Resenha: The Investor´s Manifesto, de William Bernstein (livro em inglês)

Semana passada, dentro da coluna semanal Colhendo os Dividendos de Valores Reais: 30 de outubro, eu havia comentado sobre a chegada de dois livros de investimentos, vindos da Amazon, ambos de autoria de William Bernstein, que já teve outro livro resenhado por aqui: The Intelligent Asset Allocator – aliás, uma leitura excelente, de fácil digestão, e escrito sob medida para quem quer conhecer os princípios básicos que regem a alocação de ativos.

Pois bem, hoje é o dia de resenharmos o segundo livro de W. Bernstein aqui no blog, e o escolhido foi o “manifesto do investidor”, um livro escrito no ano passado, dentro do qual ele faz reflexões sobre a mais grave crise financeira que assolou os Estados Unidos, desde a Grande Depressão dos anos 30. Vamos lá!? :)

Informações técnicas

Título: The Investor’s Manifesto: Preparing for Prosperity, Armageddon, and Everything in Between

Autor: William Bernstein

Páginas: 201

Preço médio: US$ 16,47

1 | A brief history of financial time

Bernstein começa o livro fazendo uma viagem pela história no mercado de capitais, demonstrando que há sempre provedores e consumidores de capital, sendo que tal capital era provido na forma de empréstimos (títulos) e ativos reais (negócios próprios ou ações). Como esses últimos embutem mais riscos, há necessidade de se pagar, aos seus detentores, um retorno mais alto no longo prazo, para atrair investidores.

2 | The nature of the beast

Capítulo bastante extenso – que ocupa quase 1/4 do livro – em que o autor faz comentários sobre o mercado de capitais, particularmente sobre as ações e os títulos públicos. Risco e retorno estão interligados de modo intrínseco: não há como obter retornos maiores sem assumir riscos igualmente maiores. Em períodos de crise, embora as ações sofram maior volatilidade, elas, no longo prazo, elas geram mais retorno que os títulos. É preciso conhecer a história do mercado de capitais, não somente para estimar projeções futuras de rentabilidade, mas também para evitar a concentração excessiva de posições em uma única classe de ativos.

Duas afirmações contidas nesse capítulo merecem destaque especial. Bernstein diz que o objetivo central do processo de investimentos não é maximizar as chances de ficar rico, mas sim permitir a construção de uma confortável aposentadoria e simultaneamente minimizar as chances de morrer pobre. Essa verdade precisa ser assimilada por todo e qualquer investidor, daí a minha preocupação em destacar esse trecho, justamente para chamar a atenção. O que o investidor pode fazer, então, para maximizar os retornos? O autor diz, de forma curta e direta: é minimizando as despesas.

Essa é uma afirmação com a qual concordo plenamente: já que é impossível prever o retorno futuro de qualquer classe de ativos, devemos ajustar nosso foco para aquilo que é possível prever, que são justamente os custos dos investimentos, a sua parte conhecida. Será que você não está pagando muito caro pela corretagem de ações? E na renda fixa, será que não vale a pena migrar sua reserva de emergências para fundos com taxas de administração mais baixas? Ou então, diversificar suas aplicações em produtos isentos de taxas e comissões?

3 | The nature of the portfolio

O autor explica em detalhes como montar uma carteira de ativos balanceada. Porém, antes, ele dá 4 dicas preliminares essenciais: economize o máximo que você puder, tenha uma reserva de emergência – (colchão de segurança) – constituída por ativos de alta liquidez, diversifique de maneira ampla, e faça essa diversificação com investimentos indexados.

A construção da carteira começa com a divisão fundamental entre ações e títulos, ou seja, a clássica e tradicional divisão entre renda variável e renda fixa. Diversas sugestões de portfólio são recomendadas, bem como as técnicas para fazer os rebalanceamentos. Bernstein destaca que nem sempre os rebalanceamentos oferecem bônus: exemplifica com uma carteira montada, no começo da década de 90, com ações japonesas e  ações norte-americanas. Como o mercado japonês até agora não conseguiu se recuperar do pico do final dos anos 80, um rebalanceamento nessa carteira teria provocado retornos menores. Daí a importância de estudar e selecionar bem os ativos que irão compor uma carteira de investimentos.

4 | The enemy in the mirror

Capítulo dedicado ao estudo dos aspectos psicológicos e emocionais que envolvem o processo de investimento. É da natureza humana querer se divertir, mas não podemos usar a Bolsa como nosso Parque de Diversões – embora muitos o façam isso, e escolham brincar e ter entretenimento com as famigeradas IPOs. Vá brincar em outro lugar. Sairá mais barato.

É preciso também não se animar muito com os países que apresentam as mais altas taxas de crescimento, pois as ações desses países carregam as mais baixas taxas de retorno. Isso me fez lembrar um artigo que escrevi tempos atrás: O crescimento da economia – PIB – tem correlação *NEGATIVA* com o retorno no mercado de ações.

A habilidade mais importante nos investimentos é a disciplina emocional. “Remar contra a maré” pode parecer difícil, mas muitas vezes é o melhor caminho para possibilitar retornos extras para o seu patrimônio. E a melhor maneira de fazer sua aposentadoria ter um patrimônio sustentável é investir em fundos indexados de baixo custo.

5 | Muggers and worse

O autor foca sua atenção na indústria de investimentos. E lembre-se: a indústria de investimentos não é sua amiga. Bernstein recomenda que você encare a paisagem da indústria financeira como uma zona de combate urbana (!). Existe uma afirmação mais forte ainda na página 142, mas que não vou publicar, porque achei meio exagerada (tem a ver com comparações de profissionais da indústria financeira norte-americana com bandidos… se bem que o Bernard Madoff era um bandido, de fato – e de direito :) -, então Bernstein até que tem razão nessa parte…..rsrsr).

O autor literalmente “desce a lenha” nas firmas de corretagem e gestores de fundos de investimentos, dizendo que a ausência de uma regulamentação governamental nos EUA foi uma das causas da quebradeira geral que ocorreu em 2008. Bernstein sugere o investimento apenas em fundos administrados por empresas sem fins lucrativos – nos EUA, a única existente é a Vanguard, do honorável John Bogle, autor, inclusive, de um livro resenhado por aqui: A dose certa. No Brasil, até onde eu sei, o único investimento em fundos administrados por associações sem fins lucrativos se dá por meio de planos de previdência privada complementar fechados – os denominados fundos de pensão. E realmente, eles cobram taxas bem menores do que as praticadas no mercado comercial, conforme esclarecemos no artigo de ontem: planos de previdência complementar fechados: uma saída para economizar com taxas de administração.

6 | Building your portfolio

Dicas gerais para a montagem de um portfólio, e o autor ilustra quatro perfis diferentes de carteira, com base na idade da pessoa, por meio de 4 casos fictícios. Nos EUA, existem as rendas vitalícias – anuidades – que já foi objeto de artigo aqui no blog: Você venderia “rendas vitalícias” compradas a preço de banana? Pois bem, o autor sugere que a melhor forma de ter uma renda vitalícia seria a aposentadoria estatal. Transportando essa realidade para o Brasil, uma forma de garantir uma renda mensal complementar seria por meio da aposentadoria do sistema público – INSS ou regime próprio.

Olhando para as tabelas de fundos constantes nesse capítulo do livro, não dá para não ficar impaciente com a completa ausência de fundos indexados baratos no mercado brasileiro. Uma saída, no Brasil, é investir por meio de ETFs, e Bernstein, embora não se mostre contra essa alternativa de investimento, mostra que é melhor investir nos fundos mútuos do que nesses fundos com cotas negociadas em Bolsa, em virtude dos custos, aspectos psicológicos e riscos institucionais dos ETFs (abrindo um parêntesis: ele lamenta a venda dos iShares ETFs para a BlackRock…).

Ele dá dicas também sobre o DCA e recomenda fortemente o VA, sobre o qual já falamos aqui: resenhando o livro Value Averaging, de Michael E. Edleson e comentando rapidamente sobre essa estratégia em outro artigo: uma palhinha sobre Value Averaging.

No final, dicas de como ensinar princípios financeiros para a criançada.

7 | The name of the game

Bernstein faz uma recapitulação dos principais pontos abordados nos seis capítulos anteriores, sintetizando-os em curtos parágrafos. O nome do jogo, no final das contas, não é ficar rico, mas evitar morrer pobre. Essa é uma estratégia conservadora: não irá lhe garantir uma riqueza fabulosa. Mas, pelo menos, maximizará as chances de você ter uma aposentadoria confortável nos anos finais de sua vida. E não é isso, no final das contas, que importa? 😉

Conclusão

Não dá para não ficar impressionado com a fantástica capacidade para a escrita de William Bernstein. Ele escreve de maneira simples, mas sem ser simplista. O tema dos investimentos é árido para muitas pessoas, e poucas são as que conseguem traduzir para os leigos conceitos tão complexos como bônus do rebalanceamento, regressão à média e outros tantos do jargão próprio da indústria financeira.

Bernstein definitivamente não tem papas na língua. E isso é muito bom para o leitor, que só tem a ganhar com um livro escrito de forma didática, clara e, ao mesmo tempo, divertida. Uma das qualidades de The Investor’s Manifesto: Preparing for Prosperity, Armageddon, and Everything in Between, é que ele é pequeno – tem pouco menos que 190 páginas – e, além disso, foi escrito logo após o maior crash das ações desde a Grande Depressão, logo, está totalmente atualizado com o recente panorama econômico mundial, com comentários inclusive sobre Obama, os títulos públicos brasileiros, os BRICs etc.

Esse foi mais um livro que tivemos a honra de resenhar. E vai para a prateleira do Valores Reais, com orgulho e satisfação. 😀

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

12 Responses to Resenha: The Investor´s Manifesto, de William Bernstein (livro em inglês)

  1. investir40 7 de novembro de 2010 at 11:19 #

    Simplesmente fantástica sua resenha.

    Parabéns pela iniciativa e sucesso na empreitada.

    Realmente ente texto faz a gente repensar algumas posições.

    abraço e fica com Deus.

  2. Henrique Carvalho 7 de novembro de 2010 at 11:32 #

    Mais uma excelente resenha Guilherme!

    Sou grande fã do Bernstein!

    Gosto da capacidade dele de juntar história com investimentos, além de sempre oferecer bom suporte matemático para suas teorias e, ainda por cima, mixar tudo isso com finanças comportamentais.

    O livro é pequeno mas seu conteúdo é grande!

    Também recomendo a compra!

    Grande Abraço e que venham novas resenhas!

  3. Jônatas 7 de novembro de 2010 at 12:06 #

    Eu gosto muito de autores que conseguem falar sobre investimentos sem fazer uso do jargão tão chato que a grande maioria gosta de usar. Acho que este é o grande segredo do autor brasileiro mais famoso, o Gustavo Cerbasi. Ele fala de maneira simples, acho que muitas vezes é simplista também, mas seu objetivo é alcançar o leigo, sendo assim, acho perfeito seus livros para o público que visa atender.
    Ótima resenha Gui, gostei da ideia de maximizar as chances de ficar rico e diminuir as de ficar pobre. Antes de lucros astronômicos devemos nos preocupar com as perdas de igual proporção.

    Abraço!

  4. Willy Fog 7 de novembro de 2010 at 17:34 #

    Valeu por mais uma resenha Guilherme!
    .
    Preciso ler este livro. Uma pergunta: Neste livro e nos outros que você leu sobre asset allocation, qual era a opinião dos autores em relação a renda variável? Investir em ETFs ou em ações individuais? Ou um mix dos dois?
    .
    Abcs

  5. Finanças Inteligentes 7 de novembro de 2010 at 17:50 #

    Gostei da parte sobre a disciplina emocional. É o que mais influencia na decisão sobre compra/venda de um determinado ativo na minha opinião e muitas vezes acaba sendo uma decisão errada.

    Abraços

  6. Evertonric 7 de novembro de 2010 at 18:36 #

    Olá Guilherme, ótima resenha, mais uma vez um belo trabalho da sua parte. Pois, então, tenho a mesma dúvida que Willy Fog, atualmente eu faço um mix dos dois, mas gosto mais de investir direto nas empresas que aposto e acredito que tem um bom trabalho financeiro e de investimento para quando crecerem possam lucrar mais e assim as ações subam , ..etc…, mas as vezes sempre me pergunto se vale a pena correr o risco, e talvez comprando BOVA11 e/ou PIBB11 eu estou mais seguro e rendendo (ou caindo) a média do mercado, o que vc lê ou já leu sobre isso? . Há só mais uma coisa, como já disse antes atualmente eu faço um mix porque acredito no Asset Allocation , no qual tbm tem que diverficicar o máximo, e esta é a principal razão deste mix..
    Grato,
    EvertonRic

  7. Guilherme 8 de novembro de 2010 at 9:04 #

    I40, valeu! A propósito, estou repensando *muito* as minhas posições com a leitura de livros norte-americanos – inclusive de alguns que são contra as ideias de Bersntein, como em breve terei oportunidade de explanar.

    HC, obrigado! Concordo, o Bernstein tem um talento impressionante para a escrita. É um tipo de escritor nato. Felizmente, tem um livro dele em português que pretendo ler, em que ele fala justamente sobre a parte de história.

    Jônatas, isso mesmo: o mercado financeiro deve ser visto como um local para você armazenar suas economias e minimizar as chances de morrer pobre. Mas quanta inocência vemos entre os investidores brasileiros a respeito do assunto…

    Willy, a opinião da unanimidade dos autores que li até agora é clara: investir apenas de modo passivo, em fundos indexados. Lá eles ainda têm a vantagem de poderem contar com fundos de investimentos baratos, oferecidos por bancos e corretoras. Como aqui no Brasil só temos acesso a fundos baratos via ETFs, a solução é então investir nos ETFs.

    F.I., concordo plenamente. Muitas vezes mudamos de ideia à medida que o mercado muda.

    Everonric, eu estou cada vez mais convencido de que investir em fundos passivos é a melhor solução. O custo de oportunidade que se arca com o investimento em ações individuais não paga a rentabilidade que eles oferecem – e que tende a ficar cada vez mais abaixo do índice subjacente. Isso se explica, em parte, ao efeito da mera exposição, pois no Brasil, quem se dá ao luxo de defender o investimento em fundos de índice? Quase ninguém. Daí o povão vai atrás de empresas grandes, mid large caps, small caps e às vezes micro-caps, influenciados pelo que vêem na mídia e pelo que ouvem de colegas.

    Com todo respeito, (quase) tudo isso não passa de engodo. Uma vez fui a uma palestra em uma corretora, em que foi mostrado no slide umas 20 empresas que, na última década, tiveram rentabilidade acima do Ibov. 20 empresas! E todas já conhecidas: Petro, Vale, bancos, siderúrgicas, consumo, construção civil etc. A pergunta é: se elas fizeram o índice subir, é porque as que estavam antes no topo do índice, nessa ultima década, fizeram o índice cair, e caíram mais do que o esperado. Justamente as que estava levando o índice para cima. Talvez o exemplo mais eloquente disso é o caso das empresas de telecomunicações. Será que alguém, em sã consciência, investiria 40% de seu capital em empresas de telecomunicações?

    Pois elas eram as vedetes da Bolsa até há 5 anos. 5 anos!

    Definitivamente, o melhor caminho é o investimento em fundos de índice. Eu estou, eu mesmo, migrando meus investimentos para o PIBB, e abandonando lentamente essa história de investir em ações individuais. Elas me causaram muitos gastos com corretagem e sobretudo muito tempo gasto na tela do home broker. Eu não quero ficar gastando meu tempo com análise de relatórios, balanços etc. Eu prefiro aproveitar a vida com outras coisas. 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  8. Willy Fog 8 de novembro de 2010 at 10:56 #

    Obrigado por responder minha pergunta Guilherme!
    .
    Realmente aqui no Brasil ninguém liga a mínima para fundo de índice. Eu estou quase quase chegando a mesma conclusão de você. Eu ainda tenho dúvidas se não vale investir uma parte da renda variável em empresas boas pagadoras de dividendos como elétricas. Você disse que está migrando seus investimentos para o PIBB, mas não lembro de você já ter escrito sobre isso aqui no blog, ou será que eu já li e esqueci do artigo? Lembro daquele artigo onde você aborda o investimento em RV parte em ETFs e parte em empresas boas pagadoras de dividendos. Você então está abandonando o investimento em empresas individuais?
    .
    Abcs

  9. Guilherme 8 de novembro de 2010 at 13:06 #

    Willy, realmente, a estratégia de cada investidor depende de suas características pessoais, perfil, aptidões e conhecimento do mercado. O mix empresas de energia elétrica + ETFs é, sim, uma possibilidade.

    Na verdade, essa informação sobre a minha migração pessoal para os PIBBs é nova. Estou cada vez mais convencido que essa é a estratégia vencedora, considerando o longo prazo. Eu estou abandonando, gradualmente, o investimento em ações individuais. Os livros que estou lendo e estão sendo resenhados agora contêm fortíssimas evidências a favor do investimento passivo. Embora alguns argumentos eu particularmente considere um pouco exagerados (a favor do investimento passivo), no geral, não dá para não ficar inerte diante de recomendações tão emblemáticas e apoiadas em sólidas estatísticas, em favor dos investimentos em fundos amplamente diversificados.

    Agora, cada pessoa deve ajustar as velas conforme a percepção dos ventos, e verificar o que é melhor, em cada caso. O que não dá é achar que os princípios que regem o mercado de ações no Brasil são diferentes dos princípios que regem o mercado de ações nos EUA, como se houvesse um “novo paradigma” – vide os casos da bolha do Índice Nikkei no final dos anos 80 e a bolha tecnológica do final dos anos 90 nos EUA…

    Reconheço que o investimento em fundos de índice passivo é sem graça. Mas entre investimento sem graça que rende mais, custa menos e poupa mais tempo da gente, e o investimento com graça que rende menos, custa mais e faz a gente gastar mais tempo com o mercado, eu prefiro e fico com o primeiro. De complexo, já basta o mundo que a gente vive fora do mercado financeiro. 😉

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  10. Evertonric 8 de novembro de 2010 at 17:32 #

    Grato, Guilherme, esta comunicação com vcs aqui deste blog só aumenta minha qualificação, digo vcs porque considero os autores dos comentários tbm , então , Guilherme, mas os fundos de índice é taxado(cobrado) IR mesmo com vendas abaixo de 20K, isso tbm pesa um pouco na minha escolha e na carteira em geral, por isso tenho mais de 84 % dela em ações individuais (falando so de RV), e não pretendo mudar muito isso, é só uma maneira de diversificação mesmo, e tbm pra manter a média de lucro (ou perda) dependendo do mês eles (ETFs) me ajudam ou atrapalha, eu penso que: Diversifique mesmo, sem medo de ser feliz ..
    Abraços a todos

  11. Guilherme 8 de novembro de 2010 at 17:48 #

    Ok, Everton, é importante que você escolha a estratégia que mais se adapte ao seu perfil de investimento, considerando todos os fatores disponíveis. No mercado, há opções para todos! :)

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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