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BB, Bradesco, Itaú e Santander: qual banco oferece a melhor cotação para saque internacional no cartão de débito?

Se você tiver chegado até aqui vindo do Google, Twitter ou Facebook, em busca de mais informações sobre como tornar sua viagem ao exterior mais econômica, seja bem-vindo! :-D Aproveite também para navegar pelos mais de 200 comentários escritos logo após o texto principal, em que os leitores acrescentam novas dicas, depoimentos e macetes, para tornar suas viagens e suas compras ainda mais baratas e proveitosas! Boa leitura!

Com o aumento do IOF para compras no exterior usando o cartão de crédito, conforme anunciamos aqui semana passada, uma alternativa bastante atraente, e que deve ser seriamente considerada pelo leitor-viajante, que se preocupa mais em ter dinheiro no bolso do que com acúmulos eventuais milhas aéreas, é o uso do cartão de débito para realizar saque em moeda estrangeira usando ATMs locais. Por quê? Porque, saques internacionais usando o cartão de débito de seu banco, para começo de conversa, pagam um IOF ridiculamente menor: 0,38%, em contraposição aos famigerados 6,38% cobrados pelas compras utilizando o cartão de crédito.

Aproveitando uma viagem que fiz semana passada para os Estados Unidos, resolvi criar mais esse serviço de utilidade pública para nossos leitores: utilizei cartões de débito de 4 bancos diferentes, no mesmo dia, e no mesmo caixa eletrônico, e vi diferenças substanciais na cotação utilizada em cada um deles para a conversão do dólar para a moeda brasileira. Vamos aos resultados (por ordem alfabética)? Vale lembrar que os dados abaixo não são hipotéticos: foram exemplos reais, práticos, utilizados “sacrificando”, digamos assim, minha conta bancária….rsrsr….em prol do interesse público em saber qual é o banco que oferece a melhor cotação para saque no exterior utilizando o cartão de débito.

Cotação de referência

Em primeiro lugar, é preciso atentar que todos os saques foram realizados no dia 30.03.2011, quando a cotação do dólar comercial ptax, para venda, iniciou em R$ 1,641 e fechou o dia cotado a R$ 1,6360, conforme dados disponibilizados na página do Banco Centra do Brasil.

1. Banco do Brasil

Utilizando um cartão múltiplo Ourocard, na função débito, US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 175,54. Ou seja, houve um exorbitante ágio de cerca de R$ 0,12, uma vez que a cotação utilizada pelo BB considerou o dólar cotado a R$ 1,75 (em contraposição aos R$ 1,63 fechados no dia).

Mas não é só isso.

O BB ainda cobra, para cada saque no exterior utilizando o cartão de débito, segundo a tabela de tarifas disponível na Internet (vide página 5), e confirmada integralmente nesse estudo de utilidade pública, uma tarifa de US$ 2,50 + 2,5% do valor da operação. Traduzindo em miúdos: aos 100 dólares acima foram acrescentados mais US$ 2,50 de tarifa fixa + US$ 2,50 proporcionais ao valor da operação. Ou seja, + 5 dólares só de tarifa de saque. E isso sem considerar o IOF de 0,38%, que não sei se veio “incorporado” no momento do saque ou se é debitado da conta-corrente posteriormente (atualizarei o post assim que souber, mas tenho quase certeza que será lançado a débito posteriormente, embora isso esteja demorando para acontecer, afinal, o saque foi realizado na quarta-feira, e já estamos no domingo).

Total da conta: US$ 105, ou R$ 184,22.

Quem for utilizar o cartão múltiplo do BB no exterior, tomem cuidado para não escolher a opção “Fast cash”, mas sim a opção “withdrawal” e, em seguida, a opção “from checking”. Isso evitará que se saque dinheiro do limite do cartão de crédito, e, portanto, dos juros exorbitantes cobrados por esse tipo de serviço.

2. Bradesco

Utillizar o cartão de débito do Bradesco é tão triste quanto utilizar um cartão de débito do BB. Isso porque US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 172, ou seja, cotação de R$ 1,72 (comprovado no próprio extrato bancário) , em contraposição aos R$ 1,63 de fechamento do dia, portanto, num dia em que a cotação do dólar comercial navegou 12 centavos abaixo desse valor…

Vamos às tarifas.

O Bradesco, de acordo com a tabela de tarifas (vide página 6), US$ 2,50 + 2,42% do valor da operação. Ou seja, pelos 100 dólares sacados no exterior, foram cobrados US$ 4,92.

Total da conta: US$ 104,92, ou R$ 180,46.

Tal como no caso do BB, ainda não sei se o IOF foi “incorporado” no instante do saque, ou se será debitado posteriormente. Qualquer novidade, vou atualizando esse post.

De qualquer modo, utilizar o cartão de débito do Bradesco parece ser mais vantajoso que usar o do BB, não só pelo valor proporcional à operação ser menor (0,08% menor), mas também por utilizar uma cotação do dólar mais vantajosa, embora ainda alta.

Vale lembrar que, nos cartões de crédito (“crédito”, e não “débito), o Bradesco é o banco brasileiro que oferece as piores cotações para a conversão, para efeitos de milhas, utilizando um câmbio bem próximo do dólar turismo. Se utilizar cartão de crédito no exterior ficou ruim com o aumento do IOF, ficou pior ainda para quem usa cartões Bradesco no exterior (a exceção são os cartões Visa Infinite e Mastercard Black, devido ao fator multiplicador mais alto, conforme explicaremos em um post futuro).

3. Itaú

O Itaú leva a fama de possuir uma cotação muito boa para cartões de crédito (o que posso confirma na prática também, como usuário desse cartão): a cotação de fechamento da fatura fica bem próxima do dólar comercial, igual ou apenas 1 centavo acima. Entretanto, o mesmo não se pode afirmar em relação à cotação utilizada no cartão de débito, para saque no exterior.

100 dólares sacados no exterior custaram a bagatela de R$ 168,66, ou seja, com a cotação de R$ 1,68, num dia de dólar comercial ptax fechado a R$ 1,63. Tá, você pode dizer, mesmo assim ainda é menos que no BB (R$ 1,75, vergonhoso), e no Bradesco (R$ 1,72). Mas, para quem ouve dizer que o Itaú apresenta cotação “justa” para fechamento da fatura do cartão de crédito, soa estranho perceber que a mesma prática não é adotada em relação à cotação para saque de conta bancária no exterior usando o cartão de débito.

Felizmente (ou infelizmente, dependendo do ponto-de-vista), o IOF foi debitado já no dia seguinte, o que elimina qualquer dúvida a respeito de um possível “embute” do IOF no momento do saque.

De acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet, cada saque no exterior na função débito tem um custo de R$ 9,00, independentemente do valor.

Total da conta: US$ 100 (= R$ 168,66) + R$ 9 + R$ 0,64 = R$ 178,30.

4. Santander

Coincidentemente, à medida que avançamos na ordem alfabética, vimos uma tendência à melhoria na cotação. O curioso é que essa tendência acabou se confirmando com o uso do cartão múltiplo Santander, na função débito. Para minha surpresa, esse banco apresentou a melhor cotação para saque internacional de conta corrente.

Resumindo: 100 dólares foram sacados ao preço do fechamento do dólar comercial ptax do dia: exatos R$ 163,60. No dia seguinte, houve, inclusive, e até de modo surpreendente, um ajuste a crédito na conta-corrente, de modo que o valor debitado da conta espelhasse fielmente o valor do fechamento do câmbio comercial do dia anterior.

Maaaassss……

Sempre há um “mas”, “porém”, “todavia”, nessa história toda, não é mesmo? Pois vamos ao “porém”: o saque internacional na função débito apresenta uma nada modesta tarifa de R$ 13,50 por saque realizado, de acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet.

E tem mais: se você for sacar em outra moeda, que não o dólar (por exemplo, está na Europa e vai sacar em euro), prepare-se para um adicional: uma taxa de conversão de outras moedas para dólar americano no importe de 2,5% do valor da operação.

Total da conta nos EUA: US$ 100 (R$ 163,60) + R$ 13,50 = R$ 177.

Vale lembrar que clientes Van Gogh tem direito a 2 saques internacionais isentos dessa famigerada tarifa de R$ 13,50. Porém (rsrsrs, sempre tem um “porém”), para ser cliente com esse “status”, é preciso pagar uma nada modesta tarifa mensal de R$ 55 ou R$ 45, a menos que você tenha R$ 100k aplicados em investimentos no banco (que, pela minha análise, são, em sua maioria, fracos, caros e pouco rentáveis, como, aliás, são, em geral, os fundos de investimentos de bancos, como já alertei nesse artigo: A matemática não mente: Tesouro Direto está dando um banho nos fundos dos bancos de varejo. Desde que…).

5. HSBC e CEF

Uma palavrinha final sobre o HSBC: dizem (veja bem, “dizem”, eu não tenho como comprovar na prática), que a cotação do dólar utilizado por esse banco se aproxima bastante do fechamento ptax do dólar comercial, ou seja, ele seria tão bom quanto o Santander, com a diferença prática – e super importante (essa sim comprovada) – que clientes do segmento Premier não sofrem cobrança de tarifa para saque realizado em ATMs do próprio banco localizados no exterior.

A CEF não oferece essa opção de saque no exterior na função débito. Sorry. :lol:

Dicas que valem dinheiro

1. Para usar o cartão de débito no exterior, geralmente é preciso autorização do gerente e/ou da central de atendimento do cartão. Às vezes, é possível você mesmo liberar o uso do cartão no exterior, via Internet Banking. Na dúvida, utilize os 3 canais de atendimento, ou seja, faça a solicitação no Internet Banking, converse com o gerente e telefone para o 0800.

2. Atenção para o ATM que você irá utilizar no exterior: o banco dono do ATM pode cobrar mais uma tarifa sobre o saque, que pode chegar a até US$ 5 por saque realizado. No meu caso, vi que o Bank of America cobra US$ 3 por saque, independentemente do volume. Já o Chase não cobra tarifa alguma. Conclusão: se você estiver viajando para os EUA, utilize os ATMs do Chase, uma vez que ele não cobra tarifa de saque. O “porém” é que, pelo menos no meu caso específico, só vieram notas de US$ 20.

3. Há limites estreitos para saques no exterior, mais estreitos geralmente que os para saques nacionais – geralmente eles ficam limitados a US$ 500. Verifique se os limites que você tem são condizentes com sua viagem para o exterior e, se não forem, peça para aumentar.

Afinal, não vale mais a pena comprar com o cartão de crédito?

Alguém já deve ter feito o raciocínio mental: “pera lá: US$ 100 em compras com o cartão de crédito no exterior, com o acréscimo de US$ 6,38 – devido ao IOF de 6,38% – daria US$ 106,38, o que, considerando o câmbio a R$ 1,6360, resultaria num valor final de R$ 174,03, logo, um valor mais baixo que todos os valores acima apresentados. Ôba, vou usar o cartão de crédito!”

O raciocínio não está totalmente correto, por três motivos.

Primeiro, porque ninguém vai ao exterior para gastar apenas US$ 100.

Segundo, porque, por razões que a própria razão humana desconhece, os bancos apresentam valores diferentes de cotação para fechamento da fatura do cartão de crédito e para saque no exterior na função débito. Eles ora favorecem a cotação do cartão de crédito – caso do Banco do Brasil, que, apesar da horrorosa taxa de câmbio para saque no exterior, fornece uma cotação para fechamento de fatura bem próxima do dólar comercial ptax (geralmente de R$ 0,02 a R$ 0,03 acima apenas) – ora favorecem a cotação do cartão de débito - caso do Santander, que, apesar da excelente taxa de câmbio para saque internacional na função débito, apresenta um ágio de R$ 0,03 a R$ 0,06 na cotação do dólar para efeitos de fechamento da fatura do cartão de crédito.

E terceiro, e mais importante, porque o valor de IOF é proporcional ao valor da compra (6,38% da compra, e não R$ 6,38 fixos, ou ainda US$ 6,38 fixos), e não uma tarifa fixa, como ocorre no caso dos bancos Ítaú e Santander – BB e Bradesco cobram um fixo de US$ 2,50 + um percentual bem inferior aos 6,38% do IOF para cartão de crédito. Ou seja, quanto mais você gastar no cartão de crédito, mais dinheiro desnecessário e inútil (IOF) estará gastando. Você gosta de gastar dinheiro à toa?

Mesmo assim, por conta da alta cotação utilizada pelos cartões de débito do BB e Bradesco, ainda pode valer a pena usar cartões de crédito de alguns bancos, inclusive do próprio BB, se você não tiver um cartão de débito que ofereça uma taxa de câmbio competitiva. Para resumir e ilustrar a controvérsia, abaixo está uma tabela comparativa de compras equivalentes a US$ 1.000 com cartões de débito e diferentes cotações de cartões de crédito.

Vale lembrar que, para que a tabela ficasse o mais próximo possível da realidade, simulei 4 saques no cartão de débito, de US$ 250 cada, uma vez que se mostra pouco distante da realidade da maioria das pessoas alguém conseguir sacar mil dólares de uma só vez em caixa eletrônico…

Outra variável importante é, caso você utilize o cartão de crédito, “torcer” para que, na data de fechamento da fatura do cartão de crédito, o valor do dólar comercial não aumente, pois isso fará com que você pague mais caro do que tivesse pago com dinheiro sacado da conta corrente no exterior.

Não incluímos na tabela o saque com cartão de débito do HSBC, embora leitores tenham reportado que esse banco oferece uma taxa de câmbio competitiva para saque em moeda local no exterior. Se assim for, sua situação se assemelharia à do Santander, e ficaria na frente inclusive do banco Itaú.

Também é importante relembrar, como, ademais, exposto na tabela, que alguns bancos podem cobrar tarifas extras sobre compras no exterior usando o cartão de crédito. É o caso dos cartões Ourocard do Banco do Brasil: conforme tabela já linkada aqui, página 5, compras no exterior são tarifadas em 2,5% sobre o valor da transação, + a paulada do IOF de 6,38%. Portanto, façam as contas antes de sacar o cartão de crédito na carteira!

Conclusões

Diante do estudo acima apresentado, e das surpreendentes constatações acerca de alguns cartões, já podemos tirar importantes conclusões.

Os dois fatores que mais impactam o valor final de suas compras no exterior são a cotação do dólar utilizada pelo seu banco + tarifa de IOF incidente sobre a operação. No caso da cotação do dólar, evite, sempre que possível, utilizar meios de pagamento que utilizem o dólar turismo como referência, como é o caso de compra de moeda estrangeira no Brasil, cartões de débito pré-pagos (os chamados Visa Travel Money – VTMs e similares que estão sendo lançados no mercado, da Mastercard e da Amex) e cartões de crédito que utilizem, na data de fechamento da fatura, o dólar turismo como parâmetro para conversão das milhas, como é o caso dos cartões Bradesco, incluindo aí os cartões American Express, que são administrados pelo Bradesco.

No caso do IOF, fuja, sempre que possível, do cartão de crédito, devido ao exorbitante valor incidente sobre as operações: 6,38%. Como demonstrado acima, se você está a fim de gastar dinheiro à toa, use cartões Bradesco ou Amex, pois, nesse caso, você estará no pior dos dois mundos: cotação de dólar turismo para fechamento da fatura (o pior câmbio) + IOF de 6,38% (a pior alíquota de IOF).

O melhor mesmo, se você quiser maximizar o valor do seu dinheiro nas viagens, é usar a melhor combinação, que consiste numa cotação do dólar o mais próximo possível do câmbio comercial + IOF de 0,38%. Nesse caso, o uso dos cartões de débito, para saque em ATMs locais, do Santander, Itaú e (possivelmente) HSBC se mostra imbatível, desde que respeitadas certas premissas, quais sejam: saque de grandes quantias, a fim de que o valor pago a título de tarifa de saque seja proporcionalmente o menor possível, escolha de uma caixa eletrônico que preferencialmente não cobre tarifa de saque (o Chase é um deles, se alguém aqui souber de outro poste na caixa de comentários), e, obviamente, a escolha da opção “cash from bank account” ou “withdrawal from checking” (saque da conta bancária) e não “cash from credit card” ou “fast cash” (onde haverá incidência de juros).

Enfim, como bem lembrando pelo EvertonRIC, na caixa de comentários a esse artigo, a melhor maneira de economizar dinheiro em compras no exterior é usando o cartão de débito para fazer saque em moeda local, desde que a taxa de câmbio de seu banco seja próxima do dólar comercial.

Uma palavrinha final sobre outras modalidades de uso de moeda estrangeira

Sobre traveller´s check, esqueça. Eles eram úteis e importantes antes da popularização dos cartões de crédito/débito. Fora que quase ninguém hoje trabalha com eles, além de exigirem uma tarifa de emissão de R$ 50.

Sobre cartões de débito bancário na função compras (Visa Eletron e Mastercard Maestro), é tão atrativo quanto saque internacional na função débito, pois o IOF incidente continua sendo de 0,38%. Mas são 3 os problemas: muitas lojas no exterior não aceitam o pagamento na função “debit card” (não consegui fazer a compra numa loja da Apple e numa loja de aeroporto), alguns bancos cobram tarifa extra sobre compras com a função débito (caso do BB, que cobra 2,50% sobre o valor da operação), e o limite para compras costuma ser tão ou mais restrito que o limite para saque no exterior (portanto, para compras de valores altos, que justamente onde teria mais serventia a situação, como despesas de hotel e compras de eletrônicos/gadgets, a compra não será validada).

Sobre cartões de débito pré-pagos, como bem lembrado pelo Rafael (obrigado!), também constituem uma alternativa atraente, uma vez que evita que você tenha que circular com muito dinheiro em espécie, e “trava”  um valor de câmbio que pode ser útil em caso de variação cambial negativa, além de pagar IOF de apenas 0,38%. Os pontos negativos são: cotação de compra de dólar turismo, e tarifa fixa de saque em ATM local de U$ 2,50 ou EUR 2,50. Para usar, funciona como cartão de crédito normal.

Diversifique!

Ha ha ha, quem diria que, assim como nos investimentos, para compras no exterior a palavra mágica também seria a mesma: nada como diversificar, assim como recomenda o Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem:

“Uma quantia fixa em dinheiro vivo para emergências, saques no caixa automático para o dinheiro do dia a dia, cartão de crédito para gastos maiores e cartão de débito como plano B”.

Levar dinheiro vivo continua sendo importante, uma vez que alguns países exigem que, no ato da entrada no país, você leve consigo uma certa quantia em espécie para comprovar que tem condições de se manter no país por conta própria.

Comente!

E você, usa qual estratégia para fazer compras no exterior? Eu duvido que o brasileiro vá gastar menos no exterior por conta dessa medida, uma vez que o aumento do IOF serviu para compensar, em parte, o ajuste nas faixas de isenção do Imposto de Renda (vale lembrar que no mesmo dia saíram os dois atos normativos, um para o IOF, e outro para o IR). No entanto, é importante saber que há alternativas para tornar sua viagem financeiramente mais econômica, desde que se adotem estratégias inteligentes para compras no exterior. ;-)

Links para saber mais

- Blog Diário de Consumo: foi esse artigo que me motivou a usar o cartão de débito para saque no exterior. Obrigado pela economia, Fernanda! :D

- Blog Viaje na Viagem: boas reflexões do Ricardo Freire sobre esse tema tão sensível para nossos bolsos! :)

- Blog Sundaycooks: reflexões igualmente boas de Fred Marvila sobre o assunto.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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314 comments to BB, Bradesco, Itaú e Santander: qual banco oferece a melhor cotação para saque internacional no cartão de débito?

  • Matheus Fernandes

    Alguém já usou o cartão de crédito da conta digital do Itaú ou o cartão Santander Free no exterior?

  • gyShf

    Ótimo post!
    Tô me sentindo um recém formado de administração, economia ou seja lá o que for..

    Se tudo der certo, estarei viajando para Miami em Janeiro/2013.
    Dentre todos esses números, o que mais me atraiu foi o VTM mesmo, paga pelo dólar turismo, HOJE 13 centavos mais caro que o comercial, mas pelo menos não entra nesse jogo de faturas de banco..
    Bom, seguindo a recomendação acredito ir também com um cartão de crédito ITAÚ VISA e outro de débito ITAÚ ou do BB, além do VTM e uns 250 dólares em mão.

    Não sei qual é o valor exato que vocês gastam no exterior, mas não pretendo e nem vou superar 5.000 reais em compras, portanto não sei se esses números afetariam tanto uma compra “não tão alta”.

    A única coisa que me desanimou de verdade foi saber que tanto Itaú quanto BB são os piores da categoria, justamente os que possuo, mas nem por isso penso em contratar outro banco, já tô querendo me livrar de um pra ficar com um único, 3 então, jamais. De qualquer forma continuarei lendo o tópico para maiores informações.

    Obrigado!
    Abraços de Curitiba/PR

  • Mateus Galvão

    É importante dizer que ao sacar no exterior o viajante está realizando uma operação de câmbio, e o tipo de cambio vendido é o turismo, e não o dolar comercial, que só pode ser vendido a bancos ou a pessoas (comerciantes) legalmente estabelecidos como importadores, para pagamento de bens ou serviços provenientes do exterior. Grato.

    • Diego

      Impressionante como o pessoal faz confusão com esses dois conceitos, dólar comercial e dólar turismo. Além, é claro, de não ler (ou não entender) absolutamente nada do que escrito pelos comentadores anteriores.

      Bem que poderia sair um artigo sobre comercial x turismo, pra explicar pro pessoal que a nomenclatura não tem nada a ver com o que banco cobra de nós.

    • Leonardo BH

      É importante dizer que neste post e nos comentários as pessoas estão relatando experiências práticas e na prática os bancos usam a cotação de dólar que quiserem. Exemplo: na minha experiência em Novembro/2012 na Alemanha a cotação para os 4 saques que fiz com cartão de débito Mastercard do Santander foi muito perto da comercial, bem diferente da cotação do cartão de crédito do mesmo banco (que é mais perto do turismo). Grato.

  • Jaisson

    Alguém sabe se para compras no exterior na função débito é cobrado alguma tarifa além do IOF? Como por exemplo, os 9 reais de tarifa de saque no exterior? Tenho conta no Itaú. Procurei bastante na internet mas ainda não encontrei.

  • Maria Adriana

    Parabéns!Adorei as dicas, mas eu tenho uma dúvida, se eu quiser comprar pela internet um produto estrangeiro com o cartão de credito…A cotação vai ser exatamente desse jeito q vc explicou?

  • Maria Adriana

    Aguardo resposta.

  • Jonatas

    Em Cusco – Peru – tentei fazer um saque da conta corrente no ATM do BCP e a indicação no painel era de saque de no máximo 700 soles em notas de 20 soles mas não consegui sacar mesmo após tentar 3 vezes. Optei então por sacar em DÓLAR no mesmo ATM, o único valor disponível na tela foi de 200 USD com taxa de 2 USD debitando na minha conta corrente o valor de 348,35. Saindo, mais a frente, vi um ATM do ScotiaBank e ao acessa-lo, além das opções da tela, eu poderia colocar outro valor. Saquei então 800 soles (sem informação de tarifa) e veio debitado na minha conta corrente o valor de 516,04.Então, se você paga tarifa por saque, o ScotiaBank parece ser mais vantajoso já que podes sacar um valor maior. Não vi a opção de saque em DÓLAR no ScotiaBank. Como eu posso realizar até 2 saques gratuitos no exterior parei por aí.

  • Jonatas

    Só um comentário geral. O dólar comercial cai e o dólar turismo demora uma eternidade para acompanhar e com muita má vontade. Agora quando o comercial pensa em subir o turismo já está lá cima. Capitalismo tupiniquim.

  • Moacir

    Alguém sabe se o segmento Bradesco Prime tem alguma vantagem para saques no exterior???
    Tipo isenção de certo número de saques ou limite maior para retiradas????

    Grato…

    • Igor

      acho que apenas hsbc e citibank oferecem saques ilimitados no exterior e o santander dois, se nao me engano.
      ja o limite maior eh possivel que tenha, mas soh confirmando mesmo.

  • Jane

    Gostei muito das comparaçoes dos bancos BB, Bradesco, Itau, Santander, HSBC e CEF. Foi muito clara suas explicaçoes. So’faltou o Citibank, sera’que vc pode escrever algo a respeito? Ou incluir ela no seu proximo trabalho?
    Obrigada.

    • Olá Jane, não tenho conta no Citibank. Mas vamos ver se alguém que o seja possa se manifestar aqui sobre as taxas praticadas por referido banco.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Amora

    No chile fiz um saque no caixa eletronico do aeroporto de 150 mil pesos chilenos, o que da uns 600 reais. só nessa operaçao o caixa eletronico ja saiu me cobrando 3 mil pesos de taxa, uns 12 reais. Meu cartao eh banco do brasil, so quando chegar la vou saber quanto paguei de IOF e tarifa do banco.

  • Régis

    E sobre o Global Travelcard?

  • Cristiana

    Só tenho usado o débito e saque de conta corrente do Santander nos EUA. Em algumas lojas não era possível utilizar o débito por desinformação dos próprios funcionários….Ah! Na loja Century 21 de NY e NJ as compras são convertidas na hora em reais, paguei no cartão de crédito com a conversão de dólar comercial.

    Agora estou indo para Buenos Aires, a minha última viagem para a Argentina foi em 2010 e só usava cartão de crédito na época. Quero sacar e pagar no débito do Santander, alguém já usou na Argentina? Teve algum problema para sacar?

    Abs

    • Igor

      Pra sacar eh tranquilo, fui no inicio do ano e fiz varios saques sem problema. Pra comprar, se o cartao for multiplo, nao funciona como debito, apenas credito. Nesse caso, voce deve pedir um cartao exclusivamente debito.

      • Guatavo V.

        Igor, com cartão múltiplo de qual banco não se consegue efetuar compras no débito? O meu do Itaú funciona normalmente e o do minha namorada, que é Bancoob/Sicoob tb funciona de boa.

      • Gustavo V.

        Igor, com cartão múltiplo de qual banco não se consegue efetuar compras no débito? O meu do Itaú funciona normalmente e o do minha namorada, que é Bancoob/Sicoob tb funcionou tranquilo.

        • Igor

          Itau e Santander. As máquinas não davam opção de escolher entre débito e crédito e utilizavam a função crédito. Já um cartão puramente débito, BB e HSBC, funcionaram sem problema. Para deixar claro, estou falando de Argentina.

          • Gustavo V.

            Humm tá. Vou ficar atento qdo for a Argentina. Estive no Peru há pouco tempo e pra mim apareciam as opções débito e crédito logo ao colocar o cartão (Itaú) na máquina, exatamente como ocorre aqui no Brasil. E em ambas funções as compras foram aprovadas. Obg pela info.

      • Cristiana

        Oi Igor,

        Obrigada pela informação, estou indo na quinta-feira para Buenos Aires e vou levar os cartões do Santander. Eu não só tenho cartão múltiplo, mas só o saque já ajuda muito! Irei pedir em breve um cartão apenas de débito do Santander….na minha última viagem a NY e Las Vegas algumas lojas acabaram passando no crédito. Em Orlando não tive problemas em usar débito com o cartão múltiplo.

        Abs

  • Wozniak

    Pessoal, alguem sabe quais sao os limites diarios para saque no debito internacional? Sei que isso depende de banco para banco, mas infelizmente não encontrei essa informação. Meu interesse é fazer saques em euro e franco suíço.

    • Leandro

      Depende o banco. O HSBC informa que o saque é de até 500 USD e o débito em conta de 300 USD (acredito que concomitantemente) por dia. Isso no segmento Premier. Para francos e euros é o valor em dólares convertido para a moeda.

      O Santander eu não sei. Já me passaram todo tipo de informação. Eu saquei 800 USD de uma vez pela rede Maestro. Acredito que o limite deva estar nessa faixa…

    • Igor

      Difícil dizer pois há o limite do caixa e do banco.
      Em geral são valores de mais ou menos USD250, mas já consegui sacar USD1000 em NY com o santander.

    • Cristiano

      Saquei USD 1200 com tarifa de R$ 8 no caixa eletrônico da agência do BB de Nova Iorque (11 W 42nd St, entre 5th e 6th Av). Foi como se estivesse sacando da conta-corrente no Brasil… não testei valores maiores porque não precisei.

      • Cristiano

        Complementando e retificando a informação. Precisei sacar quantia maior hoje e, em conversa com o funcionário da agência (sim, também abre aos sábados e domingos), o mesmo informou que o limite diário é de R$ 6.700, sendo que o caixa eletrônico só libera US$ 2.400 por operação. A tarifa por operação é de US$ 2,50 mais 0,038% de IOF. Como a cotação do dólar BB de hoje estava em R$ 1,98, foi possível sacar US$ 3.380 (R$ 6.692,40) em duas operações (2.400 + 980), pagando US$ 5 (R$ 9,80) de tarifa mais IOF (R$ 25,45 = 18,06 + 7,39).

    • Leonardo BH

      Se não leu todos os comentários anteriores sugiro ler. Têm vários depoimentos de saques. Inclusive um meu em que cheguei a sacar EUR 800 na Alemanha em ATM do próprio Santander. Em ATM de outros bancos na rua o máximo que saquei foi EUR 500 mas era o limite do ATM e não do banco.

  • Wozniak

    Interessante, se eu conseguir sacar na faixa de 500€ ou 600CHF por semana fico satisfeito. Estou inclinado a abrir uma conta no santander ou então no Itaú. O bacana é que o Itaú possui a iConta, só não sei afirmar se existe a possibilidade de habilitar saque internacional no debito usando essa “conta digital”. Problema é que já tive muito stress no Itau e to querendo evitar. Já no Santander eu desconheço se tem conta digital, semana que vem vou passar na agencia e perguntar. Se bem que li por aí que boa parte das vezes os funcionarios dos bancos dificultam a abertura de conta digital justamente por não tem taxas. Se existir no Santander, devo encontrar os mesmos obstaculos. Para completar, em janeiro tentar um saque internacional na Suíça e Alemanha com o cartao débito da CEF, sem sucesso… tentei em todos os ATMs que encontrei pela frente: UBS, Credit Suisse, Raiffeisen, Valaris, Deutsche Post, Kantonal Bank e etc. Conversei com meu gerente a respeito, ele nem sabia (ou fingiu não saber) que era possivel realizar saques no exterior com cartão de débito.

    • Igor

      Não tenho conta na CEF, mas já vi em algum lugar que os cartões de lá não possuem função de débito internacional. Além disso, o fornecimento de cartões de débito internacional varia de acordo com o banco. No BB, assim como no HSBC, as contas comuns já possuem um cartão de débito internacional. No itau apenas cliente 5 estrelas ou personnalite (nao sei iconta). Os limites diários/semanais também dependem não só do banco como do “segmento”.

      • Gustavo V.

        A minha conta no Itaú era comum e o cartão era débito/crédito internacional. Mudei pra iConta e recebi um novo cartão que tb é débito/crédito internacional. Parece que antes o Itaú só oferecia cartão de débito internacional para o alto segmento, mas agora deve ser praticamente pra todos.

  • Diego

    Na minha opinião, o melhor banco de todos INFELIZMENTE já não existe mais, era o BANCO REAL, uma pena que o lixo do SANTANDER comprou, ele sim fazia jus ao slogan “O Banco do relacionamento”….!!!

  • hell

    Muito informativo. Mesmo assim, ainda prefiro o Banco do Brasil, porque não confio em empresas estritamente privadas.

  • Elaine

    Olá. Lí tanta coisa que estou um pouco confusa, se eu fizer o cartão de débito Internacional do Itaú só tenho despesas com a conversão da moeda e iof? Alguem sabe qual o mínimo exigido para permanencia de 15 dias na França, levando em conta que tenho atestado de acolhimento? Gostei muito da postagem.

  • Jonatas

    Estou em Montevidéu e ao chegar no aeroporto, fiz um saque em conta corrente em um ATM dentro do HSBC. O ATM, se não me engano, era da rede BANRED onde os saques são limitados a 5000 pesos ou 300 dólares e ainda é cobrado uma taxa. Os 5000 pesos em meu extrato ficou em 479,27 reais. Já nos da REDBROU é possível fazer saques bem mais altos. Saquei 15.000,00 pesos e não apareceu nenhuma informação de taxa. No extrato o valor ficou em 1420,25 reais. Reais são aceitos em muitos lugares com a cotação de 1 real = 10 pesos. Nas casas de câmbio hoje, a maioria está 9,80, vi uma na 18 de julio a 10,00 e outra no início da av Constituicion prox a 18 Julio, após o IMM a 10,20. Os meus cartões Santander não estão funcionando na função débito, então pagar em pesos após saque em cc parece ser a melhor opção até porque tenho direito a 2 saques gratuitos pelo meu pacote bancário.

  • Nane

    Viajo para Cancun em Junho, pretendo levar um pouco de dolares em espécie e sacar a moeda local em um caixa eletronico direto da conta,além do meu cartão que é o VIsa Platinum do BB de onde sou correntista, o que devo fazer? E as compras na função credito? Faço outro cartão de outro banco que ofereça uma cotação melhor? Agradeceria uma resposta…Alguém sabe qual o limite para saque do BB.

  • Carlos

    Sobre o saque com os cartões BB, o site do banco tem algumas informações úteis, especialmente em relação à limitação da bandeira Visa:

    8. Como funcionam os saques em conta corrente no exterior?
    R: Clientes portadores de cartão BB Visa Electron e cartão Ourocard MasterCard conseguem efetuar saques em conta corrente, com êxito, na rede internacional VISA/PLUS e MasterCard/Cirrus, respectivamente. Entretanto, devido às limitações dos bancos no exterior quanto ao reconhecimento de cartões múltiplos (débito e crédito), alguns terminais com bandeira VISA/PLUS não oferecem a opção “saque em conta corrente”, abrindo somente a opção “crédito”.
    Por isso, recomenda-se para clientes que viajarão ao exterior que desejam realizar saques em conta corrente, o uso do cartão BB Visa Electron ou do Ourocard MasterCard (função crédito pode estar inibida ou não).
    Outra solução que atende, em caráter excepcional, aos portadores de cartão Ourocard VISA que desejam sacar a débito da conta corrente em outros países é a inibição da função crédito, entretanto essa ação impedirá compras na função crédito.

    9. Meu cartão é de débito e de crédito, estou no exterior, precisando efetuar saque em dinheiro. Como identificar os terminais habilitados?
    R: Os terminais habilitados para saques com cartões Visa estão identificados com adesivos com a marca PLUS e os habilitados para saques com Mastercard, estão identificados com adesivos da marca CIRRUS.
    Alguns terminais podem permitir saques de ambas as bandeiras.
    Antes de concluir o saque, verifique se o terminal dispõe de saque em conta corrente e no cartão de crédito. Grande parte dos terminais no exterior só oferece a opção “saque no cartão de crédito”.

    10. Como escolher qual tipo de saque (conta corrente, cartão de crédito ou poupança)?
    R: O direcionamento do saque vai depender das opções que serão disponibilizadas pelo terminal:
    “credit account” (conta cartão), o saque será na função crédito;
    “checking account” (conta corrente), o saque será na função débito, em conta corrente;
    “saving account” (poupança), saque direcionado para débito da poupança.

    11. Desejo sacar na conta corrente com meu cartão VISA, mas o terminal não disponibiliza essa opção. Como proceder?
    R: Caso o terminal disponibilize somente a opção “credit account” o saque será direcionado para a conta cartão, para os clientes que possuam limite de crédito disponível e função crédito ativa. Caso o cliente não possua limite de crédito disponível e/ou possua a restrição “FUNÇÃO CRÉDITO INIBIDA”, o saque será direcionado para a conta corrente.

  • Junia

    Ajuda

    Procurei nos comments mas não consegui responder minha pergunta. Estou no Japão, fui ao caixa eletronico e fiz 2 retiradas na conta corrente (havia essa opção no caixa), um dia após o outro de 40 mil ienes cada (mil reais). Pois bem. O banco retirou o dinheiro da minha conta corrente normalmente na função débito só que está novamente me cobrando na fatura do cartão de crédito. É normal ou devo entrar em contato com a agencia???
    Obrigada

  • Wagner

    Galera, só pra deixar minha experiencia agora quando fui a NY na semana santa em 2012. Fiz uso de saques e compras no debito de minhas contas no HSBC (premier) e Citibank (private). Tinha costume de usar o Citi em viagens anteriores e sempre obtive boas cotações, porem este ano eles meteram a faca. Estao fazendo uso do dolar turismo e o hsbc também nao esta longe, pouca coisa melhor. Enfim, estou indo viajar novamente e pretendo usar dessa vez minha conta do Santander. Se alguem souber a cotação deles atualizada eu agradeço.
    Abs
    Wagner

  • Igor

    Minha última viagem deu, da melhor pra pior cotaçao, Santander, HSBC, BB e Itau.

  • Luiz

    Não utilizem o HSBC, ele está cobrando a cotação do dólar turismo nos saques do cartão de débito. Não adianta reclamar no SAC nem na Ouvidoria, pois eles respondem que podem fazer o que quiserem. O HSBC era um ótimo banco, mas agora está se lixando para os clientes…

  • Valéria

    Seria bom vocês deixarem bem claro o tipo de conta que foram feitas esses testes. Por exemplo, eu tenho uma mísera conta comum no Itaú, que NÃO É Personalité, e a taxa fixa para cada saque internacional é de R$25,00 – confirmado no início do ano, quando verifiquei os dados antes de viajar para a Argentina -, o que faz com que o Banco do Brasil seja mais vantajoso para os pobres mortais, por exemplo (que foi o meu caso).

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