[Guest post] Você está seguindo seus Valores Reais?

No texto que inaugura o ano de 2017, o blog Valores Reais tem o orgulho de apresentar mais um guest post de alta qualidade, vindo de um amigo blogueiro que é velho conhecido da caixa de comentários do blog.

Trata-se do Cleiton Oliveira, autor do excelente blog de finanças pessoais Resenha Virtual.

No artigo de hoje, Cleiton nos brinda com reflexões muito oportunas sobre os parâmetros e valores que devem nos guiar em nossas atitudes diárias, principalmente nos relacionamentos com outros seres humanos. A impactante história que ele conta, quando esteve acompanhando seu pai num hospital, revela quão importante é praticar os valores reais no cotidiano, e não apenas professá-los no interior de nossas mentes. Boa leitura e um Feliz 2017!

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Valores Reais são o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente.

A palavra valor pode significar merecimento, talento, reputação, coragem e valentia. Assim, podemos afirmar que os valores humanos são valores morais que afetam a conduta das pessoas.

Esses valores morais podem também ser considerados valores sociais e éticos, e constituem um conjunto de regras estabelecidas para uma convivência saudável dentro de uma sociedade.

Alguns autores afirmam que, nos dias de hoje, a maior crise que o ser humano pode enfrentar (e que estamos enfrentando) é uma crise de valores, pois essa crise vai afetar a humanidade, que passa a viver de forma mais egoísta, cruel e violenta.

Assim, é necessário enfatizar a importância de bons exemplos na sociedade, pois a transmissão de importantes valores humanos é a base de um futuro mais pacífico e sustentável.

Valores de uma empresa

Cada empresa tem uma motivação e uma identidade específicas. Uma empresa se destaca das outras não só pela sua área de atuação, mas também pelo claro desenvolvimento e divulgação da sua missão, visão e valores.

Assim, os valores de uma empresa consistem em comportamentos que determinam como ocorre a gestão de uma empresa.

Uma empresa sustentável costuma estar alicerçada em valores como honestidade, responsabilidade social, integridade, inovação, sustentabilidade, transparência, inteligência, inspiração, flexibilidade, entre outros.

É muito importante que essas normas e princípios sejam passados dos superiores hierárquicos para outros trabalhadores da empresa, de modo a que possam juntos alcançar padrões mais elevados de sucesso.

É por esse motivo que os valores éticos de uma empresa são uma parte crucial da sua cultura organizacional.

Fonte: https://www.significados.com.br/valores

Sabendo o significado de nossos valores reais e os valores de uma empresa, vou relatar um conflito de valores que ocorreu em uma instituição que é sinônimo de excelência.

Ética e Valores no Trabalho

Certo dia, meu pai foi atendido no Instituto Central do Hospital das Clínicas e fui seu acompanhante. O acolhimento no balcão inicial foi muito eficiente e esclarecedor. Fomos atendidos prontamente, e encaminhados para o atendimento médico com as principais dúvidas sanadas.

Chegamos por volta das 12:00 e ficamos esperando o atendimento médico. O Hospital conta com o sistema de classificação de risco de Manchester, por isso, meu pai recebeu a classificação azul de menor risco. Creio que devido a essa classificação, o primeiro contato médico foi realizado depois de 3 horas de espera.

Feito a primeira avaliação, foi solicitada uma série de exames pelo médico de plantão para posterior avaliação pela equipe médica. Mais um ponto positivo para o trabalho no Hospital.

Dentro do período de 3 horas, foram realizados diversos exames, e o último a ser realizado seria o RX.

Fomos encaminhados para realizá-lo às 17:50, dando início a um período de muitos problemas, desencontros, falta de compromisso dos profissionais do plantão, que perdurou até às 04:00 da manhã.

Antes, porém, meu pai realizou o eletroencefalograma, cujo encaminhamento foi feito pelos atendentes SOS Emergência (acredito ser os mesmos Posso Ajudar do serviço bancário). Terminando o eletro, eu disse para o atendente da sala que iríamos fazer o RX também, e ele falou para esperamos do lado de fora, porque o RX era logo em frente.

Como a atendente do SOS só nos encaminhou por conta do eletro, fui até a sala onde eles ficavam e perguntei sobre o RX, a atendente alegou que o pedido já havia sido enviado e me encaminhou para a sala de espera que era um lugar totalmente diferente do que o atendente da sala de eletro havia falado para esperar.

Havia algumas pessoas esperando no local e conforme o tempo foi passando, essas pessoas foram chamadas para fazer o RX e outras foram chegando e sendo chamadas. Apesar da classificação de baixo risco de meu pai, chegando a quase duas horas de espera, resolvi perguntar no setor de RX se o nome dele estava na lista.

O atendente verificou todos os pedidos e não constava o nome de meu pai, pediu para eu verificar no balcão logo ao lado. O pedido também não estava lá. Então fui até a sala de onde fomos encaminhados e perguntei para o SOS Emergência sobre o pedido.

Ele disse que eu teria que aguardar mais um pouco (depois de 2 horas e outras pessoas chegando e realizando o exame), aleguei que já estava esperando há muito tempo e se tinha alguma outra solução para resolver esse problema.

Ele disse para que eu procurasse o médico e realizasse outro pedido, porque provavelmente haviam perdido. Porém, já era 19:50, o médico que o atendeu já havia terminado o seu plantão e outro assumiu em seu lugar.

Com essa valiosa informação, pela qual o atendente não sabia, mesmo trabalhando no hospital, indicou que EU abordasse todos os médicos e perguntasse quem assumiu o plantão no lugar no médico anterior.

Não queria acreditar naquela informação. Respirei fundo, já cansado, dor de cabeça imensa, devido ter realizado a última alimentação decente às 09:00 da manhã. Não conseguia entender como um profissional, que lida com pessoas em estados já debilitados, pode realizar um atendimento tão sofrível.

Mesmo não querendo acreditar, comecei a abordar todos os médicos que passava por mim, até que uma alma de bom coração depois de 40 minutos, às 20:30, resolveu fazer outro pedido e disse para que eu voltasse a esperar na sala de RX.

Voltei e esperei novamente por uma hora, até às 09:30, achando estranho, mas não querendo acreditar que algo pudesse ter dado errado novamente, fui abordar o SOS Emergência (até tentei outros profissionais, mas nesta hora ninguém sabe de nada) pela nova demora no atendimento.

O profissional alegou que estava chamando por quase uma hora, só que em outro local. Não era para estarmos no local onde se ESPERA para fazer o RX, conforme o médico havia informado. Não queria acreditar na falta de compromisso, ética, humanidade.

Respirei fundo novamente e perguntei se agora era para esperar onde eu estava esperando ou ir para o local onde estavam chamando. Para minha surpresa, era para esperar onde já estava esperando, pois outra pessoa já estaria levando o pedido.

Fui novamente para a sala de espera, passados uma hora, às 10:30 fui novamente abordar o SOS Emergência sobre qual seria o motivo da nova demora. Ele não me deu muita atenção, e já disse que ia resolver, pegou o pedido e levou para a sala de RX.

Durante esse segundo período de espera, fiquei refletindo sobre o que leva as pessoas a esse comportamento, a esse descaso. Estava muito nervoso, bravo e decepcionado com a situação, mas por pior que o momento possa parecer, sempre procuro o lado positivo das coisas.

Comecei a me questionar se eu já agi ou agia assim com as pessoas, se eu acolhia da forma que gostaria de ser acolhido. Então, cheguei à conclusão de que em alguns momentos já deixei a desejar, e me comprometi que a partir daquele momento, iria me comprometer a demonstrar o maior interesse possível pelas pessoas.

Andando e refletindo nos corredores do hospital, dei de frente com o seguinte quadro:

valores

Será que isso estava sendo seguido? Será que estava sendo respeitado?

No final, depois de todos os exames realizados, e já cansado de ter que ficar abordando médico por médico para saber quem assumiu o caso do meu pai, decidi seguir o fluxo e fomos atendido pelo profissional às 02:00 da manhã, tendo alta às 04:00.

Demonstre Interesse pelas Pessoas

Quando vou para qualquer local que sei que o atendimento poderá ser demorado, sempre levo um livro para ser meu companheiro de espera, e não entrar na pilha das pessoas que vivem reclamando de tudo e de todos o tempo todo.

O livro da vez foi Você é feliz no seu trabalho?

feliz-no-trabalho

Pode ter sido ou não uma coincidência enorme, um aviso ou algo do gênero. Porque estou dizendo isso? Porque o livro retrata exatamente sobre como as pessoas se sentem em relação ao seu trabalho.

A maioria das pessoas escolhem o trabalho como um meio de pagar as contas, o ideal seria buscar um emprego cujo propósito de vida fosse semelhantes aos objetivos da companhia.

Segundo a teoria do livro, todos nos deveríamos ter o nosso próprio PDE – Propósito de Existir. Significar ter um motivo para viver, sua missão, um propósito para a sua existência. Além disso, temos que ter os Cinco Grandes, que são os seus 5 principais objetivos de vida.

Portanto, as pessoas só seriam felizes e satisfeitas em seu trabalho se o seu PDE e seus Cinco Grandes fossem de acordo com a filosofia da empresa.

pde

Nesta imagem acima, está o PDE e os cinco grandes de Joe Pogrete. No livro, Joe era um funcionário (colaborador) de Thomas que era o idealizador da empresa dos sonhos.

Na empresa de Thomas, a secretária era chamada de Diretora de Primeiras Impressões, pois realizava o primeiro atendimento, então seria responsável pela primeira impressão que muitas pessoas teriam da empresa.

Ele alegava que muitas empresas não conseguem fechar negócio porque quando entram em contato não são bem tratadas e orientadas, por isso, a importância da Diretora de Primeiras Impressões.

No livro, sua secretária foi responsável por criar a frase “Demonstre interesse pelas pessoas”. Foram criadas diversas placas com essa frase para lembrar as pessoas que estivessem no telefone de se empenhar mais em conhecer quem estava do outro lado da linha.

No Hospital, até havia o cartaz com os valores “da empresa”, mas pela forma que o atendimento foi realizado, não havia harmonia entre os valores pessoais e os valores corporativos.

Conclusão

Quando seguimos nossos Valores Reais entramos em harmonia com o ambiente em que vivemos, seja em casa, seja no trabalho, seja ainda na comunidade.

As pessoas precisam parar de somente trabalhar por trabalhar, trabalhar somente para pagar as contas, ou trabalhar por conta do status.

Isso é algo mecânico e na maioria das vezes, é esse comportamento que proporciona insatisfação no trabalho.

Não é o emprego que é ruim, você é que está exercendo a função errada.

Você deve procurar empresas ou instituições que estejam de acordo com seus valores. Antes de alegar que isso é praticamente impossível, então por que você não cria a sua própria empresa?

Reflita se o que você faz hoje lhe proporciona felicidade, e se é realmente o que você gostaria de estar fazendo no futuro.

Você realmente está seguindo seus Valores Reais?

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Sobre o autor: Cleiton Oliveira é Life Coach, Educador Financeiro, Especialista em Investimentos e autor do livro “Como Eliminar as Dívidas – O método definitivo”. Mantém o site Resenha Virtual.

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18 Responses to [Guest post] Você está seguindo seus Valores Reais?

  1. Rosana 2 de janeiro de 2017 at 9:12 #

    Guilherme,

    Gostei do seu post, muito adequado para iniciarmos bem o ano.
    Os valores devem ser mesmo colocados em prática, pois se ficarem só no plano mental perdem o sentido de ser.

    “Não é o emprego que é ruim, você é que está exercendo a função errada”.
    Enquanto as pessoas pensarem em emprego somente como fonte de renda, acredito que essa situação não mudará muito. Além da valorização dos colaboradores por parte dos empregadores, acredito que seja também muito importante uma mudança cultural e de paradigmas nesse sentido.

    Infelizmente a situação relatada pelo Cleiton se tornou tão comum, que lamentavelmente as pessoas a consideram como normal.
    Criei um post sobre isso, pois vejo que a suposta normalidade está superando o aceitável e criando cidadãos cada vez mais conformados com coisas que nem comuns deveriam ser.
    Link do post:
    http://simplicidadeeharmonia.blogspot.com.br/2016/12/comum-ou-normal.html

    Esse jogo de empurra-empurra e a falta de interesse em resolver problemas é lamentável e totalmente oposta ao que diz o quadro com a missão, a visão e a ética. Parece apenas um quadro com meras palavras de enfeite.

    Gostei da teoria do PDE!

    Abraços,

    • Guilherme 2 de janeiro de 2017 at 17:00 #

      Oi Rosana, obrigado.

      É verdade, em muitas empresas, o quadro com o trio “missão, visão e valores” infelizmente não passa de um amontoado de boas intenções que, na prática, não se aplicam.

      Abraços!

    • Cleiton Oliveira 3 de janeiro de 2017 at 5:09 #

      Olá Rosana, a capacidade do ser humano se adaptar é incrível, o problema dessa capacidade é que ela pode ser utilizada para situações boas e ruins. Por isso, como diz em seu post, as tragédias se tornam algo normal.

      • Rosana 3 de janeiro de 2017 at 13:56 #

        Guilherme,

        Infelizmente esse não é um exemplo isolado, muito pelo contrário….

        Cleiton,

        Acredito que a capacidade de adaptação (psicoadaptação) se torna perniciosa quando corrupção sobrepõe a honestidade, atendimento ruim ocorre em lugar de bom atendimento como aconteceu com você. E por aí vai.

        Há coisas que realmente não podemos mudar (a morte, a perda de um emprego, o término de um relacionamento, etc), e aí sim, a psicoadaptação é muito útil para nos trazer um certo equilíbrio emocional.

        O que vejo como perigoso é quando começamos a ver como normal o que nem comum deveria ser.

        Um exemplo bem simples (e ao mesmo tempo muito grave, pois demonstra total falta de cidadania e respeito pelas propriedades particulares e públicas) são as pichações, que estão cada vez mais presentes nos médios e grandes centros urbanos.

        Hoje, nem os grafifes em fachadas de lojas são mais respeitados, o que demonstra que o problema é muito mais sério do que parece.

        E como a maioria das pessoas encara isso?
        Como normal, como se isso realmente fizesse parte da paisagem urbana (que em muitos locais já é feia por si só).

        Vejo que esse é um dos perigos de capacidade de adaptação tão incrível que temos.

        Abraços,

        • Guilherme 4 de janeiro de 2017 at 13:49 #

          Sem dúvida, Rosana, a capacidade de adaptação é uma coisa ambivalente, por isso, devemos prestar atenção se isso de fato é bom, ou se é ruim.

          Abraços!

  2. Dedé 2 de janeiro de 2017 at 13:04 #

    É uma história muito triste, que se repete diariamente em hospitais públicos e privados e também em repartições, bancos, cartórios, etc.
    Ano passado precisei realizar uma pequena cirurgia, me internei pela manhã, fiz a cirurgia pela tarde e a noite tive alta. Foi num hospital privado, que é tido como referência em qualidade. Fiquei internado em um apartamento. Uma das coisas que me incomodou era que tinha uma recepção em frente ao quarto, o pessoal ficava batendo papo, rindo, dando gargalhadas, como se naquele lugar não tivessem pessoas com sérios problemas e familiares preocupados ou tristes com a situação de alguém. Minha cirurgia era simples, mas mesmo assim eu estava receoso, minha mãe e esposa preocupadas e aqueles funcionários ali conversando, rindo, indiferentes aos problemas alheios.
    Há sérios problemas no nosso sistema de educação, um deles é que não se ensina a se ter empatia. As pessoas no geral são indiferentes aos problemas alheios e infelizmente eu não vejo como isso pode melhorar no Brasil.
    Está cada vez mais um cada um por si. Há um ressentimento, as pessoas nas ruas, no trânsito, no transporte público estão cada vez mais rancorosas, truculentas, agressivas.
    O país está um caos: desemprego, violência, desesperança, descrença, cidades sem infraestrutura, sem saneamento, trânsito caótico, etc. Tudo isso gera um ciclo vicioso, que parece uma panela de pressão prestes a explodir.
    Com relação ao livro, sem dúvida é muito importante se fazer o que gosta. Mas há uma enorme distância entre o mundo ideal e o mundo real. Moramos num país pobre, com a economia regulada, moeda instável/desvalorizada, burocrático e com todos os problemas que todos conhecemos.
    Eu penso que o ideal é sim tentarmos fazer o que gostamos, mas também aprender a ser feliz com o que se tem e tentar melhorar a cada dia. Eu não trabalho com o que eu gosto. Mas não sou infeliz com meu trabalho. Ao contrário, quando paro para analisar a situação do Brasil e do mundo e vejo que estou bem, que poderia estar melhor, mas que cabe a mim buscar melhoras e quem sabe um dia eu possa fazer o que gosto.

    • Guilherme 2 de janeiro de 2017 at 17:01 #

      Excelente depoimento, Dedé.

      Gostei particularmente desse trecho:

      “Há sérios problemas no nosso sistema de educação, um deles é que não se ensina a se ter empatia. As pessoas no geral são indiferentes aos problemas alheios e infelizmente eu não vejo como isso pode melhorar no Brasil.”

      No Brasil, é como você disse, a individualidade está cada vez mais predominando.

    • Cleiton Oliveira 3 de janeiro de 2017 at 5:30 #

      Dedé, ótimo comentário.

      A situação em geral está péssima, o problema é que muitas pessoas utilizam essa fato como desculpa para diversas situações.

      Não trocam ou consegue um emprego porque “não está fácil para ninguém” e, utilizam essa “verdade” em suas vidas.

      Realmente ter o trabalho dos sonhos requer uma grande batalha interna e externa e muitas pessoas não estão dispostas a pagar tal preço.

      Eu era servidor público, trabalhava a 10 minutos de casa e ganhava um bom salário. Visualizei uns 10 e 20 anos no futuro e vi que não era o que eu queria para a minha vida.

      Então mantive esse trabalho por um período e coloquei em prática meu plano B para fazer o que realmente me dava prazer.

      Pedi exoneração do cargo público sendo uma das maiores e melhores decisões de minha vida, para mim, porque para muitas outras pessoas, eu fui louco de largar um cargo público.

      Então como disse no seu comentário, nunca deixe de buscar melhoras e fazer o que realmente você gosta.

      • Claudinei Fernandes 3 de janeiro de 2017 at 16:28 #

        Caro Cleiton, estou prestes a fazer a mesma coisa que você fez. Só que no meu caso, o salário não é bom. As pessoas falam para mim a mesma coisa que falaram para você. Este seu depoimento só me deu mais motivação. Obrigado e fique na paz.

  3. marcos 2 de janeiro de 2017 at 16:22 #

    Gostei da reflexão

  4. Andre Norbim 2 de janeiro de 2017 at 16:30 #

    Excelente. Vi na assinatura do seu post que vc é life coach. Gostaria de entrar em contato. Meu email é anorbimdeassis@gmail.com

    Abs

  5. Flavio Mattos 2 de janeiro de 2017 at 22:18 #

    Que ótimo post! Tenho falado muito sobre esse comportamento do Brasileiro. Quando viajamos para outro País, notamos uma diferença bem grande sobre o comprometimento do cidadão para o seu trabalho, para sua cidade, condado ou estado e para o seu País, ou seja, para a sociedade como todo. Estamos perdendo esses Valores Reais. Que baita reflexão. Parabéns Guilherme pelo texto.

    • Cleiton Oliveira 3 de janeiro de 2017 at 5:36 #

      Fico contente que tenha gostado do post Flávio. O choque de cultura realmente é muito grande.

      Temos que deixar de se adaptar para qualquer situação e não podemos perder nossos valores reais

      Abraços

    • Guilherme 4 de janeiro de 2017 at 13:47 #

      Valeu, Flavio!

      Você tem razão: quando viajamos para outro país é que conseguimos perceber o quão atrasada está a sociedade brasileira, como um todo.

      Abraços!

  6. Felipe Silva 10 de janeiro de 2017 at 7:50 #

    Excelente Post. Gostei das dicas sobre PDE e os Cinco Grandes, irei aplicá-las. Deixar nossos objetivos e metas bem claro, faz toda a diferença em nossa vida.
    E referente Demonstrar Interesse pelas Pessoas além de trazer benefícios para nós e as outras pessoas é muito gratificante, nos traz uma paz de espírito e nos sentimos bem.
    Discuti sobre esse assunto em uma reunião de amigos em alguns meses atrás, e só de tocar no assunto já faz a diferença, já nos faz agir e fazer o bem quase que no piloto automático, por isso é sempre bom estar lembrando (e o post executa muito bem essa função).
    É minha primeira leitura aqui no blog, e com certeza já ganharam um seguidor.
    Parabéns Cleiton e Guilherme. Tenham uma boa semana!

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