Nós escolhemos a realidade que queremos viver

Ignorância seletiva

“Muitas pessoas deixam suas vidas serem controladas por fatos que não influenciarão concretamente seus destinos”.

Semana passada, uma reportagem de televisão, de cunho sensacionalista, sobre uma família acusada de produzir e vender milhas aéreas de forma ilegal, causou grande repercussão na Internet. Somando-se os comentários publicados em sites especializados tais como blogs e fóruns, comentários nos sites de notícias, tweets e comentários no Facebook e demais mídias sociais, calculo que deva haver mais de 3 mil opiniões diferentes sobre essa matéria televisiva.

Quem acompanhou com entusiasmo as discussões que se travaram em blogs e fóruns depois da reportagem provavelmente gastou algo em torno de 7 a 10 horas de seu tempo, de sua atenção, de seu foco e de sua energia, na semana passada com esse assunto, vivenciando intensamente essa realidade, que foi amplificada pela dita reportagem.

Assim que eu soube da matéria, até pensei em publicar algo a respeito, lendo os primeiros comentários que surgiam na rede.

Mas logo desisti, não somente porque esse tema já é assunto superado para mim, mas principalmente porque não valia a pena perder tempo com coisas que não mereciam o meu tempo, a minha atenção, o meu foco, e a minha energia.

Em suma: eu não estava disposto a viver uma realidade alheia aos meus objetivos, entre os quais se incluem gastar tempo com atividades que proporcionem benefícios concretos à minha vida, e não ficar de bobeira com discussões superadas e destituídas de sentido prático.

Desse modo, ao invés de gastar tempo com discussões completamente inúteis e que nada agregariam à minha vida, eu preferi viver uma realidade que me trouxesse benefícios concretos, imediatos, mensuráveis e tangíveis: gastei meu precioso tempo completando a leitura de bons livros de desenvolvimento pessoal (que em breve serão resenhados aqui no blog); fui para a academia preocupando-me com a execução e a amplitude correta dos exercícios físicos; entrei no site da corretora visando realizar investimentos que estavam num bom ponto de entrada; conversei com um amigo que há muito tempo não conversava; enfim, escolhi dirigir meu foco, minha energia e minha atenção em coisas que realmente merecessem meu foco, minha energia, e minha atenção.

Você colhe os frutos da realidade que escolhe viver

É engraçado como as pessoas escolhem de maneira errada a realidade que querem viver, ignorando aquilo que deveriam prezar, e vivenciando aquilo que deveriam desprezar; e depois ficam se lamentando das consequências a longo prazo das escolhas erradas que fizeram.

Só para exemplificar ainda nesse contexto de milhas aéreas. Tenho visto com certa frequência jovens de 25 anos querendo acumular 25 milhões de milhas aéreas, mas que não se preocupam em aumentar o braço de 25 cm (ou diminuir o percentual de gordura de 35%). Tenho visto adultos de 30 anos que gastam R$ 600 de anuidade com cartões de crédito e tarifas bancárias, mas que não conseguiriam fazer 3 séries de 60 segundos o exercício da prancha isométrica. Tenho visto gente querendo ser cliente com status “Prime”, “Personnalité”, “Select”, e, ao mesmo tempo, manter todo o dinheiro em poupança, não saber a diferença entre LCA e LFT, e ainda fazer título de capitalização para ingressar nesses segmentos (!). Tenho visto pessoas de 40 anos (ou mais) que gastam 40 minutos (ou mais) a cada manhã discutindo trivialidades em blogs e fóruns de discussão com desconhecidos, mas que não conseguem conversar 40 minutos (ou mais) com seus filhos durante uma semana inteira (e talvez durante um mês).

O resultado disso tudo? São bastante previsíveis: jovens que teriam tudo para ter um corpo saudável acabam ou definhando ou engordando além da conta. Pessoas que ganham salários razoáveis vão acabar torrando muito dinheiro com sessões de fisioterapia, salas de cirurgia ou remédios na farmácia. Gente que ganha bem não consegue formar patrimônio, e o máximo que alcançam são uma casa financiada em 20 anos e um carro parcelado em 24x “sem juros”. Famílias que teriam tudo para viverem unidas acabam se despedaçando, indo cada membro para um canto nos finais de semana (e durante a semana também).

E a culpa disso tudo é de quem? Dos outros? Não, delas mesmas. Por quê? Ora, porque elas escolheram, deliberadamente, a realidade que quiseram viver.

A realidade que vivemos é definida não apenas pelo tempo que gastamos com cada atividade que realizamos, mas também – e principalmente – pela atenção que damos às coisas e fatos que acontecem em nossa volta. E ela – a realidade – é totalmente moldável por nossas preferências. Viver uma realidade é gastar tempo com alguma coisa, e gastar tempo com alguma coisa é dar preferência a essa coisa no lugar de outra.

Quando você escolhe gastar tempo com, digamos, formas de gastar dinheiro para acumular milhas aéreas, você escolhe viver essa realidade, mas, ao mesmo tempo, você pode estar deixando de viver outras realidades tão ou mais importantes que essa, e cujos resultados serão perceptíveis a longo prazo. De uma forma ou de outra, você colherá os frutos da realidade que escolher viver para si, sejam esses frutos bons, sejam esses frutos podres, pois o tempo não volta.

E agora eu pergunto para você, caro(a) leitor(a): qual é a realidade que você quer viver? É a realidade que trará benefícios a longo prazo para você, ou a realidade que só fará de você mais um “maria-vai-com-as-outras”, presa fácil das conversas e fofocas alheias, facilmente manipulado e manipulável pelos meios de comunicação e pelas rodas de conversa que giram na Internet?

Não se engane. Você precisa urgentemente prestar atenção naquilo que interfere em sua atenção, e, a partir daí, tomar as rédeas de sua própria vida, gastando menos tempo se preocupando com a vida dos outros no Facebook, gastando menos tempo se preocupando em se exibir no Instagram, fóruns, blogs e outras redes sociais, gastando menos tempo se preocupando com fatos de diminuta ou nenhuma importância em sua vida (como, por exemplo, o que vai acontecer com as pessoas que foram objeto da reportagem acima), e passando a viver uma vida, passando a viver uma realidade, que seja mais condizente e mais apropriada com atos e fatos que trarão benefícios concretos, imediatos, práticos e tangíveis à sua vida, independentemente do que os outros pensem ou mesmo saibam a seu respeito.

Todos nós somos capazes de escolher a realidade que queremos viver. Realize um juízo de valor crítico sobre tudo o que preenche o seu tempo e dirige a sua atenção. Pergunte a si mesmo: vale a pena gastar minha atenção com esses assuntos? Será que meu tempo não pode ser melhor aproveitado se eu substituir esses assuntos por outros comportamentos que de fato refletirão em melhorias e benefícios concretos e imediatos para minha vida?

Se nós nos preocupamos muito com a opinião dos outros a nosso respeito, e tentamos moldar nossas atitudes de modo que passemos a ser melhor julgados pelos outros, uma luz amarela deve se acender sobre nosso cérebro, pelo simples fato de que poderemos estar incorrendo no grave erro de falta de coragem de viver uma vida fiel ao que nós somos.

Não permita que pessoas alheias escolham a realidade que você quer viver. Não se deixe ser facilmente manipulado pelos meios de comunicação e redes sociais que afloram as quatro cantos. Pare de se importar demais com coisas que importam de menos.

Conclusão

Realidade

Vivencie e escolha viver uma realidade em que você possa dirigir sua própria vida, independentemente de opiniões ou mesmo conhecimento de terceiros. Nessa “era da distração“, em que a tentação de se gabar perante os outros é enorme, é preciso ter muita força de vontade e coragem para se desvincular da “manada” e agir de acordo com princípios que lhe trarão mais benefícios.

Como eu disse no artigo As coisas com as quais você se importa IMPORTAM para você?,

“Passe a levar uma vida em que as coisas com as quais você se preocupa possam repercutir de volta para você. Só há acréscimo no seu bem-estar a partir do momento em que você age, e só há ação a partir do momento em que seu foco se direciona a coisas que importem a você, e que importem para você. E aí, vamos começar? :wink:

Boa semana!

Créditos da imagem: Free Digital Photos

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46 Responses to Nós escolhemos a realidade que queremos viver

  1. Renato C 11 de agosto de 2014 at 0:29 #

    Ótimo post, como sempre, Guilherme!

    Enfatizo que, nesta análise, o que importa não é uma discussão dos valores-em-si, mas, como você colocou, o quão o seu foco está coordenado com os valores que importam para você.

    A análise do nosso foco é importante de sobremaneira nos dias de hoje (em que tudo é muito disperso e amplo). A tendência natural do homem não é de fazer esta análise, mas, ao contrário, “de se deixar levar” por este mar revolto do mundo.

    Possuímos apenas uma vida para muitos mundos.

    Abraços, Renato C

    • Guilherme 11 de agosto de 2014 at 18:18 #

      Obrigado, Renato C!

      Ponto bem observado por você: aferir se nossa atenção está em coordenação com nossos valores mais profundos.

      Abç!

  2. Leonardo 11 de agosto de 2014 at 8:51 #

    Guilherme… Vc se tornou um grande filósofo dos dias atuais!!!

  3. Marcos 11 de agosto de 2014 at 13:01 #

    Excelentes as suas colocações.
    Obrigado por compartilhar seus pensamentos conosco.

    Parabéns!

    • Guilherme 11 de agosto de 2014 at 18:18 #

      Obrigado, Marcos, que bom que gostou!

      Abç!

  4. Rayan 11 de agosto de 2014 at 13:37 #

    Excelente ponto de vista Guilherme! Como diria Harv Eker, “aquilo que focalizamos se espande”. E o que decidimos fazer com nossas vidas traz os resultados sejam eles bons ou ruins, no curto ou no longo prazo. Parabéns pelo texto! Abraço.

    • Guilherme 11 de agosto de 2014 at 18:19 #

      Valeu, Rayan! Gostei da frase do Harv, espelha bem o pensamento do artigo! Abç

  5. Mão Inglesa 11 de agosto de 2014 at 14:18 #

    Excelente Guilherme. Texto FANTÁSTICO!!

  6. Vinicius 12 de agosto de 2014 at 12:04 #

    Perfeito!!! Esse post complementou e tornou mais abrangente aquele sobre a TV por assinatura. No final, o tema é este, se importar com coisas que não importam para sua vida. Ainda considero a TV o pior exemplo disso, já que uma leitura (qualquer que seja) ainda possibilita uma reflexão, enquanto a TV enfia as coisas goela abaixo.

    Nada a acrescentar. Só assinar embaixo.

  7. Isabella 12 de agosto de 2014 at 16:56 #

    Excelente reflexão! 🙂

  8. renato 13 de agosto de 2014 at 7:57 #

    Olá VR,
    Tento seguir uma filosofia de vida que me dê satisfação como vc,mas tenho uma pergunta pessoal:
    Nos seus investimentos, me parece que é somente ETFs , FIIs e TD ,qual o percentual anual(rentabilidade líquida de aportes) desde quando vc começou a investir dessa forma?
    Pergunto isso pq eu simplificava os investimentos como vc mas não estava tão satisfeitos com o resultado, de 2 anos pra cá faço analises de FIIs analises de ações. meu resultado melhorou bastante, mas não estou satisfeito com o tempo que “perco ” para fazer coisas que me dão mais prazer inclusive no trabalho,(fazer essas analises dá mais trabalho que minha profissão de dentista )
    Então gostaria de saber se vc “automatiza” os investimentos mesmo ou se dedica a analises profundas de ações e FIIs individuais?? grato sucesso , saúde , paz e felicidades!!

    • Guilherme 13 de agosto de 2014 at 20:38 #

      Olá Renato!

      Sobre o percentual anual, na verdade eu não sei, porque não faço esse cálculo. Mas valeu pelo toque, penso em implementá-lo futuramente!

      Em relação às análises individuais, eu traço uma estratégia mista: na Bolsa, eu invisto nos bons e velhos ETFs, ao passo que nos FIIs eu por ora estou investindo em ativos individuais.

      Desse modo, e resumindo, nos ETFs eu automatizo os investimentos, ao passo que nos FIIs eu faço seleção dos imóveis.

      Abç e sucesso pra você também!!!

  9. Luciano 13 de agosto de 2014 at 9:03 #

    Parabéns Guilherme!

    Texto extremamente útil para uma reflexão sensata. Valeu o dia!

    Grande abraço

  10. Cristiane 13 de agosto de 2014 at 21:26 #

    Parabéns pelo texto… Perfeito…

    Vc escreveu tudo que tenha pensado nos últimos dias.

    Eu estava viciada no facebook, vivendo a vida de todos, me preocupando com o que algumas pessoas estavam vivendo, sofrendo por quem não curtia uma foto ou publicação minha, era uma angustia constante.

    No dia que me dei conta de tudo isso, que a minha energia estava sendo gasta e o pior me derrubando (graças a Deus enxerguei isso), eu parei e comecei a viver minha vida.

    E foi um alivio tão grande, um peso enorme que saiu das minhas costas e vi como é bom “viver a minha vida”.

    Primeira vez que visito o seu blog e já amei.

    Felicidades….

    • Guilherme 14 de agosto de 2014 at 12:38 #

      Olá Cristiane, fico feliz de que meu blog tenho ido ao encontro de seus reais objetivos de vida!

      Grato pelas palavras!

      Abç

  11. Rosana 14 de agosto de 2014 at 8:22 #

    Mais um excelente texto, daqueles que levam os leitores a uma reflexão profunda. 🙂

    “Engraçado como as pessoas escolhem de maneira errada a realidade que querem viver, ignorando aquilo que deveriam prezar, e vivenciando aquilo que deveriam desprezar; e depois ficam se lamentando das consequências a longo prazo das escolhas erradas que fizeram.”
    É triste ver que isso está a cada dia mais comum…

    “Pare de se importar demais com coisas que importam de menos.”
    Um final perfeito para um texto perfeito!

    • Guilherme 14 de agosto de 2014 at 12:38 #

      Muito obrigado pelo incentivo, Rosana! 😀

      Abç!

  12. Investidor Defensivo 14 de agosto de 2014 at 9:05 #

    Sensacional o texto, Guilherme!

    Abs!

  13. Investidor Casado 15 de agosto de 2014 at 12:34 #

    Guilherme,

    sei bem como é isso. Pouco antes de iniciar meu blog eu mudei vários hábitos, inclusive abandonando o facebook. De certa forma fiz a escolha que você cita: viver minha vida, aproveitar os momentos ao máximo, ao invés de ficar lendo teorias de conspiração imbecis e trilhões de comentários preconceituosos de toda forma possível.

    Não me arrependo nem um pouco, minha vida pessoal melhorou muito depois que resolvi dar mais importância ao que me importa e utilizar meu tempo com mais qualidade.

    Só não comecei ainda a cuidar da minha saúde! Sei que ainda estou devendo isso, desde março, mas estou esperando o início da vigência do plano para fazer um check-up geral e torná-lo base para meu planejamento.

    Um abraço e obrigado pela dica no meu blog!

    • Guilherme 15 de agosto de 2014 at 21:01 #

      Excelente depoimento, IC!

      Isso mais uma evidência de que as ideias transmitidas no artigo passaram no teste de validação.

      Você está no caminho certo, e os benefícios já estão sendo colhidos, por exemplo, você já consegue deixar no zero a zero a questão das dívidas x orçamento doméstico.

      Continue nessa jornada!

  14. janela de lagrima 15 de agosto de 2014 at 17:06 #

    Escolhas todos fizemos, o dificil é conviver com elas. Lembrem-se a vida é uma experiência ! Otimo post.

  15. janela de lagrima 15 de agosto de 2014 at 17:10 #

    Nao deixem de assistir you tube joseph campbell

  16. Fernando Ferreira 19 de agosto de 2014 at 8:07 #

    Um dos melhores artigos que já li na blogosfera de finanças. Há muito tempo que levo a vida dessa forma, sem dar muita importância ao que não me é importante e sem me importar com opiniões alheias a meu respeito. E olha, isso causa uma certa estranheza nas pessoas, uma espécie de preconceito. Mas, se você quer ser diferente da maioria, deve agir de modo diferente da mesma.

    • Guilherme 28 de agosto de 2014 at 14:44 #

      Atualizando os comentários!!! 😀

      Obrigado pelas palavras, Fernando!

      É isso mesmo, uma vida centrada mais naquilo que te é mais importante é a que trará os melhores benefícios!

      Abç

    • Ronaldo Melo 5 de setembro de 2014 at 11:32 #

      Fernando Ferreira, o que me ocorreu quando você disse “…sem dar muita importância ao que não me é importante e sem me importar com opiniões alheias a meu respeito” não foi preconceito, nem estranheza. O que me chamou a atenção é que essa atitude “pode” levar à frieza nos relacionamentos, pois ninguém gosta de estar ao lado de alguém que se sente “o centro do mundo”. Por favor, não me interprete mal, não digo que esse é seu caso, mas creio que o equilíbrio em tudo é a chave da sabedoria e da felicidade.
      Paz!

  17. Quero economizar Dinheiro 19 de agosto de 2014 at 11:44 #

    Muito bom Guilherme.
    Tem muita gente vivendo inconscientemente entorpecida pela mídia, que estão manipulando suas vidas e deixando de enxergar o grande potencial que elas tem dentro se si mesma.

    • Guilherme 28 de agosto de 2014 at 14:45 #

      Exato, QED!

      O negócio é sempre buscar maior autonomia nas decisões da vida.

      Obrigado e parabéns pelo seu blog também!

      Abç!

  18. Alvaro 26 de agosto de 2014 at 13:02 #

    Parabéns Guilherme, por mais um belo texto e suas reflexões ! Eu mesmo,
    me identifico bastante com suas reflexões feitas aqui no seu blog. Leio e
    costumo divulgá-lo entre muitos colegas e os que vem aqui fazer as leituras,
    costumam tecer elogios ao seu trabalho , às suas reflexões, indicações, etc.
    Perante meus filhos ( adolescentes ) costumo falar-lhes , e ser repetitivo
    mesmo, sobre as nossas atitudes no dia-a-dia.
    Costumo ‘pegar carona’ nas matérias que leio por aqui, e fazer a pregação
    delas para os meus garotos. Quando quero que eles dediquem mais tempo
    à Leituras e menos tempo ao Video-Games, e justifico isso, e no final lhes
    digo o que já foi citado aqui no Blog, em uma resenha : hoje podemos
    escolher o que fazer, mas as consequências de nossos atos, no futuro,
    não temos escolha. Se fazemos , se tomamos atitudes corretas, estaremos
    colhendo bons frutos, pelas boas escolhas do passado.
    Costumo fechar o papo com eles, pregando um jargão que eles entendem :
    As consequências de nossos atos, sejam bons ou ruins, no futuro não podem
    ser desfeitas com ‘Control-Z ‘ .

    Abraços,

    Alvaro

    • Guilherme 28 de agosto de 2014 at 14:48 #

      Olá Álvaro, muito obrigado pelas palavras!

      Fico feliz que esteja compartilhando minhas reflexões junto ao seu círculo de amigos e familiares, fico bastante honrado e lisonjeado ao saber disso, especialmente pelas boas conversas que você está tendo com seus filhos.

      Pode ter a certeza de que suas conversas com eles trarão excelentes resultados no futuro, já que praticamente tudo o que fazemos na vida é uma questão de escolha.

      E gostei bastante do “fechamento” da conversa com eles: de fato, não é possível dar CTRL-Z e desfazer no futuro o que foi feito antes.

      Daí a importância de orientações práticas como as que você está fazendo!

      Abç!

  19. Felipe Oliveira 24 de setembro de 2014 at 11:47 #

    Nossa fiquei feliz comigo mesmo por através deste post confirmar atitudes que tomo. Tais atitudes que para algumas pessoas (alheias) são “radicais”, “exageradas”, mas, por dar mais importância ao que EU estou recebendo em troca ao tomar estas atitudes reconheço que valeu a pena. Quero dizer, vejo meus familiares que por vezes preferem estar na frente da TV assistindo programas de auditório falando sobre “celebridades, famosas” que estão distante da nossa realidade, do que compartilhar o que aconteceu no seu dia, ou trazer alguma história sadia que contagie gargalhadas.
    E por vezes já fui para meu quarto, jantar/almoçar, acompanhando a internet, porque, estavam na mesa todos a assistir esses programas sem dar espaço nem para uma conversa.

    Precisamos dar mais valor ao contato lado a lado, nesta era de comunicação à distância.

    • Guilherme 26 de setembro de 2014 at 21:07 #

      Olá Felipe!

      Isso mesmo, você disse tudo: “Precisamos dar mais valor ao contato lado a lado, nesta era de comunicação à distância”.

      Não há coisa que mais me irrite quando eu converso com alguém, e essa pessoa fica conversando comigo e mantendo uma conversa paralela no celular dela.

      Abç!

  20. Anna Monteiro 3 de janeiro de 2015 at 16:22 #

    Essa excelente leitura me fez lembrar de um ditado / frase ( ótima tbem ) que li ano passado,na blusa de um adolescente:

    ” Vocês riem de mim porque sou diferente. Eu rio de vocês porque todos vocês são iguais.”

    • Guilherme 3 de janeiro de 2015 at 23:00 #

      Obrigado, Anna, e excelente frase também!

      Abç!

  21. Ronaldo 4 de janeiro de 2015 at 1:23 #

    Excelente artigo Guilherme,

    Lendo seu artigo eu vi alguns trechos que me lembraram do livro “Os Segredos da Mente Milionária”

    • Guilherme 4 de janeiro de 2015 at 12:40 #

      Obrigado, Ronaldo!

      Eu gostei bastante desse livro também!

      Abç!

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