Fazendo seis ativos “gastarem” e “envelhecerem”: minha lista atual

No post Fazendo seis coisas “gastarem”: a minha lista atual, o leitor MJC comentou o seguinte:

“Uma das coisas mais antigas que tenho hoje são títulos do Tesouro Direto comprados em 16/12/2008 (NTNB Principal 2024, pagando 7.5% + IPCA): mais de 7 anos :lol:”

Esse comentário do MJC me deu uma ótima ideia de post: e por quê não discorrer sobre seis ativos que também estão “durando”?

Fazer o dinheiro “gastar”, ao invés de gastar o dinheiro, também me veio à mente a partir de um outro comentário no blog (por isso que eu gosto tanto dos comentários altamente qualificados expostos por diversos leitores no blog).

Trata-se de um comentário do leitor Lindolfo, embora também já tivesse sido mencionada pelo leitor Douglas em 2014, que aborda um método para gerenciamento de orçamento doméstico chamado YNAB (You Need A Budget, ou “Você Precisa de Um Orçamento”).

Essa técnica, que conta inclusive com um software (embora o uso do software não seja indispensável para aplicar as técnicas de gerenciamento) tem, dentre seus princípios, a ideia de fazer você “envelhecer” seu dinheiro. Quanto mais você envelhece seu dinheiro, mais preparado você estará financeiramente para diversos acontecimentos “não financeiros” de sua vida. Afinal de contas, se você envelhece seu dinheiro, isso significa que você está gastando menos do que ganha.

Pretendo abordar a técnica YNAB em outro post, mas, por ora, fica a dica: se você, ao invés de gastar um ativo, fizer o ativo “gastar”, se “desgastar”, e “durar”, isso significa que você está acumulando patrimônio, e só se acumula patrimônio se você “envelhecer” seu dinheiro, e só envelhece o dinheiro quem é capaz de fazer sobrar dinheiro no final do mês, a cada mês.

E quais são os meus ativos que estão “gastando”? Segue abaixo uma lista atualizada e selecionada de alguns ativos que estão em minha carteira de investimentos, e sobre os quais eu pretendo envelhecer o máximo possível.

#6. ETF que espelha o IBovespa (BOVA11), a R$ 39,05: 1 mês e meio, e contando…

Eu poderia ter liquidado essa compra semana passada, quando esse ETF bateu nos R$ 49, e embolsar mais de 20% de lucro líquido, já descontado o imposto de renda.

Porém, a minha estratégia com a compra de ações não é exatamente a de realizar compra e vendas a curto prazo, mas sim a de acumular patrimônio visando o longo prazo. Assim como eu comprei esse ETF na faixa dos R$ 39, eu também realizei compras em períodos de alta.

O objetivo aqui é demonstrar que o importante não é acertar o fundo (na compra) ou o topo (na venda), mas sim (a) a de realizar compras com disciplina e paciência, para quem acredita que a Bolsa acompanhará, no longo prazo, o crescimento da economia;  e (b) de tirar proveito dos momentos de oscilação negativa da economia, para comprar mais ações com a mesma quantidade de dinheiro.

#5. CDB a 100% do CDI em banco de pequeno porte: 3 meses, e contando…

Dentro da minha estratégia de diversificação de investimentos, e sabendo bem que os grandes bancos de varejo (BB, Itaú, Bradesco etc.) não fornecem investimentos atrativos no campo da renda fixa (por conta das exageradas taxas de administração), eu resolvi alocar um pequeno percentual de meus investimentos em renda fixa em produtos oferecidos por bancos de pequeno porte, a fim de extrair uma rentabilidade maior para minha carteira.

O que me dá a tranquilidade de investir nesse tipo de banco resulta não só do fato de eu alocar uma quantia pré-determinada e pequena (inferior a 5%) da minha carteira, mas também do fato de que tal quantia é completamente coberta pelo Fundo Garantidor de Créditos.

Tudo isso permite que eu assuma um risco, mas um risco devidamente controlado.

#4. Tesouro IPCA+ 2035 com taxa de 7,01% a.a.: 1 ano e 4 meses, e contando…

Bem antes do recente “boom” dos títulos do Tesouro Direto, eu havia alocado, no final de 2014, uma parte dos meus investimentos em renda fixa no Tesouro IPCA+ 2035, antes mesmo dele receber essa denominação (Tesouro IPCA+), que somente passou a vigorar em 2015.

Tesouro Direto

Como podemos ver no quadro acima, esse título já está sendo vendido com taxa de 6,50%, o que significa uma valorização razoável do título que eu adquiri.

Embora haja a possibilidade de eu vendê-lo com um lucro interessante, meu objetivo com esse título também é o de assegurar proteção contra a inflação a longo prazo, de modo que a ideia é realmente a de deixá-lo “envelhecer” em minha carteira, tal como vem fazendo, aliás, o leitor MJC, com sua invejável NTN-B Principal pagando 7,5% a.a. :-).

#3. Ações individuais: 2 anos e 9 meses, e contando…

No meio do ano de 2013, aproveitei uma onda de baixa na Bolsa de Valores para comprar ações de uma empresa brasileira que eu já vinha estudando há algum tempo, mas que dificilmente apresentava bons pontos de entrada para compra.

Hoje, passados quase 3 anos dessa compra, continuo acompanhando os relatórios e fundamentos que envolvem tal empresa, e digo que estou satisfeito com o investimento, não só pelo efetivo crescimento da mencionada empresa de 2013 para cá, mas também pelo fato de ela estar remunerando seus acionistas com juros sobre capital próprio e dividendos, ou seja, lucros, que vêm consistentemente crescendo a cada ano, o que reflete os números de seus resultados operacionais.

Pela importância do tema, vou dedicar um post específico sobre esse investimento no futuro, e, por isso, não vou divulgar nesse artigo que empresa é essa. 😉

Vale dizer que o meu foco na renda variável continua sendo o investimento por meio de ETFs, com aportes regulares e periódicos. Só faço compra de empresas individuais de modo pontual e ocasional.

Ademais, tenho seguido, no que tange ao investimento em Bolsa de Valores, as reflexões que eu mesmo já compartilhei em outro artigo, Pensando em uma estratégia mista na Bolsa de Valores: parcela em ações individuais, parcela em ETFs.

#2. ETF que espelha o PIBB (PIBB11) a R$ 81,20: 4 anos e 5 meses, e contando…

Houve uma mudança em minha carteira, ao longo dos anos, no campo da renda variável, que foi a substituição gradual do PIBB11 pelo BOVA11.

Essa mudança ocorreu, dentre outros fatores, devido à maior liquidez do BOVA11, e pelo fato de eu desejar um ETF que melhor espelhasse o movimento da Bolsa de Valores como um todo – e é mais fácil saber como o IBovespa se comporta obviamente comprando um ETF que refletisse esse índice.

Bom, essa mudança não foi concluída 100%, de modo que ainda restou um saldo residual de cotas do PIBB11 que acabei deixando de lado. Embora hoje ela esteja com rentabilidade positiva, ao longo de todos esses anos não foi bem assim, e até há bem pouco tempo atrás sua rentabilidade estava no campo negativo.

Não penso em retirá-la da carteira tão cedo, afinal, não preciso desse dinheiro para pagar as contas do dia-a-dia, de modo que vou deixá-la envelhecer um pouco mais no “barril” da minha “adega” de investimentos……rsrs

#1. Fundo imobiliário Parque Shopping Dom Pedro: 6 anos e 4 meses, e contando…

Um dos investimentos mais antigos que eu tenho, e que tem passado no teste do tempo, é justamente um investimento lastreado num ativo real (imóvel, shopping).

O investimento no PQDP11 ocorreu bem antes da febre e da overdose de fundos imobiliários invadir as manchetes dos principais jornais do país, e hoje, passados mais de 6 anos desde a aplicação inicial, não penso de forma alguma em vender as cotas que adquiri em dezembro de 2009. Elas me garantem um fluxo de caixa mensal, ou seja, uma forma de renda passiva, que posso utilizar seja para pagar contas, seja para investir em outros ativos.

Esse investimento já foi objeto de dois artigos específicos aqui no blog: o primeiro, comentando minha experiência na aquisição das cotas, logo depois de seu lançamento. E o segundo, comentando minha experiência após meia década com o investimento em carteira.

Conclusão

É claro que essa lista é apenas exemplificativa, e poderia acrescentar muitos outros itens a essa coleção de coisas que “gasto” e deixo envelhecer, ao invés de ficar gastando (as aplicações financeiras) para pagar contas ou comprar bens.

É oportuno observar que, como se trata de uma lista de coisas gastas a longo prazo, o ideal é deixar envelhecer apenas investimentos que tenham probabilidade de oferecer maior retorno a longo prazo, tais como títulos do Tesouro Direto indexados à inflação de prazo mais longo, ações ou fundos de índice, e imóveis ou fundos imobiliários, que é exatamente o que está refletido nesse conjunto de seis ativos bem gastos.

São investimentos que oferecem mais risco? Sem dúvida, principalmente para quem pensa em investir em Tesouro IPCA de prazos  longos: saibam que enfrentarão forte volatilidade no curto prazo, em momentos de turbulência no mercado financeiro. Porém, são justamente esses os ativos que oferecem maior probabilidade de retorno no longo prazo, e, por isso, embutem o chamado “prêmio de risco”.

Além disso, a ideia por trás dessa lista de ativos que gastam é a mesma daquela lista de passivos que duram: é extrair a máxima utilidade do dinheiro que foi economizado, a fim de construir uma rede financeira de proteção e que me permita realizar e concretizar objetivos de médio e longo prazos.

“Mude a “chavinha” da sua mente, para que ela passe a ampliar o ciclo de vida útil dos investimentos nos quais você aporta seu dinheiro. Serene a sua alma e desacelere, estabelecendo limites de atenção, de tempo e de dinheiro, para um mundo que quer que você viva (e gaste) de modo ilimitado – ilimitadamente ruim – sua atenção, seu tempo e seu dinheiro”.

Eu diria que o raciocínio aqui é até melhor, pois, quanto mais velho for o ativo em sua carteira (desde que seja um bom ativo), mais ele aumenta de valor, já que mais juros compostos ele gera, mais dividendos ele paga, e mais valor intrínseco ele adquire.

E você? Também tem uma lista de investimentos que está “gastando” e fazendo envelhecer? Conte pra gente!

Boa semana!

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25 Responses to Fazendo seis ativos “gastarem” e “envelhecerem”: minha lista atual

  1. Thiago 21 de março de 2016 at 9:54 #

    Poxa, finalmente encontrei mais alguém que usa o YNAB. Já há 3 anos qie tenho esse app e realmente me ajudou muito. Pena que os devs passaram para a versão online, com taxa anual alta! Oq pensa para o futuro, migrar para outro app.?

    • RMHC 21 de março de 2016 at 22:51 #

      Eu uso o app yupee, já conhece?
      Eu o uso primariamente para controlar meu orçamento, não o uso para os investimentos.

      • Guilherme 22 de março de 2016 at 14:50 #

        Olá Thiago, que bom que usa o YNAB.

        Atualmente, ainda não uso o app do YNAB, e sim os seus princípios, bem como sua filosofia de gerenciamento financeiro, os quais ainda estou em fase de estudo.

        Abraços!

    • Fábio 24 de março de 2016 at 2:21 #

      Thiago, o YNAB é um aplicativo igual o GuiaBolso (que é gratuito) ou possui mais funcionalidades?

  2. Rafael 21 de março de 2016 at 10:52 #

    Parabéns pelo post….

    dei uma olhada nos gráficos , é interessante continuar embora se tivesse vendido tambem teria reembolsado bons ganhos nesse ciclo de altas e baixas desses ativos..

    outras coisa. ..

    tenho uma pergunta. Já foi postado um texto sobre como comprar fundos imobiliários e ETF´s ?

    diretamente em home broker ?

  3. Ramos 21 de março de 2016 at 17:48 #

    Eu tenho 90% dos meus investimentos em LCA a 84% da CDI já com liquidez a 1 ano e 7 meses e contando, os outros 10% no TD IPCA+ 2035 a 5 meses e contando. Estou fazendo aportes mensais no TD, mas estou em dúvida onde mais posso investir (longo prazo).

    • Guilherme 22 de março de 2016 at 14:52 #

      Olá, Ramos, as taxas dos seus investimentos estão ótimas.

      Pensando a longo prazo, no campo da renda fixa, eu continuaria os aportes mensais no TD IPCA 2035, pois eles tendem a render mais que o Tesouro SELIC.

      Abraços

  4. izabel 22 de março de 2016 at 17:36 #

    Guilherme, desculpa discordar do seu comentário anterior… mas acho que o Ramos não aplicou legal os 90% do investimento dele não… há LCA e LCI, de bancos menores, que pagam bem melhor… 100% do CDI com liquidez diária, no mínimo!
    Eu acho é que o Ramos está perdendo dinheiro… e muito!

    • Ramos 22 de março de 2016 at 19:52 #

      Realmente Isabel, mas é que estes 90% serve de colchão para emergências também. Mas já passou da hora de realocar uma parte em outros rendimentos. Quando comecei era tão leigo que tinha medo até dos cdbs, quando ganhei confiança fui tirando da poupança, ourocap e coloquei tudo em lci e depois quando tinha o valor necessário coloquei tudo em LCA devido a liquidez, quando perdi o medo comecei aplicar no tesouro e lci de bancos pequenos.

      • Guilherme 22 de março de 2016 at 21:29 #

        Izabel, no caso do Ramos, eu deduzi que esse valor seria o correspondente a uma reserva de emergências, o que acabou se confirmando depois.

        Além disso, embora bancos pequenos cheguem a pagar 100% do CDI, há o risco de crédito, que pode deixar o Ramos numa situação psicológica desconfortável.

        Mas, enfim, como o próprio Ramos disse, à medida que ele vai aumento o conhecimento financeiro, vai conseguindo trilhar novos caminhos para os investimentos dele, e é muito bom saber que ele está evoluindo bem nessa jornada. 😀

    • Ramos 22 de março de 2016 at 20:01 #

      Ps: Só mais uma coisa na minha corretora easy, nunca vi LCI ou LCA com liquidez diária muito menos com está taxa. Como faço? Outra corretora ou conta direto no banco? Obrigado.

      • Guilherme 22 de março de 2016 at 21:30 #

        Ramos, talvez a Izabel tenha se referido aos CDBs. Também não conheço LCA ou LCI com essa taxa com liquidez diária. Geralmente, esse tipo de produto exige um prazo de carência bem grande.

        Abraços

  5. Izabel 23 de março de 2016 at 16:17 #

    O Guilherme tem razão, quis dizer CDBs e não LCA ou LCI.
    Mas legal, Ramos! Assim como vc, tenho avançado nos meus conhecimentos financeiros. Eu não fico receosa, nem preocupada em aplicar meu dinheiro em bancos menores, no entanto, só aplico no máximo 200 mil, já que o FGC cobre, em caso de quebra do banco, o valor de até 250 mil.
    Eu, particularmente, gosto muito do SOFISA. Além deles, minhas aplicações estão em outros bancos menores, aplicados através da corretora RICO.
    Sofisa de vez enquando abre para LCI e LCA, remunerando 94% do CDI, mas com carência.Detalhe: quando abre, dois dias depois já não tem mais (acho que a turma avança…rsrsrs).
    Para o meu colchão, deixo no CDB com liquidez diária(100% do CDI). Já precisei resgatar uma parte para uma emergência e com poucos minutos estava na minha conta do Banco do Brasil. Super recomendo!

  6. Anônimo preocupado 23 de março de 2016 at 21:28 #

    Olá, fugindo um pouco do assunto, você ficou sabendo da decisão do STJ sobre o dever do FGC em indenizar o fundo de pensão como se fosse apenas um investidor e não de ter que indenizar cada cotista do fundo? Eu não tenho investimentos desse tipo, mas fiquei assustado, pois não sabia que havia um limite maior para cada “investidor”, que parece ser de R$ 20 milhões. Ainda não analisei com mais profundidade o assunto, mas deixo aqui registrado por achar o tema bastante relevante.

    Abraços.

    Links sobre o assunto:

    http://jota.uol.com.br/protecao-do-fgc-aos-participantes-de-fundos-de-pensao-tem-limite-decide-stj

    http://www.conjur.com.br/2015-jul-03/protecao-fgc-vale-entidade-investidora-nao-associado

    http://www.conjur.com.br/2016-jan-05/fundo-nao-indenizar-individualmente-falencia-banco

    http://oglobo.globo.com/economia/negocios/stj-vai-definir-disputa-de-500-milhoes-entre-fundos-de-pensao-fgc-15060750

    http://www.tostoadv.com/fundo-garantidor-vence-disputa-bilionaria-no-stj/

    http://bugelli.com.br/fgc-obtem-vitoria-no-stj-contra-fundacao/

    • Guilherme 27 de março de 2016 at 11:38 #

      Oi Anônimo, realmente, o tema é relevante e merece um estudo a respeito.

      Grato por compartilhar essa informação.

  7. Fernando 24 de março de 2016 at 11:01 #

    Pessoal, uma ferramenta bacana pra verificar o que há disponível no mercado em termos renda fixa é o sitewww.jurus.com.br. Lá encontramos as taxas atualizadas diariamente de Tesouro Direto, LCI, LCA, CDB, etc… de diversos bancos e corretoras. E é super simples de consultar.

  8. Rosana 26 de março de 2016 at 13:09 #

    Guilherme,

    Muito original e criativo o seu post. Nunca pensei em ativos “envelhecerem”, muito boa a sua abordagem.
    Eu também tenho o PQDP11 desde 2010. Foi a minha primeira compra de FII. Hoje tenho esse e o HGLG11 e vejo os 2 como bons fundos.
    Há uns 2 anos invisto também em LCI, LCA e CDBs de pequenos bancos, dando preferência para as Letras por não ter incidência de IR, mas tudo após cálculos para saber qual proporciona o melhor retorno. Aos poucos fui migrando os títulos do TD que venceram para esses outros investimentos, sempre focando em rentabilidade e diluição de riscos.

    Abraços,

    • Guilherme 27 de março de 2016 at 11:39 #

      Oi Rosana, obrigado!

      De fato, sempre aprendemos algo inédito nas finanças pessoais.

      Gostei da sua lista. Bem diversificada, e com uma adequada relação risco vs. retorno.

      Abraços!

  9. Marcio 30 de março de 2016 at 13:44 #

    Com relação a economizar, eu era limitado aquela idéia de guardar dez por cento, depois percebi que a ideia do dez por cento é que seja um valor economizado, fora o que é economizado para uma possível compra de casa, carro ou viagem.
    Também, o cerbasi passa uma ideia mais agressiva, de economizar uma porcentagem muito maior, qdo possível, e num menor espaço de tempo para conseguir um valor importante para iniciar investimentos.
    O próximo passo é fazer bons investimentos, q é o mais importante e difícil.
    Estou aprendendo bastante coisa por aqui.

    • Guilherme 31 de março de 2016 at 10:53 #

      Que bom, Márcio, é importante sempre evoluir no conhecimento financeiro, como você vem fazendo.

      Abraços!

  10. denise 31 de março de 2016 at 21:00 #

    Guilherme, tenho uma dúvida…
    Eu sei que, a princípio, o ideal para a aposentadoria seria investir no TD IPCA s/ juros semestrais enquanto trabalho e investir no TD IPCA c/ juros semestrais apenas após a aposentadoria… No entanto, considerando que eu me aposente entre 2035~40, me pergunto quais seriam as chances de ter um TD IPCA c/ juros semestrais que rendesse tanto quanto o atual com vencimento em 2050.
    Não seria interessante ir fazendo aportes ao 2050 (e reinvestindo os juros semestrais no mesmo título) de modo a garantir as taxas atuais durante 5, 10 anos de aposentadoria?

    • Guilherme 1 de abril de 2016 at 11:57 #

      Olá Denise, essa hipótese – aportes em TD com juros semestrais – é de fato uma alternativa bastante atraente, se o objetivo já é garantir as taxas atuais a prazos longos.

      De uma maneira geral, o ponto negativo dessa estratégia consiste no pagamento de IR sobre esses juros que caem na conta semestralmente, coisa que não ocorre quando os juros “ficam presos” ao principal.

      Mas, de qualquer forma, é sim uma alternativa a ser considerada, dadas as excelentes taxas que esse TD IPCA está pagando atualmente.

  11. Camila 25 de abril de 2016 at 8:30 #

    Bom dia! Descobri esse blog a pouco tempo e estou interessada em saber mais sobre o tesouro direto. Mais especificamente gostaria de saber onde devo investir para trocar de carro e os melhores investimentos para aumentar o patrimônio. Você pode me ajudar?

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