5 lições extraídas da final entre Rafael Nadal e Roger Federer… no Aberto da Austrália de *2017*!

Tênis.

Quem é leitor assíduo do blog sabe que eu gosto muito de acompanhar os grandes campeonatos e assistir as partidas desse esporte, principalmente quando envolvem os grandes tenistas da atualidade.

De vez em quando, eu escrevo textos no blog cuja fonte de inspiração foram partidas de tênis que eu assisti pela televisão, como esse texto e esse aqui.

Parafraseando o que eu já disse anos atrás, como o blog é, antes de tudo, reflexo das experiências, valores e hábitos de seu autor, resolvi escrever esse texto mostrando que é possível tirar preciosas lições, para nossas próprias vidas, das atitudes que fazem e moldam um grande tenista, ou melhor, dois grandes tenistas.

Quem acompanha minimamente o tênis sabe que tanto Rafael Nadal quanto Roger Federer estão longe do auge que obtiveram anos atrás (embora ainda estejam entre os 20 melhores do mundo, no ranking da ATP).

Federer Nadal

Esse fato, agravado pelas lesões que tiraram ambos do circuito no segundo semestre do ano passado, e somado à idade (os dois já passaram dos 30 anos, sendo que Federer já passou dos 35), reforçaram o sentimento de dúvida sobre a possibilidade de ambos jogarem em altíssimo nível um torneio da envergadura de um Grand Slam.

Porém, contrariando todas as expectativas, ambos foram atropelando, rodada a rodada, cada adversário, e puderam, no dia de ontem, mais uma vez reescrever a história. Se a métrica de julgamento dos grandes tenistas da história for o número de títulos em Grand Slam, não tenham dúvida: ontem, estávamos assistindo os dois melhores tenistas da história disputando mais um título.

Quais as lições que os dois deixam para todos nós? Que atitudes que eles fizeram nós podemos replicar, em nosso dia-a-dia? Eis 5 lições que podemos extrair dessa maravilhosa jornada rumo ao reencontro com o topo.

#1. A vida não segue uma sequência linear

O amigo e blogueiro André Azevedo publicou, no ótimo Viagem Lenta, um artigo muito interessante sobre pensamentos lineares e não lineares, e suas repercussões na busca pela independência financeira. Diz ele:

Apesar de termos uma tendência a pensarmos de modo linear, as principais situações da vida são melhor explicadas pelo pensamento não linear. Ou no máximo, por pensamentos lineares, mas com exaustões.
Se nosso objetivo não é a independência financeira em si, mas sim o seu desfrute, precisamos definitivamente poupar reservas no presente para utilizá-las no futuro. Porém, não podemos nos privar do presente nesse processo, o que nos remete ao conceito de equilibrarmos a nossa satisfação presente com a satisfação futura.

Extrapolando as reflexões desse artigo para a esfera do tênis, mas principalmente para os aspectos ordinários de nossas vidas, verificamos que todos buscamos pensamentos lineares quando imaginamos a construção de uma vida.

Você nasce, cresce, se desenvolve física, emocional e intelectualmente. Faz faculdade, depois obtém um emprego, casa-se, tem filhos, esses crescem, você ascende na sua carreira profissional, se aposenta, passa a curtir os netos, chega a velhice, a saúde se deteriora, e você morre.

Buscamos “racionalizar” as diversas etapas da vida, dentre outras razões, por uma questão de necessidade, ou seja, de buscarmos referências e padrões a serem seguidos.

O problema surge quando uma dessas variáveis não ocorre no tempo, digamos assim, “desejado”. E se você concluir uma faculdade, e logo depois não obtiver um emprego decente, e, após isso, se casar e tiver filhos, estando ainda no emprego ruim? Será que vale a pena retomar os estudos e/ou voltar a procurar outro emprego, “quebrando” a sequência linear dos acontecimentos?

E se você chegar à conclusão, após 30 anos de casado, que a vida não dá para seguir adiante com o matrimônio?

E se você for uma daquelas pessoas que não teve a oportunidade de sequer concluir o ensino médio, antigo segundo grau, teve que começar a trabalhar cedo, construiu um bom patrimônio, mas sente aquele desejo interior de voltar aos estudos, de fazer faculdade, depois dos 50… será que ainda dá tempo?

Rafael Nadal e Roger Federer mostram, sim senhores, que a vida dá voltas. Eles mostram que, mesmo dentro de um esporte em que a linearidade (juvenil > profissional > top ten > títulos > lesões > decadência > aposentadoria) é a sequência padrão dos acontecimentos dentro da carreira de um tenista, é possível quebrar padrões, e se reinventar.

Ambos estavam voltando a jogar após sérias contusões, as quais, aliadas à idade já considerada avançada no mundo do tênis, despertaram a desconfiança dos torcedores e da imprensa sobre se poderiam algum dia voltar a jogar em alto nível num esporte extremamente competitivo, que demanda demais nos aspectos físico e mental. Muitos já os davam como aposentados.

Mas eles provaram, mais uma vez, que é possível romper paradigmas, superando todos os demais competidores, e jogar em alto nível como se fossem tenistas de 25 anos.

Eles quebraram a sequência linear dos acontecimentos e, quando todos menos esperavam, eles estavam lá, mais uma vez, decidindo um torneio de Grand Slam.

E você, está esperando o quê para quebrar a sequência linear dos acontecimentos em sua vida? 😉

#2. Ele teve todas as oportunidades possíveis e imagináveis para encerrar a carreira precocemente. Mas DESISTIR não faz parte do vocabulário dele.

Rafael Nadal já foi dado como “acabado” para o mundo do tênis por pelo menos duas vezes. A primeira foi entre 2012 e 2013, após uma lesão no joelho que o afastou das quadras por seis meses, uma eternidade no mundo do tênis. Contrariando os mais céticos, que duvidavam de sua capacidade de jogar em alto nível, ele não só voltou em grande estilo, vencendo vários torneios de modo consecutivo, inclusive um que ocorreu no Brasil, como também chegou a ser o nº 1 do mundo.

A segunda vez foi do ano passado para cá, em função de outro problema físico.

Porém, contrariando novamente todas as expectativas, ele se superou e conseguiu chegar a mais uma final de Grand Slam, jogando em alto nível técnico e físico.

Eu já discorri sobre isso há seis anos, em 2011, quando, coincidentemente, eles haviam se enfrentado pela última vez numa final de Grand Slam:

“Para vencer, tanto nas quadras, quanto na vida, é preciso não desistir nunca, mesmo quando as circunstâncias são desfavoráveis. Ou melhor, principalmente quando elas são desfavoráveis. No primeiro set da partida, o Federer estava ganhando por 5 a 2, e teve até um set point a seu favor. Mas quem disse que o set estava ganho? Lá foi o “Touro Miúra” salvar o set point e ganhar o primeiro set. 7/5 para o espanhol. Aliás, uma das coisas mais admiráveis no espanhol é justamente a sua dedicação total aos jogos. Não existe bola perdida para ele. Ele vai atrás de todas. Literalmente. Todas. Por quê? Porque cada ato de persistência é um sinal e prova viva de que é possível ganhar. Independentemente das circunstâncias de momento. Do nível de cansaço ou de estresse. Mas para converter possibilidade de ganho em realização de ganho é preciso se mexer. Agir. Ter atitude. E isso ele teve de sobra. E por isso que ele é o melhor do saibro. Ele converte vontade em resultados práticos e visíveis.”

Outros grandes atletas da história do esporte também têm, como ingrediente fundamental em suas carreiras, a persistência.

Michael Jordan, por exemplo, foi recusado em várias “peneiras” quando era garoto, e, após perder uma delas, ficou trancado no quarto chorando até não poder mais, justamente para sentir como era ruim aquela sensação, de modo a se esforçar ao máximo para não ter aquele sentimento novamente.

Talvez mais impressionante que o caso de Nadal é o caso da tenista Lucic Baroni, que foi semifinalista do mesmo Australia Open, e que voltou a uma semifinal de Grand Slam depois de impressionantes 18 anos.

Isso mesmo, a última vez que ela esteve disputando uma semifinal de Grand Slam havia sido em 1999. Detalhes da história fantástica de superação dela podem ser lidos aqui.

Imagine que você tenha passado num concurso público em 1999, e deseje voltar a estudar em 2017. Imagine que você tenha tido um filho em 1999 e deseje ter outro agora, 18 anos depois. Imagine que você tenha se mudado de cidade pela primeira vez, por conta de uma oportunidade de trabalho, em 1999, e deseje desbravar novamente um campo de trabalho agora, em 2017.

Será que ainda é possível?

A história da Lucic Baroni prova que sim. Pois ela não desistiu, e voltou a estar no topo.

O recado desses grandes atletas para nós é claro: será que estamos dando o máximo que pudemos? Será que não estamos desistindo cedo demais, por influência dos julgamentos e opiniões dos outros a que somos expostos?

#3. Longevidade física é consequência de um trabalho árduo de longo prazo

É um desejo comum a muitos seres humanos quererem viver o máximo que puderem, e viverem bem. Para isso, é preciso cuidar bem da saúde, num nível que envolve muita autodisciplina, controle e, principalmente, ações deliberadas voltadas à conquista desse propósito.

Roger Federer se encaixa bem dentro desse contexto: apesar dos seus 35 anos de idade (velho para os padrões de um esporte individual de alto rendimento), e apesar das apostas em sua aposentadoria terem iniciado no começo dessa década (imediatamente assim que passou dos 30 anos), ele continua firme e forte, jogando em alto nível, criando pressão sobre os adversários, e ganhando títulos. Como aposentado? Não, como profissional.

Como bem assinalou o Mr. Money Mustache em um de seus últimos posts, por estarmos vivos e com saúde, nós estamos sendo agraciados por termos suprimentos ilimitados de vida, e é nosso dever adotar comportamentos e atitudes que não destruam esse precioso bem que nos foi conferido gratuitamente. Como?

Zelando pela nossa saúde, fortalecendo nosso coração e nossos músculos, e priorizando o consumo de alimentos que façam bem ao organismo e nutram de verdade nossa mente.

Como diz Nuno Cobra, você precisa fazer muito esforço para conquistar a doença. A saúde nos é dada gratuitamente pela natureza, e é fácil tomar as atitudes corretas para mantê-la em bom estado de funcionamento, e só fazendo muito esforço é que você consegue esse status de doente.

Se tiver interessado e quiser se aprofundar nesse aspecto de sua vida, recomendo a leitura da resenha que fizemos do livro Ultralongevidade, bem como a resenha que fizemos o livro A Semente da Vitória, de Nuno Cobra.

#4. Você pode voltar ao topo mesmo depois de muito tempo parado

Como eu disse acima, uma coisa em comum entre Nadal e Federer é o fato de que ambos ficaram vários meses sem competir no último ano, por conta de lesões, o que fez com que caíssem no ranking de forma bastante abrupta.

Federer chegou a dizer, inclusive, por ocasião da inauguração de um projeto de Nadal no ano passado, que se não era hora de planejarem partidas de caridade, de exibição etc.

O interessante é que, se é possível voltar ao topo mesmo depois de muito tempo parado, numa atividade que provoca intenso desgaste físico, nada impede que você volte ao topo em atividades de cunho puramente intelectual, como é o caso da maioria das pessoas que leem esse blog.

Muitas pessoas têm o sonho de fazer o mestrado logo depois que concluem a faculdade. Só que a vida não segue uma sequência linear, como eu disse no começo desse artigo, e talvez você se tenha visto se obrigando a trabalhar para fazer o seu ganha pão.

Nada, absolutamente nada, impede que você volte a realizar aquele antigo sonho, mesmo depois de anos, quem sabe décadas, sem estudar.

O mesmo vale para aquelas pessoas que começaram a fazer concursos públicos lá pelos anos de 2003-2006, e pararam. Não há motivo plausível que impeça você de retomar esse sonho, agora em 2017.

Aliás, dizem que as pessoas somente alcançam o auge intelectual entre os 50 e os 70 anos, e há inúmeros casos de pessoas que já passaram dessa idade e continuam produzindo ativamente. Um exemplo brilhante é o diretor de filmes Clint Eastwood, que tem 86 anos de idade e continua a pleno vapor nas produções de filmes.

#5. Nunca é tarde demais para ser o melhor

A morte é o único obstáculo intransponível, na ampla maioria dos casos.

Tendo você saúde física (lição #3), e estando na plena capacidade e exercício de suas funções psíquicas e mentais (lição #4), nada impedirá que você consiga ser o melhor que você pode ser, se trabalhar com afinco, dedicação e perseverança, qualidades essas que foram fundamentais para que Nadal e Federer pudessem chegar à final do Grand Slam de ontem.

Conclusão

Como eu disse no artigo Tarde demais para começar a perseguir seus sonhos? Melhor rever seus conceitos!, para conquistar seus objetivos, sejam eles quais forem, você não precisa olhar para os outros e se lamentar por não ter começado antes, e nem tentar ser melhor que os outros.

O que você precisa é ser campeão de sua própria vida. O Renato de hoje tem que ser melhor do que o Renato de ontem. E o Renato de amanhã tem que ser melhor que o Renato de hoje. A Lívia de hoje tem que ser melhor que a Lívia de ontem. E a Lívia de amanhã tem que ser melhor do que a Lívia de hoje.

Se você não achou nada que lhe satisfaça até os 30, até os 40, até os 50, até os 60, até os 70, até os 80, até os 90, ou até os 100 anos, não tem problema. Continue procurando. Uma hora você vai encontrar. E, no momento em que encontrar, não tenha vergonha de ir atrás daquilo que deseja. Danem-se os julgamentos alheios. Você tem que buscar aquilo que é bom para você, o que funciona para você, para satisfazer você, e não para satisfazer aos outros. 😉

Um dos segredos da longevidade é isso: é não olhar para atrás, se lamentando pelo que houve; mas sim olhar para frente, vendo aquilo que ainda é possível fazer – e ir lá e fazer. Assim como Nadal e Federer fizeram na final de ontem. 😉

Print Friendly

19 Responses to 5 lições extraídas da final entre Rafael Nadal e Roger Federer… no Aberto da Austrália de *2017*!

  1. Rosana 30 de janeiro de 2017 at 5:56 #

    Guilherme

    Excelente artigo, inclusive poderia fazer parte do Top 50 (ou Top 100, já que os 50 primeiros são ótimos e muito relevantes).

    “Nuno Cobra, você precisa fazer muito esforço para conquistar a doença. A saúde nos é dada gratuitamente pela natureza…”
    Eu ainda não havia pensado nisso, faz todo sentido mesmo.
    Além da saúde nos ser dada gratuitamente, nosso corpo tem uma capacidade incrível de se recompor de tantos “maus tratos” sofridos ao longo do tempo, como sono insuficiente, alimentação e postura inadequada, poluição, estresse, etc.

    “Você tem que buscar aquilo que é bom para você, o que funciona para você, para satisfazer você, e não para satisfazer aos outros. ”
    Simplesmente perfeito! :)

    “Um dos segredos da longevidade é isso: é não olhar para atrás, se lamentando pelo que houve; mas sim olhar para frente, vendo aquilo que ainda é possível fazer – e ir lá e fazer.”
    Acredito que esse poderia ser o ideal de todos nós.
    O mundo seria bem melhor se a procrastinação, as desculpas e as justificativas fossem deixadas de lado de forma definitiva.

    Boa semana!

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:39 #

      Muito obrigado pelas palavras, Rosana!

      De fato, eu pretendo de tempos em tempos revisar a lista dos Top 50, ou ampliá-lo para os Top 100.

      Obrigado, e tenha uma ótima semana também!!! 😀

  2. Célia 30 de janeiro de 2017 at 8:29 #

    Mais um excelente post, Guilherme! Ontem também refleti sobre as lições desta final, tantas coisas boas para aprendermos e levarmos para a vida! Um abraço e ótima semana para você!

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:40 #

      Olá, amiga Célia, obrigado!

      Realmente, dá pra tirar muita coisa boa para aprendermos!

      Abç!

  3. Zé da Silva 30 de janeiro de 2017 at 8:41 #

    O mais legal sobre o que tu falou no teu post é: É incrível como podemos ter exemplos e tirar lições (muito importantes) de praticamente toda e qualquer coisa que fazemos. :)

    Basta prestarmos atenção …

    Basta QUERERMOS prestar atenção … 😉

    Show !!! 😀

    *ps: preferia o Guga, hauhauhahauah !!!

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:40 #

      Verdade, amigo Zé!!!!!! Basta prestar atenção!

      Abç!

      p.s.: eu tb preferiria o manezinho da ilha…..rsrsrsr 😆

  4. THIAGO COELHO TORRES 30 de janeiro de 2017 at 14:24 #

    Ótima reflexão!

  5. Guilherme 30 de janeiro de 2017 at 15:19 #

    Deve ter sido realmente um grande jogo para os fãs de tênis, apenas vi as matérias no jornal. O tempo passa realmente muito rápido, é preciso se esforçar sempre para não deixarmos momentos relevantes de lado e atingir o sucesso(e se manter por lá).

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:41 #

      De fato, xará, passa bem rápido! 😀

      Abç!

  6. Andre Norbim 30 de janeiro de 2017 at 16:32 #

    Fantástico! O timing desse post é fantástico. Eu agora com 45 anos estou voltando a estudar para fazer um mestrado e cogitando a possibilidade de mudar de carreira. Parabéns pelo belo texto.

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:43 #

      Muito obrigado pelas palavras, André!

      Sobre o timing, é verdade, quem sabe a leitura do texto não é um “sinal” que a vida está te dando!? 😉

      Eu o incentivo a fazer o que o seu coração manda: se é fazer um mestrado, e mudar de carreira, por quê não? :-)

      Abç!

  7. ANDRE R AZEVEDO 31 de janeiro de 2017 at 13:57 #

    Perfeitos exemplos e reflexões, Guilherme!

    Um pensamento linear é achar que, se algo é bom (ou ruim), mais desse algo é ainda pior. E o nosso relógio interno (biológico, mental) não é totalmente linear.

    Podemos sempre melhorar (ou piorar) dependendo de como agimos. Dependendo de nosso modelo mental…

    Enfim, nós somos responsáveis pelo que virá. Vi a mensagem de meu xará acima e o encorajo: nunca é tarde para fazermos o que desejamos. Eu passei pela mesma situação dele há 7 anos, quando estava com 37. E não me arrependo de nada do que fiz.

    Obrigado pela menção no texto.

    Abraço!

    • Andre Norbim 31 de janeiro de 2017 at 14:01 #

      Opa Xara! Obrigado pelo encorajamento! Com planejamento e muita ação eu chego lá!

      Abs!

    • Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 15:43 #

      Valeu, André!

      Realmente, o princípio da responsabilidade é fundamental para guiar nossas ações.

      Abç!

  8. Alice Désirée 31 de janeiro de 2017 at 19:05 #

    Realmente vejo o quanto eu evoluí ao longo dos anos. Já tive blogs de vários tipos e sempre parei de postar e excluí todos eles porque tinha vergonha de expor meus pensamentos. Tinha medo do que os outros iriam pensar da minha escrita ou da minha opinião ser muito superficial. Mas agora vou fazer isso para valer! Agora tenho um propósito maior do que eu pra me manter postando. Espero poder melhorar cada vez mais como eu escrevo e fazer muitos cursos de especialização na área pra que eu possa alcançar o maior número de pessoas. Porque é super importante demonstrar para eles o quanto o meio ambiente é importante. Você foi uma das pessoas que me inspiraram a continuar trabalhando em prol dos meus sonhos! Obrigada!

    • Guilherme 4 de fevereiro de 2017 at 15:31 #

      Muito obrigado pelas palavras, Alice, e parabéns pela determinação!

      Não tenha medo de se expor a julgamentos alheios. Vá lá e faça o seu melhor!

      Abç!

  9. Anderson 3 de fevereiro de 2017 at 10:42 #

    Guilherme,

    Se for contar por títulos, o Sampra tem a mesma quantidade do Nadal, também. E vale ressaltar uma coisa, que enaltece ainda mais o feito dessa decisão fantástica, Federer, aos 35 anos, teve uma lesão de “nível aposentadoria”, passou 6 meses parado, ano passado.

    A vida tem dessas coisas, ora acertamos o timing nesse momento, ora o acertamos em outro. Tem pessoas que não conseguem realizar algo nessa época, mas, depois, ela consegue. Esses são detalhes da vida que ninguém sabe o motivo…

    O importante é continuar tentando, mesmo que sem intensidade, mas tentando. É como a IF, uns, com o nível de aporte que têm, só conseguirão atingi-la algumas décadas depois, outros, devido à pomposa renda mensal de trabalho, em poucos anos. Mas, no fim das contas, os dois lados da moeda conseguirão desfrutar da IF.

    Outro exemplo notável é o coronel Sanders, uma lição de vida!

    Então aproveitemos e sigamos com nossos sonhos e metas.

    Abraço!

    • Guilherme 4 de fevereiro de 2017 at 15:34 #

      Excelente comentário, Anderson!

      É verdade, o Sampras também tem a mesma quantidade do Nadal. Coloquei o Nadal acima do Sampras apenas pelo fato de ter ganhado todos os Slams, pelo critério de desempate. 😉

      No mais é bem isso que você disse, o timing das coisas às vezes acontece nas horas menos “esperadas”. Daí a importância de continuar tentando…

      Abç!

Deixe uma resposta

Powered by WordPress. Designed by Woo Themes