determine, o resto de seu dia. A primeira coisa que se deve fazer no dia é o conjunto das tarefas mais importantes – Most Important Tasks (MITs) – já que são elas que revelam suas prioridades. Normalmente, email tem mais a ver com urgência e pendência do que com prioridades, principalmente aquelas de longo prazo – pelo menos essa tem sido minha experiência pessoal. Por isso que eu procuro evitar ao máximo o email tanto logo de manhã como no final da noite.

Leo fala bastante da implantação de um sistema pessoal de recompensas – isto é, por você estar se disciplinando na criação de novos hábitos para melhorar sua qualidade de vida, é justo usar os prêmios como forma de celebrar as pequenas conquistas. Em relação ao uso da Internet, por exemplo, todos nós gostamos de visitar determinados sites, e, se não tivermos autocontrole o suficiente, acabamos visitando os sites “legais” a todo momento. O autor propõe que limitemos o uso deles, e, mais, que os usemos como recompensas por fazermos nosso trabalho. Eis um exemplo prático aqui:

“Reward yourself for finishing your task by allowing yourself to go to some site you enjoy, but only when you´re done”.

Numa tradução livre:

“Recompense-se a si mesmo por ter completado uma tarefa permitindo-se ir até a algum site que você curta, mas somente quando você tiver terminado sua tarefa”.

Simples, mas eficiente. Esse é o poder do menos – the power of less – contido no livro.

Conclusão

Como o livro contém um resumo dos pensamentos do autor no blog Zen Habits, minha sugestão é que você vá até lá, leia os artigos que o autor escreve regularmente no blog, e veja se eles te apetecem. Se você gostar deles, então o livro é uma ótima pedida para se aprofundar nos temas lá tratados, bem como ter uma noção mais abrangente de sua metodologia.

Caso você prefira a complexidade das coisas, prefere trabalhar melhor com um fluxo maior de informações, defende o modo multi-tarefa no desempenho das atividades diárias, então nem o livro nem o blog poderão te auxiliar.

De qualquer forma, por ter sido escrito numa linguagem leve a facilmente compreensível, além de relativamente pequeno – menos de 200 páginas – esse é outro livro que gostei bastante, e a resenha, que achei difícil no começo, acabou ficando bem mais fácil na medida em que ia dissecando as idéias do autor. Desafio vencido e mais uma obra aprovada! 😀

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

Print Friendly

, ,

16 Responses to Resenha: The power of less, de Leo Babauta (livro em inglês)

  1. Henrique Carvalho 2 de maio de 2010 at 10:14 #

    Ótima resenha Guilherme!

    Acompanho o Leo Babauta há pouco tempo, mas gosto bastante das idéias que ele propõe em seu site, aliás, um dos sites com mais assinantes sobre o tema produtividade no mundo.

    Venho usando esta técnica de focar nas tarefas mais importantes e o resultado é bem imediato.

    Se me permite, gostaria de complementar seu excelente artigo com 2 referências que considero muito importantes:

    1. Artigo do excelente site (Litemind) sobre timeboxing:

    http://litemind.com/time-boxing/

    2. Programa (on-line e FREE) para usar a técnica pomodoro:

    http://www.focusboosterapp.com/live.cfm

    Basicamente, a técnica tem como objetivo que você foque “X” minutos em uma tarefa específica (relacionada com suas metas) e não fique em multi-tasking. Quando o tempo acaba, você para o que estava fazendo e aproveita os “Y” minutos, podendo acessar um site que goste, beber uma água, ou seja, uma recompensa pelo tempo em que esteve focado numa tarefa importante.

    Pessoalmente costumo trabalhar em um ciclo de 30 minutos focados em tarefas específicas e 10 minutos de descanso.

    Vale a pena tentar! Os resultados são bem produtivos. Crie um novo hábito, aplique-o por 30 dias e veja foi válida a experiência.

  2. Guilherme 2 de maio de 2010 at 11:04 #

    Henrique, excelente comentário!

    A técnica do timeboxing é muito boa, vale a pena testá-la e incorporá-la às tarefas do dia-a-dia. Ela permite que nos concentremos nas atividades importantes, com foco apropriado e uso eficiente da energia, em suas quatro dimensões. Fiquei sabendo dela por meio do ebook grátis que o autor do site Litemind disponibiliza.

    Trabalhar em ciclos específicos, com consciência, é o melhor caminho para uma produtividade consistente. O Loehr trata disso ao falar que o corpo humano, por razões biopsicológicas, trabalha melhor em ciclo ultradianos, ou seja, de 90 a 120 minutos. O segredo é “encaixar” nossas tarefas de acordo com nossos ciclos de concentração. E vc faz isso com maestria, pois o aplica de forma consciente, de acordo com suas disponibilidades de energia.

    O site do Leo é muito bom. Ele atingiu uma marca incrível de 150 mil assinantes em 2 anos, e tem outros sites muito bacanas, dentre os quais “Write to done”, do qual passei recentemente a assinar, e que já está influenciando a minha própria maneira de escrever aqui no blog.

    Por falar em Zen Habits, o último artigo por lá escrito, “The Elements of Living Lightly”, achei ótimo.

    Vou olhar a técnica pomodoro e o site respectivo!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  3. David 2 de maio de 2010 at 14:33 #

    Me pareceu ser uma ótima leitura pela resenha! Gostaria de adquirir livros via amazon.com, mas tenho dúvida: quanto em média se paga pela entrega e serviços de postagens de um livro destes?

    Obrigado!

  4. Guilherme 2 de maio de 2010 at 15:11 #

    Olá, David, obrigado pelos comentários!

    O frete depende da quantidade e peso dos livros, dentre outros fatores.

    Nessa compra, por exemplo, o frete ficou algo em torno de 10 dólares, optando pela encomenda padrão – que é a mais barata, porém, a que demora mais tempo pra chegar – um mês mais ou menos.

    Reconheço que o custo do frete é alto, principalmente porque acaba quase que custando o preço do livro. Mas ainda assim vale a pena. A Amazon é uma loja virtual da qual acabei adquirindo confiança no decorrer do tempo.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  5. puigllum 3 de maio de 2010 at 2:06 #

    Caro Hotmar:

    Parece-me muito oportuna a sua resenha sobre o livro de Leo Babauta. Realmente, é-nos cada vez mais difícil estabelecer como regra de vida a filosofia do «fazer uma coisa de cada vez, até o final, para poder começar outra». Tenho isso claramente na minha cabeça como meta, e policio-me quando me vejo a «assobiar e chupar cana», como se dizia antigamente. Os franceses têm um ditado que diz que não se pode estar no forno e no moinho, ao mesmo tempo. Há inúmeras situações, inclusive, em que a execução de duas tarefas, concomitantemente, é perigosa, como no caso de dirigir e falar ao telefone, prática que é abordada em inúmeros estudos que tratam do grau de concentração do ser humano, sendo isso até previsto no Código de Trânsito brasileiro como contravenção, o que eu acho correto e deveria ser mais rigorosamente penalizado, pois há inúmeros acidentes que têm como causa a desatenção do condutor, devido a estar fazendo alguma atividade, paralelamente ao ato de conduzir, que exige máxima concentração.

    Há um movimento, uma espécie de tendência global em, grande paradoxo, rápida expansão, o ‘slow travel’, que tem justamente um caracol como emblema e que incita ao turismo lento, com poucos deslocamentos – conhecer um lugar em profundidade, ao invés de 20 cidades em 20 dias!!! Os idealizadores dessa causa recomendam, ao invés de em avião, deslocamentos em trem, que polui menos, causando menos impacto ambiental, e defendem que, fazendo tudo mais lentamente, o viajante tem mais prazer numa viagem e retorna à sua casa mais relaxado, ao contrário do que ocorre muitíssimo hoje em dia, nas viagem de férias, principalmente, com guias que determinam horários rígidos, um tempo exíguo destinado a visitas de monumentos, museus e pontos turísticos mais importantes dum lugar, sem deixar um minuto sequer por conta do acaso, já que é preciso seguir viagem e não há tempo para fazer TUDO o que está no roteiro…

    Semelhantemente, criou-se o ‘slow food’, movimento que existe em oposição à comida padronizada e à vida rápida, para impedir o desaparecimento das tradições gastronômicas locais e combater a falta de interesse geral pela nutrição e os sabores. Muito distante do péssimo hábito de engolir a comida em 10 minutos, falando ao telefone e vendo televisão, ao mesmo tempo. Assim como o ‘slow food’ propõe saborear a comida, o ‘slow travel’ sugere degustar lentamente as viagens, ser parte da vida local e conectar-se com os habitantes. Uma filosofia similar, aplicada noutro aspecto. Segundo um artigo que li, os seguidores desse movimento têm um livro de cabeceira, o ‘Elogio da Lentidão’, traduzido no Brasil como ‘Devagar’, do canadense Carl Honoré, uma espécie de papa da desaceleração, que prega que mais vale fazer bem uma tarefa, do que a fazer rapidamente, correndo, para aumentar a produtividade.

    Quanto à consulta à caixa de mensagens, isso é muito complexo, principalmente para quem, como eu, utiliza o correio eletrônico como ferramenta de trabalho. Porém, um conhecido meu deu-me um conselho que é extremamente valioso: se quiser abrir a sua caixa de correios às duas da manhã, tudo bem, só não responda a um cliente nessa hora. Você pode até preparar uma cartinha com uma resposta a um pedido de trabalho, mas mande-a somente no outro dia, no início do horário comercial, para não dar a impressão de estar 24 horas à disposição do trabalho, já que, ao enviar uma carta, o navegador registra o horário do envio, o que pode ser usado a seu favor ou não, isso depende da pessoa que a receber, do outro lado. Depois, não se pode reclamar do fato de o cliente ligar para o seu escritório no meio da noite, imaginando que poderia trocar ideias com você naquele momento, já que você lhe mandou uma mensagem há exatamente três minutos e meio…

    No tocante à escolha do essencial, considero que isso é um dos desafios mais importantes da humanidade: poder passar entre as coisas que nos rodeiam e saber identificar, reconhecer, extrair as que nos são essenciais. E descartar as demais. Indubitavelmente, isso é uma grande tarefa.

    Saudações,

    puigllum

  6. Guilherme 3 de maio de 2010 at 9:59 #

    puigllum, como sempre excelentes os seus comentários.

    Vejo como uma grande tendência a prática de atividades num ritmo mais desacelerado, nos movimentos denominados “slow”, tão bem descritos por V. Sa. Essa é uma reação surgida dentro de parcela da própria sociedade, como resposta aos movimentos cada vez mais acelerados e frenéticos que surgem em distintos segmentos de nossa vida.

    É preciso extrair as coisas boas criadas com o avanço da civilização, sem se deixar ser controlado por elas. O equilíbrio, mais uma vez, e aqui sobretudo, desempenha importante papel nessa função de saber apreciar o momento, que nada mais é do que ter consciência de que a vida pode ser aproveitada sem a tirania do relógio frenético.

    Quanto à caixa dos emails, de fato as dicas repassadas pelo Leo Babauta não podem ser aplicadas de forma genérica. Pessoas que os têm como veículo e ferramenta de suporte no trabalho precisam controlá-lo de outras formas, e a dica sugerida pelo seu amigo me parece bastante apropriada, situando no “meio termo” do qual falei antes.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  7. Helena 25 de maio de 2010 at 19:25 #

    “É o que Leo Babauta procura explicar no livro “The power of less”, livro ainda sem tradução para o português, que resolvi resenhar lendo o original mesmo.”

    Olá Guilherme
    Eu também li o livro em inglês mas já se encontra traduzido em português pela Editora Plátano.
    http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/4273
    Uma informação para quem preferir a versão na língua materna!

  8. Guilherme 25 de maio de 2010 at 21:35 #

    Helena, que ótima notícia! 😀

    É muito bom saber que muitas obras estrangeiras de qualidade, aos poucos, vão ganhando tradução para a língua de Machado de Assis!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  9. Sergio Soares 24 de maio de 2011 at 13:44 #

    Acabei de lêr o livor QUANTO MENOS, MELHOR , em português, de Leo Babauta, Sextante. Li também o comentário, e gostei muito. Sou Universitário – EAD ( Ensino a Distância ), e as técnicas de Babauta são um grande aliado para ser bem sucedido nestes cursos, e na vida.
    Tenho também interesse de trocar e-mail com os leitores, para trocarmos mais impressões sobre as obras de Babauta, e assuntos gerais. Tenho grande interesse por assuntos de Administração do Tempo, Pedagogia, Igrejas Evangélicas e religiosidade, Pastores Eletrônicos Americanos e Assuntos Africanos.
    Um abraço em todos,
    Sergio Soares
    sergio_soares@ymail.com

  10. Sergio Soares 24 de maio de 2011 at 13:49 #

    QUERO RECEBER OS PRÓXIMOS COMENTÁRIOS NO MEU E-MAIL

  11. Guilherme 27 de maio de 2011 at 18:23 #

    Obrigado, Sérgio!

  12. Rafael 3 de junho de 2015 at 2:12 #

    Sensacional! Incrível sua atitude de ler e compartilhar em português. Muito obrigado! Ótima resenha!

Trackbacks/Pingbacks

  1. Valores Reais » Resenha: A semente da vitória, de Nuno Cobra - 30 de maio de 2010

    […] desenvolvimento de outras resenhas que estão alinhadas com esses interesses, como os livros do Leo Babauta e de Jim Loher e Tony Schwartz. Vamos, então, nos aprofundar no livro “A semente da […]

  2. Valores Reais » Resenha: The Intelligent Asset Allocator, de William Bernstein (livro em inglês) – Parte I: Introdução, e Capítulos 1 a 6 - 5 de junho de 2010

    […] oportunidade para estudar o próprio idioma. Mas, além disso, fizemos no mês passado a resenha de outro livro estrangeiro, cuja receptividade foi bastante positiva por parte dos leitores, conforme se depreende da caixa de […]

  3. Valores Reais » 24 excelentes sites de finanças pessoais e desenvolvimento pessoal - 11 de junho de 2010

    […] Zen Habits. Leo Babauta escreve artigos sobre produtividade pessoal de uma forma leve, didática, mas com muito conteúdo. Gosto tanto do site que resenhamos um livro do autor sobre o “poder do menos“. […]

Deixe uma resposta

Powered by WordPress. Designed by Woo Themes