[Guest post surpreendente] Confissões de um gerente de banco…

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Na caixa de comentários do artigo Gerentes de bancos não são seus amigos, recebemos, de um leitor que trabalha em um banco, um comentário tão rico em detalhes a respeito do que costuma ocorrer no ambiente interno das instituições bancárias, que resolvemos transformar esse comentário em post, não só para ampliar as discussões a respeito do tema, mas também para que os nossos leitores – ou seja, você – tomem as devidas precauções quando se relacionarem com as instituições financeiras.

Transcrevo abaixo a íntegra do depoimento, onde destaquei alguns aspectos que me chamaram mais a atenção. Acrescentei algumas notas particulares, que enriquecem o texto e ampliam a visão do leitor para os temas muito bem abordados pelo leitor Carlos, a quem agradeço o envio do excelente depoimento, que contribuirá, sem dúvida, para a formação e educação financeira de nossos leitores.

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Realmente isso é verdade. Trabalho em um banco e, logo que entrei, comecei a descobrir vários coisas que me deixaram chateados. Depois, você acaba meio que “se acostumando”.

1) Você trabalha para o banco e não para o cliente. Você vai ser cobrado diariamente por metas de vendas de produtos e captação de investimentos. E essas metas sobem a cada mês. Por exemplo: sua meta para capitalização é de R$ 2 mil, e para previdência é de R$ 5 mil, com 22 dias úteis. No final da semana seu chefe vai te perguntar quanto vendeu ou captou (ou checar diretamente no sistema), e dizer quanto ainda falta, a importância das metas, e assim por diante. Se você estiver ruim nas vendas, ainda vai levar uma bronca. Se você não atingir suas metas no mês anterior, ainda vai ter que cumpri-las junto com as metas do mês seguinte.

2) Como você tem metas para bater, assim como sua agência, você não vai oferecer para o cliente o que é melhor para ele, mas o que é melhor para ele dentro das suas metas. Por exemplo: o cliente chega para investir R$ 5 mil e pretende deixá-lo aplicado por 3 anos, logo, o melhor para ele seria investimentos no Tesouro Direto ou numa caderneta de poupança. Mas nenhum desses dois produtos fazem parte das metas. Tesouro Direto então, nem pensar, já que é um produto que concorre diretamente com os fundos do seu banco (ou de qualquer banco, por isso, todos os gerentes “odeiam” o Tesouro Direto, e tentam te convencer a aplicar em outra coisa). Como ele não tem conhecimento de aplicações ou do mercado financeiro (são poucos os que realmente têm) e nenhum dos dois produtos faz parte da sua meta, se você vendê-los ainda vai receber uma bronca do seu chefe por “ter perdido a oportunidade de fazer negócios”. Usando as metas do item 1, logo você vai “empurrar” para ele a capitalização ou a previdência, de acordo com o que falta para cumprir as suas metas (por exemplo, uns mil reais em títulos de capitalização e uns R$ 4 mil em previdência privada).

Nota: se você ainda tem dúvidas sobre a baixa rentabilidade dos fundos de renda fixa do seu banco em relação ao Tesouro Direto, que é um ótimo investimento em renda fixa, leia então esses dois artigos:

- A matemática não mente: Tesouro Direto está dando um banho nos fundos dos bancos de varejo. Desde que…

- A matemática não mente – Parte 2! Tesouro Direto está dando um banho nos fundos de renda fixa dos bancos de varejo.

3) “Todo um funcionário de banco é um vendedor”. Foi a primeira coisa que ouvi ao ser contratado. “Ou você vende ou você está demitido”, foi o que ouvi dos colegas mais antigos. E é assim mesmo. Com isso você vê alguns absurdos, como uma de uma senhora, que havido juntado um suado dinheirinho e queria aplicar no melhor investimento e acabou, por sugestão do gerente, aplicando tudo em capitalização (aquele tipo que nenhum funcionário conseguia vender e que a meta era altíssima) ou de uma senhora com 90 anos, que recebeu uma indenização e era isenta de imposto de renda, e aplicou o dinheiro em PGBL. Muitas vezes os pessoal esconde as desvantagem dos produtos, concentrando-se somente nas suas vantagens.

Nota: é por isso que você deve investir em sua educação financeira. Existe um conflito de interesses latente que pode se manifestar da pior forma na relação entre você e seu gerente de banco. A respeito, aliás, dos famigerados títulos de capitalização, há uma história muito boa contada aqui no blog nesse artigo: Títulos de capitalização: a triste experiência de uma blogueira e jornalista (Cora Rónai).

4) Todo o serviço que você faz no banco (abertura e encerramento de contas, resolver problemas para os clientes etc.) que consome cerca de 80% do seu tempo, é sua obrigação, mas não entra na meta. Entram, nas metas a serem cumpridas, as vendas dos produtos do banco (capitalização, previdência privada, seguros, cheque especial, empréstimos, cartão de crédito etc.), principalmente aqueles produtos que ninguém precisa. E o tempo todo é ameaça de demissão. Com o tempo, você acaba optando pelo seu valores morais ou pelo seu emprego. O assédio moral é altíssimo.

Nota: num excelente artigo intitulado Qual é o verdadeiro papel do gerente bancário, publicado no portal Dinheirama, o nosso amigo Conrado Navarro traz números que, infelizmente, confirmam essa afirmação do Carlos: “66% dos bancários afirmam sofrer assédio moral. As principais queixas? Cobrança abusiva, humilhação e falta de reconhecimento“.

5) O bancos lucram mais a cada ano. No 1º semestre de 2011 comparado com 1º de 2010, houve um aumento de 21% no lucro líquido dos bancos, mas, em contrapartida, houve um enxugamento do quadro de funcionários (demitindo e não recontratando). E ainda dão aumento irrisórios (0,4% de aumento real acima da inflação proposto para 2011). Eles lucram mais porque as metas aumentam mensalmente. Se você não conseguiu cumprir a meta de 100, imagina a de 120 do mês que vem. Portanto, meus amigos, você, enquanto empregado do banco, vai empurrar tudo que puder para o primeiro cliente “otário” que sentar na sua frente. Não porque você gosta, porque é mau ou qualquer coisa do gênero, mas porque esse é o seu trabalho. Sempre que um gerente de banco lhe indicar um produto, pense várias vezes antes, pesquise e verifique tudo antes de assinar o contrato, porque depois que assinou você está preso nele. Isso não ocorre só com os bancos, mas também com corretores (de seguros, de imóveis etc.), vendedores de loja em geral, e assim por diante.

6) Ouvidoria só funciona em parte. O que eles fazem é anotar a reclamação e encaminhar para o gerente do cliente responder (às vezes, o mesmo que fez a m….). A agência como um todo é pontuada negativamente e não apenas o gerente (a menos que a pessoa faça uma reclamação pessoal de determinado funcionário). Se o que aconteceu está precedido pelo regimento interno do banco, então o gerente está amparado e pode justificar sua posição. Se não está, seus colegas caem em cima e ele tem reparar o erro e até se justificar perante seu chefe, ou até mesmo perante o superintendente se for uma coisa grave, por exemplo. Muitas vezes vem uma ordem de cima, mas essa ordem não está nas normas. Se você desobedece a ordem recebida é punido (podendo até ser “remanejado” dependendo do caso); se você a faz cumprir e alguém reclama, principalmente no BACEN, tudo mundo tira o corpo fora, e você também é punido.

E, para finalizar, tem um monte de cliente tentando te passar para trás, conseguir vantagens que não podem, ou fazer procedimentos contrários as normas. E quando você não faz, ainda fazem escândalo, xingam todo mundo e ligam para ouvidoria reclamando. E esses mesmos clientes ainda têm a “cara de pau” de, antes de irem embora, virarem para você, e dizerem que o “cliente tem sempre razão”.

31 Responses to [Guest post surpreendente] Confissões de um gerente de banco…

  1. Leo 5 de outubro de 2011 at 9:09 #

    Guilherme, tocando neste assunto de títulos de capitalização, achei importantes esclarecer um fato que me estarreceu. Sabe aquelas caixinhas que ficam perto dos caixas do McDonald´s e outros lojas do tipo, que teoricamente seriam doações para instituições de caridade? Pois é, quando você deposita seu troco ali, na verdade você está comprando um título de capitalização e cedendo o direito ao sorteio para a instituição.

    Até aí nada demais, certo?

    Errado. De tudo o que deposita, 90% vão para a empresa de capitalização, a título de “Carregamento”. Ou seja, de cada R$ 10,00 que você doa, R$ 9,00 vão para a empresa e só R$ 1,00 para a instutição de caridade.

    Achei isto vergonhoso!

  2. Flavio 5 de outubro de 2011 at 9:57 #

    Eu só ligo pro meu gerente para duas coisas: pedir talão de cheques e desejar feliz Natal.

  3. Flavio 5 de outubro de 2011 at 9:59 #

    Aliás, isso me lembrou um caso: o gerente do banco convenceu a avó de uma amiga minha, de mais de 80 anos, a abrir um PGBL. Por sorte a família percebeu e conseguiram cancelar a operação a tempo.

  4. Jeferson da Luz 5 de outubro de 2011 at 11:33 #

    Desconfiei desde o princípio

  5. Bancario 5 de outubro de 2011 at 13:47 #

    Trabalho em um grande banco(aquele feito pra você) e concordo em gênero e numero com o que o colega acima descreveu , a vida dentro de uma a agencia é isso mesmo , vender para os “otários” que sentam na nossa frente , pior se você for caixa , repassar apenas as partes “boas” de um produto simplesmente esquecendo da parte “ruim” .Sempre com alguém por trás te cobrando ou dizendo no final do mês que se no próximo mês você não chegar na meta , algo terá que acontecer . Exemplo meta de uma Janeiro é 2000,00 em capitalização , em Fevereiro sobe pra 3000,00 e quando se chega em Junho já esta em 7000,00 . Cansei de ver funcionário disponibilizando empréstimos para aposentados ou pensionista e “orientando” o mesmo a “guardar” o dinheiro em uma poupança . Ou casos de cliente que “aplica” em capitalização e nesse meio de tempo tem a necessidade de resgatar e resgata pouco mais da metade do valor “investido”(em torno de 65%).
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    —— Com o tempo, você acaba optando pelo seu valores morais ou pelo seu emprego. ——-
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  6. Juliano 5 de outubro de 2011 at 14:03 #

    todos odeiam os gerentes, enquanto deveriam odiar o sistema capitalista

    o objetivo dos bancos é justamente fazer com que a fama de aproveitadores recaia sobre os funcionários, preservando a própria imagem

  7. Wagner 5 de outubro de 2011 at 14:13 #

    Trabalho na Caixa, e realmente é assim. Na caixa é menos pior, por que não é tão fácil pra te demitirem, mas ainda sim a maioria dos atendentes empurra produtos que o cliente não quer e não precisa.
    Sai do atendimento por não concordar com isso.

  8. Jr Caimi 5 de outubro de 2011 at 14:48 #

    É exatamente assim que acontece mesmo. Já fiz estágio em banco e sei como funcionam algumas coisas, mas confesso que não tenho pena dos funcionários, gerentes, assistentes, enfim, de qualquer bancário, principalmente de banco público que optaram por fazer concurso para trabalhar em banco sabendo o que esperava. Ainda acho um absurdo eles fazerem greve pedindo por aumento de salários, sendo que deveriam pedir por melhores condições de trabalho. Tenho pena de clientes que são enganados (em alguns casos, praticamente roubados). Infelizmente é esse o cenário.

    • pat 6 de outubro de 2011 at 11:20 #

      “Ainda acho um absurdo eles fazerem greve pedindo por aumento de salários, sendo que deveriam pedir por melhores condições de trabalho.”

      procure se informar antes de opinar. melhores condições de trabalho e contratação de mais empregados TODO ANO fazem parte das reivindicações na época de campanha salarial dos bancários. não só pra melhorar a vida funcional do bancário em si mas principalmente pra melhorar o atendimento à população.

      • alexandre 9 de outubro de 2011 at 23:04 #

        É amigo, se vc trabalhou mesmo em banco, não aprendeu nada lá!!! O que a Pat falou é a mais pura verdade, os bancos não tem interesse nenhum em contratar mais funcionários e nem em melhorar as condições de trabalho, já que isso equivale a diminuir os lucros…

        • Jr Caimi 11 de outubro de 2011 at 13:32 #

          Eu sei que o banco não tem interesse em aumentar seus colaboradores. É Fato. Conheço as reivindicações do sindicato, mas na prática é o aumento do salário que define o fim da grave e deixa os funcionários felizes por uns 3 meses. Só contratar não basta, é preciso treinar também. Outro ponto, não dá pra levar a sério um sindicato que paga 50 reais para laranjas ficarem em frente a agencia de banco fazendo barulho. É preciso considerar o lado de quem precisa dos serviços bancários, são os únicos prejudicados nas graves, que acontecem todos os anos e sempre pelos mesmos motivos.

  9. Celso 5 de outubro de 2011 at 14:55 #

    (Quase) todas as pessoas sabem disso tudo …
    É exatamente porisso que a educação financeira é uma “faca afiada” nas mãos certas.
    Quando se faz necessário devemos usá-la para cortar o mal pela raiz.
    No fundo esta poderosa faca deveria fazer parte do cardápio de todos os seres humanos, desde a mais tenra idade.

  10. Finanças Inteligentes 5 de outubro de 2011 at 15:06 #

    É exatamente isso que acontece, mas a ouvidoria funciona sim. E se for feita uma reclamação via Banco Central aí é que a coisa fede mesmo (pro banco, pra agência e pro funcionário). A única vantagem de se trabalhar em banco é que você aprende muita coisa (principalmente na área operacional), nada mais nada menos, você está inserido dentro do coração do sistema… mas tudo tem um limite, a maioria do pessoal que trabalhava comigo também pulou fora, pouca gente aguenta.

    Abcs,

  11. Rosana 5 de outubro de 2011 at 19:08 #

    Eu sabia que as vendas estavam em primeiro lugar mas não imaginava que fosse tão absurdo assim.
    Gostei muito do seu artigo, vou repassar aos meus amigos e de agora para frente, se eu já não confiava muito nos produtos oferecidos, agora menos ainda.
    Abraços e parabéns pelo blog!

  12. TBB 5 de outubro de 2011 at 19:49 #

    Felizmente essa realidade a maioria dos leitores deste blog já conhece. Existe um post similar no blog Efetividade no qual fiz a observação de que os gerentes são funcionários, devem vender os melhores produtos para o seu patrão no caso o Banco e não para o cliente, desta forma não podemos somente condena-los nem mesmo considera-los amigos ou colegas. Infelizmente nenhuma empresa quer o melhor para o cliente e sim o melhor para ela mesma. No comércio varejista a situação é idêntica, com o agravante de que a média salarial é bem menor, a carga horária muito alta e o sindicado não tem praticamente nenhuma importância, alguém já viu alguma greve de comerciário?
    Conforme foi lembrado acima devemos sempre promover a educação e o conhecimento, pois somente desta forma não seremos enganados por empresa a ou b ou por gerente a ou b.

    • TBB 5 de outubro de 2011 at 19:55 #

      Quando me referi ao Sindicado, o termo mais correto seria relevância, pois importância todos os sindicatos possuem.

  13. Rogerio S. 5 de outubro de 2011 at 20:44 #

    Guilherme, já havia lido textos semelhantes, mas nenhum tão completo.
    E o mais legal é ouvir a verdade diretamente de alguém que se identifica como um gerente. Mais interessante ainda ver outras pessoas do setor confirmando a informação nos comentários
    Parabéns por transformar o comentário do leitor em um post.
    Vou encaminhá-lo para alguns amigos e ajudar a divulgar o blog.

  14. Rolando Lero 5 de outubro de 2011 at 21:04 #

    Parabéns pelo artigo, Carlos, e ao Guilherme por divulgá-lo.

    Esta semana mesmo estava pensando que seria interessante que alguém “de dentro” postasse algo deste tipo, e que boa surpresa em ver que este pensamento concretizou-se.

  15. Clerton 6 de outubro de 2011 at 0:10 #

    por essas e outras, vivo comprando acao de bancokkkk

  16. MJC 6 de outubro de 2011 at 11:01 #

    Comentário interessante o de um ouvinte do Mauro Halfeld: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/2011/10/05/COMO-ACELERAR-RECUPERACAO-DE-DINHEIRO-PERDIDO-EM-FUNDO-DE-INVESTIMENTO.htm

    Tudo a ver com esse tópico.

  17. Anderson 6 de outubro de 2011 at 13:59 #

    Achei ótimo o artigo.
    Na minha opinião, o que falta é educação financeira do usuário.

    Trata-se de uma “briga” entre dois lutadores”de categorias diferentes.

    Vamos lá pessoal, se você fosse dono do banco, iria querer um funcionário que desse lucro ou que ficasse do lado do cliente (sem gerar lucro)?

    Se os usuários de banco se informasse mais e tivessem mais cuidado com o seu próprio dinheiro, não haveria tanto descaso por parte dos bancários.

    Deixo uma última frase que li no ótimo livro do Cerrado (www.dinheirama.com – vamos falar de dinheiro).

    “Se você tiver um filho, você deixaria os outros cuidarem dele? Então por quê faz isso com o seu dinheiro?

    1 abraço a todos

    • Anderson 6 de outubro de 2011 at 14:00 #

      foi mal os erros de digitacao. iphone e fogo….

  18. Wilian Delatorre 6 de outubro de 2011 at 14:23 #

    Excelente artigo. Minha esposa trabalha no HSBC e todos os dias se queixa desse sistema de alta pressão por vendas.

  19. Evertonric 6 de outubro de 2011 at 14:36 #

    Ótima ideia em publicar este excelente comentário do leitor Carlos.
    Realmente amplia a discussão e da mais visibilidade ao post.
    Conheço também pessoas que trabalham em agências bancárias e que deixam a entender tudo que foi dito nesse texto. Entretanto, alguns disfarçam e, procuram esconder algo que ainda não sei ao certo o que é, o motivo e o porque…
    Parabéns pelo texto Carlos! e Guilherme por publica-lo.
    Abraços!

  20. http://investindo-todo-mes.blogspot.com/ 6 de outubro de 2011 at 22:22 #

    Isso me lembrou e muito quando troquei minha previdencia por tesouro direto e a funcionaria do banco se fazendo de morta, dificultando a trasação, mas nada como a educação financeira e bons blogs para nos contemplar com otimos posts reforçamento ainda mais o conhecimento…

    abços

    ITM

  21. Maicon 7 de outubro de 2011 at 20:08 #

    Post incrível. A gente aprende a se prevenir, mas também vê o regime sanguinário vingente nos bancos. E até entende porque estão em greve.

  22. Guilherme 8 de outubro de 2011 at 12:17 #

    Leo, importantíssimo o seu alerta! Fica aqui o recado!

    Grato aos demais leitores pelos comentários publicados nesse post, que confirmam o conteúdo do artigo!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  23. Investidor de Risco 16 de março de 2013 at 14:10 #

    Guilherme, tudo bem? Excelente post…
    Além de tudo isso que você escreveu, há ainda o fato de os bancos oferecerem produtos de prateleira. Não há de fato uma gestão ativa das carteira dos fundos.
    Os recursos dos fundos de renda fixa, vão para o TD… fundos de ações, não fogem muito do ibovespa… nao ha espaço para erros… performance muito piores que a do mercado nao sao toleradas, por isso os gestores nao arriscam aplicar seus conhecimentos para tentar rentabilizar o fundo acima da media…
    Enfim, produtos de bancos so engordam o bolso do gerente e do proprio banco…

    Abraços.

    • Guilherme 16 de março de 2013 at 14:46 #

      Olá, IR, tudo bem!

      Você disso tudo: não há gestão ativa das carteiras dos fundos, ainda mais em tempos tenebrosos como os que estamos vivendo atualmente, com taxas de juros historicamente no piso (o que não permite grandes ganhos na renda fixa), e a Bolsa naquele marasmo que se arrasta por mais de 6 anos.

      O segredo da boa gestão financeira pessoal é justamente fugir desses horrorosos produtos bancários.

      Grato pelo comentário, e parabéns pelo seu blog, que recomendo a todos => http://investidorderisco.blogspot.com.br/

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  24. Investidor de Risco 17 de março de 2013 at 15:06 #

    Oi Guilherme! Ser recomendado por um cara de grande reputação como você é motivo de muita alegria e satisfação! Motivação total!

    Obrigado e abraços.

    • Guilherme 17 de março de 2013 at 23:05 #

      Eu é quem agradeço suas palavras! Sigamos em frente!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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