Não faça gastos com coisas: faça as coisas gastarem

Vivemos num mundo de excessos e abundância de disponibilidade. Podemos ter qualquer coisa, a qualquer hora, e muitas vezes sem qualquer dinheiro.

Porém, essa abundância de disponibilidade contrasta fortemente com nossa capacidade de aproveitamento e absorção. As pessoas vivem vidas contraditórias: onde reina o excesso de bens materiais, há uma elevada carência de valores imateriais. E como lidar com esse mundo que quer que gastemos cada vez mais nossos limitados recursos de tempo, dinheiro e atenção?

Campos

A resposta é simples: limite. Limite seus desejos. Limite seu contentamento. Limite seu ego. Faça uma adesão voluntária e consciente às ideias de uma vida mais simples. Valorize aquilo que você já tem – e você já tem muito, acredite.

Em suma: em vez de fazer gastos com coisas, faça as coisas gastarem. Gaste seus bens até ao ponto de eles se desgastarem – e precisarem, portanto, ser substituídos.

Responda rápido: o seu atual celular foi comprado quando? Se ele foi comprado há pelo menos 2 anos, ou seja, de 2013 para trás, parabéns! Você já está há meio caminho andado de fazer as coisas gastarem. Pois, na minha experiência pessoal, de cada 10 pessoas que conheço, 9 compraram seu celular no ano passado.

Estamos não apenas na era da distração: estamos também na era do descartável. Praticamente qualquer coisa teve seu ciclo de vida útil diminuído. Os bens materiais duram cada vez menos, os empregos duram cada vez menos, e até mesmo os relacionamentos estão ficando descartáveis.

Nade contra a maré. Em vez de buscar de forma ilimitada coisas, atividades e bens para saciar sua sede de felicidade, estabeleça limites. Como bem disse Leo Babauta num artigo recente no Zen Habits, In Praise of Limits, em vez de gastar horas na Internet navegando nos portais de notícias em busca de novidades sobre aquelas sub-celebridades, limite seu tempo online para 2 horas por dia. Em vez de trabalhar de forma exaustiva do momento em que você acorda até a hora em que vai dormir, limite seu trabalho para uma porção de 6 horas, ou 4 horas. Em vez de ficar ligado o tempo todo no email, visitando sua caixa postal a cada nova notificação no celular, limite seu tempo de email a apenas duas vezes por dia, como eu venho fazendo há mais de 7 anos. Corte o WhatsApp. Viva sem o Facebook. Escolha a realidade que você quer viver – não deixe essa escolha nas mãos dos outros!

Estabelecer limites em sua vida, por mais paradoxal que seja, não limita sua vida, mas sim a liberta, na medida em que você se permite criar espaços em sua vida para outras coisas: leitura, meditação, atividade física, sono de qualidade

Hoje em dia, é muito fácil ter coisas mesmo sem ter dinheiro no ato. Você pode ter sua casa própria e terminar de pagá-la, pasmem, em 2050 (!!!). Você pode sair de carro novo da concessionária e completar o pagamento somente em 2020. Você pode viajar no Carnaval e terminar de pagar no Carnaval do ano que vem.

Mas por quê é tão difícil controlar os desejos?

Por quê as pessoas gastam cada vez mais com coisas, ao invés de fazê-las gastarem?

Porque fazer o que proponho nesse artigo exige, como eu disse acima, ir contra a maioria. Nadar contra a correnteza. Exige uma enorme força de vontade, pois requer que atuemos em sentido contrário ao que faz a sociedade, em sentido contrário ao que seus colegas de trabalho e colegas de redes sociais (fóruns, Facebook, Twitter, Instagram e mesmo blogs de consumo) fazem.

Pode ter certeza: você será criticado por não fazer o que os outros fazem. Te chamarão de avarento por não trocar de carro há mais de 10 anos; te chamarão de jurássico por não ter o último iPhone ou Galaxy; serás rotulado como “mão-de-vaca” por preferir viajar de classe econômica (ou nem viajar), mesmo tendo dinheiro suficiente para bancar uma primeira classe. E daí? Quem se importa?

Controlar os impulsos de consumo, fazer as coisas gastarem e estabelecer limites são atitudes que requerem um conjunto de virtudes.

Requerem a virtude do autocontrole: em vez de ser controlado pelos outros, você é que terá que assumir a responsabilidade pela condução de sua própria vida, e independência suficiente para atuar com indiferença ao que outras pessoas fazem.

Requerem a virtude da disciplina para fazer a limitação dos desejos uma prática diária de renúncia a coisas que são absolutamente renunciáveis (lembre-se: você não precisa disso para ser feliz).

Requerem, por fim, as virtudes da concentração e foco, porque você estará abrindo mão de benefícios de curto prazo (paliativos) em prol de vantagens superiores, estáveis e duradouras a longo prazo.

Conclusão

Uma das virtudes fundamentais para uma vida mais carregada de significado é o equilíbrio. Quando você adquire o equilíbrio, em todos os seus quadrantes: mental, emocional, físico e financeiro, você adquire a sensação de estar bem consigo mesmo.

E um dos meios para se atingir uma vida equilibrada passa necessariamente pela atitude descrita nesse texto: não faça gastos com coisas, faça as coisas gastarem. Mude a “chavinha” da sua mente, para que ela passe a ampliar o ciclo de vida útil dos produtos que você consome. Serene a sua alma e desacelere, estabelecendo limites de atenção, de tempo e de dinheiro, para um mundo que quer que você viva (e gaste) de modo ilimitado – ilimitadamente ruim – sua atenção, seu tempo e seu dinheiro.

Enfim, tenha coragem de viver uma vida fiel ao que você é, e não a vida que os outros esperam de você. Os objetivos de vida que você deve seguir são os seus, e não deles; o dinheiro é seu, e não deles; a vida… bem, a vida é sua, e não deles.

Boa semana!

Créditos da imagem: Free Digital Photos

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69 Responses to Não faça gastos com coisas: faça as coisas gastarem

  1. Anderson 26 de janeiro de 2015 at 6:41 #

    Meus parabéns, que texto fantástico, gostei muito. Eu de uns tempos pra cá, depois de começar a acompanhar o seu site, venho mudando muito o meu jeito de viver a vida e sei que tenho muito a melhor. Agradeço de coração cada palavra públicada por você, saiba que está fazendo a diferença na vida de alguém.

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 8:45 #

      Obrigado pelas palavras, Anderson!

      Fazer a diferença na vida de alguém é uma grande meta minha, e fico feliz de saber que estou realizando essa inspiradora missão!

      Abç!

      • Anderson 26 de janeiro de 2015 at 12:53 #

        Boa tarde Guilherme, preciso muito tirar algumas dúvidas contigo, você possuí algum e-mail que posso entrar em contato com você?

      • Rosana 5 de fevereiro de 2015 at 16:03 #

        Guilherme,

        Acredito que fazer a diferença na vida das pessoas é uma das mais significativas metas que podemos ter.
        Minha mãe sempre falou que é melhor receber do que dar. Em relação aos cães, eu sempre isso sempre foi muito claro para mim, mas em relação ás pessoas, eu nunca consegui entender isso de forma tão profunda até pouco tempo atrás.

        E uma das pessoas que tornou isso mais claro para mim foi uma das auxiliares de limpeza do local onde trabalho, pois ela sempre fica muito feliz com o que recebe. Eu sempre levo alguma coisa para ela, como roupas, pães, shampoos, etc, e ela sempre fica muito feliz e agradecida, é algo que dá para perceber nitidamente.

        Eu acho que com o passar do tempo vamos percebendo que não são as coisas materiais que nos fazem realmente felizes, completos, que nos fazem sentir que estamos cumprindo nosso propósito de vida. As coisas materiais nos empolgam no momento, mas logo já não nos darão mais tanta satisfação.

        Você citou o caso dos celulares. O marketing agressivo acaba fazendo com que as pessoas acreditem que realmente necessitam trocar de aparelho para não se sentirem deslocadas da “atualidade”. E isso em relação à tudo. Como disse Vicki Robin no excelente artigo que você postou aqui no blog: “Se a propaganda puder envergonhar alguém, terá um consumidor em potencial.” E isso está sendo feito com maestria pelas empresas.

        Além disso, a intenção da compra carrega consigo desejos inconscientes proporcionados pela propaganda.
        Por exemplo:
        Quando compramos margarina, compramos também o desejo de uma família feliz, como a mostrada no comercial.
        Quando compramos um carro, status e poder são nossas compras inconscientes.
        Quando compramos um novo celular, o sentimento de parecer atual, moderno, jovem.
        Enfim, os exemplos são muitos.

        Concordo quando você diz que devemos gastar as coisas, aproveitá-las ao máximo e não gastar tanto assim com mais coisas.
        Além de ser bom para nós mesmos, pois seremos mais capazes de dar o valor correto às coisas, nos importando mais com o que realmente tem mais valor para nós, ajudaremos também na preservação do planeta, que está indo de mal a pior por causa do capitalismo implacável que cria “necessidades” a cada dia mais e de forma cada vez mais intensa.

        Em um comentário, se não me engano, você falou que as coisas tem um tempo de duração. A lâmpada incandescente é o maior exemplo dessa triste situação. O pior é que a situação tem se intensificado de forma antes nunca vista. E o planeta não aguenta mais tanta exploração de recursos naturais.

        Posto alguns links sobre o assunto Obsolescência programada:
        http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/obsolescencia-programada-os-produtos-sao-feitos-para-durar-pouco-778525.shtml

        http://www.idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/entenda-o-que-e-obsolescencia-programada

        Esse é o video:
        https://www.youtube.com/watch?v=pDPsWANkS-g

        Abraços!

        • Guilherme 5 de fevereiro de 2015 at 18:30 #

          Rosana, magnífico comentário!

          Cumprir os propósitos de vida é um objetivo que está bem acima do mero acúmulo de bens materiais.

          A propaganda cria artifícios a todo tempo no sentido de tentar nos passar a mensagem de que seríamos felizes somente se comprássemos as coisas que os comerciais veiculam.

          E, com técnicas de obsolescência programada, o círculo vicioso fica ainda mais nítido, prendendo as pessoas nas rodas do consumismo sem limites.

          Gostei bastante dos seus links e vídeos!

          Abç!

  2. Eduardo 26 de janeiro de 2015 at 7:31 #

    Perfeito.

    Realmente é muito difícil “remar contra a maré”, mas realmente acredito que o mundo esteja ficando sem graça justamente porque tudo é muito fácil, tudo podemos, não temos mais aquela surpresa maravilhosa quando ganhamos presentes ou aquela satisfação quando compramos algo, pois podemos comprar a qualquer momento, não tem mais o “sacrifício”.

    O tempo diário que gastamos com coisas inúteis é assustador. Estou lutando contra isso, mas realmente é difícil.

    Abs

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 8:47 #

      Olá Eduardo!

      Obrigado. Você tem razão: numa época onde tudo está disponível, acabamos desviando o foco das coisas que realmente fazem a diferença, nos ocupando com atividades que poderíamos evitar.

      Por isso, as virtudes enumeradas no texto são tão importantes!

      Abç!

  3. Gil 26 de janeiro de 2015 at 9:53 #

    Não tenho facebook e nunca participei de nenhuma rede social.
    Só tenho whatsapp para conversar com minha esposa.
    Não sinto necessidade alguma de participar dessas nóias de concectividade.
    Tenho certeza que minha vida é bem melhor assim. Afinal de contas, não tenho interesse algum em saber o que fulano comeu no almoço, onde ciclano está, ou saber do último vídeo pornô que viralizou.

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 11:01 #

      É isso aí, Gil!

    • Nathália 17 de agosto de 2015 at 12:32 #

      Exatamente! O tempo que passamos em redes sociais soltando indiretas pros “amigos” ou olhando a vida alheia poderíamos estar fazendo algo de útil, aproveitar melhor o tempo.

  4. Jônatas R Silva 26 de janeiro de 2015 at 9:53 #

    Belo texto Gui, abraço!

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 11:02 #

      Obrigado, Jô!

      p.s.: uma pena que seu blog tenha acabado, um dos melhores do gênero. Mas desejo sucesso em seus outros projetos!

  5. Renato C 26 de janeiro de 2015 at 10:35 #

    Ótimo texto, como sempre!

    O custo-benefício, Guilherme, de manter algo que já é seu, mas, para alguns, está “defasado”, pode ser excelente.

    Vejamos:
    – Tenho uma TV funcionando. Se decido por não trocá-la por uma mais moderna, o meu custo é 0. Já o custo de uma nova: 2 mil reais. Estes 2 mil reais de diferença podem ser aplicados em algum investimento (custo também, assim, de oportunidade).

    Oras, não há dúvidas de que uma TV + moderna tenha benefícios, mas como vencer, no custo/benefício, um concorrente (TV usada já sua) que possui custo 0 no presente?

    De um modo geral, com raras exceções, quanto mais subimos o nível das coisas, mais o custo/benefício se deteriora.

    Este post foi fantástico porque ampliou esta relação do custo/benefício para algo além do dinheiro (que é o mais fácil de visualizar), incluindo também tempo e atenção!

    Aliás, o fator atenção é algo completamente incorporado no mercado. Quantas vezes não acabamos tendo que utilizar o limite-máximo de nossa concentração e atenção para fazer um mero pedido de comida numa lanchonete, dada a variedade mil de opções e combinações possíveis? Vale a pena este dispêndio de atenção todo ou é melhor simplificar a escolha e dar atenção a quem realmente importa: a pessoa que está junto a ti neste pequeno lanche?!

    Certamente vc não deve ter percebido isto por talvez não frequentar, mas o MCDonald’s e outras redes de fast food estão praticamente abolindo o cardápio com preços (aquele, com todas as opções). É cada vez mais difícil saber o preço das coisas, porque tudo é simplificado ao máximo no estilo de “botões” e pequenas opções. O mundo hoje é um grande aplicativo de celular (rs). Isto poupa o consumidor de tomar decisões muito bem pensadas (sem analisar direito custo/benefício), simplifica o processo, torna a fila mais rápida, menos funcionários são requeridos para o atendimento, etc….

    O consumidor-médio hoje em dia mal quer ser demandado para a sua própria escolha: o ideal é que o estabelecimento escolha por ele. Nós sabemos o que você precisa! Dar opções ao cliente só vai fazê-lo ficar confuso e desistir. Tire textos, coloque imagens, cores… a experiência de consumo é uma grande sublimação.

    Abraços, Renato C

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 11:05 #

      Olá Renato C, excelentes comentários, como sempre!

      Eu não tinha parado para pensar nessa questão da abolição dos cardápios das redes de fast food…. mas é bem por aí mesmo: tudo virou “botões”, onde se escondem os preços e fazem a fila andar mais rápido. Fiquei sabendo que é possível nos EUA fazer o pedido de café na Starbucks pelo celular, e ir na loja apenas retirar o produto.

      Realmente, a experiência de consumo virou uma grande sublimação.

      Abç!

  6. Douglas 26 de janeiro de 2015 at 12:44 #

    Como sempre, Parabéns. Outro texto muito bem escrito.

    Venho a algum tempo fazendo exatamente isto. No entanto, nem sempre é fácil nadar contra a maré. Muitos dos meus clientes, senão todos, como a maioria da população, acostumada com tudo na hora, também quer atendimento de tudo na hora.
    As pessoas chegam ao ponto de me ligar em um domingo as 10 da manhã para perguntar coisas que poderiam esperar na segunda-feira, como quantas parcelas faltam para pagar.
    Com a internet, as pessoas se acostumaram a tudo na hora. Veja os vendedores do Mercado Livre, que as perguntas são respondidas em questão de segundos, mesmo que sejam feitas no sábado a noite.

    Ou seja, no mercado atual, é bem complicado sair dessa situação. Mas eu sempre tento. Explico que esse tipo de informação só consigo no escritório. Utilizo o bom senso para que a pessoa entenda que nem tudo acontece na hora que ela quer, e que a informação que ela quer não precisa ser dada naquele momento.

    Quanto ao Whatsapp eu faço o caminho contrário. Tento ao máximo concentrar tudo por ele e por email, uma vez que o telefonema é o pior de todos. O telefone requer atenção imediata. Já mensagens como e-mail e whatsapp só são respondidas quando você quiser no seu tempo. E ao contrário de muita gente, acho que o recurso de LIDO do Whatsapp não atrapalha nem um pouco. Mais uma vez as pessoas devem entender que apesar de LIDO existe ainda um tempo para pensar, conseguir a informação e só depois responder.

    Resumindo eu acho que vai de cada um “educar” as pessoas em seu círculo. Se eu respondo um cliente no email no Domingo às 20 horas, ele vai esperar essa posição sempre. Portanto, basta impor seus limites. E isso funciona com relacionamentos pessoais. Há algum tempo atrás eu tinha uma namorada que me ligava todos os dias durante o serviço. Eu nunca atendi. Deixei claro que quando estou no trabalho eu não atendo ligações pessoais, até que ela só ligava quando realmente precisava. Na verdade, meu telefone ficava no bolso do paleto, dentro do armário, e no silencioso. Não adianta ligar que não atendo. Isso não causou brigas nem nada, apenas a pessoa aprendeu como é que eu funciono.

    Mesmo quando trabalho no final de semana, eu respondo os e-mails agendando-os para serem enviados na segunda-feira às 8:00. Assim meu serviço está pronto, mas mesmo assim não aparece para as pessoas que trabalhei no final de semana, e portanto não pensarão que podem me enviar e-mails para serem respondidos no final de semana.

    • Anderson 26 de janeiro de 2015 at 12:52 #

      Percebi uma coisa, além de ser ótimo o site do Guilherme, os comentários também são demais.

      Gostei de mais deste recurso de poder receber todos os comentários do post no e-mail!

      Obrigado Douglas por compartilhar estas experiências.

      • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 14:09 #

        Verdade, Anderson, a comunidade de leitores altamente qualificados do blog é uma das coisas das quais eu mais me orgulho.

        Como os comentários espelham as qualidades intrínsecas das pessoas, não preciso dizer muito mais coisa em relação ao altíssimo nível das pessoas que circulam por aqui. :-)

        Abç!

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 14:08 #

      Excelente depoimento, Douglas!

      A sua capacidade de organização nas tarefas do trabalho é um verdadeiro exemplo a ser seguido! Uma aula nos comentários!

      Abç!

  7. Bruna 26 de janeiro de 2015 at 13:11 #

    FANTASTICA essa sua reflexão! Estou num momento exatamente assim. Estava remexendo nas minhas coisas e percebi que tenho uma jaqueta de 15 anos! Que incrivel é valorizar o que ja temos! Acredito que a gratidão seja um exercicio muito legal pra nos fazer avaliar tudo o que ja temos!

    Abraço!

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 14:10 #

      Obrigado, Bruna!

      E parabéns por também cultivar a mensagem do texto já há tanto tempo!

      E você tem razão: gratidão acima de tudo.

      Abç!

  8. Investidor Casado 26 de janeiro de 2015 at 14:05 #

    Guilherme,

    Ótimo texto como sempre. Como o colega disse acima, também mudei bastante minha forma de encarar a vida após conhecer seu blog e o Zen habits através do seu. Principalmente depois que deixei de tentar preencher as expectativas dos outros (pais, amigos, sociedade) a qualquer custo e comecei a dar prioridade aos meus desejos, sonhos, etc.

    Um abraço!

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 14:11 #

      Obrigado, I.C.!

      Começar a priorizar suas metas pessoais, deixando as dos outros de lado, é um passo fundamental rumo a uma melhor qualidade de vida.

      Abç!

  9. Jacy 26 de janeiro de 2015 at 16:23 #

    Olá!

    Passando mais uma vez neste blog para parabenizá-lo e agradecer por este espaço!

    Além de edificante, este texto é muito oportuno, considerando que estou em um momento da busca pelo equilíbrio proposto!

    • Guilherme 26 de janeiro de 2015 at 18:20 #

      Obrigado Jacy, e sucesso em sua busca pelo equilíbrio!

      Abç!

  10. Phillip Souza 26 de janeiro de 2015 at 22:49 #

    Muito bacana Guilherme! Um artigo que nos propõe a refletir bastante sobre coisinhas que interferem em nossas vidas. Já adotei muitas das estratégias, mas penso que posso aprofundar e refinar ainda mais! Grande abraço!

    • Guilherme 28 de janeiro de 2015 at 7:51 #

      Obrigado, Philip!

      Sim, sempre é possível refinar as estratégias. O aprendizado é diário e permanente!

      Abç!

  11. Alexandre Silva 27 de janeiro de 2015 at 0:16 #

    Gastava duas horas no Facebook e não tinha nenhum retorno, agora gasto 2 horas lendo os artigos do valores reais e tenho um enorme ganho com isso, estou adquirindo conhecimento e mudança de hábitos. Parabéns.

    • Guilherme 28 de janeiro de 2015 at 7:51 #

      Obrigado pelas palavras, Alexandre, e excelente mudança de hábitos também! 😀

      Abç!

  12. Tiago 27 de janeiro de 2015 at 9:20 #

    Guilherme, excelente texto. Parabéns!!!

    Procuro seguir este caminho também, comente como exemplo (usados no próprio texto) estou com o mesmo carro a 7 anos e me atende bem, estou com o mesmo celular desde 2010 também atende as minhas necessidades, nunca participei de nenhuma rede social, etc. Procuro utilizar as coisas até o fim.

    O que vejo de mais complicado nesta opção, é a pressão imensa que temos nosso convício social, mesmo das pessoas que só querem o seu bem (sua família) para mudar seu comportamento e seguir a manada, você é tão bombardeado o tempo todo, que a momentos que quase fraqueja, e se sente mal mesmo.

    É muito bom ver textos com essa qualidade, ajuda a recarregar as baterias.

    Obrigado.

    • Guilherme 28 de janeiro de 2015 at 7:52 #

      Excelente depoimento, Tiago!

      Concordo com você, o mais difícil é aguentar as pressões imensas vindas de todos os cantos para você consumir cada vez mais.

      Abç!

  13. Monica 28 de janeiro de 2015 at 17:44 #

    Ola, Guilherme!!!

    Adorei o seu post! Concordo plenamente com tudo que foi escrito!

    Acredito sinceremante que vivemos num mundo onde TER é muito mais importante que SER, onde a moral e a ética estáo sendo esquecidos pela grande maioria e que devemos lutar e decidir sobre a nossa própria vida, e principalmente avaliar se os nossos desejos são realmente nossos!

    Mas é difícil conseguir agir sempre assm no mundo de hoje! Tive uma experiência pessoal, na qual me decepcionei comigo mesma! Rs!
    Fiz um curso de gestão empresariall, e “ganhei” uma consultoria particular para a área pessoal. Sou uma pessoa bem equilibrada financeiramente, e que não tinha muita ideia no que ele podeira me ajudar. Mas estava aberta a ouvi-lo!
    Quando o vi chegando, num carro bem antigo, muito acima do peso, com um “terninho” extremamente justo e surrado,já beirando os 60 anos, na hora pensei: no que esse cara vai poder me ajudar? Rs! Entendo que foi puro preconceito, mas agi assim!

    Vivo isso no meu dia a dia…. se vc estiver bem vestido, num carro legal, as pessoas logo associam isso a ser bem sucedido, e consequentemente a ser um bom profissional. Caso contrário, entendem que vc “não é tão bom assim”!
    Conseguem me entender? Rs! Claro que muitos diriam: tudo bem, é a cabeça deles, é só vc provar que é boa profissional e pronto! Confiar em vc! Mas não acho tão facil assim!!!

    Enfim, vivo esse dilema! Rs! Entre o que penso e o que deixo transparecer! rs!

    • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 13:27 #

      Olá Mônica, obrigado pelas palavras!

      Realmente, gostei muito do seu exemplo e do dilema que você tem enfrentado. No mundo de hoje, vivemos praticamente num “mundo de aparências”, e o seu exemplo do consultor é bem uma prova de quanto devemos estar vigilantes para não fazermos um “pré-julgamento” das pessoas, embora inconscientemente até acabamos fazendo.

      Dentro desse contexto, penso que igualmente importante – ou até mais importante – é emitirmos um juízo de valor definitivo somente após conhecermos inteiramente ou integralmente o serviço ou produto que uma pessoa está oferecendo. É claro que muitas vezes nos deixamos agir marcados por impressões subjetivas do “primeiro olhar”, e que essa não é uma tarefa fácil, mas que deve ser cultivada no dia-a-dia.

      Muitas vezes, “não damos nada” ao avistar alguém pela primeira vez, a qual, após uma primeira conversa, percebemos se tratar de uma pessoa espetacular. Do mesmo modo, achamos que uma pessoa super bem apresentada teria um conteúdo à altura e que essas impressões iniciais se desfazem depois de alguns poucos minutos conversando com ela.

      Enfim, aprofundar o conhecimento antes de emitir juízos de valor é um dos pontos-chave nesse processo!

      Abç!

  14. Vanessa 28 de janeiro de 2015 at 19:13 #

    Que texto ótimo, Guilherme!
    Como é bom ler textos assim de gente que valoriza o remar contra a maré! Me sinto menos solitária. :)
    É bem difícil não ser consumista nessa época em que vivemos… mas, é tão libertador dizer não para um desejo de compra!… me sinto aliviada quando percebo que posso ser feliz com poucas coisas materiais. Que libertador é também dizer não para um compromisso social ou de trabalho que não irá nos acrescentar nada…
    Abraços,

    • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 13:29 #

      Olá Vanessa, obrigado!

      Desejos de compra não realizados muitas vezes acabam nos libertando, ao invés de nos limitarmos. E desenvolver uma cultura do “não” como resposta também caminha no mesmo trilho, muitas vezes! :-)

      Abç!

  15. Qual Banco 29 de janeiro de 2015 at 13:00 #

    “tu no puedes comprar el viento tu no puedes comprar el sol…”

  16. Darlene 29 de janeiro de 2015 at 13:28 #

    Ola Guilherme.
    Adorei sua pagina. E de uns tempos pra ca tenho gastado alem dos limites. E lendo aqui seus textos cheguei a conclusão que preciso mesmo parar e rever tudo que tenho feito com meu dinheiro.
    Mas meu ultimo celular durou 6 anos. haha Isso mesmo 6 anos. Sinal de que sei usar até o fim meus bens materiais. Embora a compulsão por roupas esteja acima do limite.
    Espero com seus textos poder melhorar isso.
    Adorei suas dicas e vou segui-las sim :)

    • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 13:33 #

      Olá Darlene, obrigado!!!!

      Parabéns por conseguir fazer um celular durar 6 anos! Isso é para poucos!

      Prova de que você, querendo e com disciplina, consegue também fazer com as coisas “gastem” em outras áreas de consumo, como as roupas.

      Aproveito para lhe indicar esse texto que tem a ver a respeito: http://www.valoresreais.com/2013/09/02/mulher-mulher-8-dicas-praticas-leitoras-valorizar-vivenciar-feminilidade-comprometer-orcamento-domestico/

      Abç!

      • Darlene 29 de janeiro de 2015 at 13:50 #

        obg :) Sim com foco e a ajuda de seus textos eu chego lá rsrs
        Fazer as coisas gastarem, como fiz com meu celular.
        Detalhe que ele ainda funciona até hoje.
        Mas por precisar ler e-mails na rua fora de casa.. acabei comprando um desses com acesso a internet. Mas guardei meu antigo de recordação por ser algo que consegui com muito esforço na epoca que comprei.
        Vou ler este outro texto que me indicou sim .Obrigada Guilherme :)

        • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 13:53 #

          Legal, Darlene, ter guardado de recordação o outro celular. Objetos assim que são valorizados merecem um espaço no “baú das memórias”. 😀

          De nada e boas leituras! :-)

  17. Flavio Mattos 29 de janeiro de 2015 at 14:11 #

    Grande Guilherme, o título diz tudo. Essa mensagem cabe perfeitamente para o momento atual em que vivemos. A empresa que vende celulares modernos tem uma valor de mercado maior do que a “riqueza” de muitos países, medida pelo PIB, enquanto isso, mudanças climáticas sinalizam que esse perfil consumista não é sustentável. Tudo isto mostra que estamos na direção certa do caminho que um dia a sociedade terá que fazer.

    • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 18:44 #

      Olá Flavio, obrigado!

      Você tem razão. Não é à toa que uma empresa fabricante de produtos descartáveis consegue ter maior valor de mercado que empresas que fabricam petróleo ou fornecem serviços: o mundo aderiu ao consumismo.

      Abç

  18. Marcele 29 de janeiro de 2015 at 19:03 #

    Conheci o blog dois dias atrás e não consigo parar de ler, conteúdo de verdade, parabéns!!!!!!

    • Guilherme 29 de janeiro de 2015 at 19:49 #

      Nossa, Marcele, que legal ser suas palavras, obrigado!

  19. 30 de janeiro de 2015 at 6:25 #

    Investidor, bom dia!
    Tenho seu blog cadastrado na minha lista de blogs favoritos e acompanho suas postagens com frequência.
    Estou fazendo uma pesquisa das ações, FIIs e modalidades de renda fixa mais promissoras para os próximos 4 anos. Você poderia participar?
    Se sim, basta responder este post listando as 5 ações preferidas, 5 FIIs preferidos e a modalidade de renda fixa preferida.
    Grato,
    Uó!
    http://blogdouo.blogspot.com.br/

  20. O Frugalista 30 de janeiro de 2015 at 14:30 #

    Excelente postagem!

    Eu concordo plenamente, e acrescento que aprender a viver uma vida mais simples pode ser o caminho mais rápido para a liberdade, tanto a financeira quanto a emocional.

    Grande abraço,
    O Frugalista
    http://ofrugalista.wordpress.com

    • Guilherme 30 de janeiro de 2015 at 15:09 #

      Obrigado, O Frugalista!!!!

      E sim, uma vida mais simples é uma chave para alcançar a liberdade!

      Abç e parabéns pelo blog também! 😀

    • Rosana 5 de fevereiro de 2015 at 15:39 #

      Frugalista,

      Gostei do seu site, já adicionei nos meus favoritos! Os textos sobre liberdade e as coisas que o dinheiro não compra são excelentes.

      Uma dica: você poderia disponibilizar a assinatura de newsletter, assim ficaria mais fácil para os leitores.

      Abraços e sucesso!

      • Guilherme 5 de fevereiro de 2015 at 18:28 #

        Concordo com a Rosana, os textos do Frugalista são acima da média.

        E uma newsletter cairia bem. 😀

        Abç!

  21. Andrea 31 de janeiro de 2015 at 8:11 #

    Confesso que comprei meu celular no ano passado, mas só porque o anterior era emprestado. E mesmo assim, peguei o modelo mais básico e de promoção, bem barato mesmo. E isso foi mais pelo whatsapp, mas depois de uma constante dor no ombro, parei pra pensar e vi que, além do meu tempo e do meu dinheiro, estava sacrificando minha saúde por nada, já que na maior parte do tempo me escreviam à toa, pra mandar correntes ou “mensagens bonitinhas”. Não tenho facebook desde o ano passado e considero uma das melhores decisões que tomei. A única rede social que tenho é o Skoob e, mesmo assim, mais pra trocar livros.

    Como comentaram aqui em cima (e vivem comentando), tenho muito mais lucro lendo blogs de conteúdo como o VR e crescendo intelectualmente do que sabendo o que meus contatos estão comendo ou fazendo.

    Obrigada por maravilhosos posts!!!

    • Guilherme 31 de janeiro de 2015 at 17:13 #

      Olá Andrea, excelente depoimento!

      Obrigado pelas palavras!!!!

      Abç!

  22. Airanzinha 4 de fevereiro de 2015 at 12:39 #

    Acho que MARAVILHOSO POST é pouco para o quanto suas postagens vem à cada dia auxiliando-me,abrindo-me novos olhares. Depois que comecei a ler o blog,já mudei bastante coisa na minha vida.Obrigada!

    Eu não utilizo o Facebook há pelo ao menos uns 2 anos. E isso não me fez falta alguma. Tive épocas de não dormir,falando no What´sapp,hoje não fico mais de 5 minutos por dia.
    Hoje vejo muitos casais e amigos, que saem para jantar e ficam no celular o tempo todo,chega até ser desagradável.

    Eu preciso é parar de comprar roupas a cada ida no shopping,e como você bem disse,gastar as que eu já tenho. Mas isso é uma tarefa difícil para mulheres.

    Abraços querido!

    • Guilherme 4 de fevereiro de 2015 at 16:52 #

      Excelente depoimento, Airanzinha! Fico muitíssimo feliz que o blog esteja lhe ajudando a ter uma vida melhor! 😀

      Hoje em dia, a busca por gratificação imediata se estendeu ao campo da atenção: queremos tudo antes do tempo, e ficamos ansiosos se não compramos a última tendência de consumo.

      Aproveite para maximizar o uso de suas roupas. A tarefa é árdua especialmente para o público feminino, mas traz recompensas duradouras, como um comportamento mais indiferente e independente de pressões externas.

      Abç querida!

  23. Carolli Márol 4 de fevereiro de 2015 at 20:27 #

    Olha… esse texto veio em boa hora, eu estava mesmo precisando ler isso. Minha mente sempre trabalha contra mim, e mesmo sabendo que gasto com coisas desnecessárias, eu acabo me rendendo aos meus desejos e compro mesmo cheia de remorsos.

    • Guilherme 5 de fevereiro de 2015 at 9:14 #

      Que bom que veio em boa hora, Carolli!

      Agora é chegado o momento de trabalhar para reprogramar a mente! 😉

      Abç!

  24. Rocha 7 de fevereiro de 2015 at 20:29 #

    Excelente post! Sempre indico seu blog para meus amigos. O que vai mudar esse país, são pessoas como você, que possibilitam aos seus leitores dispor de uma análise aprofundada sobre como ter disciplina, foco, perseverança, etc. Parabéns!

    • Guilherme 7 de fevereiro de 2015 at 21:16 #

      Obrigado pelas palavras e por indicar o blog aos seus amigos, Rocha!

      Abç!

  25. Everaldo Andrade 10 de fevereiro de 2015 at 13:37 #

    Olá todos.

    Verdade, simplificar (a vida e o consumo) é um dos pilares da prosperidade:
    Renda -> poupança -> investimento -> simplificação.

    Minha única resalva ao texto é à questão de participar ou não das redes sociais. Na minha opinião, como tudo na vida, é uma questão de equilíbrio. O Facebook e o Linkedin, por exemplo, são ótimas ferramentas de negócios. Para mim funcionam como ferramenta profissional de trabalho e não para cuidar da vida dos outros. Portanto são válidas.

  26. MARCIA CAMELIER 30 de junho de 2015 at 11:29 #

    aDOREI O ARTIGO! ESSE É O MELHOR BLOG QUE CONHEÇO!
    PARABENS! ACOMPANHAREI TODOS OS ARTIGOS E DICAS DE VOCES!

  27. Tiago Balthazar 22 de janeiro de 2016 at 15:25 #

    Equilíbrio: “Estado de um corpo, que se mantém de pé, sem se inclinar para nenhum dos lados”.

    A sabedoria que devemos buscar é a capacidade de resistirmos à enxurrada de propagandas que recebemos todos os dias para nos endividarmos com a falsa promessa de que ficaremos mais “felizes” (quando na verdade precisamos de muito pouco para aproveitar os verdadeiros valores que nos dão satisfação pessoal).

    A reflexão, mais uma vez, é muito válida Guilherme!

  28. Kiko 5 de outubro de 2016 at 13:06 #

    Muito bom o texto, com a crise atual estamos vendo pessoas adoecerem por não poder gastar. Me sinto bem em manter meu celular comprado em 2014 e meu carro popular ano 2001 comprado em 2012, não tenho dívidas e tenho uma geladeira cheia e mais do que isso, me sinto seguro, sem medo de ser assaltado.

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