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Última atualização do texto principal: 14 de abril de 2013.
Com o aumento do IOF para compras no exterior usando o cartão de crédito, conforme anunciamos aqui semana passada, uma alternativa bastante atraente, e que deve ser seriamente considerada pelo leitor-viajante, que se preocupa mais em ter dinheiro no bolso do que com acúmulos eventuais milhas aéreas, é o uso do cartão de débito para realizar saque em moeda estrangeira usando ATMs locais. Por quê? Porque saques internacionais usando o cartão de débito de seu banco, para começo de conversa, pagam um IOF ridiculamente menor: 0,38%, em contraposição aos famigerados 6,38% cobrados pelas compras utilizando o cartão de crédito.
Aproveitando uma viagem que fiz semana passada para os Estados Unidos, resolvi criar mais esse serviço de utilidade pública para nossos leitores: utilizei cartões de débito de 4 bancos diferentes, no mesmo dia, e no mesmo caixa eletrônico, e vi diferenças substanciais na cotação utilizada em cada um deles para a conversão do dólar para a moeda brasileira. Vamos aos resultados (por ordem alfabética)? Vale lembrar que os dados abaixo não são hipotéticos: foram exemplos reais, práticos, utilizados “sacrificando”, digamos assim, minha conta bancária….rsrsr….em prol do interesse público em saber qual é o banco que oferece a melhor cotação para saque no exterior utilizando o cartão de débito.
Cotação de referência
Em primeiro lugar, é preciso atentar que todos os saques foram realizados no dia 30.03.2011, quando a cotação do dólar comercial ptax, para venda, iniciou em R$ 1,641 e fechou o dia cotado a R$ 1,6360, conforme dados disponibilizados na página do Banco Centra do Brasil.
1. Banco do Brasil
Utilizando um cartão múltiplo Ourocard, na função débito, US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 175,54. Ou seja, houve um exorbitante ágio de cerca de R$ 0,12, uma vez que a cotação utilizada pelo BB considerou o dólar cotado a R$ 1,75 (em contraposição aos R$ 1,63 fechados no dia).
Mas não é só isso.
O BB ainda cobra, para cada saque no exterior utilizando o cartão de débito, segundo a tabela de tarifas disponível na Internet (vide página 5), e confirmada integralmente nesse estudo de utilidade pública, uma tarifa de US$ 2,50 + 2,5% do valor da operação. Traduzindo em miúdos: aos 100 dólares acima foram acrescentados mais US$ 2,50 de tarifa fixa + US$ 2,50 proporcionais ao valor da operação. Ou seja, + 5 dólares só de tarifa de saque. E isso sem considerar o IOF de 0,38%, que não sei se veio “incorporado” no momento do saque ou se é debitado da conta-corrente posteriormente (atualizarei o post assim que souber, mas tenho quase certeza que será lançado a débito posteriormente, embora isso esteja demorando para acontecer, afinal, o saque foi realizado na quarta-feira, e já estamos no domingo).
ATUALIZAÇÃO em 07.07.2012: a tarifa de saque no exterior usando a função débito do cartão múltiplo Ourocard passou a ter valor fixo de R$ 12 por operação, conforme Nova Tabela de Tarifas divulgada pelo banco (vide página 1).
Total da conta: US$ 105, ou R$ 184,22.
Quem for utilizar o cartão múltiplo do BB no exterior, tomem cuidado para não escolher a opção “Fast cash”, mas sim a opção “withdrawal” e, em seguida, a opção “from checking”. Isso evitará que se saque dinheiro do limite do cartão de crédito, e, portanto, dos juros exorbitantes cobrados por esse tipo de serviço.
2. Bradesco
Utillizar o cartão de débito do Bradesco é tão triste quanto utilizar um cartão de débito do BB. Isso porque US$ 100 foram sacados ao preço de R$ 172, ou seja, cotação de R$ 1,72 (comprovado no próprio extrato bancário) , em contraposição aos R$ 1,63 de fechamento do dia, portanto, num dia em que a cotação do dólar comercial navegou 12 centavos abaixo desse valor…
Vamos às tarifas.
O Bradesco, de acordo com a tabela de tarifas (vide página 6), US$ 2,50 + 2,42% do valor da operação. Ou seja, pelos 100 dólares sacados no exterior, foram cobrados US$ 4,92.
ATUALIZAÇÃO em 07.07.2012: a tarifa de saque no exterior usando a função débito do cartão vinculado à conta-corrente passou a ter valor fixo de R$ 7,90 por operação, conforme Nova Tabela de Tarifas divulgada pelo banco (vide página 6).
Total da conta: US$ 104,92, ou R$ 180,46.
Tal como no caso do BB, ainda não sei se o IOF foi “incorporado” no instante do saque, ou se será debitado posteriormente. Qualquer novidade, vou atualizando esse post.
De qualquer modo, utilizar o cartão de débito do Bradesco parece ser mais vantajoso que usar o do BB, não só pelo valor proporcional à operação ser menor (0,08% menor), mas também por utilizar uma cotação do dólar mais vantajosa, embora ainda alta.
Vale lembrar que, nos cartões de crédito (“crédito”, e não “débito), o Bradesco é o banco brasileiro que oferece as piores cotações para a conversão, para efeitos de milhas, utilizando um câmbio bem próximo do dólar turismo. Se utilizar cartão de crédito no exterior ficou ruim com o aumento do IOF, ficou pior ainda para quem usa cartões Bradesco no exterior (a exceção são os cartões Visa Infinite e Mastercard Black, devido ao fator multiplicador mais alto, conforme explicaremos em um post futuro).
3. Itaú
Atualmente, o Itaú tem oferecido péssimas cotações de dólar nos cartões Itaucard, bem próximas do dólar turismo. E o pior é que essa tendência também ocorre em relação à cotação utilizada no cartão de débito, para saque no exterior.
100 dólares sacados no exterior custaram a bagatela de R$ 168,66, ou seja, com a cotação de R$ 1,68, num dia de dólar comercial ptax fechado a R$ 1,63.
Felizmente (ou infelizmente, dependendo do ponto-de-vista), o IOF foi debitado já no dia seguinte, o que elimina qualquer dúvida a respeito de um possível “embute” do IOF no momento do saque.
De acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet, cada saque no exterior na função débito tem um custo de R$ 9,00, independentemente do valor.
Total da conta: US$ 100 (= R$ 168,66) + R$ 9 + R$ 0,64 = R$ 178,30.
4. Santander
Coincidentemente, à medida que avançamos na ordem alfabética, vimos uma tendência à melhoria na cotação. O curioso é que essa tendência acabou se confirmando com o uso do cartão múltiplo Santander, na função débito. Para minha surpresa, esse banco apresentou a melhor cotação para saque internacional de conta corrente.
Resumindo: 100 dólares foram sacados ao preço do fechamento do dólar comercial ptax do dia: exatos R$ 163,60. No dia seguinte, houve, inclusive, e até de modo surpreendente, um ajuste a crédito na conta-corrente, de modo que o valor debitado da conta espelhasse fielmente o valor do fechamento do câmbio comercial do dia anterior.
Maaaassss……
Sempre há um “mas”, “porém”, “todavia”, nessa história toda, não é mesmo? Pois vamos ao “porém”: o saque internacional na função débito apresenta uma nada modesta tarifa de R$ 13,50 por saque realizado, de acordo com a tabela de tarifas disponível na Internet.
E tem mais: se você for sacar em outra moeda, que não o dólar (por exemplo, está na Europa e vai sacar em euro), prepare-se para um adicional: uma taxa de conversão de outras moedas para dólar americano no importe de 2,5% do valor da operação. Atualizado: com a nova regulamentação dos cartões de crédito, essa tarifa de conversão deixou de ser cobrada.
Total da conta nos EUA: US$ 100 (R$ 163,60) + R$ 13,50 = R$ 177.
Vale lembrar que clientes do segmento Van Gogh tem direito a 2 saques internacionais isentos dessa famigerada tarifa de R$ 13,50. Porém (rsrsrs, sempre tem um “porém”), para ser cliente com esse “status”, é preciso pagar uma nada modesta tarifa mensal de R$ 55 ou R$ 45, a menos que você tenha R$ 100k aplicados em investimentos no banco (que, pela minha análise, são, em sua maioria, fracos, caros e pouco rentáveis, como, aliás, são, em geral, os fundos de investimentos de bancos, como já alertei nesse artigo: A matemática não mente: Tesouro Direto está dando um banho nos fundos dos bancos de varejo. Desde que…).
5. HSBC e CEF
Uma palavrinha final sobre o HSBC: dizem (veja bem, “dizem”, eu não tenho como comprovar na prática), que a cotação do dólar utilizado por esse banco se aproxima bastante do fechamento ptax do dólar comercial, ou seja, ele seria tão bom quanto o Santander, com a diferença prática – e super importante (essa sim comprovada) – que clientes do segmento Premier não sofrem cobrança de tarifa para saque realizado em ATMs do próprio banco localizados no exterior. Atualizado: alguns leitores clientes do HSBC têm constatado que as cotações de saque no cartão de débito, infelizmente, têm sido bem próximas da do dólar turismo.
A CEF não oferece essa opção de saque no exterior na função débito. Sorry.
Dicas que valem dinheiro
1. Para usar o cartão de débito no exterior, geralmente é preciso autorização do gerente e/ou da central de atendimento do cartão. Às vezes, é possível você mesmo liberar o uso do cartão no exterior, via Internet Banking. Na dúvida, utilize os 3 canais de atendimento, ou seja, faça a solicitação no Internet Banking, converse com o gerente, e telefone para o 0800.
2. Atenção para o ATM que você irá utilizar no exterior: o banco dono do ATM pode cobrar mais uma tarifa sobre o saque, que pode chegar a até US$ 5 por saque realizado. No meu caso, vi que o Bank of America cobra US$ 3 por saque, independentemente do volume. Já o Chase não cobra tarifa alguma. Conclusão: se você estiver viajando para os EUA, utilize os ATMs do Chase, uma vez que ele não cobra tarifa de saque. O “porém” é que, pelo menos no meu caso específico, só vieram notas de US$ 20. Atualizado: de acordo com o relato de diversos leitores, o Chase, infelizmente, passou a cobrar tarifa de saque.
3. Há limites estreitos para saques no exterior, mais estreitos geralmente que os para saques nacionais – geralmente eles ficam limitados a US$ 500, por dia. Verifique se os limites que você tem são condizentes com sua viagem para o exterior e, se não forem, peça para aumentar. Atualizado: diversos leitores reportaram que os limites são por dia e por cartão, dependendo do banco. Dessa maneira, se você tiver dois cartões de débito do mesmo banco (um da bandeira Cirrus/Visa, e outro da bandeira Maestro/Master), leve ambos. Isso irá duplicar seus limites.
Afinal, não vale mais a pena comprar com o cartão de crédito?
Alguém já deve ter feito o raciocínio mental: “pera lá: US$ 100 em compras com o cartão de crédito no exterior, com o acréscimo de US$ 6,38 – devido ao IOF de 6,38% – daria US$ 106,38, o que, considerando o câmbio a R$ 1,6360, resultaria num valor final de R$ 174,03, logo, um valor mais baixo que todos os valores acima apresentados. Ôba, vou usar o cartão de crédito!”
O raciocínio não está totalmente correto, por três motivos.
Primeiro, porque ninguém vai ao exterior para gastar apenas US$ 100.
Segundo, porque, por razões que a própria razão humana desconhece, os bancos apresentam valores diferentes de cotação para fechamento da fatura do cartão de crédito e para saque no exterior na função débito. Eles ora favorecem a cotação do cartão de crédito – caso do Banco do Brasil, que, apesar da horrorosa taxa de câmbio para saque no exterior, fornece uma cotação para fechamento de fatura bem próxima do dólar comercial ptax (geralmente de R$ 0,02 a R$ 0,03 acima apenas) – ora favorecem a cotação do cartão de débito - caso do Santander, que, apesar da excelente taxa de câmbio para saque internacional na função débito, apresenta um ágio de R$ 0,03 a R$ 0,06 na cotação do dólar para efeitos de fechamento da fatura do cartão de crédito.
E terceiro, e mais importante, porque o valor de IOF é proporcional ao valor da compra (6,38% da compra, e não R$ 6,38 fixos, ou ainda US$ 6,38 fixos), e não uma tarifa fixa. Ou seja, quanto mais você gastar no cartão de crédito, mais dinheiro desnecessário e inútil (IOF) estará gastando. Aí eu pergunto: você gosta de gastar dinheiro à toa?
Mesmo assim, por conta da alta cotação utilizada pelos cartões de débito do BB e Bradesco, ainda pode valer a pena usar cartões de crédito de alguns bancos, inclusive do próprio BB, se você não tiver um cartão de débito que ofereça uma taxa de câmbio competitiva. Para resumir e ilustrar a controvérsia, abaixo está uma tabela comparativa de compras equivalentes a US$ 1.000 com cartões de débito e diferentes cotações de cartões de crédito.
Vale lembrar que, para que a tabela ficasse o mais próximo possível da realidade, simulei 4 saques no cartão de débito, de US$ 250 cada, uma vez que se mostra pouco distante da realidade da maioria das pessoas alguém conseguir sacar mil dólares de uma só vez em caixa eletrônico…
Outra variável importante é, caso você utilize o cartão de crédito, “torcer” para que, na data de fechamento da fatura do cartão de crédito, o valor do dólar comercial não aumente, pois isso fará com que você pague mais caro do que tivesse pago com dinheiro sacado da conta corrente no exterior.
Não incluímos na tabela o saque com cartão de débito do HSBC, embora leitores tenham reportado que esse banco oferece uma taxa de câmbio competitiva para saque em moeda local no exterior. Se assim for, sua situação se assemelharia à do Santander, e ficaria na frente inclusive do banco Itaú. Atualizado: vários leitores reclamaram que a cotação utilizada pelo HSBC, nos saques com cartão de débito, tem sido próxima à do dólar turismo, mais cara.
Também é importante relembrar, como, ademais, exposto na tabela, que alguns bancos podem cobrar tarifas extras sobre compras no exterior usando o cartão de crédito. É o caso dos cartões Ourocard do Banco do Brasil: conforme tabela já linkada aqui, página 5, compras no exterior são tarifadas em 2,5% sobre o valor da transação, + a paulada do IOF de 6,38%. Portanto, façam as contas antes de sacar o cartão de crédito na carteira! Atualizado: em virtude da nova regulamentação dos cartões de crédito, essa tarifa extra sobre compras no exterior foi abolida. Contudo, o famigerado IOF de 6,38% continua ativo!
Conclusões
Diante do estudo acima apresentado, e das surpreendentes constatações acerca de alguns cartões, já podemos tirar importantes conclusões.
Os dois fatores que mais impactam o valor final de suas compras no exterior são a cotação do dólar utilizada pelo seu banco + tarifa de IOF incidente sobre a operação. No caso da cotação do dólar, evite, sempre que possível, utilizar meios de pagamento que utilizem o dólar turismo como referência, como é o caso de compra de moeda estrangeira no Brasil, cartões de débito pré-pagos (os chamados Visa Travel Money – VTMs e similares que estão sendo lançados no mercado, da Mastercard e da Amex) e cartões de crédito que utilizem, na data de fechamento da fatura, o dólar turismo como parâmetro para conversão das milhas, como é o caso dos cartões Bradesco, incluindo aí os cartões American Express, que são administrados por esse banco. Atualizado: embora o cartão de débito pré-pago utilize de fato uma cotação próxima da do dólar turismo, ele apresenta a vantagem de você prefixar, “travar” uma cotação do dólar já no momento da compra ou recarga do cartão, o que evita o risco cambial. Além disso, ele pode ser uma tremenda mão na roda na hora de fazer o controle das despesas no exterior.
No caso do IOF, fuja, sempre que possível, do cartão de crédito, devido ao exorbitante valor incidente sobre as operações: 6,38%. Como demonstrado acima, se você está a fim de gastar dinheiro à toa, use cartões Bradesco ou Amex, pois, nesse caso, você estará no pior dos dois mundos: cotação de dólar turismo para fechamento da fatura (o pior câmbio) + IOF de 6,38% (a pior alíquota de IOF).
O melhor mesmo, se você quiser maximizar o valor do seu dinheiro nas viagens, é usar a melhor combinação, que consiste numa cotação do dólar o mais próximo possível do câmbio comercial + IOF de 0,38%. Nesse caso, o uso dos cartões de débito, para saque em ATMs locais, do Santander e Itaú e (possivelmente) HSBC se mostra imbatível, desde que respeitadas certas premissas, quais sejam: saque de grandes quantias, a fim de que o valor pago a título de tarifa de saque seja proporcionalmente o menor possível, escolha de uma caixa eletrônico que preferencialmente não cobre tarifa de saque (o Chase é um deles, se alguém aqui souber de outro poste na caixa de comentários), e, obviamente, a escolha da opção “cash from bank account” ou “withdrawal from checking” (saque da conta bancária) e não “cash from credit card” ou “fast cash” (onde haverá incidência de juros, pois o dinheiro estaria sendo debitado do limite do cartão de crédito).
Enfim, como bem lembrando pelo EvertonRIC, na caixa de comentários a esse artigo, a melhor maneira de economizar dinheiro em compras no exterior é usando o cartão de débito para fazer saque em moeda local, desde que a taxa de câmbio de seu banco seja próxima do dólar comercial.
Uma palavrinha final sobre outras modalidades de uso de moeda estrangeira
Sobre traveller´s check, esqueça. Eles eram úteis e importantes antes da popularização dos cartões de crédito/débito. Fora que quase ninguém hoje trabalha com eles, além de exigirem uma tarifa de emissão de R$ 50. ATUALIZADO: alguns leitores têm experimentado uma boa aceitação no uso de cheques de viagem no exterior. Não tenho mais informações a respeito. Se alguém quiser, sinta-se à vontade para postar sua experiência com o uso dos cheques de viagem, na caixa de comentários.
Sobre cartões de débito bancário na função compras (Visa Eletron e Mastercard Maestro), é tão atrativo quanto saque internacional na função débito, pois o IOF incidente continua sendo de 0,38%. Mas são 2 os problemas: muitas lojas no exterior não aceitam o pagamento na função “debit card” (não consegui fazer a compra numa loja da Apple e numa loja de aeroporto), alguns bancos cobram tarifa extra sobre compras com a função débito (caso do BB, que cobra 2,50% sobre o valor da operação), e o limite para compras costuma ser tão ou mais restrito que o limite para saque no exterior (portanto, para compras de valores altos, que justamente onde teria mais serventia a situação, como despesas de hotel e compras de eletrônicos/gadgets, a compra não será validada).
Sobre cartões de débito pré-pagos, como bem lembrado pelo Rafael (obrigado!), também constituem uma alternativa atraente, uma vez que evita que você tenha que circular com muito dinheiro em espécie, e “trava” um valor de câmbio que pode ser útil em caso de variação cambial negativa, além de pagar IOF de apenas 0,38%. Os pontos negativos são: cotação de compra de dólar turismo, e tarifa fixa de saque em ATM local de U$ 2,50 ou EUR 2,50. Para usar, funciona como cartão de crédito normal – embora seja de difícil (ou quase impossível) utilização para compras na Internet.
Diversifique!
Ha ha ha, quem diria que, assim como nos investimentos, para compras no exterior a palavra mágica também seria a mesma: nada como diversificar, assim como recomenda o Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem:
“Uma quantia fixa em dinheiro vivo para emergências, saques no caixa automático para o dinheiro do dia a dia, cartão de crédito para gastos maiores e cartão de débito como plano B”.
Levar dinheiro vivo continua sendo importante, uma vez que alguns países exigem que, no ato da entrada no país, você leve consigo uma certa quantia em espécie para comprovar que terá condições de se manter no país por conta própria.
Comente!
E você, usa qual estratégia para fazer compras no exterior? Eu duvido que o brasileiro vá gastar menos no exterior por conta dessa medida, uma vez que o aumento do IOF serviu para compensar, em parte, o ajuste nas faixas de isenção do Imposto de Renda (vale lembrar que no mesmo dia saíram os dois atos normativos, um para o IOF, e outro para o IR). No entanto, é importante saber que há alternativas para tornar sua viagem financeiramente mais econômica, desde que se adotem estratégias inteligentes para compras no exterior.
Links para saber mais
- Blog Diário de Consumo: foi esse artigo que me motivou a usar o cartão de débito para saque no exterior. Obrigado pela economia, Fernanda!
- Blog Viaje na Viagem: boas reflexões do Ricardo Freire sobre esse tema tão sensível para nossos bolsos!
- Blog Sundaycooks: reflexões igualmente boas de Fred Marvila sobre o assunto.
- Post atualizado Dinheiro no exterior: dólar ou euro x débito x crédito x VTM, do blog Viaje na Viagem: excelente atualização de dicas sobre a matéria, do Ricardo Freire.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

Valério, realmente o Itaú vem decepcionando seus clientes com essa política em que falta um pouco mais de transparência na hora de divulgação de informações.
Alexandre, outra dica, meio off-topic, mas tá valendo: evite o café da manhã “gordurento” deles. Pra quem não está acostumado, é pedir pra passar mal. Eu tinha ido pra famosa loja da Apple na 5ª Avenida (aquela mesmo da entrada de vidro), de manhã bem cedo, pra entrar na fila para tentar comprar o iPad (quem disse que eu consegui, com tanto chinês já na fila!? …rsrs). Fui sem tomar o café da manhã. Na volta pro hotel, azul de fome, resolvi experimentar numa lanchonete de rua (as tais “delis”), por um preço que até que não era tão “caro” (algo entre 5 e 8 dólares, salvo engano). E veio o seguinte pacote: um copão de café, 2 omeletes, bacon, pão torrado besuntado de manteiga, e batatas assadas. Como se pode perceber, uma refeição bem light….
Nunca mais….rsrsrs
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
O Citibank é o melhor de todos, pois nenhum cliente paga taxa de saque (somente IOF) e pode ser usado para compras normalmente em qualquer loja do exterior. Os saques são justos em termos de cotação do dólar comercial.
Alessandro, acabei de ligar no Citi e eles informam que a cotação é a do turismo, ou seja, R$1,94 não a do comercial!!!
Obrigado pela dica do break fast…Eu tb pretendo comprar um apple, um macbook air, mas pensei em fazer no best buy que o preço é uns 100 dolares mais barato (no site esta custando 1499,00 dolares. Sempre tem fila na loja da apple?
Att.
Alexandre, da vez que eu fui, a fila era só para comprar o iPad. Para outros produtos, não tem fila!
Vai fazer uma bela economia comprando o Macbook Air lá nos EUA! E ainda mais na Best Buy!
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Obrigado Guilherme
Vc sabe informar se os hoteis dão uma “colher de chá” para hospedes que chegam antes do check in? O meu é as 15h e chego em Manhattan as 10h. Sem cobrar taxa extra ou pelo menos deixar guardar as bagagens.
Outra coisa
Eu sei que nao tem mágica, mas alguem tem alguma dica para passar na alfandega em SP carregado de produtos? Praticar cada item em uma nota separada eu ja pretendo fazer. Ja ouvi dizer para esperar alguem com muita mala passar e dai tu vai atras, comprar coisas no free shop e colocar as sacolas bem na frente das malas.
Att.
Alexandre,
Hoteis guardam malas sem problemas. Só é muito improvável que você consiga entrar no quarto antes das 15 hs.
Quanto à alfândega, depende o que você quiser trazer. Se for muito eletrônico é complicado. Depende da sorte. Quando cheguei, o aeroporto de Guarulhos estava um caos e o japa da receita ia só pegando os formulários sem demora e sem perguntas/investigações. Se você for chegar num dos vôos que descem em torno de 6 horas, é bem provável que você chegue no meio da muvuca e não dê prá eles controlarem nada.
Já numa outra viagem que fiz, os caras estavam colocando malas no raio-x. Era a esmo, mas podia ser você.
A questão é que 90% das pessoas que vêm dos EUA voltam com as malas abarrotadas… Você será mais um. É realmente uma questão de sorte/azar. Não creio que esse papo de free shop resolva algo não.
Boa viagem.
Ah, só outra coisa. Você já esteve em Guarulhos antes? Já chegou lá 6 da manhã?
Se ainda não tiver passado por essa “experiência”, prepare-se. É impossível marcar alguém com mala muito grande à sua frente, já que há milhares de pessoas esbaforidas (a maior parte dos vôos noturnos da Europa e dos EUA chega em SP entre 5:30 e 7:00 hs, ou seja, é o pior horário que existe para descer lá) se empurrando para pegar as malas e entrar nas filas do controle de passaportes e da alfândega. Nesse horário, essa estratégia não vai funcionar. Mais tarde um pouco, sim. Se seu vôo tiver conexão no Panamá, Lima, etc., é provável que chegue em SP em situação menos caótica. Aí até dá prá fazer essa estratégia de marcação de pessoas com mala, etc. Se for às 6 da manhã, esqueça.
Até.
Obrigado Leandro pelas dicas. Meu vôo é direto JFK/GRU e chego as 10:30h.
Eu nunca cheguei as 6h da manhã. Mas pelo que entendi de seu post é menos provavel que te parem se tu chegar no das 6h ao inves de mais tarde que tem menos movimento, certo?
E vc acha ser seguro deixar as malas guardadas no hotel?
Obrigado.
Sempre deixei malas no hotel e nunca tive problemas. Deixe com os cadeados que normalmente usa nos aeroportos e é provável que tudo fique bem.
É menos provável ser parado às 6 da manhã sim. Mas é questão de sorte, como disse antes. Vai que no dia que você descer as coisas estão mais tranquilas e o fiscal resolve pegar justamente você. Com esse tipo de coisa não dá prá ter certeza absoluta de nada…
Alexandre, o Leandro já respondeu de forma perfeita suas perguntas! Concordo com o que ele disse, tanto em relação ao hotel (é tranquilo deixar as malas no bagageiro do hotel, mas é difícil entrar no quarto antes do horário inicial do check-in), quanto em relação à alfândega (é aleatório mesmo).
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Olá pessoal
Estou embarcando amanha para NY e agradeço muito as dicas que li no blog e as que foram respondidas para mim.
Um grande abraço a todos e parabéns pelo blog, é excelente mesmo.
Att.
vou p santiago do chile e gostaria de saber qual o melhor banco(atm) para saque no cartão de débito da minha conta no bradesco.
qual banco cobra a menor tarifa p utilização do caixa eletrônico.
Parabéns pelo post, vou para Orlando e Cancun em março, se quiser fazer mais algum teste me avisa.
Alexandre, Hugo e Anderson, boa viagem! Obrigado!
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Pessoal, complementando as informações. Solicitei a liberação do saque internacional com o cartão de débito com a gerente do Santander e ela informou que o limite para saque é o valor para pagamento no cartão de débito. O meu era R$2500 e saque de $1280 em NY efetuado em 28/11 no Citibank foi cobrado R$2429,17 (dólar do dia R$1,87308; tarifa do Citibank $2,50 ou $3; Iof 0,38%). Optei pelo Citibank, pois Chase e HSBC só liberavam notas de $20. Os bancos fecham no fds, mas consegui entrar inserindo meu cartão (coloque o cartão, deixe 1-2s e retire…até ajudei uma pessoa que não estava conseguindo). Fiz 1 saque de $500 com meu cartão do HSBC no Chase e foi cobrada tarifa de $2,50. Saques de $500 no HSBC foram gratuitos. Tarifas do HSBC: 23/11: R$949 + R$3,60 IOF (dol. dia 1,8621) – 24/11: R$963,50 + 3,66 IOF (dol. dia 1,8756) – 29/11: R$951 + R$3,61 IOF (dol. dia 1,8475). O único problema é se você comprar muito nos primeiros dias devido aos limites para saque, então é bom levar um pouco em dinheiro.
Grato pelo depoimento, Ga!
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
No dia 21/12 eu fiz a seguinte pesquisa em relação ao dólar utilizado por alguns cartões de crédito:
Cartão Porto Seguro: US$ 1 = R$ 1,94
Bradesco Cartões: US$ 1 = R$ 1,92
Itaú Cartões: US$ 1 = R$ 1,92
Nesta data a cotação do dólar comercial era de R$ 1,855, pelo que pesquisei na Internet o Itaú modificou a política da cotação do dólar há uns 3 meses. Ou seja a cotação atual dele está mais próxima do dólar turismo que do comercial.
Olá, Anderson, grato pela sua pesquisa!
Interessante que o Itaú resolveu fazer companhia para o Bradesco, que é conhecido por ter uma das cotações mais altas do mercado. Ponto negativo para o Itaú.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Que maravilha encontrar este artigo!
Passei todo o ano de 2011 pagando caro pelo dinheiro que comprava no exterior, porque estou fazendo mestrado na Europa. Sabe informar como estão as coisas este ano? Preciso de euros e libras e faço compras com cartão de crédito do BB nas duas moedas. Quando fazia saques na agência, pagava 13,50 eur por cada saque de até 600 euros e achava que saía mais barato pagar com cartão o que não precisasse de dinheiro vivo. Após ler o artigo e ver como são altas todas as taxas do BB, até fico triste e sem saber como fazer em 2012.
Giovana, obrigado!
Sobre sua dúvida, sugiro ver a possibilidade de abrir conta em algum outro banco que ofereça cotação mais favorável para compras e saques, como Santander e (talvez) HSBC, que são bancos internacionais com forte presença também no Brasil.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Alguém já conseguiu abrir uma conta de serviços essenciais no Santander e no HSBC?
No site do Santander fala que eles fazerm a abertura de conta de serviços essenciais mas no site do HSBC eles não falam na possibilidade.
Pelo jeito o negócio é abrir uma conta universitária no HSBC e uma essencial no Santander..
Abraços.
Olá Gouvea,
A informação que eu possuo é que o banco não é obrigado a aceitar a abertura de uma conta de serviços essenciais, contudo é obrigado a transferir o seu pacote de serviços essenciais (ou cancelar o seu pacote de serviços, o que, na prática, já o coloca automaticamente no essenciais).
Isto é, tente abrir uma essencial nas duas… caso não consiga, basta abrir uma universitária e cancelar o pacote de serviços (isto só pode ser feito na agência).
Até !
Acabei de ligar no atendimento do BB e fui informado que o BB não cobra tarifa por saque no exterior, apenas incidiria o IOF de 0,38%. A cotação do dólar no BB hoje para saque no exterior seria de R$ 1,88 (3 centavos acima do dólar comercial fechado na sexta).
Além disso, o atendente me informou que para compras no cartão de crédito não existe cobrança daquela taxa de 2,5% informada no artigo. Incidiria apenas o IOF de 6,38% e a cotação do dólar seria igualmente de R$ 1,88 hoje.
Luiz
Liguei hoje no 0800 do BB, e a informação recebida foi diferente da sua.
Para saques, a tarifa é de R$12,00 (tanto no débito como no crédito) e além do IOF (0,38% no débito) também incide uma tal taxa de conversão de 1% do valor da transação. Quanto à cotação, é um mistério: a atendente me informou que hoje (11/01) está em R$1,84 (não é o comercial, nem turismo e nem PTAX – o detalhe é que não conseguimos encontrar onde consultar essa cotação, que aparece apenas no sistema da atendente)
Recentemente fiz uma compra no exterior na função débito (no comprovante de pagamento do cartão apareceu como compra a débito), mas como não vi o lançamento na minha conta corrente, liguei e descobri que foi lançada como compra a crédito e a atendente me informou que isso deve ter acontecido porque o estabelecimento não tem autorização para a função débito (?). Mais um mistério do BB!
Se alguém tiver alguma experiência boa, por favor me avise.
Em tempo: gostei muito do tópico!
Andre,
Se você der uma lida pelos comentários, vai ver que já há postagens sobre o assunto relativo a outros bancos, mas que devem servir para o BB. A diferença entre os bancos se dá quanto a tarifas, cotação do dólar e etc., mas os serviços acabam sendo similares.
Isso porque quando a gente sai do país, vamos adotar as redes Plus (Visa) e Cirrus (Master). Para sacar, basta buscar quase qualquer caixa eletrônico.
Quanto às tarifas vai ver, também, que não existe nenhuma informação correta sobre o assunto. Os atendentes não sabem, os gerentes não sabem, os diretores e superintendentes também não. Pela minha experiência isso se deve ao fato de que as transações são feitas pela Visa e pelo Master. O banco é apenas um intermediário. Além disso, o volume de pessoas que usa isso corretamente não deve ser relevante para as estatísticas…
Assim, ele cobra algumas tarifas realmente. O IOF de 0,38% ocorre em qualquer transação internacional. Os 6,38% são cobrados em operações com cartão de crédito, inclusive no saque na função crédito, por previsão expressa no decreto que regulamentou isso. Esses R$ 12,00 são lenda e podem ser comprovados por quem usou. Uma dica é tentar uma vez, olhar o extrato do cartão e ver se foi cobrado. Se sim, pare de usar. Se não use que não será. Acredite: você não terá essa resposta do seu banco.
Quanto à função débito é outra coisa maluca. Eu já usei muito nos EUA, as máquinas de lojas de lá eram habilitadas para isso. Só que saí do Brasil com a informação de não seria possível fazer isso (do 0800, da gerente e do twitter) e descobri, por acaso, quando digitei a senha numa compra e olhei o extrato da conta e vi o débito. Assim, se você for aos EUA e eles pedirem o PIN code (senha) é porque será débito. Operação de crédito é apenas assinada.
Já quando estive no Caribe, por exemplo, tentei usar a função débito nas máquinas de lá e não rolou. O atendendente selecionava debit na máquina, mas não pedia senha nenhuma e ia prá fatura do cartão de crédito.
Não sei qual é a disponibilidade dos amigos quanto a acessar o home banking e a fatura do cartão no exterior, mas é a única possibilidade real para saber o que está acontecendo. Ou então usar dinheiro vivo, o que é bom, mas não muito seguro.
Sucesso a todos.
Quanto ao uso da função débito, eu usei meu cartão BB apenas débito e funcionou sem problemas.
Porém, quando utilizava o cartão múltiplo do Itaú, todas as minhas compras foram parar no crédito. E como o comprovante era bem claro dizendo que a transação tinha sido registrada no débito, fui no gerente e exigi a correção.
Como eu sabia que seria uma missão impossível, aceitei o estorno no IOF, que foi feito.
Isso ocorreu tanto nos EUA quanto no México. Não podemos é aceitar prejuízos por causa de problemas bancários.
Leandro,
Passei agora à tarde no banco e falei pessoalmente com a gerente da minha conta do BB, Eis as informações:
-Tarifa para retirada no exterior (saque) tanto na função débito como crédito: R$ 12,00,
-Tarifa para retirada no exterior com Visa Travel Money: U$ 2.50,
-Tarifa de manutenção da conta VTM (quando inativa por mais de 18 meses e cobrada a cada 6 meses): U$ 3.00,
-Taxa de conversão: 1% do valor da operação (cobrado apenas quando a operação for em moeda diferente do dólar americano),
-Cotação do dólar: continua um mistério – Ao passar no banco a gerente consultou no sistema e estava R$ 1,87 (fechamento do PTAX R$ 1,805) e ela também não soube me dizer que cotação é essa e nem onde consultar diariamente!
-Quando o estabelecimento não está cadastrado para uso na função débito, realmente a transação passa para a conta do cartão de crédito.
Essa taxa de conversão antigamente era de 2,5% da transação, mudou recentemente, e realmente para transações em dólar americano ela não existe mais (tanto no débito como no crédito). O que a gerente me disse é que as transações internacionais a crédito diminuíram muito em função do maldito IOF, e por isso o BB eliminou a taxa.
Minha experiência pessoal: a primeira vez que viajei para os EUA em 1997 levei o então recém lançado mundialmente Visa Electron e tive algumas dificuldades, pois poucos lojistas o aceitavam, mas nem por isso tive grandes problemas: consegui fazer minhas compras, sacar dinheiro em terminais Plus e tudo o mais. Acredito sinceramente que nos dias de hoje não haja problemas para se usar a função débito. O detalhe é esse que o Igor comentou, os cartões de função múltipla podem dar esse problema, e a saída deve ser brigar pelo estorno do IOF e torcer para que a cotação esteja menor no dia do vencimento da fatura.
A minha estratégia para a próxima viagem será usar o cartão do meu filho que é só de débito, pois não tenho tempo útil para solicitar um da minha conta, e ir transferindo o dinheiro para a conta dele conforme a necessidade. Uma solução para aqueles que têm tempo para isso, é solicitar ao gerente um cartão que seja apenas de débito e habilitar para uso internacional.
Olá Gouvea, a dica do Renato C pode ser valiosa, pois foi um caso que aconteceu comigo recentemente: tinha uma conta com tarifa mensal, e solicitei a migração para o pacote de serviços essenciais. Tudo foi feito com bastante tranquilidade.
Luiz, essa informação de não cobrança de tarifa por saque no exterior não procede. Vide: http://www.bb.com.br/docs/pub/trf/tarifasPF.pdf página 1. O que talvez tenha sido suprimido seja a taxa de 2,5%, pois fiz uma rápida pesquisa nessa nova tabela de tarifas do BB e não achei a tarifa correspondente. Se for isso mesmo, lá vou eu atualizar o artigo mais uma vez….rsrs
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Pois é, o atendente me disse que não havia mais essa taxa de 2,5% para compras no crédito ou saques diretamente da conta. Mas já viu como é né… ninguém nunca sabe de nada.
Com relação à tarifa de saque, o mesmo atendente disse que é cobrado apenas para os saques do cartão e não existiria tarifa para saques diretamente da conta. E eu fiz questão de perguntar de novo pra deixar bem claro!
Agora uma coisa que está me deixando encucado é isso:
Como vou viajar em fevereiro, andei comprando alguns ingressos e passagens diretamente dos EUA pela internet e na fatura passada veio tudo direitinho, com o IOF e a definição da taxa de conversão. No entanto, na fatura deste mês veio a seguinte cobrança: AJUSTE A DEBITO VAR.CAMBIAL COMPRA EX – R$ 100,78!
Alguém sabe o que é isso? Que variação cambial é esta se o dólar abaixou da data da fatura até hoje?
Luiz,
Essas tarifas do BB passaram a vigorar dia 02/01/12:(http://www.bb.com.br/docs/pub/trf/tarifasPFAnt.pdf)no final da página 1 e aparecem na tabela como Utilização de canais de atendimento para retirada em espécie no Exterior (aparecerá no seu extrato como RETIRADA-exterior).
Quanto ao ajuste a débito o que acontece é o seguinte:
Quando o BB fecha sua fatura para imprimir e enviar a você, ela usa a cotação do dia, mas a taxa efetiva será a do dia do pagamento da mesma, e nesse caso o negócio é torcer para diminuir o valor do dólar, que assim você recebe o estorno do valor pago a mais. No caso dos seus ingressos e passagens, o que ocorreu foi justamente o contrário (no dia do pagamento da fatura a cotação estava maior que no dia do fechamento).
Não sei se outros bancos têm outra sistemática de conversão para as compras no exterior, parece-me que alguns fazem essa conversão no dia da compra, mas não sei se há o ajuste posterior.
Bom dia a todos,
Inicialmente gostaria de agradecer, todas informações acima são ótimas!!!!
Bom, vamos lá! Estou de malas prontas para minha primeira ida aos Estados Unidos, uma viagem a Orlando/FL para março/12.
Assim, eu tenho duas dúvidas:
- O que é mais vantajoso? Comprar na função débito (Cirrus, Itaú ou Santander) ou saque em moeda local nos ATM’s?
- Vou ficar 10 dias, quanto devo levar em papel moeda?
Henrique, ambas as opções – compras na função débito e saque em moeda local – apresentam, em tese, as mesmas vantagens de cotação mais próxima à do dólar comercial. No entanto, algumas lojas não permitem compras na função débito.
Quanto à quantia em papel moeda, é difícil dar uma regra geral, pois varia conforme suas necessidades de gastos com alimentação, transporte, passeios e compras. Como regra de bolso, um valor em torno de US$ 100 por dia seria o básico.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Boa Tarde a todos!
Inicialmente obrigado pelas informações acima! Estou tendo muitas dúvidas em relação aos bancos brasileiros, nenhum sabe me informar sobre dúvidas internacionais e eu basicamente não entendo muita coisa de banco rs! Além disso ninguém aqui entende sobre o cartão Payoneer da Mastercard, do banco americano Choice Bank.
Será que poderia me ajudar? É o seguinte, eu comecei a trabalhar no Brasil para uma empresa americana, e eles depositam o $ no meu cartão de débito Payoneer em USD. Posso retirar o $ em qualquer uma das ATM, porém eu não sei quais as taxas serão cobradas por cada banco e qual deles valeria mais a pena, se seria o BB, Bradesco, Santander, Itaú ou HSBC. Eu gostaria de sacar e pagar as MENORES taxas e ter uma boa cotação do dólar para o real no dia. Acredito que não tem como retirar o $ em dólar mesmo, né? E é possível retirar uns USD 2.000 no mesmo dia? Acredito que se eu retirar o maior valor possível de uma vez vale mais a pena, correto? Não tenho idéia de qual seria o limite em relação a isso de cada banco.
Se puderem me ajudar, vou agradecer muito! Já agradeço desde já!
Outra variável importante é, caso você utilize o cartão de crédito, “torcer” para que, na data de fechamento da fatura do cartão de crédito, o valor do dólar comercial não aumente, pois isso fará com que você pague mais caro do que tivesse pago com dinheiro sacado da conta corrente no exterior.
Sobre essa parte, a cotação que você vai pagar vai ser a do dia do pagamento da fatura, e não do fechamento, a diferença vai ser reajustada na próxima fatura, portanto, do dia que fechou até o dia do vencimento você pode pagar no dia que a cotação se apresentar mais baixa.
Bom, dei uma olhada meio por cima sobre o assunto, estou indo para o Canadá e estou buscando informações para comprar por lá.
Vou utilizar um cartão múltiplo emitido por uma cooperativa de credito, onde é administrada pelo SICOOB. É uma vantagem incrível você utiliza o cartão no debito e credito e é cambiado em dólar comercial, uma vantagem. E em relação a ser sempre vantajoso efetuar compras no debito eu discordo, pois dependendo o valor do bem comprado e o numero de parcelas pode ser vantajoso, por mais que seja pago 6,38% de IOF, porque a compra não seria avista. Fora que com outros bancos é utilizado normalmente dólar de turismo e mais o IOF de 6,38% no credito, acaba compensando por ser dólar comercial a utilização no credito sendo o cartão emitido pela SICOOB. Tem também o acumulo de milhas, que no meu caso o cartão dá 1,5 pontos por dólar. Tenho outro da Credicard que me da 2,0 pontos por dólar, mas eles utilizam um dólar estipulado por eles, sendo entre dólar comercial e turismo, sendo caro também.
Se eu não possuísse uma conta corrente e um cartão onde fosse cobrado o valor do cambio comercial eu optaria pelo cartão pré-pago (VISA TRAVEL MONEY), que o valor pago do IOF é de 0,38%, a desvantagem é que cobram dólar de turismo, mas ainda é mais vantajoso utilizar um cartão pré-pago com cambio em turismo do que utilizar os cartões do banco do Brasil, por exemplo, que alem de utilizar dólar de turismo utiliza altas taxas para saque e utilização na função de debito, fora que é cobrado 1% de taxa de conversão quando a moeda é diferente de dólar americano.
Você pode ter razão em quase tudo o que fala, mas parcelamento é uma invenção tipicamente brasileira. Esqueça isso no exterior. Lá eles vendem produtos, não dinheiro como aqui.
Boa viagem!
Muito esclarecedor o site e os posts, e dá pra ter uma ideia sobre as taxas cobradas pelos bancos. Contudo, as informações mencionadas aqui referem-se ao dolar. Como estarei passando um mês em Londres, precisarei de libras esterlinas, e no BB, por exemplo, só trabalham com dolar ou euro. Acho que pagaria muitas taxas se dependesse da conversão de euro para a libra. Assim sendo, seria mais vantajoso adquirir um VTM? Considerando o valor da libra, nem pensar em depender do cartão de crédito, pois está sempre subindo. Caso adquira um VTM, seria melhor adquirí-lo por casas de câmbio ou procurar por bancos brasileiros com essa opção. Vocês teriam dicas para me auxiliar?
Abraços
Outra dica para o uso da função débito e ou crédito. Alguns estabelecimentos já estão oferecendo a opção de pagar em reais, sim em reais, não importa a moeda de origem.
Principalmente em outlets e freeshops que possuem um grande número de turistas.
Já paguei em reais em outlets em Orlando e Miami.
Freeshops já pagos em reais, Nova York JFK, Frankfurt e Beijing. Em ambos tinha a opção de pagar débito e ou crédito, mas sempre optei pelo crédito por ter programa de milhagens atrelado ao cartão.
Cotação do dólar na conversão é a do estabelecimento, mas você faz uma conta prévia (cotação+IOF) e em todas valeu a pena, pois na maioria das vezes eles utilizavam um dólar próximo(inferior) ao turismo.
Como a compra é em real, não existe cobrança de IOF de forma separada na fatura. (Obviamente o estabelecimento embutiu a IOF na cotação de cambio deles.
Renato, você está dizendo que chegou no outlet em NY, e passou o cartão de crédito em reais? Ótimo, gostei muito da notícia! Mas me diga uma coisa, já chegou sua fatura, não foi cobrado iof de 6,38% por se tratar de uma compra no exterior?
Digo, mesmo já sendo em reais ainda é uma compra no exterior. Se você puder esclarecer.
Outro ponto, qual outlet em NY você conseguiu essa proeza? To indo pra lá mês que vem…
Obrigado!
Aconteceu comigo também em NY, alguns lugares me ofereciam a opção de pagar em reais. O problema é que se for no Itau, acontece o mesmo do paypal, reconversão pra dólar e real novamente.
No México em alguns lugares eu tinha opção de pagar em peso ou dólar.
Boa notícia, Igor e Renato! Mais uma opção para tentar fugir das altas cotações de dólar, normalmente cobradas nas faturas dos cartões, e já “travar” um valor certo para a compra, sem se preocupar com riscos da variação cambial futura!
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Prezados,
Recentemente viajei ao Peru, tendo previamente me abastecido de valiosas informações neste post. Graças a estas optei por abrir uma conta no Santander apenas com o intuito de sacar no exterior, a qual devo encerrar nos próximos tempos, já que terminou a viagem (faço de tudo para deixar na mão dos bancos e afins o mínimo possível, rsrsrs).
Como pequena retribuição, gostaria de deixar registrados os dados de meus saques no Peru: valor em moeda local ou em Dólar, quando for o caso, data, valor debitado de minha conta, banco dono do ATM usado (utilizei ATMs do BCP, do Scotiabank e um que tinha a marca “GlobalNet”, imagino que seja uma espécie de banco24horas) e a respectiva cotação da moeda sacada no dia segundo o BACEN.
Verão que a forma que escolhi para levar dinheiro para o exterior acabou sendo bastante vantajosa e que também em saques em moedas diferentes do Dólar o Santander é mais que excelente.
06/12 – saque de 700 soles + tarifa informada de 5,60 soles. BCP. Debitado da conta: R$ 471,05.
471,05/705,60 = 0,6675. Cotação de fechamento do Novo Sol no dia: 0,6642.
10/12 (sábado) – saque de 500 soles – sem informação de tarifa. ScotiaBank. Debitado da Conta: R$ 339,53.
339,53/500 = 0,67906. Cotação de fechamento do Novo Sol no dia útil seguinte (dia 12): 0,6753. No dia anterior (dia 09): 0,6743.
11/12 (domingo) – saque de 200 dólares + tarifa informada de US$ 3,50. GlobalNet. Debitado da conta: R$ 368,87.
368,87/203,50 = 1,8126. Cotação de fechamento do Dólar no dia útil seguinte (dia 12): 1,8219. No dia anterior (dia 09): 1,8123 compra e 1,8130 venda.
12/12: saque de 500 soles – sem informação de tarifa. ScotiaBank. Debitado da conta: R$ 340,57.
340,57/500 = 0,68114. Cotação de fechamento do Novo Sol no dia: 0,6753.
19/12: saque de 500 soles – sem informação de tarifa. ScotiaBank. Debitado da conta: R$ 348,62.
348,62/500 = 0,69724. Cotação de fechamento do Novo Sol no dia: 0,6930.
Assim, vê-se que obtive cotações impressionantemente próximas da comercial, mesmo havendo aí duas conversões (imagino que o sistema informatizado do Santander use a mesma sistemática dos cartões de crédito).
A título de comparação, num VTM que levei por precaução (não sabia se o cartão do Santander ia efetivamente funcionar) meus saques, antes de descontada a tarifa, resultaram em uma cotação de 0,76 (já considerada a cotação de carregamento, em Dólar).
Por fim, menciono que usei para os saques um cartão exclusivo de débito (não múltiplo).
Forte abraço.
ps. uma informação fora do assunto do tópico mas que pode ser útil para alguém: foi instalado recentemente um ATM em Copacabana, na Bolívia. Registro isso porque antes de viajar pesquisei sobre o tema e só encontrei sites afirmando a inexistência de ATMs na localidade. De todo modo, o jeito como levei dinheiro para essa cidade acabou sendo tão vantajoso quanto sacar no ATM (coisa que não fiz): levei Novos Soles e troquei em casa de câmbio, o que garantiu uma cotação exatamente igual à que obteria sacando no ATM rsrsrs.
Esqueci de inserir o custo do IOF (0,38%). Então acabou sendo ainda mais próxima da comercial a cotação…
De todo modo, embora seja (bem) levemente superior a cotação dos saques no ScotiaBank, parece que os ATMs deste banco efetivamente não cobram tarifa de saque. Assim, fica a dica para quem irá para nosso vizinho sul-americano: procure sacar nestes ATMs, que, por sinal, estão em cada esquina das principais cidades.
Olá pessoal, gostei muito desta matéria sobre cartões. Era disso que eu estava precisando saber. Atualmente moro em Tabatinga-AM, faz fronteira com a Colombia. Pela cidade Leticia, na Colombia, tem como viajar para o Caribe e outras partes do mundo mais barato de que no Brasil. Esse ano eu pretendo ir no Panamá, gostaria de saber quais os bancos que poderiam me dar mais vantagens de compra la fora. Aqui em Tabatinga só existem 3 bancos: BB, Bradesco e Caixa. Atualemnte tenho conta no BB.
Grato pelas colaboração e atenção de todos.
Pode até ser antiquado e fora de moda levar dinheiro vivo para viagens no exterior mas não é tão simples assim habilitar o cartão de débito para realizar saques no exterior. Estive agora mesmo falando com atendentes dos meus bancos e tive as seguintes informações:
Bradesco
taxa – 7,90
Sem cobrança de IOF
Cotação do dolar – flutuante
Limite de saque – 600 reais por dia
A conversão é feita na ordem – real, dolar e moeda local
Santander
taxa – 10,00
Cobrança de IOF – 0,38%
Limite de saque – 2000 reais por dia limitado a 10 transações por dia
Débito automático – é possível realizar este serviço e tem os mesmos limites do saque.
A conversão é feita na ordem – real, dolar e moeda local
Cara fui no BB e informaram que cobram 3% em cima do valor carregado + 55 pilas + iof de 0,38 para carga ou recarga hoje o euro lá tava a 2,3434. É isso mesmo? eu não sei mas não sinto segurança no que estes caras do Banco diz você faz perguntas e muitas vezes não sabem informar.
Hoje qual Banco fornece o VTM mais barato?
Pessoal fui em outro BB que opera com cambio manual olha a divergência:
Sobre o VTM 50 reais + iof 0,38 euro hoje 2,3636 , perguntei 3 vezes tem mais taxa, a resposta foi não para as 3 eu não entendo porque tanta divergência entre agencias central de atendimento.
Desta vez perguntei sobre em “espécie” falaram que cobram 70 reais + 3% de taxa em cima do valor adquirido não sei mais nada (3% será que o cara da outra agencia achou que isso cobra no VTM também ou a pessoa deste esta enganada), alguem conhece alguma agencia com profissionais que possam atender e informar as taxas com convicção. Sinceramente não acho que o BB tem capacidade de nos atender fora do pais, se aqui dentro ta dificil imagina no exterior.
Meu Deus!!!! Vou ficar maluca com tanta informação…… :s
Olha, eu vou viajar pra Austrália e ali permanecer pelo menos 1 ano. Só quero poder pagar as continhas lá –que não devem passar de AUS1000/mês (hopefully).
Hoje tenho conta no Itaú com uns R$42000 e não tenho cartão de crédito. Qual seria a melhor opção –fazer esse cartão Santander Free pra pagar las cuentitas lá e usar o débito internacional pra pagar a fatura do crédito? Aquilo que você disse sobre o Itaú não ter boa tarifa para saque no exterior não se aplica a pagamento de contas, né????
Please please!!!! Preciso de um conselho de quem manja… Não entendo de todos esses lances aí… Estou o dia todo lendo a respeito pra não bater muito a cabeça qd chegar lá…
resumindo quero saber qual o melhor banco pra se ter um cartao de debito, para saques internacionais? Pois estou tirando o do Banco do Brasil… E quero saber as vantagens e as desvantagens!!! aguardo
Vanessa,
Todas essas informações estão aqui nos comentários e no corpo do texto. O blog é colaborativo, assim o trabalho que alguém teria para compilar essas informações será o mesmo que você terá para lê-los…
Dê uma olhada que você poderá tirar suas próprias conclusões. Até porque não há uma resposta definitiva e cada banco tem seus prós e contras.
Esse post é muito rico.
Sds.
Tenho a compartilhar algumas informações.
A tarifa por saque no exterior no cartão de débito em conta corrente no Banco do Brasil é de R$12,00 acrescido de 0,38% do IOF mais 1% sobre o total da transação a título de conversão da moeda. Esse 1% é valido apenas para moedas que não o dolar e o euro.
O câmbio é o flutuante (mistério) a atendente me informou que quem fornece o câmbio ao banco é a bandeira do cartão, no meu caso VISA.
Consegui um link da visa que faz a conversão e dá a seguinte informação:” Use o conversor de moeda abaixo para ter uma indicação da taxa que você pode receber quando utilizar o seu cartão Visa.” não sei se é a taxa que vc realmente vai receber, porém fiz uma comparação com a tpax do BACEN de ontem 01/02/2010. a pTax ontem foi fixada em 1,737 o site informa 1,739, se realmente for isso é uma benção. Fica a pergunta será que podemos confiar? Segue o link da VISA: http://corporate.visa.com/pd/consumer_services/consumer_ex_rates.jsp?src=ex_rez
Cadu, se for isto mesmo, por favor informe à gente, pois irei viajar em abril, e se o valor do dólar for este mesmo, irei solicitar um cartão Visa o mais urgente possível!
Abraços
Guilherme, aguardei o pessoal do blog responder. Entrei em contato novamente com o BB, agora na central de atendimento do ourocard platinum. Dei sorte, já que fui transferido a um supervisor. Foi super solicito e até brincou dizendo que quem ia para o exterior era ele, em fevereiro. Bem a informação foi a seguinte: esse dólar, que eu informei acima é base de cálculo para o cartão de crédito, ou seja, para operações no cartão de crédito a taxa de câmbio é da bandeira do cartão. Já para as operações de débito na conta corrente ele me informou que o câmbio é flutuante (mistério) e quem distribui a taxa do dia é o BACEN. Não sei se é verdade. Mas, acredito que sacar no ATM é sempre uma boa opção. Faça as contas com diversas taxas e aplique as tarifas do seu banco. Espero ter ajudado.
Olá,
Adorei as dicas. Tenho uma dúvida, estou indo para o Chile, vou fazer a travessia dos Andes de bike, estou comprando uma bicicleta em Santiago, eles vão me entregar no aeroporto, valor: 1.600 dolares, pagarei na no momento da entrega. Qual a melhor opção, débito ou crédito? Desde já agradeço.
Abs.
Lembrando que no Santander o saque no cartão de crédito no exterior não paga juros, apenas paga-se a tarifa de saque. Ou seja, no Santander não vale a pena pagar no débito, já que no crédito vc acumula pontos. Saquei na Argentina e além de não cobrar juros o IOF não foi de 6,38%, foi 0,38% ou 2,38% (não me lembro bem). O único risco que vc corre é se o dólar subir, mas ele também pode cair e sair mais barato a operação. Segue o link:
http://www.santander.com.br/portal/wps/script/templates/GCMRequest.do?page=8281&entryID=8067
Diogo boa noite. Pelo que fui informado pelo atendimento do Santander, esta informação não procede já que o IOF por lei é de 6,38% e não depende da vontade do banco. Mas como cliente Santander torço para que esteja correta, pois saque na função crédito sempre havia sido a minha preferência. Se mais alguem sacou recentemente no exterior na função crédito pelo Santander favor relatar sua experiência. Grato
Só estou relatando o que aconteceu comigo. Saquei 1.000,00 pesos na Argentina três vezes, sendo que é cobrato 16,84 pesos de tarifa. Ou seja, no total deu 735 dólares, o que equevalia na época (setembro/11) a 1.385,36 reais. E na fatura só cobrou R$ 4,01 de IOF, sendo que eu gastei R$ 73,81. Dessa forma, o IOF foi zero para os saques, cobraram apenas para as compras. Talvez a conversão que administradora do cartão utilize seja mais próxima do comercial e com o IOF empate com a cotação do banco disponível na fatura.
Galera, eu estou indo morar na Alemanha e vou precisar movimentar dinheiro da minha conta bancária do Banco do Brasil para uma conta alemã que eu abrir lá.
Eu pensei nessa forma de pegar dinheiro vivo no caixa eletrônico no cartão de débito da minha conta corrente do Banco do Brasil e ir lá depositar o dinheiro na conta alemã, até pra que eu possa movimentar o dinheiro lá como eu quiser. Me informei umas 10x por telefone e cada pessoa fala uma coisa sobre a cotação da moeda. É impossível obter uma resposta confiável do Banco do Brasil, eu acho isso um absurdo. A pessoa fica sem poder a quem recorrer, quase todo tipo de informação no Banco do Brasil relacionado ao exterior é incerto, incrível.
O que me foi falado foi o seguinte. O meu cartão é Ourocard, VISA plus, lá posso retirar o dinheiro por débito e será cobrado uma taxa de 12 reais por retirada. O limite da retirada fica condicionada ao limite da sua conta (corrente ou poupança). Normalmente as contas normais tem limite de retirada de 1.000,00 reais por dia por motivos de segurança. Não chegaram a falar sobre o IOF de 0,38%, mas é provável que cobrem sim.
Tem um amigo que mora na Alemanha há 3 anos e ele me deu a dica do Banco do Brasil e me falou a mesma coisa, que cobram 4 euros por retirada, porém acredito que ele esteja referindo o valor de 12 reais. Só que ele não fala se é cobrado outra taxa além dessa, que inclusive perguntei, mas ele mesmo não sabe dizer. Mesmo se cobrar e for somente 0,38% de IOF, pra mim está mais que bom.
Só pra esclarecer. Fiz milhões de pergunta ao Banco do Brasil e cada atendente falou uma coisa diferente.
Seguinte, hoje depositei na conta de um amigo uma grana e pedi pra ele sacar pra mim.
Ele tem o Ourocard Internacional, conta poupança e o cartão é de débito. Foi no caixa eletrônico sacou 1600 Euros e não saiu, falou do limite. Então sacou 500 euros e foi cobrado na conta do Banco do Brasil de imediato 1201,22 reais. Hoje o Euro está 2,28 arredondado, Euro de VENDA.
Fazendo as contas:
1201,22 / 500 euros = cotação do euro utilizado sem considerar as taxas embutidas => 2,402
Mesmo que tirasse 12,00 de taxa única + IOF 0,38% + 1%, não daria 1201,22 reais pra retirar 500 euros.
Bom já perdi a paciência e não sei mais a quem recorrer.
Mateus tu tem que ver realmente se o banco usou 2,28 pois pode variar no dia e então deve calcular com todas as taxas que o Banco do Brasil cobra, isto deveria vir descriminado eu já me cansei de tentar obter uma resposta correta nestas centrais de atendimento. Deveriamos indicar para algum canal de comunicação tentar obter estas informações fazendo um reportagem só assim algo poderia mudar é uma absurdo não deixar claro como funciona estas taxas!
Olá, estou indo para Lima PE e preciso saber se lá eu consigo sacar com um cartão do Bank of America. Aqui no Brasil eu saco em Real nos caixas 24horas, acredito que seria melhor eu usar esse cartão para sacar lá, assim pagaria apenas a taxa de conversão da moeda local (já que a conta é em dolar) do que sacar em Real aqui (pagar taxas) e depois trocar por dolar novamente.
Não sei porque falam tão bem do Santander. Sou correntista do Santander e acabo de passar três horas no telefone tentando descobrir as taxas de conversão, para cair aqui e ver que ninguém também consegue.
resumo da ópera: Santander está cobrando Dolar turismo no crédito E NO DÉBITO TAMBÉM. Acabei de usar o cartao de crédito em viagem nos EUA e meu dólar depois do IOF acabou morrendo em 1.88!!! a cotação do dia do fechamento, 10 de fevereiro 2012 foi de 1,77. ou seja, não está barato.
Estou indo para a Noruega agora e não consegui uma viva alma que me informasse a taxa de conversão de coroas norueguesas (moeda local) para dólar. é um mistério! incrível. E para meu desprazer, o telefone do câmbio, que teoricamente teria as respostas, não atende sábado.
Tentei comprar VTM mas o maldito banco não comercializa. Por incrível que pareça, embora extremamente desrecomendado por todo mundo, comprei 1500 USD de traveller cheques, não me cobraram 50,00 e a cotação era melhor que o de compra de dinheiro em espécie. paguei 1.78 quando se fosse comprar nota seria 1.81. mais uma vez, dólar turismo. Dólar comercial tá virando enterro de anão.
Já saquei dinheiro no exterior e me lasquei. estava na austrália, saquei dinheiro e tive o desprazer de ver a conversao AUD pra USD, depois USD pra BRL, mais o IOF. Já comprei coisa em Real lá fora pra me lascar também, pois fazem BRL -> USD -> BRL e todo mundo sabe que em cada transação de moeda, o consumidor sai perdendo… cachorro que leva mordida de cobra tem medo de linguiça. quando passei no ultimo free shop, no brasil, nem arrisquei pagar em real. paguei em dolar mesmo pra não arriscar. era pros outros mesmo a encomenda…
resumo da ópera:
banco santander:
saque no crédito: IOF 6,38 + dolar turismo + taxa -> fuja!
saque na conta corrente em moeda local:
conversão moeda local MANDRAKE – NINGUÉM SABE INFORMAR pra dólar + dólar turismo + IOF 0,38%
compra em moeda local diferente de dolar no cartão de crédito
conversão moeda local MANDRAKE – NINGUÉM SABE INFORMAR pra dólar + 3,3% + IOF 6,38% + dólar turismo USD -> BRL. alguém tem algúma dúvida que não vale a pena?? isso que é cartão platinum… ou seja, botam pra reiar em todo mundo seja conta mínima ou van gogh (grande bosta)
Banco do Brasil (minha esposa)
saque conta corrente: IOF 0,38% + dolar misterioso flutuante + taxa. o cartão de crédito teoricamente saberia informar a taxa, mas na prática também não sabem.
Saque conta corrente em moeda local (diferente de dolar):
conversão MANDRAKE moeda local -> USD x 1% + IOF 0,38% + taxa.
saque cartão de crédito: não nos informamos.
a vantagem do BB até agora é que eles atendem mais rápido. minha esposa só precisou de meia hora pra descobrir que ninguem sabe informar P. nenhuma. enquanto eu fico rodando feito uma quenga veia
vou trocar meus travellers e rezar pra ser suficiente e não ter que sacar dinheiro. quando sacar vou monitorar quanto que foi a cotação e informo aqui. até agora, pelas informações passadas, DEPOIS DE MUITA ESPERA, são muito desfavoráveis. O Banco Real até que era bom, mas o Santander é um lixo. um lixo de banco. não recomendo a ninguém essa m. nem pra correntista van goch. é um lixo de banco. não abram conta nele.
Edmo,
Compreendo sua indignação: de fato a ignorância reinante entre as pessoas destacadas para atender ao público é algo inacreditável, e diariamente todos sofremos com esse tipo de coisa. Chego a pensar que se um dia uma empresa oferecer um atendimento de massa decente vai comprar o país inteiro…
Mas, quanto ao saque no exterior, acho que vc pode ter esperanças.
Se fores ler atentamente o artigo e também os comentários verás que não há obscuridade sobre a taxa de conversão usada pelo santander nos saques de conta corrente; várias pessoas (inclusive o autor do artigo) constataram que referida taxa de conversão da moeda é equivalente à do dólar comercial (aqui, é conveniente lembrar que o conceito de “dólar turismo” é inapropriado, pois passa a idéia de um valor prefixado, igual em todos os lugares).
Vc afirma que também nessa hipótese (saque da conta corrente) é utilizada uma taxa de conversão bem superior à do dólar comercial, mas, na sequência, informa que sacou do cartão de crédito no exterior e foi cobrado um ágio de mais de R$ 0,10 por dólar, sem mencionar experiências com saque da conta corrente. Note que são situações absolutamente diversas, não podendo ser traçado paralelo entre elas.
Diante da ausência de relato de saque da conta corrente, presumo que a fonte dessa informação (a princípio, equivocada) de que há ágio elevado tenha sido o atendimento do santander; bem, vc sabe mto bem que não dá pra confiar neste.
Então, sou levado a concluir que todas as experiências e todos os dados relatados desde a publicação deste post sobre o uso de uma taxa de conversão favorável ao consumidor no santander ainda permanecem válidos, e sugerir a você que se aproveite dessa ferramenta na sua viagem à Noruega.
Por fim, quanto ao saque em moeda que não o dólar, não posso afirmar com certeza como funcionará com as Coroas, mas recentemente publiquei um comentário (longo até) sobre saques que fiz em Nuevos Soles. Se o examinares, verás que a taxa de conversão foi vantajosa para mim; já que também é uma moeda diversa do dólar, imagino que possivelmente o santander adotará o mesmo procedimento.
De fato não dá para confiar nas informações fornecidas nos call centers e nem mesmo diretamente nas agências pois são conflitantes, ficamos dependentes das experiências individuais. O ideal seria o Santander e outros bancos também, se manifestarem neste espaço ou pelo menos colocarem a informação nos seus respectivos sites e assim nos dar o direito de escolha. O Banco Central também deveria se manisfestar e explicar qual é a regra do jogo para não ficar essa má impressão de terra de ninguém.
Gente!!!! no site do BB tem a tabela de tarifas…teve mudanças a partir de 16-02-2012.
http://www.bb.com.br/docs/pub/trf/tarifasPF.pdf
Ainda não tive saco pra ler mas tem todas as informações sobre as tarifas cobradas inclusive de saques no exterior.
Quanto a opção de debito em reais nos EUA… aconteceu comigo.. na Century 21 de NY. No recibo de pagamento veio informando o valor em reais que foi debitado na conta corrente.
Olá pessoal, eu vou fazer minha primeira viajem para usa, minha dúvida, e se preciso desbloquear ou avisar previamente o banco que estou indo viajar ou simplesmente posso chegar lá e usar meus cartoes de credito(BB, Itaú,bradesco , hsbc,santander) normalmente.. Grato
Fernando é extremamente recomendável avisar ao seu banco. Não é porque já esteja bloqueado mas porque pode ser bloqueado. Recomendo anotar o protocolo de atendimento.
Isso depende do cartão e do banco e normalmente pode ser feito pela internet.
Itau precisa desbloquear tanto débito quanto crédito. BB e Santander apenas crédito. No HSBC, pelo menos o débito não é necessário desbloquear, já o crédito não sei.
Estando nos EUA, em 26.02.2012 usei o cartão Visa BB para sacar da conta corrente USD 200. No extrato da conta corrente apareceu o débito de R$ 370.83. Esse valor que é cobrado na conta corrente por conta da retirada já inclui o IOF e a tarifa de R$ 12. Logo, a taxa final de conversão ficou em 370.83 / 200 = 1.85415. Antes da aplicação das taxas fixas de saque pelo BB (R$ 12) e pelo banco nos EUA (USD 5), a taxa de conversão seria de (370.83 – 12) / (200 + 5) = 1.75039, que já inclui o IOF de 0.38%.
No mesmo dia usei o cartão de crédito para um pagamento, e pelo valor em reais informado por SMS, a taxa de conversão foi de 1 USD = 1.7097. Aplicando o IOF de 6.038%, que é cobrado na fatura do cartão, a taxa de conversão ficará em 1.8188. Logo, mais barata do que a taxa cobrada para a retirada de USD 200 em dinheiro.
Porém, considerando que as tarifas para retirada em dinheiro são fixas, a taxa de conversão final vai depender do valor da retirada. Quanto maior o valor da retirada, menor o seu impacto. Para compensar fazer retirada em dinheiro ao invés de usar o cartão de crédito para pagamento, o valor mínimo da retirada teria que ser de USD 308.
A outra opção seria utilizar o cartão de débito para pagar as contas. Seria a cotação de 1,75 com 0,38% de IOF e nao pagaria as tarifas de saque.
Alguém já usou o cartão de crédito da conta digital do Itaú ou o cartão Santander Free no exterior?