A pergunta fundamental

Exemplo 1: Carlos, dentista com profissão consolidada em seu meio de atuação, “descobriu” o mundo maravilhoso das ações, e, após ler sobre os benefícios de se conquistar a independência financeira, resolveu se dedicar de corpo e alma a esse novo “empreendimento”. Participa frequentemente de cursos e palestras de sua corretora, lê diversos livros sobre análise técnica e fundamentalista, e gasta pelo menos 4 horas diárias acompanhando os mercados. Embora o trabalho em sua área de especialização ainda seja sua principal fonte de renda, Carlos está decidido a investir cada vez mais tempo e energia nessa nova “profissão” de trader, apesar de saber todos os riscos que essa “profissão” traz, inclusive para sua carreira principal…

Créditos da imagem: Free Digital Photos

Exemplo 2: Roberto é um bem sucedido advogado. Formado aos 22 anos, e aprovado no Exame da Ordem logo em sua primeira tentativa, Roberto não tardou em ingressar em um renomado escritório de advocacia, onde, graças às suas habilidades técnicas e negociais, foi conseguindo, gradativamente, alcançar postos cada vez mais elevados dentro da sociedade onde trabalha. Paralelamente, vem também obtendo êxito em sua vida acadêmica, onde está concluindo a tese de doutorado numa renomada faculdade pública. No entanto, aos 37 anos, Roberto já sente os sinais negativos de tanta dedicação ao trabalho. Além de estar acima do peso ideal para sua idade, já foi internado 3 vezes no hospital por doenças relacionadas ao trabalho. Sua esposa reclama que ele não tem dado atenção suficiente à família, e principalmente aos 2 filhos do casal. Roberto contra-argumenta, falando que estaria no auge de sua vida profissional, e que não poderia perder oportunidades que ele pensa que não terá mais no futuro…

Exemplo 3: Eduarda está cursando o décimo período da faculdade de Medicina. Aluna dedicada, já “engatilhou” não só uma residência na sua área de especialização predileta – ortopedia – como também foi pré-aprovada para fazer mestrado numa das mais importantes universidades dos Estados Unidos. Dedicando a maior parte do tempo aos estudos, Eduarda procura conciliar da melhor forma possível a vida acadêmica com a vida pessoal, mas sabe que, no fundo, está perdendo contato, aos poucos, com suas melhores amigas, não só pelo tempo que dedica à faculdade, mas também pelo seu temperamento, que tem ficado cada vez mais negativo na medida em que fica “se cobrando” mais cada vez que tira uma nota baixa nas provas…

Os 3 exemplos retratam situações comuns nos dias de hoje, situações essas, aliás, que você mesmo pode estar vivenciando. Cada vez que escolhemos um caminho para seguir a vida, normalmente abandonamos outro. Razões as mais diversas nos motivam a optar pelo emprego “A” ao invés do emprego “B”, a escolher a cidade “E” para morar, em vez da cidade “F”, a optar por fazer, em nosso tempo livre, as atividades “”X”, no lugar das atividades “Z”, e assim por diante. Se é verdade que toda escolha implica num custo de oportunidade, não é menos verdade que tudo o que fazemos nessa vida é motivado por algum valor.

Queremos alcançar a independência financeira porque isso nos proporcionará liberdade e tranquilidade no futuro, e então isso nos motiva a trabalhar cada vez mais, justificando nossa atitude de gastar uma parcela considerável de nosso tempo com trabalho e mais trabalho. Desejamos ter estabilidade financeira, e ser aprovado numa entrevista de emprego, num concurso público, ou ter nosso currículo aprovado, e então isso nos motiva a dedicar uma quantidade infinita de horas e mais horas debruçados sobre livros e mais livros, e atividades de especialização.  Queremos ser os melhores profissionais em nossa área de atuação, e então não medimos esforços para fazer cursos de capacitação, ficar até mais tarde no trabalho, concluir projetos em finais de semana, fazer horas extras para dar conta da demanda sempre crescente de serviço. Desejamos bater o mercado, e provar que é possível transformar R$ 100 mil em R$ 1 milhão apenas selecionando small caps que tenham potencial para virar a próxima estrela da Bolsa, ou então fazendo trades “espetaculares” (!!!), e gastando horas infindáveis debruçados sobre a tela do home broker, acompanhando os mercados e as últimas notícias da economia, lendo relatórios e fazendo cursos de análise técnica e fundamentalista etc.

Não há dúvidas de que você deve investir pesadamente no seu capital humano, afinal, você não pode ir atrás de nada menos do que você seja capaz de realizar. Não explorar todas as possibilidades que estão ao seu redor é o primeiro passo para cair na armadilha da área de segurança, que só impede você de crescer.

Por outro lado, essa busca incessante pelo melhor talvez esteja lhe ocultando outros aspectos da sua vida, tão ou mais importantes do que cumprir as metas que você estipulou para si mesmo. Seu trabalho não é sua vida. Sua carreira é apenas uma parte de sua vida. Adianta trabalhar doze horas por dia para ter um polpudo contra-cheque no final do mês pagando o preço de sua vida familiar e emocional? Vale a pena se dedicar com tanta intensidade aos investimentos se isso estiver custando sua saúde? Concentrar-se com tamanha dedicação aos estudos de fato irá compensar tudo aquilo que você abrindo mão de fazer em suas horas livres?

Precisamos muitas vezes diminuir o ritmo e avaliar criticamente o modo como estamos conduzindo a vida, a fim de poder concluir se aquilo que estamos fazendo está, de fato, valendo nosso esforço. Em outras palavras, precisamos muitas vezes “pensar fora da caixa”, analisando a situação de um modo mais profundo, e não apenas na superfície da correria do dia-a-dia. Ainda que você tenha motivos nobres a justificar seus atos do dia-a-dia, como, por exemplo, o desejo de levar uma “vida boa” no futuro, é preciso ter discernimento e pensar se não existe a possibilidade de levar essa “vida boa” já no presente, equilibrando um pouco mais as coisas.

E é justamente aqui que entra a pergunta fundamental, já formulada por Loher e Schwartz no excelente livro Envolvimento Total (p. 174):

“A vida que estou levando vale mais do que as coisas das quais estou desistindo para ter essa vida?”

Repito:

“A vida que estou levando vale mais do que as coisas das quais estou desistindo para ter essa vida?”

Mais uma vez:

“A vida que estou levando vale mais do que as coisas das quais estou desistindo para ter essa vida?”

—————————

Quando você decide levar a vida do modo como a está conduzindo agora, você implicitamente assume a responsabilidade de abrir mão de muitas outras coisas que poderia ter, mas que prefere abdicar em prol de levar a vida como leva hoje. A pergunta é: essa renúncia está valendo a pena?

Essa desistência de inúmeras atividades e coisas que você poderia ter, mas, por livre e exclusiva opção sua, não tem, está sendo compensada pelas atividades que hoje ocupam sua vida?

Como parece ser óbvio, duas são as respostas possíveis a essa pergunta fundamental.

A primeira é dizer que sim, está valendo a pena. Nesse caso, não há muito que falar. Só resta dizer uma coisa: vá em frente e prossiga.

Mas a resposta pode ser um não, ou seja, “a vida que estou levando não está valendo mais do que as coisas das quais estou desistindo para ter essa vida. As coisas das quais estou desistindo valem mais do que a vida que estou levando”. A solução, nesse caso, passa necessariamente pela mudança. Mude de vida. Nos exemplos acima elaborados, provavelmente o advogado Roberto esteja levando uma vida ruim, pois está “a um passo” de uma crise conjugal – e isso sem contar os problemas de saúde ocasionados pelo estresse laboral. Nesse caso específico, ele está desistindo da saúde e da vida familiar para levar uma vida de sucesso profissional (e provavelmente financeiro). Quantas pessoas você não conhece que são assim? Que são extremamente bem sucedidas no trabalho, importantes, respeitadas em seu trabalho, mas que pagaram todo esse sucesso com um divórcio, uma separação, ou mesmo com a própria vida, ou a debilidade na saúde?

Volto a repetir a pergunta fundamental:

“A vida que você está levando vale mais do que as coisas pelas quais você está desistindo para ter essa vida?”

Como eu já disse em outro artigo, tenha coragem de viver uma vida fiel ao que você é, e não a vida que os outros esperam que você viva. Aja de forma que sua vida contemple espaços não apenas para o trabalho ou a necessidade de reconhecimento pelos outros, mas também que ela seja receptiva a tudo aquilo que você deseja fazer. Não desista de levar a vida que você poderia viver, mas não vive por medo de desagradar alguém. Sobretudo, não tenha medo de se expor a julgamentos alheios. Esses julgamentos pouco importam para sua vida. A sua vida pertence a você, e diz respeito a você, e não aos outros. Diminua o ritmo. Seja mais equilibrado nas escolhas. Procure alternativas. Ainda dá tempo.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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26 Responses to A pergunta fundamental

  1. Renato C 29 de outubro de 2012 at 3:08 #

    Guilherme,

    Parabéns por este belíssimo artigo ! Observe que você está conseguindo algo que poucos blogs conseguem: uma evolução.

    A lógica perfeita e a elaboração da narrativa deste artigo refletem todo um desencadeamento histórico deste blog.

    Destaco, no sentido positivo, que este artigo não traz em si nada moralizante, ao contrário.

    Devemos ter a exata percepção de que “valores reais” não se referem a imposições quaisquer do bem viver, mas de fato a aquilo que escolhemos destinar valor. Contudo, este processo precisa ser feito de modo conciencioso, caso contrário, é uma ilusão, uma falácia eleita a partir do arcabouço sócio-cultural em que vivemos.

    É interessante também observar que os posts mais populares do blog, apesar da talvez maior parte do seu conteúdo, são aqueles intimamente ligados a finanças.

    As discussões trazidas aqui por você podem parecer clichês ou enviezadas por uma auto-ajuda. Contudo, não se percebe que:
    1) alguns aspectos e discursos não possuem tanta constituição do âmbito da intelectualidade, mas da ação e é somente na ação que eles se justificam e revelam sua importância;
    2) há uma resistência em se discutir muitos dos valores que cada um de nós possui. Isto nos leva a uma zona de desconforto que nem todos estão dispostos.

    Estou sem mais palavras para a sabedoria aqui exposta e termino este comentário da mesma maneira que comecei: lhe cumprimentando !

    Abraços, Renato C

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:22 #

      Renato C,

      Muitíssimo obrigado pelas palavras, e pelo texto tão bem elaborado nesses comentários! Pra mim, é uma honra tê-lo entre os leitores mais participativos do blog, sempre com espírito generoso disposto a compartilhar conhecimento e experiências.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  2. luiz de freitas 29 de outubro de 2012 at 5:36 #

    … parabens por expor essas ideias … muitas vezes ao longo de minha vida escolhi o que fazer pautando as escolhas entre o presente e o futuro e sempre preferi, tal como um ferreiro que molda sua propria vida, dar uma martelada no presente e outra no futuro … e hoje aqui estou, grac,as as marteladas no futuro, escrevendo esse comentario apreciando os vinhos produzidos pelos huguenotes em Cape Town, South Africa …

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:24 #

      Olá, Luiz, muito legal sua ideia de alternar as marteladas entre o presente e o futuro. Curta bem sua estadia aí no continente africano!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  3. André 29 de outubro de 2012 at 9:51 #

    Parabéns pelo excelente artigo. Muitas pessoas se entregam a algumas atividades na sua vida e esquecem do que realmente vale a pena.Talvez ainda exista tempo pra acordar e consertar o erro, e é sempre bom acreditar que ainda há tempo sim.

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:25 #

      Oi, André, obrigado. Dá tempo sim. O futuro sempre nos reserva algo mais se quisermos batalhar para tê-lo e merecê-lo.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  4. Jônatas R. Silva 29 de outubro de 2012 at 10:01 #

    Gui, sou seu fã meu amigo…
    Adoro textos que nos fazem refletir, que me faze pensar fora do linear considerado correto por uma sociedade mascarada.

    É uma honra poder aprender com o VR há 3 anos.

    Muito obrigado por dedicar parte do seu tempo a escrever textos tão brilhantes.

    Abraço!

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:26 #

      Oi Jô, obrigado pelas palavras, e saiba que a recíproca é integralmente verdadeira: sou seu fã e dos maravilhosos textos que você produz para o Efetividade.blog.

      A honra é toda minha.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  5. Finanças Inteligentes 29 de outubro de 2012 at 14:35 #

    Ótimo artigo!

    Concordo plenamente com a sua linha de raciocínio. E o mais importante, tem que colocar em prática. Não adianta achar a teoria bonita se não tomarmos uma atitude na vida. O mais difícil é começar, depois as coisas começam a fluir com maior “normalidade”. Confesso que os seus posts me ajudaram bastante desde que comecei acompanhar religiosamente as atualizações no seu blog. Realmente estes são os valores reais!

    Boa semana!

    Abcs,

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:27 #

      Oi F.I., você disse bem: a parte mais difícil é começar, é dar o primeiro passo. Mas, uma vez dado, tudo o mais flue, ou parece fluir, naturalmente.

      E agradeço demais pelas suas palavras!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  6. Leandro Mattera 29 de outubro de 2012 at 15:18 #

    Guilherme,
    Excelente artigo. Realmente a riqueza apresenta diversas dimensões, como a física, emocional, intelectual, material, social e espiritual. O ideal é procurar conciliar todas elas da melhor forma possível, partindo do autoconhecimento e definindo as nossas verdadeiras prioridades individuais.

    O Valores Reais tem um papel extraordinário de despertar para aquilo que efetivamente deve importar nas nossas vidas, procurando questionar os “modelos sociais” preconizados.

    Parabéns!

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:28 #

      Oi Leandro, grato pelo seu comentário e pelas gentis palavras! Você disse bem sobre as diversas dimensões dessa dádiva chamada vida. Temos que ter uma visão abrangente e a mais completa possível desse presente.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  7. Ana Paula- MT 29 de outubro de 2012 at 17:23 #

    Guilherme,
    Como é difícil expressar meu agradecimento através das palavras!

    Parabéns!! 😉

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:30 #

      Oi Ana, que bom vê-la comentando por aqui também!

      Eu é quem agradeço pelo seu comentário, e desejo sucesso na sua vida!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  8. Murilo 29 de outubro de 2012 at 17:40 #

    Simplesmente magnifico!!! É para ler e reler, salvar e enviar para os amigos! Sempre comento com eles sobre este blog.
    Também tenho muito a aprender aqui!
    Pessoal, sejamos sempre 50/50, ou seja, 50% RV + 50% RF. 50% trabalho + 50% lazer/família/amigos.

    • Guilherme 29 de outubro de 2012 at 20:31 #

      Olá Murilo, muito obrigado pelos elogios e por compartilhar com seus amigos o meu blog!

      Gostei da sua fórmula 50/50. É bem por aí mesmo!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  9. Pobretão de vida ruim 30 de outubro de 2012 at 20:13 #

    Me pergunto se esses que escolhem a carreira e trabalham 16 horas por dia e finais de semana e tem esposa se acham que elas estão adorando e esperando paradas por eles ou seus filhos.

    E se eles acham que conseguirão sair dessa vida ou acham que não terão jogado 10 anos da vida (auge físico) no lixo.

    Workaholics..

    • Guilherme 15 de novembro de 2012 at 17:24 #

      Boas reflexões, PdVR. Excesso de trabalho sempre acaba resultando em prejuízos às vezes irreversíveis para os workaholics.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  10. Magnotto 31 de outubro de 2012 at 8:22 #

    Recomendo a leitura da última revista Exame, capa: “Precisamos trabalhar tanto?”. Na reportagem é dito que a média diária de trabalho dos executivos é de 14 horas (contando finais de semana!), e vem aumentando nos últimos anos. Além disso, 75% dos executivos estão insatisfeitos com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A reportagem conclui que há um favorecimento à presença física do funcionário no local de trabalho, até mais que seus resultados produzidos. O funcionário que passa mais tempo no trabalho é visto como “mais comprometido”. Em seguida, outra reportagem mostra o exemplo da Dinamarca, país que conseguiu conciliar a vida pessoal e profissional da população sem perder produtividade. Vale a pena ler.

    • Guilherme 15 de novembro de 2012 at 17:25 #

      Olá, Magnotto, ótima dica de reportagem. Esse é um desafio do mundo atual, conciliar bem vida pessoal e vida profissional.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  11. Phillip Souza 4 de novembro de 2012 at 19:53 #

    Guilherme… que texto poderoso. Chega a ter até um tom de desafio, de crítica. Fez com que eu refletisse sobre esse momento do qual tenho vivido: um momento perigoso em que não tenho dado tanta atenção à minha vida profissional (inversão dos exemplos do texto, eu sei). Veio para corroborar aquilo que estava refletindo esses dias sobre a minha missão pessoal e a diferenciação das minhas metas pessoais, profissionais e empresariais: cada uma no seu lugar e na sua devida proporção.

    Perfeito para fechar o fim de semana de feriado com melhores e renascidas resoluções.

    Muito obrigado pelo vigor em suas palavras!

    • Guilherme 15 de novembro de 2012 at 17:26 #

      Philip, muito obrigado pelo comentário no blog, e fico feliz que esse texto lhe tenha provocado tais tipos de reflexões!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  12. Daniel 24 de novembro de 2012 at 8:49 #

    Cara Guilherme Valores Reais,

    Gosto dos seus posts… todo investimento em qualquer área da vida merece reflexão prévia e durante o processo em si. Continue assim!

    É isso aí. Deus te abençoe!

    • Guilherme 1 de dezembro de 2012 at 17:15 #

      Daniel, muitíssimo obrigado pelas palavras de apoio!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  13. Eduardo Carvalho 31 de janeiro de 2013 at 17:27 #

    Caro Guilherme,
    Encontrei seu blog hoje, pesquisando sobre o livro “Faça tudo Acontecer” e me deparei com uma excelente resenha.
    Estou há algumas horas lendo seus outros artigos e gostando bastante. Vim comentar neste em específico porque achei mais apropriado para lhe questionar sobre um livro, “A Arte da Não Conformidade”, de Chris Guillebeau, já o leu?

    Parabéns pelo site.
    Um abraço!
    Eduardo

    • Guilherme 17 de março de 2013 at 23:49 #

      Olá, Eduardo, grato pelas palavras!

      Bem, eu já li sim o livro do Chris, que é ótimo e tem vários pontos em comum com a filosofia de vida que eu sustento.

      Vou ver se faço uma releitura dele, para os leitores do blog!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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