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BB, Bradesco, Itaú e Santander: qual banco oferece a melhor cotação para saque internacional no cartão de débito?

Se você tiver chegado até aqui vindo do Google, Twitter ou Facebook, em busca de mais informações sobre como tornar sua viagem ao exterior mais econômica, seja bem-vindo! :-D Aproveite também para navegar pelos mais de 200 comentários escritos logo após o texto principal, em que os leitores acrescentam novas dicas, depoimentos e macetes, para tornar suas viagens e suas compras ainda mais baratas e proveitosas! Boa leitura!

Com o aumento do IOF para compras no exterior usando o cartão de crédito, conforme anunciamos aqui semana passada, uma alternativa bastante atraente, e que deve ser seriamente considerada pelo leitor-viajante, que se preocupa mais em ter dinheiro no bolso do que com acúmulos eventuais milhas aéreas, é o uso do cartão de débito para realizar saque em moeda estrangeira usando ATMs locais. Por quê? Porque, saques internacionais usando o cartão de débito de seu banco, para começo de conversa, pagam um IOF ridiculamente menor: 0,38%, em contraposição aos famigerados 6,38% cobrados pelas compras utilizando o cartão de crédito.

Aproveitando uma viagem que fiz semana passada para os Estados Unidos, resolvi criar mais esse serviço de utilidade pública para nossos leitores: utilizei cartões de débito de 4 bancos diferentes, no mesmo dia, e no mesmo caixa eletrônico, e vi diferenças substanciais na cotação utilizada em cada um deles para a conversão do dólar para a moeda brasileira. Vamos aos resultados (por ordem alfabética)? Vale lembrar que os dados abaixo não são hipotéticos: foram exemplos reais, práticos, utilizados “sacrificando”, digamos assim, minha conta bancária….rsrsr….em prol do interesse público em saber qual é o banco que oferece a melhor cotação para saque no exterior utilizando o cartão de débito.

Cotação de referência

Em primeiro lugar, é preciso atentar que todos os saques foram realizados no dia 30.03.2011, quando a cotação do dólar comercial ptax, para venda, iniciou em R$ 1,641 e fechou o dia cotado a R$ 1,6360, conforme dados disponibilizados na página do Banco Centra do Brasil.

1. Banco do Brasil

Utilizando um cartão múltiplo Ourocard, na função débito, US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 175,54. Ou seja, houve um exorbitante ágio de cerca de R$ 0,12, uma vez que a cotação utilizada pelo BB considerou o dólar cotado a R$ 1,75 (em contraposição aos R$ 1,63 fechados no dia).

Mas não é só isso.

O BB ainda cobra, para cada saque no exterior utilizando o cartão de débito, segundo a tabela de tarifas disponível na Internet (vide página 5), e confirmada integralmente nesse estudo de utilidade pública, uma tarifa de US$ 2,50 + 2,5% do valor da operação. Traduzindo em miúdos: aos 100 dólares acima foram acrescentados mais US$ 2,50 de tarifa fixa + US$ 2,50 proporcionais ao valor da operação. Ou seja, + 5 dólares só de tarifa de saque. E isso sem considerar o IOF de 0,38%, que não sei se veio “incorporado” no momento do saque ou se é debitado da conta-corrente posteriormente (atualizarei o post assim que souber, mas tenho quase certeza que será lançado a débito posteriormente, embora isso esteja demorando para acontecer, afinal, o saque foi realizado na quarta-feira, e já estamos no domingo).

Total da conta: US$ 105, ou R$ 184,22.

Quem for utilizar o cartão múltiplo do BB no exterior, tomem cuidado para não escolher a opção “Fast cash”, mas sim a opção “withdrawal” e, em seguida, a opção “from checking”. Isso evitará que se saque dinheiro do limite do cartão de crédito, e, portanto, dos juros exorbitantes cobrados por esse tipo de serviço.

2. Bradesco

Utillizar o cartão de débito do Bradesco é tão triste quanto utilizar um cartão de débito do BB. Isso porque US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 172, ou seja, cotação de R$ 1,72 (comprovado no próprio extrato bancário) , em contraposição aos R$ 1,63 de fechamento do dia, portanto, num dia em que a cotação do dólar comercial navegou 12 centavos abaixo desse valor…

Vamos às tarifas.

O Bradesco, de acordo com a tabela de tarifas (vide página 6), US$ 2,50 + 2,42% do valor da operação. Ou seja, pelos 100 dólares sacados no exterior, foram cobrados US$ 4,92.

Total da conta: US$ 104,92, ou R$ 180,46.

Tal como no caso do BB, ainda não sei se o IOF foi “incorporado” no instante do saque, ou se será debitado posteriormente. Qualquer novidade, vou atualizando esse post.

De qualquer modo, utilizar o cartão de débito do Bradesco parece ser mais vantajoso que usar o do BB, não só pelo valor proporcional à operação ser menor (0,08% menor), mas também por utilizar uma cotação do dólar mais vantajosa, embora ainda alta.

Vale lembrar que, nos cartões de crédito (“crédito”, e não “débito), o Bradesco é o banco brasileiro que oferece as piores cotações para a conversão, para efeitos de milhas, utilizando um câmbio bem próximo do dólar turismo. Se utilizar cartão de crédito no exterior ficou ruim com o aumento do IOF, ficou pior ainda para quem usa cartões Bradesco no exterior (a exceção são os cartões Visa Infinite e Mastercard Black, devido ao fator multiplicador mais alto, conforme explicaremos em um post futuro).

3. Itaú

O Itaú leva a fama de possuir uma cotação muito boa para cartões de crédito (o que posso confirma na prática também, como usuário desse cartão): a cotação de fechamento da fatura fica bem próxima do dólar comercial, igual ou apenas 1 centavo acima. Entretanto, o mesmo não se pode afirmar em relação à cotação utilizada no cartão de débito, para saque no exterior.

100 dólares sacados no exterior custaram a bagatela de R$ 168,66, ou seja, com a cotação de R$ 1,68, num dia de dólar comercial ptax fechado a R$ 1,63. Tá, você pode dizer, mesmo assim ainda é menos que no BB (R$ 1,75, vergonhoso), e no Bradesco (R$ 1,72). Mas, para quem ouve dizer que o Itaú apresenta cotação “justa” para fechamento da fatura do cartão de crédito, soa estranho perceber que a mesma prática não é adotada em relação à cotação para saque de conta bancária no exterior usando o cartão de débito.

Felizmente (ou infelizmente, dependendo do ponto-de-vista), o IOF foi debitado já no dia seguinte, o que elimina qualquer dúvida a respeito de um possível “embute” do IOF no momento do saque.

De acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet, cada saque no exterior na função débito tem um custo de R$ 9,00, independentemente do valor.

Total da conta: US$ 100 (= R$ 168,66) + R$ 9 + R$ 0,64 = R$ 178,30.

4. Santander

Coincidentemente, à medida que avançamos na ordem alfabética, vimos uma tendência à melhoria na cotação. O curioso é que essa tendência acabou se confirmando com o uso do cartão múltiplo Santander, na função débito. Para minha surpresa, esse banco apresentou a melhor cotação para saque internacional de conta corrente.

Resumindo: 100 dólares foram sacados ao preço do fechamento do dólar comercial ptax do dia: exatos R$ 163,60. No dia seguinte, houve, inclusive, e até de modo surpreendente, um ajuste a crédito na conta-corrente, de modo que o valor debitado da conta espelhasse fielmente o valor do fechamento do câmbio comercial do dia anterior.

Maaaassss……

Sempre há um “mas”, “porém”, “todavia”, nessa história toda, não é mesmo? Pois vamos ao “porém”: o saque internacional na função débito apresenta uma nada modesta tarifa de R$ 13,50 por saque realizado, de acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet.

E tem mais: se você for sacar em outra moeda, que não o dólar (por exemplo, está na Europa e vai sacar em euro), prepare-se para um adicional: uma taxa de conversão de outras moedas para dólar americano no importe de 2,5% do valor da operação.

Total da conta nos EUA: US$ 100 (R$ 163,60) + R$ 13,50 = R$ 177.

Vale lembrar que clientes Van Gogh tem direito a 2 saques internacionais isentos dessa famigerada tarifa de R$ 13,50. Porém (rsrsrs, sempre tem um “porém”), para ser cliente com esse “status”, é preciso pagar uma nada modesta tarifa mensal de R$ 55 ou R$ 45, a menos que você tenha R$ 100k aplicados em investimentos no banco (que, pela minha análise, são, em sua maioria, fracos, caros e pouco rentáveis, como, aliás, são, em geral, os fundos de investimentos de bancos, como já alertei nesse artigo: A matemática não mente: Tesouro Direto está dando um banho nos fundos dos bancos de varejo. Desde que…).

5. HSBC e CEF

Uma palavrinha final sobre o HSBC: dizem (veja bem, “dizem”, eu não tenho como comprovar na prática), que a cotação do dólar utilizado por esse banco se aproxima bastante do fechamento ptax do dólar comercial, ou seja, ele seria tão bom quanto o Santander, com a diferença prática – e super importante (essa sim comprovada) – que clientes do segmento Premier não sofrem cobrança de tarifa para saque realizado em ATMs do próprio banco localizados no exterior.

A CEF não oferece essa opção de saque no exterior na função débito. Sorry. :lol:

Dicas que valem dinheiro

1. Para usar o cartão de débito no exterior, geralmente é preciso autorização do gerente e/ou da central de atendimento do cartão. Às vezes, é possível você mesmo liberar o uso do cartão no exterior, via Internet Banking. Na dúvida, utilize os 3 canais de atendimento, ou seja, faça a solicitação no Internet Banking, converse com o gerente e telefone para o 0800.

2. Atenção para o ATM que você irá utilizar no exterior: o banco dono do ATM pode cobrar mais uma tarifa sobre o saque, que pode chegar a até US$ 5 por saque realizado. No meu caso, vi que o Bank of America cobra US$ 3 por saque, independentemente do volume. Já o Chase não cobra tarifa alguma. Conclusão: se você estiver viajando para os EUA, utilize os ATMs do Chase, uma vez que ele não cobra tarifa de saque. O “porém” é que, pelo menos no meu caso específico, só vieram notas de US$ 20.

3. Há limites estreitos para saques no exterior, mais estreitos geralmente que os para saques nacionais – geralmente eles ficam limitados a US$ 500. Verifique se os limites que você tem são condizentes com sua viagem para o exterior e, se não forem, peça para aumentar.

Afinal, não vale mais a pena comprar com o cartão de crédito?

Alguém já deve ter feito o raciocínio mental: “pera lá: US$ 100 em compras com o cartão de crédito no exterior, com o acréscimo de US$ 6,38 – devido ao IOF de 6,38% – daria US$ 106,38, o que, considerando o câmbio a R$ 1,6360, resultaria num valor final de R$ 174,03, logo, um valor mais baixo que todos os valores acima apresentados. Ôba, vou usar o cartão de crédito!”

O raciocínio não está totalmente correto, por três motivos.

Primeiro, porque ninguém vai ao exterior para gastar apenas US$ 100.

Segundo, porque, por razões que a própria razão humana desconhece, os bancos apresentam valores diferentes de cotação para fechamento da fatura do cartão de crédito e para saque no exterior na função débito. Eles ora favorecem a cotação do cartão de crédito – caso do Banco do Brasil, que, apesar da horrorosa taxa de câmbio para saque no exterior, fornece uma cotação para fechamento de fatura bem próxima do dólar comercial ptax (geralmente de R$ 0,02 a R$ 0,03 acima apenas) – ora favorecem a cotação do cartão de débito - caso do Santander, que, apesar da excelente taxa de câmbio para saque internacional na função débito, apresenta um ágio de R$ 0,03 a R$ 0,06 na cotação do dólar para efeitos de fechamento da fatura do cartão de crédito.

E terceiro, e mais importante, porque o valor de IOF é proporcional ao valor da compra (6,38% da compra, e não R$ 6,38 fixos, ou ainda US$ 6,38 fixos), e não uma tarifa fixa, como ocorre no caso dos bancos Ítaú e Santander – BB e Bradesco cobram um fixo de US$ 2,50 + um percentual bem inferior aos 6,38% do IOF para cartão de crédito. Ou seja, quanto mais você gastar no cartão de crédito, mais dinheiro desnecessário e inútil (IOF) estará gastando. Você gosta de gastar dinheiro à toa?

Mesmo assim, por conta da alta cotação utilizada pelos cartões de débito do BB e Bradesco, ainda pode valer a pena usar cartões de crédito de alguns bancos, inclusive do próprio BB, se você não tiver um cartão de débito que ofereça uma taxa de câmbio competitiva. Para resumir e ilustrar a controvérsia, abaixo está uma tabela comparativa de compras equivalentes a US$ 1.000 com cartões de débito e diferentes cotações de cartões de crédito.

Vale lembrar que, para que a tabela ficasse o mais próximo possível da realidade, simulei 4 saques no cartão de débito, de US$ 250 cada, uma vez que se mostra pouco distante da realidade da maioria das pessoas alguém conseguir sacar mil dólares de uma só vez em caixa eletrônico…

Outra variável importante é, caso você utilize o cartão de crédito, “torcer” para que, na data de fechamento da fatura do cartão de crédito, o valor do dólar comercial não aumente, pois isso fará com que você pague mais caro do que tivesse pago com dinheiro sacado da conta corrente no exterior.

Não incluímos na tabela o saque com cartão de débito do HSBC, embora leitores tenham reportado que esse banco oferece uma taxa de câmbio competitiva para saque em moeda local no exterior. Se assim for, sua situação se assemelharia à do Santander, e ficaria na frente inclusive do banco Itaú.

Também é importante relembrar, como, ademais, exposto na tabela, que alguns bancos podem cobrar tarifas extras sobre compras no exterior usando o cartão de crédito. É o caso dos cartões Ourocard do Banco do Brasil: conforme tabela já linkada aqui, página 5, compras no exterior são tarifadas em 2,5% sobre o valor da transação, + a paulada do IOF de 6,38%. Portanto, façam as contas antes de sacar o cartão de crédito na carteira!

Conclusões

Diante do estudo acima apresentado, e das surpreendentes constatações acerca de alguns cartões, já podemos tirar importantes conclusões.

Os dois fatores que mais impactam o valor final de suas compras no exterior são a cotação do dólar utilizada pelo seu banco + tarifa de IOF incidente sobre a operação. No caso da cotação do dólar, evite, sempre que possível, utilizar meios de pagamento que utilizem o dólar turismo como referência, como é o caso de compra de moeda estrangeira no Brasil, cartões de débito pré-pagos (os chamados Visa Travel Money – VTMs e similares que estão sendo lançados no mercado, da Mastercard e da Amex) e cartões de crédito que utilizem, na data de fechamento da fatura, o dólar turismo como parâmetro para conversão das milhas, como é o caso dos cartões Bradesco, incluindo aí os cartões American Express, que são administrados pelo Bradesco.

No caso do IOF, fuja, sempre que possível, do cartão de crédito, devido ao exorbitante valor incidente sobre as operações: 6,38%. Como demonstrado acima, se você está a fim de gastar dinheiro à toa, use cartões Bradesco ou Amex, pois, nesse caso, você estará no pior dos dois mundos: cotação de dólar turismo para fechamento da fatura (o pior câmbio) + IOF de 6,38% (a pior alíquota de IOF).

O melhor mesmo, se você quiser maximizar o valor do seu dinheiro nas viagens, é usar a melhor combinação, que consiste numa cotação do dólar o mais próximo possível do câmbio comercial + IOF de 0,38%. Nesse caso, o uso dos cartões de débito, para saque em ATMs locais, do Santander, Itaú e (possivelmente) HSBC se mostra imbatível, desde que respeitadas certas premissas, quais sejam: saque de grandes quantias, a fim de que o valor pago a título de tarifa de saque seja proporcionalmente o menor possível, escolha de uma caixa eletrônico que preferencialmente não cobre tarifa de saque (o Chase é um deles, se alguém aqui souber de outro poste na caixa de comentários), e, obviamente, a escolha da opção “cash from bank account” ou “withdrawal from checking” (saque da conta bancária) e não “cash from credit card” ou “fast cash” (onde haverá incidência de juros).

Enfim, como bem lembrando pelo EvertonRIC, na caixa de comentários a esse artigo, a melhor maneira de economizar dinheiro em compras no exterior é usando o cartão de débito para fazer saque em moeda local, desde que a taxa de câmbio de seu banco seja próxima do dólar comercial.

Uma palavrinha final sobre outras modalidades de uso de moeda estrangeira

Sobre traveller´s check, esqueça. Eles eram úteis e importantes antes da popularização dos cartões de crédito/débito. Fora que quase ninguém hoje trabalha com eles, além de exigirem uma tarifa de emissão de R$ 50.

Sobre cartões de débito bancário na função compras (Visa Eletron e Mastercard Maestro), é tão atrativo quanto saque internacional na função débito, pois o IOF incidente continua sendo de 0,38%. Mas são 3 os problemas: muitas lojas no exterior não aceitam o pagamento na função “debit card” (não consegui fazer a compra numa loja da Apple e numa loja de aeroporto), alguns bancos cobram tarifa extra sobre compras com a função débito (caso do BB, que cobra 2,50% sobre o valor da operação), e o limite para compras costuma ser tão ou mais restrito que o limite para saque no exterior (portanto, para compras de valores altos, que justamente onde teria mais serventia a situação, como despesas de hotel e compras de eletrônicos/gadgets, a compra não será validada).

Sobre cartões de débito pré-pagos, como bem lembrado pelo Rafael (obrigado!), também constituem uma alternativa atraente, uma vez que evita que você tenha que circular com muito dinheiro em espécie, e “trava”  um valor de câmbio que pode ser útil em caso de variação cambial negativa, além de pagar IOF de apenas 0,38%. Os pontos negativos são: cotação de compra de dólar turismo, e tarifa fixa de saque em ATM local de U$ 2,50 ou EUR 2,50. Para usar, funciona como cartão de crédito normal.

Diversifique!

Ha ha ha, quem diria que, assim como nos investimentos, para compras no exterior a palavra mágica também seria a mesma: nada como diversificar, assim como recomenda o Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem:

“Uma quantia fixa em dinheiro vivo para emergências, saques no caixa automático para o dinheiro do dia a dia, cartão de crédito para gastos maiores e cartão de débito como plano B”.

Levar dinheiro vivo continua sendo importante, uma vez que alguns países exigem que, no ato da entrada no país, você leve consigo uma certa quantia em espécie para comprovar que tem condições de se manter no país por conta própria.

Comente!

E você, usa qual estratégia para fazer compras no exterior? Eu duvido que o brasileiro vá gastar menos no exterior por conta dessa medida, uma vez que o aumento do IOF serviu para compensar, em parte, o ajuste nas faixas de isenção do Imposto de Renda (vale lembrar que no mesmo dia saíram os dois atos normativos, um para o IOF, e outro para o IR). No entanto, é importante saber que há alternativas para tornar sua viagem financeiramente mais econômica, desde que se adotem estratégias inteligentes para compras no exterior. ;-)

Links para saber mais

- Blog Diário de Consumo: foi esse artigo que me motivou a usar o cartão de débito para saque no exterior. Obrigado pela economia, Fernanda! :D

- Blog Viaje na Viagem: boas reflexões do Ricardo Freire sobre esse tema tão sensível para nossos bolsos! :)

- Blog Sundaycooks: reflexões igualmente boas de Fred Marvila sobre o assunto.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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314 comments to BB, Bradesco, Itaú e Santander: qual banco oferece a melhor cotação para saque internacional no cartão de débito?

  • Tiago

    Olá, estou em Portugal e consigo fazer saque na função debito do meu cartão santander. Quando fui liberar a função internacional o meu gerente me pediu para mudar de bandeira, passar de visa para mastercard. Segundo ele o visa da problema na europa, mas na hora nem perguntei quais problemas. Devem ser os relatados acima, pois o meu passa direto e esta cobrando R$2,518 por euro e tarifa de R$10,00 de saque internacional.

    • claudia

      Pois o meu Visa do Santander nao está aceitando débito aqui em Portugal. No caixa do “Multibanco” tentei sacar adébito e foi tudo direto para a faturado cartão. Na hora de pagar compras, tb nao consigo a debito. Alguem tem alguma solução para isso?Obrigada!!

  • Então quer dizer que se vc tiver um valor super alto no cartão de crédito para saque no exterior caso haja emergência é valido usar a função crédito?

  • Gabriela Sarti

    Não concordo quando se fala para esquecer os traveler checks… para viagens a grandes cidades dos EUA ele é bastante atraente se comprado no Santander… eles não cobram nenhuma taxa sobre o valor comprado e o valor é geralmente 5 centavos abaixo do dólar em moeda ou do visa travelmoney… e nos EUA vc troca sem tarifas os travellers nas agencias da American Express.

  • Paulo

    Leandro,

    O que você quis dizer com “O Visa não libera. É só pedir para o vendedor colocar isso”?

    Minha bandeira do cartão santander é visa. Não vou conseguir sacar no citibank nos EUA?

    Obrigado.

  • Gabriela, muito interessante seu comentário! Fica a dica dos traveler´s checks como opção adicional de compras no exterior!

    Interessante que a compra no débito só o Maestro faça… na minha próxima viagem ao exterior, vou testar essa funcionalidade!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • André

    Amigo, geralmente eu não comento em sites, mas vc merece um ENORME AGRADECIMENTO por este serviço gratuito de utilidade pública!

    Nossa, que abordagem vc fez!

    Simplesmente resolveu todas as dúvidas que eu tinha sobre o que fazer na minha viagem próxima.

    Mais uma vez, obrigado.

  • André

    Só uma correção, o Bradesco hoje não cobra mais % em saques internacionais.

    Eu já desbloqueei o meu cartão de débito do Bradesco (VISA – Rede Plus) para saques nos EUA e a taxa será de R$ 7,90 por saque.

    O limite máximo do saque, segundo eles, é de 600 reais.

    Mais tarde vou descobrir um pouco mais sobre a cotação para estes saques.

    O que eu posso dizer do Bradesco, até o momento é:

    - CARTÃO DE CRÉDITO = a cotação é um absurdo! Tenho um Master e um Visa Platinum e nunca mais vou gastar 1 centavo em dólar.

    - BRADESCO EXCHANGE = para compra em espécie ou cartão pré-pago (VTM ou o da AMEX) = não há cotação melhor para comprar em lugar algum! Para clientes PRIME tem um desconto, e a cotação deles é 5, 6, 7, 8 centavos abaixo das demais, como BB, Confidence etc.
    (hoje estava 5 centavos da Confidence e 7 do BB)

    Fora que eles entregam em casa, não sei se é só para clientes PRIME a entrega. O desconto na cotação para compra é, e posso garantir que não há melhor.

    A cotação para TRAVELER’S CHECK estava ainda 2 centavos mais barata que a outra, estava 2 centavos acima do dólar comercial.

    SAQUE INTERNACIONAL – como falei, é um preço fixo de R$7,90 e agora eu vou rezar para cliente PRIME ter algum desconto ou eles terem mudado também esta cotação…
    Tendo em vista que os meus cartões de crédito são absurdos! Eles deveriam jogar esse p/ baixo como vcs disseram que o Santander faz.

    Caso contrário, vou levar o cartão de outro banco p/ saques.

  • André

    É… horas de telefone, já falei com todas as pessoas possíveis e cada um me diz uma coisa.

    Já ouvi que é o dólar comercial, turismo e cartão de crédito.

    Já voltaram até a me dizer que os 7,90 não vale mais, voltou p/ aqueles 2 dólares + 2,5%…

    Acabei de fazer uma reclamação na ouvidoria p/ ver se alguém que saiba realmente como funciona, me explique.

    To achando que vou levar o Santander do meu pai… será que ele é o melhor p/ saques???

  • André, muitíssimo obrigado pelos comentários e pelas observações a respeito do Bradesco, detalhando de modo abrangente as diversas opções de utilização de moeda estrangeira com esse banco! Acredito que isso será de grande valia para todos os demais leitores que sejam correntistas desse banco!

    Sobre a questão dos saques com o Santander, se for com o cartão de débito, acredito que seja a opção mais barata, pelas informações contidas no artigo.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Bruna

    Liii todas infos, achei otimo e me atualizei de tudo! Obrigada autor!!

    Resultado, liguei no 0800 do SANTANDER( aonde tenho o cartão multiplo internciaonal) e de cara falei ao atendente: “olha preciso saber uma série de coisas sobre compras no exterior, por cartão de credito e debito! Sei que voces dão diversas informações diferentes, e eu quero saber se vc saberá me responder tudo certo”.
    Ele: sim!

    Pois bem, começamos bem. ELe disse que a taxa de saque no exterior era de r$ 10,00 por saque.
    Ok, daqui em diante, ele não soube ou respondeu de forma que me fez desconfiar se ele estava correto ou não.

    1º: ele disse com todas as letras que não HÁ FUNÇÃO DÉBITO NO EXTERIOR. Ok, ai pode até ser.

    2º: qual cotação do dolar utilizada? ele me respodndeu. TURISMO!!
    Eu falei como assim, então vocês são o unico banco q não utiliza o dolar comercial. Isso é um absurdo!

    Fim de papo. Me stressei e desliguei o telefone.

    Agora me digam. Será que é verdade isso, o santander só utiliza o dolar turismo, (ele disse que é tanto pra saque quanto pra crédito) ??????????????????????????? Ou seja, tudo o que foi discutido aqui, vai por agua abaixo!!
    Me ajudeem!

    • Leandro

      Bruna,

      Reitero o que eu disse nos comentários acima. Estive nos EUA faz 15 dias e a função débito existe quando usado o cartão Maestro (bandeira mastercard). A cotação utilizada, tanto para débito quanto para saque, é uma bem próxima do dólar comercial.
      Não sei qual é a tarifa que o banco cobra, já que meu pacote de tarifas me isentou delas na viagem. Fiz umas 20 compras no débito e não cobraram nada.
      Sem querer ser chato, desista de perguntar as coisas ao Santander. Eu perguntei pelo twitter e recebi uma resposta; da gerente, uma segunda e do 0800, uma terceira. Eles insistem que não existe débito internacional (mas não escrevem isso num e-mail, só respondem por telefone), mas na minha conta tem um monte deles. Será miragem?
      SEMPRE tenha um plano B, quando optar viajar com esses meios de pagamento (Débito e saque). O ideal é que você leve um pouco de dinheiro do Brasil e tente sacar lá logo que chegar. Caso não dê certo, tente o débito. Se ainda não der certo, safe-se com o crédito (que sempre funciona e não costuma dar problema).
      Disseram acima sobre travelers cheques. Eu não gosto, não uso e não usaria. Mas eles podem ser uma solução. Não se esqueça dos cartões de débito internacional, que também podem ser legais.
      Teste por sua conta e veja o que funciona. O santander é um bom banco, mas ninguém dá informação correta por lá, não adianta. Faça por você mesma e descubra. Na raça!

      • Bruna

        Oi Leandro. Muito obrigada pela sua atenção!

        Realmente deve haver a opção de débito, embora eles falem que não. O que farei é testar essa função nas lojas nos EUA e ver se realmente funciona ou não. Vou testar primeiro com um valor pequeno e ver o que vai dar.

        Estou levando 2 mil dólares, divididos em travel card e também em espécie! (paguei R$ 1,62 em agosto.

        Mas o que me encheu os olhos realmente era a opção de pagar em débito, sem ter a preocupação de mudar o cambio no fechamento da fatura e principalmente por usar o dolar COMERCIAL.

        Me decepcionou muito o atendente falr que é o dolar turismo que é usado. E eu não duvido disso não. Sabe pq? paguei minha taxa sevis de estudante de $200 esse mês, e paguei R$1,86 no dolar.

        Terei q me conformar q não é o dolar comercial mesmo??? =/

        • Leandro

          Bruna,

          Nos dias que saquei a cotação chegou a ser “melhor” do que o Comercial. Peguei aquela semana altamente turbulenta em que a cotação saiu de 1,70 para 1,90 em cinco dias. Nesses dias, os saques/débitos foram feitos com cotação de 1,854, enquanto o dólar estava a 1,86 ou 1,87.

          O ideal é você tentar fazer as compras pela noite (quando a cotação já fechou e não oscila). Durante o dia muda conforme o dólar (o que eles usam é o dólar do minuto da compra).

          Para saber se tem a função débito, basta pedir ao vendedor. Naqueles caixas de grandes lojas, em que é usado um sistema da loja, (não uma máquina de cartões) a primeira opção sempre será o débito (no Master). Por isso que descobri. Quando paguei com o Master me pediu uma senha (o PIN). Esse PIN é para pagar no débito. Para pagar no crédito é preciso cancelar e deixar a segunda opção. Sempre lembrando que nessas máquinas quando você usa a senha, é pq pagou no débito. Crédito, no exterior, raramente pede senha, ainda que seu cartão tenha chip.

          Não é o dólar turismo, isso é certeza. Voltei tem 15 dias, ou seja, as informações são recentes…

    • igor

      O que não possui débito é o Visa. No meu cartão está escrito no verso “Visa Electron válido apenas no Brasil”.

      Tentei passar nos EUA e não funcionou.

      Pra saque funciona sim. Para o Mastercard pode ser que funcione como alguns relataram, mas eu não possuo este cartão.

  • Tassiele

    Olá, estou em busca das mesmas infos que vcs e estou impressionada ao ver tantas infos trocadas. Liguei hoje para o BB. Falei com 4 (sim, 4!!!) pessoas diferentes e as 4 me passaram infos diferentes. A primeira respondeu que a taxa do saque seria o mesmo do uso do cartão de crédito, ou seja 6,38%, referente ao IOF. Outra pessoa falou que só incide 1% referente ao “valor de transação” (acho que é muito bom pra ser verdade). Outra disse que só seria cobrado R$ 12,00 por saque (???) e outra me disse que sobre saque (meu cartão é Master) paga-se uma taxa de US$ 2,50 + 2,5% sobre o valor que sacou + 0,38% de IOF. Pelo que vi, estas infos conferem com outras do texto acima. Anotei o protocolo e amanhã tbm vou ligar para a ouvidoria. Sinceramente, quase nunca esses atendentes ajudam! :/

  • Tassiele

    Olá Pessoal, acabo de entrar em contato novamente com o BB (com a 5a. pessoa diferente) e foi outra info. Ele falou que as regras mudaram pelo Banco Central recentemente. Segundo ele, atualmente há uma taxa de R$ 12,00 por saque + 0,38% de IOF sobre o valor do saque. Se sacar em dolar ou real, NÃO há adicional de taxa de conversão (1%). Se for outra moeda, há! Mas não soube me informar qual é o dolar que será cobrado no saque: comercial ou turismo? Segundo ele, a operadora do cartão, no caso MasterCard, tem um “dolar específico” para esta cobrança. Pois é, nem sabia, mas temos outro dolar aí no mercado (tem que rir pra não chorar!). Resumindo tudo: ainda não sei o quanto pagarei nas minhas transações. Se alguém conseguir, por favor, heeeeeelp!!

  • Tassiele, concordo: as atendentes deveriam ter um treinamento melhor para lidar com o público.

  • Valdinei

    Boa tarde pessoal,

    Considero bastante esclarecedoras as informaçoes postadas pelo nosso autor e pelos comentaristas. Contudo, gostaria de tirar uma dúvida: É possível carregar os cartões de débito pré-pagos (travel money) com o próprio dolar no caixa dos bancos? Ou seja, trocar dinheiro em espécie por créditos?
    Muito Grato se alguém solber responder!

  • Valdinei, acredito que não. Mas não custa nada fazer uma tentativa numa agência, para ver se a operação é realizada.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Valdinei

    Prezado Guilherme,
    Obrigado pela resposta.
    Fui conferir no BB, e realmente, não aceitaram. Entretanto, não perguntei em casas de câmbio, mas assim que souber repasso por aqui.

    Forte abraço. Parabéns!

  • Marcos

    Olá! Vejam se entendi:
    Visa travel money usa só 0,38 de IOF mas usa dólar turismo por isso nao vale a pena. Valeria a pena com Euro?
    Cartão na função debito valeria a pena mas sempre vamos estar sujeitos a taxas e regras que mudam o tempo todo e ninguém sabe e as vezes nao funcionam. Fora o risco de tambem usarem a cotação turismo.
    Traveler cheques para mim estao bem fora de moda, talvez ainda bons nos EUA, na Europa nem pensar.
    Concordo que é bom diversificar.
    É isso?

  • Valdinei

    Assumo minha ingenuidade! É óbvio que nenhuma instituição financeira aceitaria carregar nosso Travel Money Cards com dólares. Tanto os bancos como as casas de câmbio compram nossos dolares, e em ato continuo, vendem os mesmos dólares carregando os cartôes.
    Fiz uma rápida pesquisa para adquirir um Travel Money Card e o resultado é o seguinte:
    Referência: Dolar Turismo vendido a R$1,79 (sexta feira, 04NOV11)
    1)Santander:
    - Não trabalham com Travel Money Card;
    - Estavam vendendo Traveller Check na cotação R$ 1,81.
    2)Banco do Brasil:
    - R$ 15,00 o cartão (bandeira VISA) + R$ 10,00 o cartão adicional;
    - Para correntistas: Cada dolar era vendido a R$ 1,79 + 3% taxa + 0,38% IOF = R$ 1,850;
    - Não correntistas: Cada dolar era vendido a R$ 1,79 + 4% taxa + 0,38% IOF = R$ 1,868; e
    - Não entrei em detalhes sobre a anuidade/validade/taxa administrativa do cartão (mas sei que há).
    3)Casa de cÂmbio CONFIDENCE
    - R$ 15,00 o cartão (bandeira VISA) + R$ 0,00 (zero) o cartão adicional;
    - Cada dolar era vendido a R$ 1,84 (já inserido o IOF);
    - Não há anuidade, nem taxa adm, nem prazo de validade. Entretanto, há cada 3 meses, se não ocorrer movimentação com o cartão é debitado 1US$.

    Forte abraço a todos!!

  • Karter

    Olá pessoal, há um bom tempo procuro um cartão de credito ou debito internacional, que possa ser usado em compra pela internet, MegaBonus da Unibanco/Itaú parece não mais existir, adquirir o Power Bonus da Ingenicard Internacional, mais esse não é possível fazer transações pela net…. Alguém poderia me sugerir um.

  • Eduardo Carvalho

    Gostei muitissimo! Alguém sabe informar quanto (em média) é possivel sacar da conta-corrente no exterior? Obrigado.

  • Thiago

    Parabéns cara!!
    Post excelente! Alias, o site inteiro é ótimo!
    Meus parabéns! =DD

  • Obrigado aos leitores pelas palavras de incentivo!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Diego

    Prezados, boa tarde.
    Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar a todos, principalmente o criador do site.
    Pretendo em breve visitar o Peru e “financiar” a viagem com saques em conta corrente do Santander. Alguém já teve essa experiência? Há problemas, como o BB, ou é tranquilo? Ademais, segundo todos falaram, a cotação do dólar é boa pelo Santander, mas e a conversão de outras moedas (no caso, Novo Sol), também é camarada?
    Obrigado!

    • igor

      Pelo que me lembro, a cotacao eh boa sim. Conseguia sacar o equivalente a 250 dolares por la.

      • Diego

        Olá Igor, obrigado pela resposta!
        Excelente, é justamente a quantia que pretendo sacar de vez (250 dólares), para minimizar o gasto com taxas de saque e, ao mesmo tempo, não andar com muito dinheiro no bolso.
        Vi comentários que os caixas eletrônicos do BCP são os que cobram as menores taxas, você chegou a observar diferença entre os vários bancos?
        Obrigado mais uma vez.
        Diego

        • Igor

          Eu só saquei no BCP, tanto no Peru quanto na Bolivia, e nao me cobraram taxa nenhuma.
          Apesar de nunca ter tido problema, tenho medo de ficar com os saques como única fonte de dinheiro. No meu caso, eu levo cartoes, de tres bancos alem de uma quantia em especie. No BCP, os caixas sao daqueles que engolem o cartao, ou seja, tensao ate o fim da operacao.

  • Olá, Diego, obrigado pelas palavras! E boa a dica do Igor em relação ao banco BCP. Seria uma espécie de “Chase” no Peru.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • arp

    O HSBC tem este cartão :

    http://www.hsbc.com.br/1/2/portal/pt/para-voce/conta-corrente/cartao-de-debito

    Todos os bancos tem este tipo de cartão que pode usar debito internacional?

    O HSBC é bom ou não é?

  • arp, nem todos os cartões permitem utilizar o débito internacional. É bom checar no banco se há a possibilidade de uso no exterior.

    O HSBC tem, como uma de suas principais vantagens, o fato de ter uma presença forte em alguns países, o que permitiria sacar dinheiro em moeda local, no exterior, sem pagar tarifas de saque, se o ATM utilizado for do próprio HSBC. A cotação do dólar também parece não ser das piores, não sendo tão boa quanto a do Santander, mas nem tão ruim quanto a do Itaú e Bradesco.

    No final das contas, a positividade ou não do serviço dependerá de quão estreita é sua relação com o banco em que você tem conta. Não creio valer a pena abrir conta em um banco somente para fins de utilização de um cartão de débito, se você for um viajante ocasional. O negócio é você tentar avaliar as opções disponíveis no banco em que você tem conta, e refletir sobre a possibilidade de complementá-las com serviços avulsos, como os VTMs e cashs de casas de câmbio.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

    • arp

      Agradeço as informações.

      Li no blog da Fernanda que indicou no link segundo ela:

      Santander a taxa é de 3% em cima do valor do saque + R$ 8.

      HSBC a taxa seria R$ 8,00 somente por saque, porem ela diz que o cara tem que ser cliente Advance.

      Você levou em conta foi o valor do dolar na cotação ou todas as tarifas embutidas?

      O HSBC vai ser vendido mesmo acho que é melhor desencanar deste banco né?

  • Anderson

    Muito interessante Guilherme, essas informações, mas me diz uma coisa em euro esse classificação que tu fez pode mudar na lista de todos os bancos?

    Outra coisa acessei o site do santander e aqui fala sobre o cartão http://www.santander.com.br/portal/wps/script/templates/GCMRequest.do?page=8664&entryID=8362 nesse caso é so saque em ATMs ou posso pagar compras com debito, pois ouvi dizer que tem cartões que podem fazer isso, se sim sabe quais são os bancos?

    Abraços e Sucesso

  • arp, levei em conta o valor do dólar. As tarifas ficaram destacadas, de fora, para melhor visualização das cotações. Quanto ao HSBC, o que correm são apenas boatos. Não acredito numa venda no momento.

    Anderson, se mudar, acredito que mude pouca coisa, devido às taxas de “reconversão”, isto é, de euros para dólares, e de dólares para reais, que alguns bancos adotam. Na prática, o ranking deve permanecer o mesmo, ou seja, provavelmente o Santander tendo a melhor cotação, e o Bradesco a pior – agora acompanhado do Itaú…

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Luiz Valentim

    Muito bom o artigo, que me tirou grandes dúvidas para o planejamento da viagem. Mas uma permaneceu: Viajarei para Uruguay, Argentina e Chile mês que vem e vou levar um cartão múltiplo itaú para saque e crédito e um de crédito Santander, mas penso em levar ainda um VTM para emergência. Agora minha dúvida: Seria melhor carregar o VTM em dólar ou peso, uma vez que o Banco Cruzeiro do Sul dá essa opção?

  • Luiz, eu carregaria diretamente em peso, uma vez que isso diminuiria o fator de risco cambial – pode haver alguma conversão desfavorável na conversão de dólar para peso, vai saber.

    Ou então carregar metade em dólar, metade em peso.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Aventino

    Bom artigo. Estive nos EUA no início de outubro e utilizei para compras o cartão Visa TravelMoney emitido pelo Banco do Brasil. Como sou cliente do Citibank experimentei sacar dinheiro nos ATMs do Citi com o meu cartão de débito. Não me foram cobradas taxas para os saques e recebi na hora um comprovante de saque com a cotação do dolar utilizada e o meu saldo da conta em reais. No dia seguinte foi debitado o IOF da operação. Infelizmente não comparei com a cotação do dolar comercial. Para saques em outras moedas haverá a conversão para o dolar e depois do dolar para o real, como nos cartões de crédito. Os saques são isentos de taxa para clientes com pacotes de tarifas premium.

  • Karen

    Olá, resolvi compartilhar minha experiência recente com o VTM da Cotação/Banco Rendimento (em euros), e cartão nacional de débito com Visa Electron do Santander e do Bradesco. Fiz movimentações na França, Espanha e Inglaterra.

    O que eu esperava que fosse o melhor, foi o pior: o cartão Santander (igualzinho ao do Bradesco) não é aceito em vários ATMs, em nenhuma das funções (débito ou crédito), embora tenha sido liberado no Brasil especificamente para a função débito (compras e saques). Ao ligar para o SAC, tiveram a capacidade de pedir ‘desculpas pela informação errada prestada pelo atendente no Brasil’… Desculpas?! Eu queria era uma solução – imagina se estivesse viajando com apenas um cartão, por motivo de tratamento de saúde, e sem falar a língua do país: desculpas resolveriam o erro grosseiro de atendimento??

    O cartão do Bradesco sempre funcionou bem – já uso no Mercosul desde 2004, e o único problema são as taxas e tarifas. Se você souber usar (faça as compras ‘pequenas’ no cartão pela função Electron – sem débito de taxas de qualquer espécie – e deixe os saques para uma ou outra situação de precisar de dinheiro vivo), e não for fazer compras de grandes valores, funciona super bem. Ah! Embora o saque na ATM seja na função débito, você deve escolher ‘crédito’ primeiro, depois vem a opção de sacar da conta-corrente (checking). Para o cartão Bradesco, geralmente a ATM pede a senha de 6 dígitos, e para as compras, a de 4 dígitos.

    O que realmente valeu a pena foi o cartão VTM. Sim, a taxa de câmbio não é tão favorável, mas nada significativo se você usar até uns 5 mil dólares, e compensa, e muito, a facilidade de falar com os atendentes de forma bem fácil – fiz quase tudo por email -, e não cobrarem para a emissão do cartão nem um centavo (e me informaram que se eu quisesse, poderia solicitar a emissão de dois cartões da mesma ‘conta’, com senhas diferentes, por uma questão de segurança e comodidade, além de poder emitir cartões em euros, libras e dólares americanos). Saquei nos mais variados ATMs, sempre na moeda local, com a tarifa fixa de 2,50 da moeda local, e acompanhei TODA a movimentação via internet.

    Assim que tiver resposta da Ouvidoria do Santander, posto aqui.
    Boa sorte a quem vai viajar!

  • Aventino, legal sua experiência com o Citi.

    Karen, bacana seu relato de uso dos diversos meios de pagamento no exterior. Para evitar contratempos, nada melhor do que fazer exatamente o que você fez: diversificar!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Clivia Guzansky

    Boa tarde!

    tenho uma dúvida: embora seja certo que o IOF cobrado nas operações de débito e saques internacionais seja consideravelmente mais baixo do que aquele cobrado nas operações de crédito (6% de diferença), estive pensando se ainda assim não compensaria usar o crédito.

    Explico: li no site do meu banco (HSBC premier) que nas operações de débito e saque internacional a cotação utilizada é do dolar flutuante (que, pelo q li, é superior ao valor da cotação do dolar turismo, é isso mesmo?), enquanto que o do crédito é muito próximo do dolar comercial. Fiz algumas continhas usando algumas faturas anteriores em que havia feito compras em dolar e percebi q a diferença da cotação do dolar cobrado no crédito é aproximadamente dez centavos mais barata do que a cotação do dólar turismo, q supostamente serve de parâmetro para o dolar flutuante cobrado nas operações de débito e saque internacional.
    Fui clara? Deu pra entender?

    Por exemplo, no dia 03/11 meu marido comprou um aplicativo no site da apple pelo preço de U$1,99. Na fatura veio o valor real de R$3,40, o que significa que eles usaram a cotação do dolar em R$1,70 ou R$1,71. Naquele dia (q foi o dia do fechamento da fatura) o dolar comercial estava cotado em R$1,68, enquanto o turismo estava em R$1,80.

    6,38% de R$1,70 dá um pouco mais de dez centavos, quase onze. Ou seja, o valor do dolar operado no crédito + o IOF dá aproximadamente o mesmo valor do dólar turismo! Com a diferença de que no crédito também estou acumulando milhas!

    O que você acha?! Viajei na batatinha ou as minhas contas tem algum fundamento? Esse negócio de dolar flutuante é isso mesmo, mais caro que o dolar turismo??

    Obrigada!!

  • Sabrina Schneider

    Quando usamos o cartão de crédito na função débito para fazer saques em dólar nos Estados Unidos, nos ATMs, o dólar cobrado é o turismo, e não o comercial. Por isso a diferença entre o valor cobrado pelo dólar em relação à cotação do dólar comercial no dia em que a operação foi realizada.

    A cotação do dólar comercial só é usada nas compras com o cartão de crédito. Quando efetuamos saques, pagamos a cotação do dólar turismo, a mesma que pagamos quando vamos na agência do banco comprar a moeda americana.

    • Leandro

      É justamente o contrário, Sabrina. No débito, o dólar é muito próximo do comercial. No crédito é o dólar limbo, modalidade criada pelo Santander entre o comercial e o turismo venda (oficialmente o que eles dizem usar na fatura).

      Nos saques, comecei a reparar que sacar com o master (maestro) geralmente é melhor do que com o Visa. Com o Visa sempre me cobram um residual a título de “variação cambial” mesmo no saque. No master, nunca cobraram.

      Em Orlando, peguei na máquina dinheiro mais barato do que a cotação oficial. Não sei se isso SÓ acontece comigo, mas só tenho elogios ao dólar do Santander no saque internacional e no débito…

  • Alex

    Pessoal, alguém já sacou dinheiro naquela conta internacional do HSBC? Sabem qual o câmbio que é utilizado na conversão do saldo da conta nacional para a americana?

  • Alexandre Rodrigues

    Olá pessoal, estou acompanhando o blog porque vou para Nova York daqui a alguns dias. E posso dizer que aqui tirei 97% das dúvidas. Muito bom e bem explicado ainda mais porque é a primeira vez que viajo para Nova York.

    Olhando o comentário da Sabrina voltei a ter uma dúvida: os bancos, mais precisamente o Santander, utilizam o dólar comercial ou turismo para compras no cartão de crédito? Eu sempre achei que era o comercial, até vir a fatura com a cobrança da estadia em Nova York (em dólar turismo). Daí liguei para o banco, e esse me informou que ele utiliza o dólar turismo. Alguém sabe me informar se essa cotação muda de banco para banco?

    Em função dessa diferença no dólar, eu optei pelo cartão de débito pré-pago VTM que, embora utilize a cotação do dólar turismo, não tem o IOF do cartão de crédito.

    Att.

    • Leandro

      Alexandre,

      A informação do 0800 é que a cotação é o dólar turismo venda. Mas não é. É menos do que o turismo venda e mais do que o comercial. É um limbo que não é esclarecido.
      A maior vantagem é fazer tudo no débito e sacar dinheiro lá para ir pagando as coisas. O crédito pesa muito no IOF depois…

      Att

  • Clivia, o que tenho observado na prática é que cada banco utiliza sua própria cotação do dólar na hora de fazer a conversão. Em alguns casos, isso chega a ser até arbitrário, pela falta de parâmetros objetivos para a cotação. Se no caso do HSBC, a cotação do dólar no cartão de crédito compensaria em relação ao dólar turismo, seria sim uma alternativa, mas as contas tem que ser feitas com rigor, para não haver perda de dinheiro.

    Sugiro que teste fazer saques em ATMs usando o cartão de débito do HSBC. Por ele ser um banco global, pode ser que a cotação do dólar no débito seja mais próxima ainda ao da cotação do dólar comercial.

    Leandro, obrigado por ajudar o pessoal na solução das dúvidas! Concordo com suas dicas: “A maior vantagem é fazer tudo no débito e sacar dinheiro lá para ir pagando as coisas. O crédito pesa muito no IOF depois…”

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Alexandre Rodrigues

    Obrigado Leandro e Guilherme.

    No débito, vocês estão falando do VTM? Eu estou fortemente inclinado a fazer um para mim.

    Sobre a cotação do dólar turismo no Santander Free, acho que é mesmo, pois no dia que fechou a fatura o dólar turismo venda estava R$ 1,79 e na fatura veio 1,90 e mais IOF. Pelo menos no VTM eu não pago o IOF de 6,38%, e como eu já tenho o dinheiro na mão acho melhor fazer isso. Estou certo?

    Pensei levar tudo em dinheiro, mas ouvi dizer que os americanos acham suspeito pagar coisas de valor mais alto com dinheiro vivo. É certo isso?

    Obrigado.

    • Leandro

      Alexandre,

      Se o seu cartão for o santander free master, pode tentar usar o débito dele (como você usa no Brasil) para pagar as contas. Quando estiver em alguma loja com aquelas máquinas de assinar digitais, e ele pedir PIN, significa débito. Crédito, nos EUA, é assinado. (Isso só vale lá, no Caribe não existe débito, é tudo no crédito mesmo).

      Sacar dinheiro lá nos EUA, aos poucos, é uma opção. O problema são os custos disso (uns 13 reais por saque) que podem te onerar. De todo modo, se você for fazer um saque grande (tipo uns 800 dólares) esse valor compensa muito mais do que pagar os 6% a mais do crédito…. O IOF de 0,38% é devido em qualquer operação de câmbio. Os 6% a mais é que são do cartão. Portanto, na ponta do lápis, a diferença são 6%.

      Quanto a pagar coisas grandes com dinheiro, não vejo o menor problema. Eu sou um adepto dos cofres de hotel e nunca tive problemas com pertences (dinheiro inclusive). Mas meu estilo de viagem é de ir sacando aos poucos (uns 300 USD por saque) e ir pagando tudo no dinheiro (até a Dilma tirar esse negócio ridículo desses 6,38%). Lembre-se de que você é turista e turista vai viajar com notas altas e um bom dinheiro. Isso é esperado. O problema não são as notas, mas sim ser assaltado e perder tudo.

      Por isso o VTM é uma boa ideia sim, desde que usado como débito. Prá mim não serve porque para comprar isso aqui no Brasil o custo é alto, a mesma coisa que comprar dinheiro em espécie. Esse dinheiro custa uns 13 centavos a mais que a cotação oficial e eu não vejo motivo para pagar o ágio se posso sacar em moeda local pelo preço do comercial. Mas é fato que é uma boa ideia para segurança e sendo num país com ótima aceitação de cartões como os EUA, é muito bom por ser seguro e muito mais econômico que o cartão de crédito.

      Só NUNCA saia do Brasil com uma única opção. Tive muitos problemas para sacar dinheiro em Curaçao, por exemplo, e se não fosse o cartão de crédito e um pouco de dinheiro que eu tinha levado, teria passado sufoco. Sempre tenha um plano B e, de preferência, um C, para o caso de emergências.

      Em último caso, de desespero, lembre-se que existe a Western Union, que apesar de cara, pode te safar numa hora de tensão.

      • Leandro, excelente depoimento de um expert no manejo de diferentes meios de pagamento para viagens no exterior!

        Aliás, gostei dessa dica de que no Caribe não existe a opção de débito. Quando eu for pra lá algum dia (espero…rsrsrr), estarei precavido. :-D

        É isso aí!
        Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

      • Igor

        Ir só com uma opção é suicídio mesmo. Eu sempre levo dinheiro e cartões de débito e crédito, inclusive de vários bancos.
        Os cartões de débito possuem um limite relativamente baixo, então é difícil você chegar e querer pagar uma conta de alto valor e acabar tendo o cartão bloqueado temporariamente.

  • Alexandre, há dois tipos de cartão de débito que você pode levar na sua viagem:

    - Cartão de débito bancário;

    - Cartão de débito pré-pago, do tipo VTM.

    Ambas as opções são interessantes, desde que se faça uma escolha consciente acerca do banco que cobre as menores taxas de conversão e tarifas possíveis.

    No VTM, o IOF é de 0,38%, porém, a cotação utilizada é a do dólar turismo, mais alta. Por outro lado, você “trava” uma cotação no ato da compra, e se precave de uma eventual alta do dólar no momento da viagem.

    Quanto a pagar altos valores em espécie, não há problemas. Vi compras lá nos EUA de valores altos – sujeito comprando iPad em diversas notas de 50 e 100 dólares, e não houve problema algum. Assim, acredito que, em regra, não haja problemas.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

    • Igor

      Eu fiz três saques de 1000 dólares em NY e paguei muitas coisas no dinheiro. Algumas compras fiz no débito e no crédito, só quando estourava o limite de saque e débito.
      Claro que o cartão é muito mais utilizado, mas provavelmente nem todos pagam dólar turismo + 6,38%.

  • Alexandre Rodrigues

    Leandro e Guilherme

    Obrigado novamente pelo longo post para esclarecer minhas duvidas.
    A clivia falou logo acima algo sobre a cotaçao do dolar comercial mais iof de cartao ser igual ao turismo. Eu tb ja havia feito essa conta e dessa forma tinha decidido comprar no credito, mas meu cartao santander free (nao sou correntista, só tenho o cartao) me cobra tarifa do turismo mais iof de cartao. Nesse momento decidi usar o VTM, pois me livro de 6% de iof. E como para sacar na casa de cambio ou banco no exterior o valor é do turismo, por segurança vou levar um pouco em dinheiro e uma quantia maior no VTM.

  • Igor, pelo que andei constatando, os bancos ultimamente têm “esticado” demais a cotação do dólar para cima, em prejuízo dos clientes. Além dos tradicionais Bradesco e American Express, que tradicionalmente se destacavam por apresentar uma cotação de dólar turismo, recentemente foi a vez do Itaú elevar a cotação da moeda, enfurecendo seus clientes, que formam grande parte do público. E como a cotação do BB também não é lá das melhores, sobram poucas alternativas para o viajante.

    Alexandre, ótima estratégia. Dessa maneira você se protege também das eventuais oscilações do dólar no momento da viagem ao exterior.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Alexandre Rodrigues

    Olá pessoal,
    alguem sabe se vale a pena comprar o city pass para NY ou se dá no mesmo comprar os passeios na hora?
    Alguem tem alguma dica de lojas ou locais para comprar em NY? Principalmente roupas e calçados para o frio?
    Abs.

    • Leandro

      Alexandre,

      Depende do que você vai querer fazer lá. Como vai estar frio, é provável que você queira visitar museus. E aí, talvez, o city pass compense. Na minha opinião, não compensa.

      Existe uma boa análise sobre o assunto no site
      http://www.maosdevaca.com/2010/09/ny-city-pass-vale-pena.html

      Ele também compara com o New York Pass
      http://www.maosdevaca.com/2010/09/e-o-new-york-pass-compensa.html

      (Não sei qual a política do blog para links externos, mas fique à vontade, Guilherme, para excluí-los, se eles quebrarem alguma regra sua)

      Lojas para comprar: Qualquer uma! eheehehehe, New York tem lojas em todas as esquinas. Eu, particularmente, adorei Chelsea e as lojas da parte baixa da Broadway. Tem algumas lojas que também estão na 5th Avenida, mas também tem coisas mais baratas.

      Também compensa dar uma olhada na Century 21 (fica ao lado do WTC). Lá tem TUDO, bem barato. Só que é um trampo achar, porque a loja não é muito organizada (apesar do esforço dos vendedores, tem muita gente).

      Boa viagem e aproveite NY. Uma das cidades mais maravilhosas do mundo….

  • Alexandre Rodrigues

    Obrigado Leandro pelas dicas, ja anotei os arredores e nomes de lojas.
    Ouvi dizer que se vc não comprar os ingresso para as atrações mais procuradas com antecedência é possivel que nao tenha na hora (estatua da liberdade, empire SB, etc). Por isso estava pensando em comprar, para garantir. Sabe se isso procede?

    Obrigado.

    • Leandro

      Não procede. Estátua da Liberdade tem a ferry boat a cada meia hora. Comprou ingresso, entra. É uma fila normal, não vi preferência nenhuma. O que você pode querer comprar antecipado é a entrada na coroa (que não vale a pena de jeito nenhum, meu maior mico em NY). De todo modo, você está livre disso, já que precisa comprar com muita antecedência. Só veja se ela não está fechada, tinha ouvido dizer que fechariam a Lady para reforma em 31/10/11…
      Empire State eu não fui. Top of the rock tem ingresso de boa também. Comprei e entrei. Não acredito que tenha muitos problemas com isso.

      Lembrando que o NY city pass não te dá ingressos, mas sim vouchers. Eles precisam ser trocados nas bilheterias depois. Se o motivo for o medo de falta de ingressos, não faz diferença. Aliás, faz sim, no dia em que fui ao Top of the rock, a fila era maior para trocar os vouchers do que para comprar ingressos.

      Faça uma boa viagem!

  • Alexandre Rodrigues

    Leandro

    Eu andei lendo no site que realmente a estatua esta fechada…mas fiquei curioso pq tu não gostou da coroa? Na realidade era um lugar que eu queria ir…
    E para os shows e espetaculos (rocketes, radio city…) não precisa comprar antecipado?

    Obrigado.

  • Leandro

    Alexandre,

    Não tem nada para ver lá, nem a vista vale, já que ela fica quadriculada. É uma escada apertada, em caracol, de mais de 350 degraus, que te leva a um lugar onde cabem (apertadas) umas 5 pessoas e que não agrega nada à viagem (em termos de vista, fotografia, beleza, história, etc.) Você chega cansado, tonto (fica virando, virando, virando…) para tirar umas fotos quadradinhas e pequenas, que ficam muito melhores quando tiradas no pé… Enfim, um grande mico.

    Shows e espetáculos é melhor comprar antes para conseguir descontos… Às vezes, dependendo do dia e da hora, também estão lotados. Se você quer muito ir a algum específico, é sempre bom comprar antes…

  • Alexandre Rodrigues

    Olá pessoal
    Alguém sabe me informar se é possivel e se é seguro ir do jfk até manhattan de metrô? (parece que vc faz uma parte com o airtrain e depois pega um metrô). Meu voô chega as 6:30h de uma segunda.
    Obrigado pelas dicas e pelo excelente blog, estou tirando varias dicas dele, é simplesmente maravilhos.

    • Alexandre, as dicas do Leandro são realmente ótimas. Alias, fique à vontade, Leandro, para indicar esses links externos de boa qualidade. Também gosto do site Mãos de Vaca, cujos donos tiram seu sustento das receitas, sobretudo, dos livros. Eles fazem um trabalho honesto, bem-feito e super útil!

      Alexandre, há uma alternativa ao metrô, que eu usei para o transporte JFK > Manhattan > JFK. Trata-se do Go Airlink, empresa que faz serviços de transfer em vans (shuttles): http://www.goairlinkshuttle.com/ Você faz a compra dos bilhetes pela Internet, preenchendo os formulários com os dados do seu itinerário, imprime o recibo e, ao desembarcar lá no JFK, procura pelo guichê da empresa (que geralmente fica logo na área de desembarque) e apresenta o recibo impresso no Brasil. Eles têm várias vans que saem de tempo em tempo (15min a 15 min, p.ex.), pegando os passageiros e os levando para Manhattan nos principais hotéis da cidade (os quais você informa previamente no ato de preenchimento do cadastro).

      A viagem até Manhattan é longa, dependendo do trajeto que o motorista da van fizer, você pode levar até 2 horas ou mais, tanto para ir para a cidade, quando para voltar para o aeroporto. Além disso, os americanos, em geral, são meio mal-humorados, então não espere “gentilezas” do motorista…rsrsr, que vai, no ato de levar o pessoal, “socando” você dentro da van, apertadíssima, por sinal….rsrs

      A volta também é bem tranquila: como você já informa previamente no Brasil o horário aproximado que deseja que te busquem no hotel, é só fechar as contas e descer pro saguão, e ficar esperando a van chegar. Rola uma certa preocupação: mas será que vão chegar mesmo? Que nada: a van chega no horário combinado! É verdade que junto comigo tinham várias outras pessoas que iriam para o JFK também com o serviço, e que a “apertação”….rsrsr…continua na volta pro aeroporto.

      Em compensação, o preço é bem interessante: no meu caso, paguei U$ 35,06 pelo pacote completo (ida+volta). Pela comodidade de não se preocupar com táxis, e pela praticidade de a van aportar na frente do hotel, tanto na ida quanto na volta, pra mim valeu a pena.

      Mas isso é só uma opção. Avalie suas necessidades, e veja qual se encaixa melhor no seu perfil!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • Leonardo BH

    As informações deste blog foram muito úteis pra mim quando procurava alternativas para o IOF de 6,38% e agora tenho a oportunidade de contribuir com minha experiência em viagem a Alemanha em Novembro/2011.

    Há alguns meses, solicitei ao Santander um cartão somente de débito internacional (não múltiplo para evitar problemas de sistema em que o saque é cobrado como crédito). Recebi um Mastercard Maestro, segundo a gerente o Santander não emite Visa de débito internacional (informação não muito confiável).

    Uma semana antes da viagem solicitei no atendimento Santander Cartões a liberação para uso do cartão de débito internacional em viagem.

    Minha experiência com os saques internacionais na Alemanha foi excelente, consegui sacar até 800 Euros de uma vez em caixas automáticos do próprio Santander em agências do banco que são facilmente encontradas por lá. Fiz tentativa de sacar 1000 euros mas não foi autorizado, diminui para 800 e passou. Na semana seguinte em um caixa automático comum (não Santander) fiz outra tentativa de saque de 1000 euros e o próprio sistema indicou que o máximo naquela ocasião seria 500 euros (que não deixa de ser um bom valor).

    A taxa cobrada para cada saque é de R$ 10,00 (note que isso pode variar de acordo com o pacote de serviços do cliente). A cotação geralmente ficava em 3 a 4 centavos a mais que o Euro comercial. Ex: em 12/11/2011 o Euro estava a R$2,40 segundo o site do banco central e o saque foi a R$2,43, uma semana antes tinha comprado Euro a R$2,56 em casa de câmbio! Sacando valores altos dá pra diluir bem a taxa de saque de R$10,00.

    Pra mim foi a melhor opção nesta viagem, quase não usei cartão de crédito.

    • Olá, Leonardo, excelente depoimento! Fico feliz que as informações aqui postadas tenham lhe ajudado a conseguir fazer seu dinheiro render mais na viagem para o exterior. Algumas notas interessantes:

      - Saques de valores altos (até 800 euros) de uma só vez funcionando bem;
      - Cotação bastante próxima do euro comercial, o que torna a operação ainda mais atrativa, quando comparados com o euro de casas de câmbio (turismo) e o uso de cartões de crédito (IOF).

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  • wagner

    Alexandre,

    Na Times Square tem a escadaria vermelha de onde tiram fotos.Em baixo dela há umas bilheterias “ticket alguma coisa” que vendem ingressos para vários shows no dia; com desconto.
    Nos museus; como o de História Natural, vc. tem a opção de pagar o “quanto pode” ou quer…
    Roupas pra frio tente um endereço em NY : http://www.burlingtoncoatfactory.com

    Divirta-se.

  • Alexandre Rodrigues

    Wagner

    Obrigado pelas dicas, certamente vou anotar e usá-las. Sobre ir de metro de JFK até Manhattan vc sabe alguma coisa? É seguro fazer este caminho as 6:30h?

    Att.

    • Leandro

      Alexandre,

      Não há problemas de segurança em NY. Você verá inúmeros policiais em todas as esquinas. Além disso, saiba que há mais policiais à paisana do que os oficiais.

      Conte, também, que você demorará uma hora (no mínimo para sair do aeroporto, entre imigração e malas). Pode usar o transporte coletivo sem problemas.

      Eu estava com um transfer, então não sei o caminho. Mas quanto à segurança, pode ficar despreocuado.

      Sucesso!

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