Aprenda a interpretar os “sinais” que a vida emite para você

Você já parou para pensar que muitas vezes nós resistimos às mudanças porque simplesmente não temos coragem o suficiente para realizá-las?

Você já parou para pensar que muitas dessas mudanças só ocorrem depois que a vida nos emite sinais, como se fossem “empurrões”, de que devemos mudar e seguir em frente?

Cérebro

Pois vou contar a história de um amigo, que irá ilustrar com perfeição aquilo que estou querendo dizer.

Esse meu amigo era sedentário e gordo, ou seja, se encaixava no perfil físico de boa parte da população brasileira. Vendo que isso estava literalmente acabando com a vida dele, ele resolveu fazer uma dieta, com horários e cardápios bem rigorosos, assim como iniciar uma atividade física. Contratou um personal trainer na academia para ajudá-lo nessa empreitada.

Após quase seis meses com esse profissional, meu amigo percebeu que, apesar da disciplina colossal na questão dos alimentos, ele havia eliminado apenas 5 kg de gordura, bem como havia ganho somente 1 kg de massa magra (músculos). Perguntei-lhe como estavam os treinos, e ele disse que o personal, depois do primeiro mês empolgante, ficou relaxado. Aos poucos, o personal começou a falhar. Depois de um mês, já não mudava a ficha de treinos com a frequência necessária. Após outro mês, começou a chegar atrasado na academia. Depois mais de outro mês, começou a ficar de papo pro ar com outros alunos da academia.

Meu amigo estava relutante em rescindir o contrato, afinal, quer queira, quer não, ele havia tido um pequeno ganho com os quilos a menos na balança, mas aqueles “sinais” todos não estavam vindo sem uma razão específica. Finalmente, veio a gota d’água: no último mês, ele havia faltado em 1/3 das aulas contratadas, sem dar justificativas razoáveis.

Então ele decidiu que era hora de mudar. De dar um basta. De encerrar de uma vez por todas uma situação que era evidente que não iria continuar produzindo bons resultados.

E o que ele resolveu fazer?

Treinar sozinho. Se ele já era disciplinado na dieta, que fazia sozinho, não havia motivos para não ser disciplinado também na atividade física, realizada também de forma autônoma.

Resultado: em menos de 2 meses, ele havia eliminado mais 15 quilos e ganho mais 3,5 kg de massa magra. Em suma: ele havia conseguido o triplo de resultado com um terço do tempo anterior.

Mágica? Não. Trabalho? Com certeza.

Mas tudo isso só foi possível porque ele resolveu interpretar os sinais que a vida estava lhe mandando: que aquele personal não servia pra mais nada. Que era momento de tomar uma atitude de virada, drástica, certamente não fácil, mas absolutamente indispensável.

E você? Tem aprendido a interpretar os sinais que a vida anda te emitindo?

Nesse exato instante, você pode estar numa posição muito parecida com a de meu amigo.

Talvez o seu caminho a ser seguido seja o do empreendedorismo, como o caso do leitor Eduardo, com o consequente abandono da sua atual função de empregado, apesar de você não estar muito certo quanto a isso.

Talvez você precise romper um relacionamento que só está – ou irá – te envenenar por dentro, mas você não quer dar o passo seguinte, por não estar certo quanto às consequências dessa decisão.

Talvez o melhor para a sua vida seja uma mudança de cidade, mas você não tem a coragem suficiente de (ainda) tomar essa decisão.

Em todas essas situações, bem como em muitas outras, provavelmente a vida já estará lhe enviando sinais de que uma mudança é necessária.

Caro leitor, cara leitora, não se preocupe (ou seria “passe a se preocupar”? …rsrs). A vida irá emitir para você sinais indicando se você deve ou não seguir por esse ou por aquele caminho.

Seja no caso da mudança de um trabalho, seja no caso da mudança de relações pessoais, seja ainda no caso de uma mudança de cidade, tenha a convicção de que, se é isso mesmo que vai fazer você uma pessoa melhor, a vida se encarregará de dar pistas de qual direção seguir.

Foi o que aconteceu com meu amigo, na história relatada acima. Ele tinha um objetivo, uma meta, para alcançar, que era a conquista de uma vida mais saudável. Contratou um personal trainer, mas estava inseguro quanto a romper ou não o contrato. Aos poucos, e de forma gradativa, a vida foi emitindo diversos sinais que, reunidos, deram o exato panorama da decisão que ele deveria tomar: dispensá-lo.

As decisões que tomamos para mudar o estado atual das coisas não são decisões das mais fáceis. Mas por quê é tão difícil?

Ora, porque mudar com o auxílio dos sinais que a vida lhe dá exige, muitas vezes, uma quebra de paradigma e, sempre, uma quebra do status quo.

Nos acostumamos de forma muito fácil a levar a vida do “jeito que as coisas estão”, simplesmente porque isso… não dá trabalho. É muito trabalhoso modificar um estado de fato que, apesar de nos incomodar, não ultrapassa nossos níveis normais de tolerância.

Maassss…. e quando as coisas começam a nos incomodar de maneira insuportável? Quando, em relação a uma situação “X”, hoje acontece um fato A, semana que vem acontece um fato B, e no mês seguinte acontece um fato C, será que tais fatos – A, B, e C – não são sinais que estão vindo em nossa direção nos “provocando” a tomar uma atitude diferente em relação à situação?

Os diferentes tipos de sinais que a vida nos dá

Às vezes, os sinais que acendem uma luz de alerta sobre a necessidade de mudança são muito claros. São sinais que vêm na forma de fatos concretos, palpáveis, visíveis, claros. Não é preciso fazer muito esforço para chegar à conclusão de que são sinais que nos “empurram”, de forma quase inexorável, para uma tomada de decisão.

Pense, por exemplo, na situação de você não gostar de gastar dinheiro trocando de celular, como eu, mas percebe que seu celular que já está com mais de 3 anos de uso, e cuja bateria já começa a falhar, e você, com dinheiro para pagar um novo, resiste à mudança só porque não quer gastar com isso. Eu sei que esse é um gasto que muitos consideram supérfluo, mas chega um ponto em que ele passa a ser um imperativo para uma vida com menos estresse.

Já em outras ocasiões os sinais vêm de forma mais sutil. Eles vêm na forma de indícios, “coincidências”. É preciso que você faça reflexões contínuas sobre os fatos que aconteceram, os que estão acontecendo, e os que podem vir a acontecer, a fim de verificar se eles constituem algum tipo de “recado” que a vida está te enviando.

Imagine a seguinte situação: você não está muito satisfeito com seu emprego atual, e quer estudar para um concurso público, ou buscar um trabalho melhor. Aí, certo dia, você recebe, do nada, um email contendo a oferta de um curso preparatório. Outro dia, você pega o elevador de sua casa, e encontra com um rapaz que diz que acabou de sair de um emprego e ir para outro melhor, e como a vida dele mudou para melhor. Mais tarde, lê num blog qualquer o depoimento de uma pessoa que também mudou de vida ao sair do trabalho atual.

Todos esses fatos, aparentemente desconexos um do outro, será que não indicam que você também deve optar pelo caminho da mudança?

Diretamente, e de forma isolada, tais sinais não dizem nada. Porém, indiretamente, e analisados de forma conjunta, e aplicados ao seu contexto específico, será que não querem dizer alguma coisa?

Reconheço que não é tão fácil quanto parece analisar os sinais que a vida nos indica. Muitas vezes, as situações são complexas, e, portanto, devem sempre ser analisadas dentro de um contexto. Cabe a você, como destinatário final de tais sinais, avaliar se eles conduzem para uma mudança de comportamento, ou para a manutenção da situação existente. Pois, assim como os sinais que a vida nos manda podem muitas vezes exigir de nós as mudanças necessárias, eles podem apontar na direção contrária, ou seja, na necessidade de manutenção da vida como ele está configurada atualmente.

Na maioria das vezes, contudo, tais sinais apontam para uma exigência de ação. De construir algo novo. De romper velhos paradigmas, velhos padrões de comportamento. Esses sinais normalmente vêm de onde menos se espera, e muitas vezes acontecem sem entendermos exatamente como eles surgiram. Mas, interpretados conjuntamente, oferecem um belo panorama daquilo que podemos – ou devemos – fazer em relação a uma dada situação.

O problema é que nosso cérebro tem uma parte primitiva que nos instiga a preservarmos a situação do jeito que está. É da natureza do ser humano ser resistente às mudanças. Isso porque nosso cérebro funciona como um músculo que trabalha para conservar energia. E evitar mudanças, evitar agir contra os sinais que a vida nos dá, é uma forma de conservar energia. Mas também pode servir como uma forma de perder oportunidades. Esse é o grande risco, pelo qual muitas vezes não vale a pena correr. Trata-se do risco de não agir, sabendo que, pelos sinais que você vem recebendo, você deveria agir.

Talvez a leitura desse próprio artigo, ou desse blog, seja um sinal de que você precisa mudar. Quem sabe você não esteja bastante endividado no momento atual, tem consciência de que as dívidas estão minando suas forças físicas e mentais, mas não quer assumir a responsabilidade pelos seus atos errados e abusivos de consumo. Se esse for o seu caso, pare de se autossabotar! Saiba que não existe ninguém melhor do que você para cuidar de seu próprio dinheiro, e que, se você não começar a reduzir despesas imediatamente, ninguém o fará.

Quem sabe você não esteja agora decepcionado no emprego atual, tendo que assumir (em desvio de função) o trabalho de outras pessoas, e não ganhando o salário correspondente e proporcional à sua real capacidade de trabalho. Será que não é hora de voltar aos estudos? Será que não é hora de buscar outro emprego, outra atividade? Será que não é hora de sair dessa p%*a de trabalho e ir em busca de algo que esteja à altura de suas habilidades cognitivas?

Quem sabe você não esteja sendo oprimido em seu ambiente familiar, mesmo tendo tentado, de todas as formas, uma reconciliação ou, no mínimo, uma convivência sem brigas diárias. Será que não é hora de buscar outros ares? Será que a vida não está te mandando outros “sinais” de que o seu lugar não é aí?

Conclusão

Nike

Dizem que a vida, em sentido figurativo, é uma marcha para frente. Queremos sempre melhorar, evoluir, e sermos premiados pelos nossos esforços. Só que nos deparamos, em diversas ocasiões, com muitas circunstâncias e muitas pessoas que nos fazem recuar, avaliar e pensar se não seria melhor seguir outros caminhos, fazer outras coisas, e ter outros objetivos em mente.

Pare, pense e reflita sobre as coisas que têm acontecido com você ultimamente. Tenho certeza de que uma boa porção delas vêm na forma de sinais. Sinais esses lhe dizendo o seguinte: faça diferente, mude, experimente outras ideias.

Se for isso mesmo que a vida estiver lhe dizendo, por quê não arriscar? Por quê não tentar?

Você pode até não conseguir aquilo que estava querendo, mas pelo menos ninguém pode dizer que você não tentou. Antes de dar uma resposta aos outros, você deve dar uma resposta a si mesmo, pois, como Bronnie Ware afirmou, nós, na vida, nos arrependemos mais pelas coisas que não fizemos, tendo havido a oportunidade, do que pelas coisas que fizemos. A omissão, nesses casos específicos, custa mais do que a ação. Por isso, eu digo: vá em frente. Quando os sinais emitam mudanças que são para melhor, as probabilidades de dar certo jogam a favor de você, e não contra. 😉

Créditos das imagens: Free Digital Photos

18 Responses to Aprenda a interpretar os “sinais” que a vida emite para você

  1. Anna Monteiro 26 de setembro de 2016 at 0:44 #

    Guilherme,não acredito em coincidências, e hj mais uma vez eu estou vendo que a vida me trouxe mais um recadinho pra eu dar passos pra frente,igual jogo do Banco Imobiliário rsssss. Esse ano,eu investi pesado em autodesenvolvimento,o que me fez lembrar de uma ideia engavetada ligada ao empreendedorismo.Conheci várias psicólogas e coachs SEM PROCURAR.Elas vieram até mim através de conversas informais, sem as pessoas saberem da minha intenção (bem escondida, sem ter contado a ninguém) dessa minha inspiração. A melhor dessas? Eu nem sabia o que era Coach,até a 1a pessoa que me deu o nome de uma me explicar do que se tratava. Ganhei de uma conhecida atendimento gratuito sem pedir. E agora,ao ler seu texto (que aliás pra mim me veio como mais um sinal) me veio à lembrança um fato recente: todo dia, mas sem exceção, no Instagram, comecei a receber pedidos de seguidores que são empreendedores,coachs,e profissionais ligados a área do marketing. Não procurei nenhuma dessas pessoas até porque o projeto está ainda mais no plano mental do que no material. Vc agora me deu a certeza de que “a gaveta” que eu abri é pra ter o seu conteúdo mostrado ao mundo! Embora eu ame o que eu faço ( trabalho com alunos autistas) , como vc bem disse “não ganhando o salário correspondente e proporcional à sua real capacidade de trabalho.” e isso me faz todos os dias agora pensar em por em prática esse projeto,há anos acalentado.

    Mais uma vez,tenho MUITO a te agradecer.
    NADA realmente é por acaso 😉
    Abraços e uma excelente semana!

    • João 26 de setembro de 2016 at 11:22 #

      Anna, só um detalhezinho.. esse negócio de coach no instagram acontece com todo mundo, é uma técnica que eles estão usando pra conseguir seguidores.rs

      • Anna Monteiro 26 de setembro de 2016 at 23:30 #

        Oi João, obrigada por me esclarecer. Nem sabia ,até porque nenhum amigo até então nunca reclamou ou mês o comentou desse fato novo. Se isso é algo antigo eu no sei…sei q depois q eu tomei a decisão de “desengavetar” o tal projeto, essas pessoas vieram o aos montes pra mim com esses pedidos. Antes nada acontecia.

    • Guilherme 26 de setembro de 2016 at 12:02 #

      Oi Anna, excelente depoimento!

      Realmente, nada vem por acaso. Existem algumas leis e princípios que são universais, como a lei do retorno (aquilo que você faz retorna para você), o princípio da ação e reação (você planta aquilo que você colhe) etc.

      Abç e tenha também uma excelente semana!

  2. Fernandes 26 de setembro de 2016 at 11:11 #

    Excelente post!

    Há anos que eu queria estabelecer uma rotina mais saudável, me alimentar melhor, fazer atividade física, estudar, ler mais, etc.
    Começava uma dieta, passava 15 dias, perdia alguns quilos e logo relaxava e voltava a engordar, as vezes mais do que tinha perdido. O mesmo acontecia com relação a atividade física. Entrava na academia, passava 3 ou 4 meses e saía. Nas primeiras semanas ia todos os dias, mas logo começava a faltar e a dar desculpas para não ir. Se eu faltava na segunda, na terça ficava com preguiça e atrapalhava a sequência, então deixava pra quarta, aí pensava que era melhor deixar pra segunda, quando eu prometia que nunca mais faltaria.
    Nos estudos isso se repetia. Começava a estudar, me empolgava no início, fazia várias planilhas com o planejamento das disciplinas, dividindo os horários, etc. Com duas semanas começava a falhar. Tinha o péssimo hábito de tomar café a noite na cama, colocava tudo numa bandeja, que comprei justamente pra isso. Tomava café assistindo TV sempre com a promessa de que ao final do café desligaria a TV e iria estudar. Mas todo dia ficava um pouco a mais até ver que já era tarde e não “valeria a pena estudar só uma hora”.
    Se começava a ler um livro, mesmo que eu gostasse do livro, me arrastava meses lendo um livrinho, isso quando não parava na metade.
    Ano passado conversando com colegas de trabalho um colega relatou que havia tido no passado problemas sérios de ansiedade e que passou anos tomando medicamento, mas que toda vez que parava de tomar medicamentos o problema voltava. Ao relatar o que sofria com a ansiedade, vi que muito do que ele falava era parecido com o que eu vivia a anos. Uma mente distraída, com extrema dificuldade de concentração.
    Ele disse que o que mudou a vida dele com relação a ansiedade foi fazer aula de yoga. Que deixou de tomar medicamento depois que passou a fazer 2 sessões semanais de yoga.
    Eu resolvi experimentar e comecei a frequentar um centro de meditação raja yoga perto de minha casa. Lá aprendi técnicas de respiração e a criar o hábito de meditar todos os dias pela manhã pelo menos por 5 minutos.
    É incrível como uma atitude tão simples causou um impacto tão grande na minha vida. Em fevereiro deste ano eu pesava 136 kg, tendo 1,91m.
    Comprei uma balança e uma fita métrica e resolvi fazer a dieta low carb. Criei o hábito de me pesar todos os dias pela manhã. Hoje estou com 112 kg.
    Desde julho passei a fazer exercícios em casa, baixei alguns vídeos no you tube e li alguns sites com dicas de exercícios. Montei uma sequência de exercícios que faço de segunda a sexta assim que chego em casa. Perdi 11 cm de cintura. Ainda estou acima do peso, quero perder pelo menos mais 13 kg, cair pra baixo de 100 antes de entrar na academia.
    Mas já sinto uma diferença absurda. Eu estava cansando até para subir um lance de escadas. Se precisasse subir do térreo pro 2° ou 3° andar no trabalho, chegava ofegante e sentia o coração disparar. Na semana passada houve uma reunião no 3° andar, subi de escada pra fazer o teste, foi tranquilo, meu batimento cardíaco aumentou, mas bem pouco e logo normalizou.
    Desde julho voltei a estudar, baixei uma apostila na internet que é dividida em 14 aulas, que tem no total mais de mil páginas e estou na 11a aula.
    Ainda preciso me organizar melhor pra estudar mais. Mas hoje sei que o que precisava mesmo era organizar a minha mente que estava uma bagunça.
    Uma pena que demorou tantos anos para que eu percebesse isso.
    Tantas coisas eu poderia ter conquistado mas deixei passar por que estava distraído.

    • Guilherme 26 de setembro de 2016 at 12:05 #

      Oi Fernandes, mais um excelente depoimento!

      Realmente, uma das coisas mais difíceis na vida é a arte de estabelecer novos hábitos, criando uma nova disciplina, ou melhor, uma auto-disciplina, para diversas áreas de nossas vidas que requerem mudanças profundas.

      Você está de parabéns pela guinada que está dando em múltiplas e diferentes áreas de sua vida, como saúde e estudos.

      Continue assim!

    • Erica 28 de setembro de 2016 at 15:49 #

      Fernandes, adorei seu depoimento. Estou imprimindo para ler todos os dias. Já procurei um centro de meditação raja yoga e, por sorte, tem na minha cidade. Vou entrar na próxima turma. Tenho a mesma sensação que você de estar distraída… parabéns pela guinada na sua vida, positiva em vários aspectos.

    • Taís C. 20 de outubro de 2016 at 22:51 #

      Amei o seu depoimento, Fernandes.

  3. Rosana 26 de setembro de 2016 at 15:31 #

    Guilherme,

    Gostei do seu post. Muito bom para iniciar a semana!

    A quebra de paradigmas muitas vezes é dificultada pelo orgulho e pela vaidade. A partir do momento em que conseguimos dominar esses traços de personalidade, vemos o quanto podemos aprender com outras pessoas e que muitas vezes a nossa “verdade” atual é até sem lógica ou infantil.

    Eu conheço uma senhora de 72 anos muito sábia. E ela me disse que sua vida é pautada por prudência e humildade. Os resultados em sua vida dizem por si mesmos. Ela é um exemplo, uma pessoa inspiradora, admirável.
    E sempre soube fazer exatamente o que você disse nesse post: aprender a agir de acordo com os sinais da vida.
    Espero um dia conseguir ser assim, de forma tão intensa.
    Eu nunca havia parado para pensar como prudência e humildade juntos são tão importantes para sermos pessoas melhores a cada dia.

    Boa semana!

    • Guilherme 26 de setembro de 2016 at 20:23 #

      Oi Rosana, obrigado.

      Gostei da história da senhora de 72 anos! Prudência e humildade são duas virtudes extremamente raras de se ver hoje em dia. O mais comum é vermos pessoas imprudentes e arrogantes.

      Bons exemplos, como esse, mostram que é possível, sim, construir uma vida com mais dignidade e harmonia.

      Abraços e boa semana também!

  4. Isabela 26 de setembro de 2016 at 18:52 #

    Legal o texto!
    Realmente é muito difícil sair da zona de conforto.
    E tomar decisões que vão mudar sua vida é complicado, principalmente se envolve outras pessoas, como nossos próprios filhos. Os sinais aparecem, mas você se sente “preso”, pois se tomasse uma decisão para mudar de vez aquilo que te incomoda tanto, poderia passar a incomodar a vida de um ente querido.
    Acho que viver é uma verdadeira arte.
    Todos os dias enfrentamos diversas dificuldades, mas o ideal é saber conviver com as dificuldades que não podemos mudar.
    A vida não é perfeita! Não podemos estar felizes todos os dias, todos os momentos.
    Temos sim que lidar com a ansiedade do dia a dia, mas fazendo com que não se torne em algo estressante.
    Boa semana para todos também!

    • Guilherme 26 de setembro de 2016 at 20:25 #

      Oi Isabela, obrigado!

      Você tocou num ponto muito importante: o fato de muitas decisões nossas afetarem, diretamente, a vida de outras pessoas. Nesses casos, a responsabilidade pela tomada de decisões é ainda maior, pelo impacto a ser provocado em outras vidas.

      Nós vivemos numa linha de tênue equilíbrio, concordo com você. A todo momento querem nos puxar para as extremidades. Temos que saber lidar com isso, de forma assertiva, proativa e consciente.

      Abraços!

  5. viana da silva 27 de setembro de 2016 at 9:19 #

    seu blog e suas palavras mexem comigo e me deixam assustadoramente desesperada, porque a vida me manda sinais a muitos anos e eu por nao ter a coragem devida pra levantar a bunda da cadeira empurro a vida com a barriga que ja esta maoir do que eu gostaria. o sinal de hoje são suas palavras. obg!

  6. 27 de setembro de 2016 at 12:29 #

    Opa!
    Excelente texto e colocações.
    Quando se trata de saúde o próprio corpo está constantemente dando sinais, mas teimosos que somos sempre ignoramos, até a coisa ficar mais grave.
    O mesmo acontece no cenário externo… esposa, filhos, chefes, mercado… tudo nos fornecendo 1.000 sinais dia a dia, e nós ignorando. Quando se perde o casamento, o ‘controle’ sobre filhos, o emprego, dinheiro… aí é que enxergamos de fato os sinais que nos foram dados.
    Não que seja difícil interpretar os sinais, mas muitas vezes quebras os paradigmas é como mover montanhas.
    Grande abraço!

    • Guilherme 27 de setembro de 2016 at 17:34 #

      Isso mesmo, uÓ! Temos a árdua tarefa de identificar, no dia-a-dia, quais são os sinais que devemos seguir.

      Abç!

  7. Lilian 28 de setembro de 2016 at 23:24 #

    Como eu amo este blog!
    Este conteúdo caiu como uma luva em mim.
    Estou numa fase em que a vida está me “pegando pelo colarinho” e me forçando a tomar atitudes que eu já deveria ter tomado. É como se eu estivesse em um ponto de virada:agora ou nunca.
    Obrigada por nos presentear

    • Guilherme 29 de setembro de 2016 at 10:04 #

      Muito obrigado pelas palavras, Lilian!

      Abraços!

  8. Emanuelle 27 de janeiro de 2017 at 21:34 #

    Sou muito de acreditar nos “sinais” que a vida dá. Como você disse que por mais possa meio que parecer normal, pra a pessoa que está passando por determinada dúvida sobre o que fazer ou se “tocar” do que fazer, percebemos de maneira diferente, que algo deve mudar. Excelente texto.

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