2017 já começou: Bolsa em alta, juros em queda, LCA BB piora mais uma vez, dica extra com o Tesouro Prefixado, e mais!

O primeiro resumão publicado ano passado, em 2016, falava que o ano de 2015 “ainda não havia terminado”.

Isso porque as incertezas provocadas pela crise política que já se arrastava há algum tempo foram se prolongando nos primeiros meses, e particularmente nos primeiros dias, de 2016, de modo que os primeiros dias do ano passado ainda estavam com “a cara de 2015”.

O resultado não poderia ser outro, como então noticiávamos: inflação batendo recordes, dólar superando a casa dos R$ 4, Bolsa degringolando abaixo dos 40 mil pontos… enfim, a maré de notícias estava péssima, e esse pessimismo estava ajudando a afundar ainda mais os investimentos mais sensíveis a oscilações de humor dos mercados financeiros.

Por outro lado, os primeiros dias de 2017 estão sendo surpreendentemente bons.

Para quem esperava outra avalanche de notícias ruins e mercados nervosos, as coisas até que estão caminhando bem, ao menos aparentemente. Vamos analisar, então, o panorama dos investimentos nesse novo cenário que se apresenta? :-)

Bolsa em alta: IBovespa caminha rumo aos 64 mil pontos

Em 2016, a Bolsa finalmente saiu da estagnação, fechando o ano com incrível valorização de 39% – em dólar, os ganhos acumulados no ano passado superaram os 70%. Como ela costuma antecipar tendências – tanto boas quanto ruins – e como os preços dos ativos no mercado brasileiro de ações estavam um tanto quanto depreciados, os investidores aproveitaram o momento para comprarem mais ações.

Nos primeiros dias de 2017, o otimismo voltou a dar o tom nos mercados financeiros, e o resultado é o IBovespa acumulando já uma expressiva alta de mais de 5% em apenas duas semanas de negócios, já se situando na faixa dos 63.500 pontos.

Embora seja ainda muito cedo para avaliar qualquer tendência de alta ou de baixa ao longo desse ano de 2017, é de se ressaltar que a Bolsa brasileira sofreu um forte período de baixa ao longo dos últimos anos, desde o “boom” finalizado em 2008, de modo que ainda haveria espaço para a valorização dos ativos negociados na Bolsa – mas isso pensando numa estratégia mais de longo prazo, que é o que sempre recomendamos.

Como eu disse há exatamente um ano, a Bolsa brasileira, refletida no ETF BOVA11, estava com preços de 2009, o que abriu interessantes oportunidades de compra para os investidores mais arrojados, os quais, por sua vez, foram já contemplados no curto prazo.

Prova disso é o próprio ETF BOVA11, que chegou a ser negociado na faixa dos R$ 39.xx em meados de janeiro de 2016, e fechou semana passada valendo mais de R$ 61. Um ganho fantástico de mais de 50% brutos em pouco mais de 1 ano.

Juros em queda: taxa SELIC já está nos 13% a.a.

Porém, a animação toda que estamos presenciando no mercado financeiro ainda não se reflete, em sua totalidade, na economia dita “real”.

O país ainda enfrenta as sequelas da pior crise econômica de sua história, provocada, dentre outras causas, por uma inflação que persistia em ficar acima dos 10% a.a., desemprego batendo recordes, empresas fechando as portas, desaquecimento da atividade industrial e de serviços etc.

Com uma inflação tão alta, a taxa de juros chegou a patamares recordes, acima de 14% a.a., o que, no âmbito dos investimentos, fez com que muitos investidores concentrassem suas aplicações em renda fixa pós-fixada, buscando e sonhando com a famigerada rentabilidade mensal de 1% a.m. – que é ilusória, diga-se de passagem, uma vez que, com uma inflação acima de 10% a.a., os ganhos reais não passavam de meio por cento ao mês, e olhe lá (ainda tendo que ser descontado o imposto de renda e a taxa de administração).

Pois o Banco Central resolveu acelerar o ritmo de corte da taxa SELIC, e semana passada diminuiu a taxa de 13,75% a.a. para 13% a.a., contra uma previsão, da maioria dos especialistas, de corte de 0,5 p.p.

Trata-se de um comportamento ousado, mas não totalmente isento de riscos, como bem advertiu o Finanças Inteligentes em artigo publicado semana passada:

“Quanto mais o Banco Central se apoia sobre as projeções de longo prazo para tomar suas decisões, maior o risco assumido pela política monetária. Eventos adversos devem surgir em 2017 (como nos anos anteriores) e, desta vez, a autoridade monetária não contará, possivelmente, com a desinflação das contas de energia elétrica (que já estão em bandeira verde) e com o fator câmbio (real valorizado, descasado com as demais moedas)”.

Em termos práticos, para o investidor posicionado em renda fixa, a tendência de queda de juros na taxa SELIC abre uma boa oportunidade para a valorização dos títulos prefixados, os quais, por sua vez, tendem a ter taxas de rentabilidade cada vez menores, à medida que os cortes na taxa SELIC vão se materializando. O Tesouro Prefixado, por exemplo, já apresenta preços com taxas de rendimentos anuais variando entre 10% e 11%:

TD Precos

Mais interessante ainda é notar que quem já estava posicionado em títulos prefixados, ou seja, quem comprou os títulos no final do ano passado, por exemplo, obteve uma rentabilidade altamente expressiva nos últimos 30 dias:

TD Rent

Notem que todos os prefixados com vencimento entre 2021 e 2027 apresentaram rentabilidade, nos últimos 30 dias, superior a 3,5% brutos, o que evidencia quão surpreendente – e perigosa, diga-se de passagem – foi a atitude do BC de acelerar o corte na taxa SELIC.

É possível que a taxa SELIC feche 2017 na casa de 1 dígito? Sim, é possível, mas só se for no grito, consoante as percucientes argumentações do Finanças Inteligentes:

“Há um conjunto de fatores relacionados à desarrumação macroeconômica que tendem a continuar pressionando a inflação no médio/longo prazo. São problemas que só serão solucionados com a melhora no ambiente de negócios através de um planejamento de longo prazo e não com ações pontuais de curto prazo.

Mas a principal razão que inviabiliza cortes agressivos e sustentados da taxa Selic é o próprio governo. Não há menor condição de um país grau especulativo reduzir drasticamente sua taxa básica de juros no curto prazo trabalhando um orçamento com déficit de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), rombo considerado significativo.

Como se não bastassem os inevitáveis efeitos de pressão inflacionária criados por uma política fiscal expansionista, chegará o momento em que os investidores reavaliarão as condições (taxa de juros) para financiar a dívida elevada de um País grau especulativo, que por sinal se mantêm em forte trajetória de crescimento e ainda distante de uma reversão (redução do endividamento)”.

Aliás, eu particularmente tenho muitas desconfianças em relação à suposta autonomia de atuação do BC. Sábado passado, por acaso, eu ouvi uma propaganda do governo na TV “comemorando” a redução dos juros. Não seria esse um indício de um movimento intervencionista do governo no BC? 😛

LCA do BB continua na sua escalada descendente

Se teve uma coisa que não mudou no primeiro resumão de 2017, comparado com o primeiro resumão de 2016, essa coisa se chama LCA do BB.

Parafraseando um antiga propaganda do extinto Bamerindus: “o tempo passa, o tempo voa, e a LCA do BB continua piorando numa boa”. 😆

De acordo com o comentário do leitor Matheus, a remuneração da LCA, que já estava em parcos 78% do CDI, caiu para 75%, o que, somado à forte queda da taxa SELIC, contribuirá para piorar ainda mais a rentabilidade desse investimento, que já há algum tempo deixou de ser atrativo.

Como sempre, ponto negativo para o BB.

Uma utilização inteligente do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais

Finalizo o primeiro resumão do ano de 2017 com uma dica extra muito interessante do leitor e amigo blogueiro Longe do Limite.

Quem investe no Tesouro Direto sabe que ele cobra uma taxa semestral de custódia, um valor que tem que estar em sua conta de depósito todo primeiro útil dia do ano (e/ou primeiro dia útil de julho), para liquidar essa despesa. Olhem a dica dele pra assegurar o pagamento dessa quantia:

Como forma de contribuir: eu costumo utilizar o título NTN-F do Tesouro Direto como garantia de recursos no começo do ano (Tesouro Prefixado com Juros Semestrais).

Uma vez que este título paga cupons no primeiro dia útil de janeiro e de julho, ele não só elimina a despesa semestral de custódia do TD, mas assegura também uma renda extra sem a necessidade de movimentação – leia-se venda – do mesmo.

No meu caso, estou tão bem organizado que consigo reinvestir a totalidade dos cupons, o que acaba gerando uma renda maior a cada semestre.

Abraço!”

Ótima dica! Gostei! 😀

Tenham todos uma ótima semana!

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42 Responses to 2017 já começou: Bolsa em alta, juros em queda, LCA BB piora mais uma vez, dica extra com o Tesouro Prefixado, e mais!

  1. Finanças Inteligentes 16 de janeiro de 2017 at 1:00 #

    Estamos de olho Guilherme. Mais uma vez obrigado pela citação.
    Abs,

  2. Matheus 16 de janeiro de 2017 at 6:22 #

    Bom dia. O BB também elevou a LCI para 78% ao meu ver com intenção das pessoas migrarem seu dinheiro da LCA para LCI porém LCI somente com aplicações acima de 10,000 segundo a gerente.

  3. Longe do Limite 16 de janeiro de 2017 at 7:34 #

    Obrigado pela citação, Guilherme!

    Fico feliz por ter contribuído e ficarei ainda mais se porventura a minha dica ajude mais pessoas a tornarem o seu começo de ano uma época um pouco melhor financeiramente.

    Abraço!

    • Guilherme 16 de janeiro de 2017 at 16:14 #

      Valeu, LL, sua dica sem dúvida é excelente!

      Abraços!

  4. Zé da Silva 16 de janeiro de 2017 at 8:37 #

    Realmente, MUITO boa a dica envolvendo o Tesouro Prefixado ! :)

    Uma preocupação a menos … Uma dor de cabeça a menos !! 😉

  5. Investidor de Risco 16 de janeiro de 2017 at 11:13 #

    Sem querer ser estraga prazeres, mas… Os títulos que pagam juros tem embutidos nos seus preços o valor dos cupons a serem distribuídos. 2 dias úteis antes do pagamento os cupons deixam de compor o preço dos títulos e são provisionados.
    Como exemplo, observe a cotação dos preços da NTN-F 2025:
    28/12/2016 11,44 979,49
    29/12/2016 11,42 932,87

    A queda foi de 4,76% do dia 28/12 para o dia 29/12. O cupom de juros é correspondente a 4,88% sobre o VNA (1.000,00). Esta queda é basicamente a saída do cupom de juros da precificação do título. Houve também uma diferença devido a pequena queda na taxa de juros…

    E o cupom de juros vem com desconto de 22,50% de IR.

    Enfim, se o objetivo é garantir os recursos para o pagamento das taxas, o melhor seria investir um pouco menos num título que não paga cupom de juros deixando o saldo na conta suficiente para o cumprimento dessas obrigações…

    Abraços.

    • Guilherme 16 de janeiro de 2017 at 16:15 #

      Boa observação, IR! Não sabia dessa questão do provisionamento realizado automaticamente pelo sistema. :-)

      Abç!

      • Longe do Limite 17 de janeiro de 2017 at 9:13 #

        Você não estraga prazeres, IR. É legal debatermos, porque assim todos acabamos aprendendo um pouco mais sobre o assunto.

        O títulos prefixados, ao contrário dos demais, já possuem um valor final definido, por se tratar, na prática, de uma operação de desconto.

        Em outras palavras, pouco importa o valor que você comprou esses títulos; no vencimento, as LTN e as NTN-F valerão R$1.000,00, o seu valor de face.

        A diferença entre essas 2 operações está na forma com que recebemos o seu rendimento. Enquanto as NTN-Fs te pagam semestralmente 5% do seu valor de face, você só recebe ao final os juros compostos das LTNs. E é por isso que existe uma variação maior no preço de uma LTN do que de uma NTN-F.

        Ainda assim, existe uma certa variação no preço da NTN-F, exatamente por ela pagar cupons semestrais.

        Vejamos pelo seu exemplo: o título NTN-F 2025 vale hoje (17/01/2017) R$955,79 (+2,46% ao valor depois de descontado os cupons).

        A menos que o Governo decida elevar suas taxas de juro, a tendência é que ele volte a patamares semelhantes ao valor do final de dezembro ao final de junho – momento de se pagar seus cupons novamente – e aí desconte este valor mais uma vez.

        Por isso gosto de comprar esses títulos em janeiro e julho, pois assim é maior a chance de conseguir preços melhores pelos mesmos.

        Outra coisa que precisa ficar clara… por ser uma operação de renda fixa, o percentual de imposto que incide na operação depende do período aplicado. Tanto a venda quanto o recebimento dos juros (cupons)

        Segue a tabela da renda fixa:

        Menos de 6 meses 22,50%
        > 6 meses 12 meses 24 meses 15,00%

        Espero ter ajudado a esclarecer um pouco mais o assunto.

        Abraço!

        • Longe do Limite 17 de janeiro de 2017 at 9:16 #

          Por algum motivo a tabela de IR da renda fixa ficou pela metade. rs

          Menos de 6 meses 22,50%

          > 6 meses 12 meses 24 meses 15,00%

          • Longe do Limite 17 de janeiro de 2017 at 9:17 #

            Menos de 6 meses 22,50%
            Mais de 6 meses, menos de 12 meses 20,00%
            Mais de 12 meses menos de 24 meses 17,50%
            Mais de 24 meses 15,00%

        • Guilherme 17 de janeiro de 2017 at 15:40 #

          Excelentes observações, LL!

          E concordo quanto aos debates: é salutar termos outras perspectivas sobre o mesmo assunto, pois isso incentiva o aprofundamento dos estudos quanto ao tema! 😀

          Abç!

        • Fabricio 22 de janeiro de 2017 at 16:04 #

          Olá, gostei dessa dica mas não achei nenhum post sobre ela no blog LL. Gostaria de sugerir um post mais específico sobre esse assunto, com mais exemplos, relacionando prós e contras. Incluindo aí como são de fato calculadas todas as taxas envolvidas no TD. Sempre fico na dúvida se é em cima do valor investido, de face, bruto, etc. E também o próprio cupom de juros, como ele é calculado exatamente numa NTNB? No mais, parabéns pelo blog!
          Abs!

  6. Alison 16 de janeiro de 2017 at 15:26 #

    Cara, seria um bom momento para aplicar em ETFs, bova11, pibb11 e ivvb11, ou esperar uma baixa? Parece que a bonança já passou.

  7. Guilherme 16 de janeiro de 2017 at 16:18 #

    Alison, se olharmos a questão do ponto-de-vista do curto prazo, o melhor momento possivelmente já passou, porque é fácil olhar para o passado e ver que a Bolsa estava mais barata em 2016.

    Mas… e se olharmos para o futuro? Daqui a um ano, a Bolsa vai pra 80 mil, ou vai cair de novo pra 40 mil?

    Dá pra prever o futuro? Não, é impossível prevê-lo.

    Daí a razão pela qual a melhor estratégia é aquela com foco no longo prazo, visando resgates somente daqui a 20 ou 30 anos, estratégia essa focada em acumulação periódica, constante e consistente de ações. 😉

    Abç!

    • Alison 16 de janeiro de 2017 at 19:11 #

      Vlw Guilherme, foca no longo prazo realmente.

  8. Sandro 16 de janeiro de 2017 at 19:25 #

    Boa noite Guilherme! Parabéns por mais um artigo esclarecedor nos pontos abordados. Mas me permita pela primeira vez discordar de você em uma questão, rsrsrs.

    Sobre a aparente queda da taxa SELIC. Ela tem sido nominal…Se compararmos com a inflação do final de 2015, acima de 10%a.a. e a do final de 2016, já dentro do teto de 6,5%, vemos que, no final, o juros real do país tem aumentado…
    Isso gera consequências graves para a economia real, como você já apontou.
    Já para os investimentos, principalmente os pré fixados, realmente o impacto é positivo para quem já tinha posições montadas, gerando inclusive os picos de rentabilidade apontado nas tabelas.
    Por fim, não vejo que o referido corte tenha sido surpreendente, nem seja perigoso, pois não tem sido uma queda real…

    O que não invalida de modo algum, pelo contrário, eu concordo, o argumento do Finanças inteligentes, quando este diz que “Há um conjunto de fatores relacionados à desarrumação macroeconômica que tendem a continuar pressionando a inflação no médio/longo prazo” e também “Mas a principal razão que inviabiliza cortes agressivos e sustentados da taxa Selic é o próprio governo”.

    De qualquer forma acredito que a SELIC caminhará sim para um patamar próximo aos 10% a.a., até porque a inflação de curto prazo deve permanecer controlada (o que não significa baixa), dado o cenário de queda da renda do trabalhador e dos altos níveis de desemprego.

    Espero ter contribuído com o debate. Abraços!

    • Guilherme 17 de janeiro de 2017 at 15:41 #

      Excelentes contribuições, Sandro!

      Você tem razão quanto aos juros reais: no Brasil, eles têm sido bastante generosos – basta ver as cotações do Tesouro IPCA dos últimos anos, com picos chegando a 7% a.a. + inflação.

      Abç!

  9. Dinêi Gazoni 17 de janeiro de 2017 at 9:32 #

    Uma informação que espero ser útil. As cooperativas de crédito Sicoob oferecem o RDC (Recibo de Depósito Cooperativo do Sicoob) que funciona basicamente como um CDB.

    É possível realizar aplicações a partir de R$ 1,00 e o rendimento começa a partir de 95% do CDI (possui cobertura do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). A liquidez é diária.

    Claro que não se compara ao rendimento oferecido por corretoras independentes, mas é muito mais atraente que os fuking bancos oferecem. Não deixa de ser uma opção interessante para não deixar o dinheiro parado na conta corrente ou mesmo para programar as despesas de início de ano, como mencionado de forma brilhante no post anterior do blog (Como começar o ano de 2018 no azul. 😉

    • Guilherme 17 de janeiro de 2017 at 15:42 #

      Ótima contribuição, Dinêi!

      É sempre bom conhecermos alternativas seguras e rentáveis para aplicar o dinheiro.

      Abç e obrigado!!!

  10. Dinêi Gazoni 17 de janeiro de 2017 at 15:35 #

    Eu tenho uma dúvida. Em caso de aplicações em LCA pela corretora em diferentes instituições, o FGC garante 250k em cada instituição aplicada ou no total pela corretora?

    • Guilherme 17 de janeiro de 2017 at 15:43 #

      O FGC garante por corretora, quero dizer, por instituição aplicada. :-)

      • Dinêi Gazoni 17 de janeiro de 2017 at 16:08 #

        Muito obrigado Guilherme!

        • Jose Henrique 17 de janeiro de 2017 at 17:08 #

          Achei estranho o q o Guilherme falou e pesquisei aqui para ter certeza:

          “O valor garantido é de no máximo R$ 250.000, por CPF e por Instituição Financeira emissora.
          Caso tenha uma aplicação de R$ 250.000 em uma Instituição e R$ 250.000 em outra, e as duas
          entrem em liquidação ou intervenção, ambas as aplicações estarão cobertas pelo FGC.
          O limite não é com a Corretora e sim com os emissores”

          FONTE: https://www.easynvest.com.br/Uploads/perguntas-e-respostas-FGC.pdf

          • Guilherme 18 de janeiro de 2017 at 10:07 #

            Sim, José, eu quis dizer uma coisa, mas acabei escrevendo outra – inclusive já fiz a correção do meu comentário anterior.

            Em resumo, é isso: o FGC garante por instituição emissora, ainda que as duas instituições estejam com investimentos numa corretora só.

            Assim, se o Dinêi tiver R$ 200k em LCA pelo Banco A e R$ 100k em LCA pelo Banco B, ambos aplicados numa corretora só, o FGC garante a cobertura para ambos, porque o limite de R$ 250k é por instituição aplicada, conforme você bem mencionou. :-)

            • Dinêi Gazoni 18 de janeiro de 2017 at 16:12 #

              Muito obrigado José Henrique e Guilherme. Valeu pelo esclarecimento.

  11. Frugal 18 de janeiro de 2017 at 12:42 #

    Grande Guilherme

    Eu mereço um prêmio pq já fiz minha gerente do BB estilo desistir de mim.
    Sai pra lá com essa LCA ridícula.
    O que o BB acha que vai conseguir com isso?

    Depois que emprestaram MILHÕES pra Venezuela de Chavez que nunca mais vão ver a cor do dinheiro, aí nos vem com essa palhaçada?

    • Guilherme 19 de janeiro de 2017 at 8:51 #

      Hehehehe, isso aí, Frugal!!!! 😀

      Dificilmente banco público consegue fazer algo que seja objeto de elogios!

      Forte abraço!

    • Charles D. 21 de janeiro de 2017 at 14:01 #

      cara, tenho LCA do BB e comprei qdo pagava 84% cdi e estou bem contente pq nao consigo abrir conta em corretora visto que sou nao residente no brasil então nem sempre é um mau negócio…deixar na poupança paga bem menos !

  12. Guilherme 20 de janeiro de 2017 at 10:33 #

    Meu xará, me espantei com este corte da SELIC de 0,75% o próprio Michel Temer falou que não faria intervenções no sentido de forçar a baixa da taxa soberana como foi feito no governo anterior. Parece que ele está se especializando e falar o que deve falar, mas não em fazer o que deve fazer.

    • Guilherme 20 de janeiro de 2017 at 16:57 #

      Verdade, xará!!!!

      E sucesso ao seu blog!!!!!

  13. Turista 22 de janeiro de 2017 at 16:08 #

    Esses Prefixados estão dando tanto o que falar nesse começo de ano que até me assusta! haha
    grande abraço!

    • Guilherme 24 de janeiro de 2017 at 17:13 #

      Realmente assusta!!!! rsrsrsrs

      Vi que iniciou um blog também, sucesso pra vc!!!!

      Abç!

  14. Rafa 30 de janeiro de 2017 at 14:58 #

    LCI no BB:

    Até 9.999,99 = 70% CDI

    A partir de 10.000,00 = 78% CDI

  15. João Pedro 17 de fevereiro de 2017 at 20:28 #

    Estou começando a investi e ainda não sei muita coisa sobre investimentos, valeu pelas dicas!

  16. Leandro 20 de fevereiro de 2017 at 20:45 #

    Podeira me a judar ?

  17. Leandro 20 de fevereiro de 2017 at 20:48 #

    Se eu coloca 300 mil e deixa 1 ano, quanto vou ter depois ?

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