Ou você investe na sua instrução, ou você investe na sua ignorância. Não há meio termo.

“Se você acha que a instrução é cara, experimente a ignorância” – Benjamin Franklin

Jeferson e Cláudio são meninos que estudam na mesma sala.

Estudos

Créditos da imagem: Free Digital Photos

Jeferson é um garoto de 12 anos que, como qualquer criança de sua idade, gosta de praticar esportes. Futebol e handebol estão entre seus esportes favoritos. Além disso, como uma criança nascida nesse início de milênio, gosta também de lidar com tecnologia. Gasta horas e mais horas no seu computador, e, principalmente, na tela de seu celular.

Nas últimas férias, Jeferson passou algumas semanas na casa de seu tio Jaime, que lhe ensinou a importância de estudar inglês, só que numa escola particular. O tio falou para o garoto da importância do idioma estrangeiro não só para o vestibular, mas também para a vida, já que Jeferson gosta de assistir filmes feitos em Hollywood, ouvir músicas de bandas norte-americanas e ler livros originados de escritores do idioma de Shakespeare.

Instigado pelo seu tio, Jeferson correu atrás: telefonou para escolas de idiomas de sua cidade, fez pesquisas de preços e apresentou os resultados da pesquisa aos seus pais.

Porém, seus pais disseram que não poderiam bancar a escola de idioma, alegando “que estava tudo muito caro”.

E Cláudio?

Bem, Cláudio tem os mesmos gostos e características de Jeferson, exceto por um detalhe: Cláudio estava concluindo o curso de inglês numa escola particular, cujas mensalidades seus pais estavam bancando, com muitos sacrifícios e dificuldades de toda ordem.

……………

Agora eu pergunto: quem teve a atitude correta? Os pais de Cláudio, que estavam investindo na educação do seu filho, ou os pais de Jeferson, que, ao contrário, preferiram investir na ignorância dele?

A resposta é um tanto quanto óbvia, e espelha uma triste realidade: muitas pessoas não percebem que, ao deixarem de investir na educação, seja a própria, seja a de seus filhos, estão automaticamente investindo na ignorância, seja a própria, seja a de seus filhos. Mas por quê isso acontece? Por quê as pessoas deixam de aproveitar as oportunidades enquanto elas ainda estão disponíveis? Por quê as pessoas não conseguem enxergar que uma vida melhor é uma vida baseada em mais conhecimento, em mais instrução?

Por que as pessoas deixam de investir em mais conhecimento?

Há, aqui, dois ingredientes críticos pelos quais as pessoas não investem na instrução.

O primeiro é a incapacidade de pensar e agir a longo prazo. Pense no caso dos pais de Jeferson. Ao dizerem “não” ao pedido do filho de estudar inglês numa escola particular, sob o argumento de que as mensalidades “não caberiam no orçamento doméstico”, eles, consciente ou inconscientemente, estavam pensando somente no curto prazo, esquecendo completamente dos benefícios a longo prazo que a educação especializada num idioma estrangeiro poderia trazer ao seu filho.

Aliás, é bem provável que os pais de Jeferson estejam gastando o respectivo orçamento doméstico com passivos em excesso, e talvez até desnecessários, como juros decorrentes de um financiamento de automóvel parcelado em 48 vezes, a reforma da casa financiada com juros subsidiados da Caixa Econômica Federal, ou mesmo roupas parceladas no crediário da loja a taxas de 1,99% ao mês.

E quantas pessoas hoje em dia não fazem isso? Priorizam o hoje em detrimento do amanhã? Priorizam gastos com coisas materiais, com um dinheiro que não têm, para compensar carências nos planos afetivo e espiritual? Compram coisas e “experiências” para compensar frustrações no trabalho, nos relacionamentos, na vida…?

Como disse, com acerto, o leitor Pedro, num excelente guest post que publicamos no final do ano passado:

“Pensar no longo prazo é difícil porque implica em abdicar de resultados presentes sem a certeza de que irá usufruir dos benefícios mais adiante. Em outras palavras, significa sacrifício”.

Veja o belo exemplo proporcionado pela família de Cláudio. Ao economizarem recursos financeiros para investir na educação do filho, os pais dele não só abriram espaço em sua vida para se ocuparem com atividades que não dependem da manutenção ou exibição de coisas e “experiências”, como também proporcionaram a ele a aquisição de habilidades intelectuais que serão úteis não somente no aqui e agora, mas sobretudo no amanhã, quando Cláudio enfrentar um vestibular, for fazer uma entrevista de emprego, realizar uma viagem para o exterior ou se habilitar num programa de pós-graduação. O investimento a longo prazo faz toda a diferença.

Quem age apenas no curto prazo enxerga apenas com os olhos. Tem apenas vista. Quem age no longo prazo enxerga com a mente. Tem visão. E você, enxerga com apenas com os olhos, ou enxerga com a mente?

Uma coisa fica óbvia, e precisa aqui ficar registrado: quando você gasta seu tempo estudando e adquirindo habilidades específicas, sejam elas quais forem (dirigindo, cozinhando, estudando, escrevendo etc.), você estará investindo em você, aumentando sua utilidade e seu valor perante a sociedade, e se munindo das ferramentas mentais necessárias para enfrentar um mundo que demanda cada vez mais pessoas capazes de resolver problemas e ajudar os outros a ter uma vida melhor e com mais significado. O mundo demanda pessoas que tenham capacidade de explorar o cérebro em toda a sua potencialidade.

Às vezes, é difícil mesmo reprogramar o cérebro para tomar decisões a longo prazo. Mas não impossível. Fracionar as metas de longo prazo em objetivos de curto prazo é um desses caminhos possíveis.

O segundo motivo pelo qual as pessoas não investem na instrução, mesmo podendo, é a resistência a sair da zona de conforto. Elas se conformam com a situação atual, e pensam que “assim já está bom, já atingi um bom patamar, para quê querer mais?”. Elas não se desafiam a serem pessoas melhores. Contentam-se com menos do que elas efetivamente poderiam conseguir. Não estão dispostas a realizarem sacrifícios, ainda que sejam de caráter temporário.

Vejam novamente o exemplo (ou o anti-exemplo) da família de Jeferson. Os pais dele já se contentam com o inglês oferecido pela escola, e se perguntam: “pra quê realizar mais um sacrifício no já apertado orçamento familiar? Pra quê colocar o filho no inglês, se até hoje ele esse ausência não foi sentida?”.

Como eu já disse em outro artigo, e volto aqui a repetir: há um paradoxo nessa zona de conforto. E o paradoxo é esse: se você ficar no conforto, você fica estagnado. Você não vai pra frente.

Certa foi a atitude da família de Cláudio, que, de modo intencional, “sacrificou” (se é que se pode utilizar esse termo) as finanças da família em prol de um objetivo maior. E aqui está o grande sentido de sair da zona de conforto:

“Quem sai da zona de conforto não foca em aumentar o desconforto, mas sim em ampliar os níveis de conforto. Pode parecer um paradoxo – o segundo – mas é realmente. A questão-chave aqui é que o desconforto é apenas temporário, mas o conforto ampliado é para sempre. Pense naquelas aulas chatas que você é obrigado a frequentar apenas para ter o diploma. Elas vão passar. Mas o diploma, uma vez conquistado, é para sempre. Pense naquelas horas que você gasta estudando para o concurso. Elas vão passar. Mas o seu cargo é para sempre. Pense no desconforto que representa a abdicação de gastar mais do que ganha, e de reservar uma parte de seu salário para investimentos. Esse desconforto é temporário. Mas a sua tranquilidade financeira estará assegurada de modo vitalício.

A nossa vida pode ser visualizada como um grande conjunto de círculos concêntricos, em que cada novo círculo acrescentado representa um ganho adicional de conforto e segurança. Sair de seu círculo de conforto exigirá esforço, dedicação e disciplina, mas outra coisa não representa senão a de aumentar a satisfação com sua própria vida”.

Conclusão

Pessoas que não querem melhorar inventam desculpas. Pessoas que evoluem inventam resultados. Que tipo de pessoa você é?

Poucos investimentos dão resultados tão expressivos quanto o investimento em instrução. E a instrução, hoje em dia, pode ser obtida não apenas pelos canais tradicionais das escolas e universidades, mas também através do conhecimento que pulsa na Internet e em outros meios mais “informais”, como livros e palestras. O importante, em qualquer caso, é selecionar bem a fonte, e que o trabalho desenvolvido através da instrução possa produzir resultados úteis e gerar valor às pessoas, melhorando algum aspecto da vida delas.

Afinal, se você parar de aprender, você irá parar no tempo. É hora, pois, de se movimentar! 😀

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33 Responses to Ou você investe na sua instrução, ou você investe na sua ignorância. Não há meio termo.

  1. Senhor Polifásico 8 de fevereiro de 2016 at 2:57 #

    Gostei muito do texto, e por incrível que pareça foi um golpe certeiro na minha desculpa.
    Há alguns dias comecei meu novo projeto de estudos para o vestibular, me desanimei um pouco vendo o quão difícil será atingir meus objetivos e até cogitei a hipótese de mudar de curso por desacreditar do meu potencial.
    Depois de ler a matéria, fiquei por alguns minutos refletindo principalmente sobre a pergunta da conclusão.
    Realmente, quem quer mudar não inventa desculpas, ignora as limitações e luta por seus ideais até que sejam alcançados.

    Cheguei no blog por acaso, navegando em outros outro blog que gosto.
    Acredito que nada acontece por acaso.
    Obrigado pelo texto

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:37 #

      Obrigado, Senhor Polifásico, pelas palavras!

      E parabéns pela atitude de voltar a acreditar em si mesmo!

      Abraços!

  2. Carvalho 8 de fevereiro de 2016 at 7:48 #

    Guilherme
    Pior que as pessoas que não recebem incentivo pra estudar são as que recebem mas não valorizam, seja por imaturidade, dificuldade de enxergar a longo prazo ou sei lá qual a desculpa. Tenho um sobrinho que acaba de terminar o ensino médio, fiz os cálculos e seus pais gastaram aproximadamente 400 mil no garoto. O problema é que ele acaba de aumentar o número de analfabetos funcionais do país. Foram inúmeros cursos iniciados e não terminados e o moleque só tem motivação para jogos e redes sociais. Hj em dia, sem a pressão que os país exerciam antigamente e o sistema de ensino corrompido pela merdologia Freiriana, é preciso milagre para incutir algo útil na cabeça das pessoas.

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:38 #

      Oi Carvalho, realmente, as pessoas não valorizam aquilo que recebem, como é o caso de seu sobrinho.

      Abraços

  3. Danilo 8 de fevereiro de 2016 at 8:07 #

    Muito bom.

  4. Musashi 8 de fevereiro de 2016 at 10:16 #

    Como sempre, ótimo post!
    Sempre agregando valor e nos mostrando o valor da educação, tanto de modo formal, quanto daquela adquirida de forma autodidata.
    Abraço e parabéns pelo blog.

  5. Tiago Balthazar 8 de fevereiro de 2016 at 16:05 #

    Ótimo artigo Guilherme!

    Um ponto que quero destacar é quanto à atitude que nosso amigo Jeferson terá diante de seus pais, considerando que, nesse momento da sua vida ele apenas se submete à visão (ou falta dela) dos pais. Porém, nada impediria de Jeferson ter sua atitude transformada por algum mentor, que não necessariamente precisa ser uma pessoa. Pode ser um bom livro que abra sua mente, amigos de verdade que deem a ela a chance que seus pais deram etc. Como sempre, esse é um tipo de reflexão que pouco se discute no Brasil, considerando nosso atraso no ensino e em outras áreas importantes para um país sair da “zona de conforto” do terceiro mundo.

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:40 #

      Oi Tiago, é verdade!

      Jeferson terá muitas oportunidades de mudar o curso da própria história dele.

      Abraços!

  6. Anna Monteiro 8 de fevereiro de 2016 at 17:01 #

    Como sempre o Guilherme nos brinda com mais um diamante!

    E engraçado que justo ontem,meu namorado tocou num assunto que tem a ver com o post: celulares hiper transados,enormes,cada vez mais populares. Ele estava num ônibus indo pra Zona Norte do RJ e reparou que quase todos os passageiros tinham smarthphones enormes e aparentemente caros.
    Falei pra ele “isso acontece devido ao status. Imagina, vc não ter celular,e logo aquele que a Juliana Paes mostra na novela? Isso não é caro. Ah, mas comprar um livro, investir para posteriormente entrar para alguma faculdade, isso é muito caro! As pessoas tem $ pro celular,mas não para seu próprio retorno futuro.”

    Infelizmente, muitos desse grupo do Jefferson não toleram ser ajudados nisso. Eu mesma já tentei ajudar a pessoas que moram em comunidades ou estão perto da faixa de pobreza, mas já desisti por ser excluída,xingada e mal falada. “Chata”, “iludida” e “querer ser Deus” foram adjetivos que permearam uma parte da minha maturidade com minhas tentativas em ajudar algumas pessoas a progredirem na vida. E o mais engraçado tbem é ouvir que eu tenho “sorte” por ter 2 faculdades e agora,uma pós graduação , dito por essas mesmas pessoas. Até fica parecendo q eu nasci em berço de ouro e não estava lá trabalhando com algumas elas no passado. Isso é cultural, me parece…passa do conformismo. Me faz lembrar aquele fase da Idade Média onde as pessoas que tinham pai sapateiro estariam condenadas a serem sapateiros pro resto da vida e nem se cogitava escolher, sob pena de até morrer.

    Abraços e parabéns!

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:41 #

      Muito obrigado pelas palavras, Anna!

      E concordo com seu depoimento, as pessoas que mais precisam de ajuda são as primeiras a dispensar ajuda. As pessoas ficam cegas às suas próprias situações.

      Abraços!

  7. Rafael Dias 8 de fevereiro de 2016 at 19:38 #

    Guilherme,

    Parabéns por mais um post brilhante. Cada dia você me faz acreditar no caminho que escolhi seguir.

  8. Maria 8 de fevereiro de 2016 at 21:41 #

    Muito bom o post.
    O pobre vende o futuro para receber no presente e o rico vende o presente para receber no futuro.
    A mentalidade das pessoas pobres(mentalmente, não financeiramente) é triste. Colocam em suas prioridades bens materiais que apenas lhes custam mais e mais dinheiro, ao invés de colocarem em sua prioridades o maior bem existente no mundo, que é o conhecimento. Ninguém sabe tudo no mundo, porém quem sabe mais sempre possui uma vida melhor do que a pessoa que não sabe nada. Eu tenho 16 anos, estou próxima de terminar meu curso de inglês, porém já penso em estudar francês ou espanhol logo após o término do curso. Será bem degastante, pois planejo já estar fazendo faculdade e trabalhando, porém é melhor batalhar agora, no presente, enquanto somos jovens, do que ter que batalhar muito mais no futuro.

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:44 #

      Olá Maria, obrigado pelas palavras!

      Fiquei impressionado com sua maturidade, seu comentário foi excelente, tendo você apenas 16 anos!

      Parabéns e continue assim!

      Abraços!

  9. Marcelo Carvalho 8 de fevereiro de 2016 at 21:41 #

    Educação é fundamental. Não importa a idade, os diplomas na parede nem o saldo na conta bancária. Tenho por meta aprender coisas novas todos os dias.

    O conhecimento, nos dias atuais, está acessível a baixo custo. Sem dúvida estudo muito mais atualmente que há 20 anos.

    Abraço.

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:45 #

      Oi Marcelo, concordo com tudo o que você disse!

      Estudar continuamente é a chave para se manter renovado!

      Abraços!

  10. Investidor Disciplinado 9 de fevereiro de 2016 at 8:05 #

    Parabéns pelo texto, o tema é muito bom. A base para a construção de uma vida e de uma sociedade de sucesso é educação. Pena que as pessoas e o governo investem pouco nela.

  11. Benjamim 9 de fevereiro de 2016 at 15:07 #

    Excelente texto. É sempre bom nos lembrarmos da importância da instrução para as nossas vidas!

  12. Leandro Rodrigues 10 de fevereiro de 2016 at 15:50 #

    Ótimo texto!
    Me fez lembrar do livro Pai Rico, Pai Pobre, em que primeiro se deve investir na educação financeira, e aí sim investir para construir uma sólida coluna de ativos!
    Deus abençoe!

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:46 #

      Obrigado, Leandro!

      Realmente, o investimento em educação precede todos os outros investimentos.

      Deus te abençoe também!

  13. Pedro 11 de fevereiro de 2016 at 8:54 #

    Mais um ótimo texto! E mais uma vez feliz pela menção… Educação é tudo, mas dá resultados no longo prazo e envolve um sacrifício que nem todos estão dispostos. Mas vale a pena!

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:47 #

      Obrigado, Pedro!

      Com certeza, vale muito a pena!

      Abraços!

  14. Marcio 11 de fevereiro de 2016 at 12:34 #

    Excelente post.
    Agora permita-me ilustrar de acordo com o seu exemplo.
    Se os pais de Cláudio resolvem investir em uma escola particular, para que o filho tenha melhor qualidade nos estudos, Cláudio irá perder a chance de competir por uma das vagas de universidades federais reservadas aos alunos que fizeram todo o ensino em escolas públicas.
    E o rico, que deixou o filho na escola pública e lhe paga cursinhos, garante o acesso a cota mesmo dando maior preparo ao filho.
    Logo, esse país não tem jeito.
    Desculpem o desabafo.

    • Guilherme 14 de fevereiro de 2016 at 10:48 #

      Oi Márcio, interessante o desabafo. Para refletir mesmo…

      Abraços!

    • Poções de Arte 16 de março de 2016 at 10:51 #

      Bom dia, Marcio!
      É o que comentei lá embaixo, sobre a mudança de valores neste país.
      Diante de tantas cotas e favorecimento dos que nada fazem, a maioria está relaxando e se adaptando à nova situação…
      Abraços.
      Márcia.

  15. Poções de Arte 16 de março de 2016 at 10:48 #

    Muito bom!
    Infelizmente no mundo que vivemos hoje, o que mais vemos é o imediatismo e as aparências. Talvez até pela própria situação do país, muitos dizem “por que me esforçar? Tal pessoa nem estudo tem e ganha milhões, ocupa grandes cargos só com pistolão…”. Mas eu sempre prezei pela busca de conhecimento. Acho importante ler, conhecer, estudar e quando era adolescente queria fazer tantas coisas, mas numa família com 6, onde só o chefe da casa trabalhava e com muito esforço pagava escola particular para 3 filhas, as atividades extra-curriculares não poderiam acontecer.
    Hoje em dia, a internet está aí, oferecendo conhecimento e através dela pode-se descobrir muitas portas, mas infelizmente poucos a usam desta forma.
    Sou e sempre serei a favor da busca de conhecimento, não importa a idade, afinal há muita coisa para se aprender nesta curta vida que levamos.
    Parabéns pela matéria.
    Abraços, Márcia.

    • Guilherme 20 de março de 2016 at 14:07 #

      Ótimo comentário, Márcia!

      Realmente, hoje em dia as fontes de conhecimento ampliaram-se exponencialmente.

      Abraços

  16. Gilberto 16 de março de 2016 at 14:11 #

    Boa Tarde Guilherme!

    Mais uma vez recebo valiosa lição aqui. Embora minha idade esteja fora do mercado (58 anos) mas pretendo fazer faculdade (nem que seja tecnólogo) talvez na área de economia e quem sabe tentar o exterior. No meu primeiro emprego o meu teste foi datilografar um texto que até hoje me lembro: “O homem que decide a parar até que as coisas melhorem, verá que aquele que não parou e colaborou com tempo, está tão adiante que jamais poderá ser alcançado”.
    Acho que é bem por aí.
    Mais uma vez Muito Obrigado pelo seu apoio.

    • Guilherme 20 de março de 2016 at 14:08 #

      Excelente comentário, Gilberto!

      Nunca é tarde para começar, aliás, você ainda é bem jovem.

      Gostei muito da sua frase:

      “O homem que decide a parar até que as coisas melhorem, verá que aquele que não parou e colaborou com tempo, está tão adiante que jamais poderá ser alcançado”.

      Abraços!

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