Resumão da semana: 3 investimentos mais rentáveis que a poupança [guest post]; Nubank vai virar banco (ou quase isso); curso de ações do Clube do Pai Rico

Outubro está terminando… foi bom pra você?

No artigo de hoje, destacaremos vários assuntos que interessam diretamente ao investidor que está vendo uma taxa SELIC cada vez mais em queda (onde investir para conseguir melhor rentabilidade na renda fixa?); está vivendo um cenário de algumas transformações positivas, para o consumidor, na indústria financeira (Nubank como banco – ou quase isso – será que cola?); e pretende investir em sua educação financeira, para conhecer melhor o mercado de ações, através do curso preparado por um especialista da área (para o qual eu tenho grande admiração e respeito).

O primeiro texto é uma contribuição da leitora Thayná Oliveira. No artigo “3 investimentos mais rentáveis que a poupança“, dirigido principalmente ao público que está iniciando agora a jornada da educação financeira, ela explica opções de investimentos, dentro da renda fixa, que podem rentabilizar melhor seu dinheiro do que a caderneta de poupança.

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[Guest post] 3 investimentos mais rentáveis que a poupança

A poupança sempre foi a aplicação preferida dos brasileiros. Quem queria poupar dinheiro para conquistar um sonho, enxergava a poupança como a única opção segura e acessível do mercado.

Felizmente, os tempos mudaram. O avanço da tecnologia disseminou informações e tornou o processo de investir mais simples. Além disso, muitas pessoas abriram os olhos sobre algo muito importante: o rendimento.

A poupança oferece taxas de rendimento muito baixas e, em um cenário de alta na inflação, o rendimento da poupança pode ser negativo. Isso significa que o dinheiro aplicado na caderneta pode perder poder de compra, em vez de se valorizar.

Não é preciso ir muito longe para ver um cenário de rendimento negativo da modalidade. Em 2015, a rentabilidade real da poupança, ou seja, seu rendimento descontado a inflação, foi de 8,07%. Enquanto isso, a inflação fechou o ano em 10,67%.

Só de olhar para esses números, sem nem precisar fazer conta, você já deve ter entendido como quem tinha dinheiro aplicado há dois anos, não teve bons resultados.

Para ficar mais claro todo este contexto, vamos entender um pouco melhor como é calculado o rendimento da poupança. Em primeiro lugar, é preciso compreender que ele varia de acordo com dois cenários:

  • Cenário 1: a poupança rende 70% da Selic mais a Taxa Referencial se a taxa de juros básica da economia brasileira, for menor ou igual a 8,50% (é o cenário atual, pois a SELIC está, atualmente, em 7,50% a.a.);
  • Cenário 2: nos casos em que a Selic está a acima de 8,50%, a rentabilidade será fixada em 0,5% mais a Taxa Referencial.

Tendo em vista o cenário atual pouco animador, o investidor brasileiro está buscando outras saídas para aplicar seu dinheiro. Existem modalidades mais rentáveis e que oferecem benefícios semelhantes aos da poupança, como segurança e liquidez, por exemplo.

Ficou curioso como você pode aplicar seu dinheiro para receber retornos mais interessantes? Veja a seguir três modalidades de investimento melhores que a poupança.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário é um título de renda fixa comercializado por bancos. De forma simples: é como se você emprestasse dinheiro ao banco para que ele possa realizar suas atividades, como expandir o negócio ou oferecer empréstimos a seus clientes. Ao fim de um determinado prazo, o banco te devolve o dinheiro somado aos juros.

O CDB é uma modalidade de investimento muito segura. O investidor pode aplicar seu dinheiro em uma instituição sólida que seja mais conhecida no mercado. Ou, então, buscar bancos menos conhecidos, onde encontre melhores rentabilidades.

Seja qual for o banco em que optar investir, é importante saber que o investimento será assegurado pelo Fundo Garantidor de Crédito, uma instituição que assegura investimentos até R$ 250 mil reais por instituição e por CPF. Isso significa que, mesmo se o banco em que seu dinheiro está aplicado declarar falência, o FGC pode te ressarcir de acordo com as condições citadas acima.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa de investimentos do governo federal muito seguro e acessível. Para se ter uma ideia de como ele é democrático: com apenas R$ 30 já é possível comprar títulos públicos.

Além disso, os títulos públicos podem ser comprados através da Internet, basta que o investidor tenha conta em uma corretora de valores. É por isso que este é um dos investimentos mais procurados para quem está querendo sair da poupança.

O funcionamento desta modalidade é muito semelhante à do CDB. A diferença é que, neste caso, quem emite os títulos é o governo federal. O investidor empresta dinheiro ao governo durante um determinado tempo e, depois de um tempo combinado, recebe de volta o valor corrigido.

Investir em Tesouro Direto é muito seguro, veja só: o governo vende títulos porque precisa de dinheiro para realizar suas atividades. E aí você pode ficar apreensivo pensando que, com a economia em um momento desafiador, você corre risco de ficar sem o dinheiro. Mas não é bem assim.

Os títulos públicos representam apenas cerca de 1% da dívida pública total. Então, a chance do governo não pagar o que foi acordado é extremamente baixa.

Artigos no blog sobre o Tesouro Direto:

Letras de Crédito – LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são tipos de investimento usados para financiar dois setores da economia: o imobiliário e o agronegócio. Ambos são títulos de renda fixa emitidos por bancos e instituições financeiras.

Ao investir em LCI, por exemplo, o dinheiro aplicado será utilizado pela instituição para conceder financiamento de imóveis aos seus clientes. Algo semelhante ocorre com a LCA, porém, o financiamento é destinado aos ramos agrícola e de pecuária.

Este tipo de investimento também é assegurado pelo FGC, dentro das regras estabelecidas por ele, é claro. Então, seu capital estará protegido mesmo em caso de falência da instituição onde você investiu dinheiro.

Uma ótima vantagem das Letras de Crédito é que, assim como a poupança, elas são isentas de Imposto de Renda. Essa isenção pode ser um fator muito atraente para os investidores que querem ter um rendimento livre do tributo.

Agora você já entendeu porque a poupança não é melhor opção de investimento e conheceu novas saídas para investir seu dinheiro. Continue estudando o mercado e conhecendo boas alternativas para ver seu dinheiro rendendo de verdade.

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Sobre a autora: Thayná Oliveira, graduada em Relações Públicas, é integrante da equipe de comunicação da Toro Radar. É responsável pela comunicação e relacionamento da empresa com parceiros em todo o país.

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NuConta: o Nubank vai virar banco – ou quase isso

Dica dos leitores Gustavo e Leonardo: o Nubank decidiu expandir suas atividades no mercado financeiro.

Depois do sucesso do Nubank, um cartão de crédito da bandeira Mastercard que, na sua versão mais simples, tem isenção vitalícia de anuidade, eles resolveram agora oferecer alguns serviços de conta-corrente.

Na verdade, como bem disse o Leonardo, não é bem uma conta-corrente, mas sim uma conta de pagamentos, com investimento automático em títulos públicos. De acordo com a Nubank, o dinheiro depositado em conta-corrente teria rendimento automático em títulos públicos federais.

Inicialmente, não serão oferecidos os serviços de saque e débito, e nem mesmo os pagamentos de boletos ainda estão liberados.

Segue um pequeno FAQ, disponibilizada na própria página oficial do produto:

Pra quem a NuConta é indicada?

A NuConta, assim como tudo no Nubank, foi desenhada para todos que desejam um serviço mais inteligente, transparente e simples para redefinir a maneira como você cuida do seu dinheiro – uma conta realmente inventada para os dias de hoje. Ela é indicada para qualquer pessoa que movimenta ou guarda dinheiro em uma conta corrente ou poupança, ou qualquer outra conta digital.

Se você já possui outros tipos de investimento, a NuConta é interessante para deixar seu dinheiro do dia a dia e sua reserva de emergência. Dessa forma seu dinheiro rende e você pode movimentá-lo sem burocracia ou tarifas abusivas sempre que precisar.

Não tem nenhuma tarifa?

A NuConta não tem tarifa de manutenção ou outras tarifas escondidas, é completamente grátis. Com ela você não paga nada para transferir dinheiro entre clientes Nu e nem para enviar dinheiro via TED para contas correntes de outros bancos.

Posso cancelar minha conta nos outros bancos?

Ainda não. Hoje a NuConta já entrega a maioria dos serviços que uma conta corrente normal tem, mas em um formato totalmente inovador no mercado. E como tudo que fazemos aqui no Nubank, a ideia é constantemente aprimorar e desenvolver novas funcionalidades para a NuConta. Pagamento de boletos e agendamento de transferências, por exemplo, são duas das novidades que já estamos desenvolvendo e em breve vamos liberar para todos os usuários. Por isso, vale você abrir a sua NuConta, começar a usar, e então avaliar qual o melhor momento de cancelar a outra conta no seu caso.

A ideia de oferecer contas bancárias digitais gratuitas é, claro, ótima, pois o Nubank sabe bem que ainda existe uma grande lacuna nessa área, ainda mais considerando que os principais bancos de varejo – Banco do Brasil, Bradesco e Itaú – resolveram, na prática, abandonar esse filão.

De uma maneira geral, o consumidor com educação financeira sabe que gastar dinheiro pagando tarifas bancárias é praticamente jogar dinheiro no lixo. Um verdadeiro desperdício.

A notícia da criação da NuConta, nesse contexto, é boa e positiva para o consumidor de serviços bancários, por dar mais uma opção ao consumidor, opção essa embora um tanto quanto precária.

Para se tornar verdadeiramente uma alternativa de fato, como é o caso do Banco Inter (ex-Intermedium), a NuConta precisa se tornar uma conta digital completa, com serviços de pagamento de boletos, saques em ATMs, e fornecimento de cartões de débito.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos!

Curso Minha Primeira Vez na Bolsa, do Clube do Pai Rico

Uma ótima notícia: o Zé da Silva (Carlos Augusto), fundador do Clube do Pai Rico, lançou semana passada o curso online Minha Primeira Vez na Bolsa, direcionado para investidores iniciantes que queiram ingressar no mercado de ações.

E antes que alguém pergunte, essa divulgação não tem o caráter de post patrocinado (nem esse, nem o guest post acima).

Eu bem sei que os leitores desse blog são criteriosos quanto ao recebimento de conteúdo, principalmente quando se trata de divulgação de livros, palestras, cursos e demais materiais da área de educação financeira.

O blog nunca publicou posts patrocinados, e dificilmente publicará no futuro – e, se for o caso, isso será devidamente comunicado no post.

São basicamente dois os motivos da divulgação do curso. Primeiro, pela qualidade do curso em si, que é inteiramente apropriado nessa época de renda fixa com rendimentos cada vez menores.

E, segundo, pela admiração pessoal que o autor desse blog nutre pelo Zé da Silva, e isso por um motivo bastante simples: sem o Clube do Pai Rico (CPR), o Valores Reais simplesmente não existiria. Foi através do CPR que eu formei boa parte da minha base de educação financeira, principalmente na área de investimentos, através dos excelentes debates realizados no Fórum, antes da decisão de lançar o Valores Reais em maio de 2009.

Logo, nada mais justo do que eu retribuir parte desse conhecimento adquirido no CPR divulgando mais essa excelente iniciativa do . 😉

Segue a sinopse de lançamento do curso:

Investir em Ações é algo corriqueiro e tradicional em outros países. Diferentemente do que vemos aqui no Brasil, lá fora as pessoas costumam investir na Bolsa desde sempre. Quer comparar os nossos 0,3% com os 65% dos americanos ? 🙄

O principal motivo para que isso ocorra é justamente a absurda diferença entre as taxas de juros praticadas aqui e lá fora. Com a facilidade que era ganhar tanto em um investimento tranquilo como os de renda fixa, porque investir em Ações ? Como dito, isso pode vir a se tornar coisa do passado para nós também.

No curso Minha primeira vez na Bolsa eu irei compartilhar contigo toda a informação recebida, todo o conhecimento adquirido, todas as experiências que vivenciei nestes quase 20 anos de Bolsa. TUDO. Mas um tudo delicadamente filtrado, separando tudo aquilo que realmente lhe será importante na hora de começar. Do que adianta eu lhe entregar uma enxurrada de dados e informações em seu primeiro contato com este tipo de investimento ?

São tantas coisas que já presenciei na Bolsa … Já ganhei dinheiro. Já perdi dinheiro (você compreenderá que isso faz parte da vida do investidor e aprenderá a lidar melhor com as possíveis perdas). Já ganhei MUITO dinheiro. Já quebrei … (foi em 2005, não queira imaginar a dor que é perder todo o dinheiro ganho em anos e anos de trabalho duro) … e me recuperei partindo do absoluto zero.

Acredite: foram inúmeras as situações que presenciei nestes 20 anos. De todos os tipos. E isso traz a quem as enfrentou uma bagagem considerável. Bagagem essa que estarei compartilhando contigo no decorrer do curso, ao longo de cada uma das aulas que formam o Minha primeira vez na Bolsa.

Você receberá em algumas semanas de aula somente o melhor de anos e anos de estudo, preocupações, alegrias e aprendizado. Tudo da forma mais clara, simples e objetiva possível. Da forma com que você já está acostumado a receber o conteúdo aqui no Clube. 😉

O curso está divido em 5 módulos, liberados semanalmente, organizados de forma a facilitar a compreensão e absorção do conteúdo presente em cada um deles. Eles são:

1. O que é, o que é ? – O que é a Bolsa ? O que é uma Ação ? Qual suas finalidades ?

2. Partindo para a ação ! – Olhando a prática mais de perto. O que você precisa saber para realmente começar a comprar e vender suas ações.

3. Mais do que ações ! – Na Bolsa são negociados outros “produtos” além das ações. Uma apresentação do que existe, para o que servem e como você poderá tirar proveito deles.

4. Estratégia + Tranquila – Uma estratégia extremamente simples que te permitirá iniciar o seu investimento em Bolsa mesmo sem:

– ter muito tempo livre;
– sobra elevada de capital;
– conhecimento aprofundado em estratégias de negociação;

5. Papo Sério !! – Depois de saber como funciona, como proceder, o que se fazer, etc, é hora de nos aprofundarmos no lado REAL do mercado financeiro. Falaremos sobre assuntos sérios e que a grande maioria finge ignorar e insiste em não compartilhar …

Importante destacar que com o Minha primeira vez na Bolsa você será capaz de iniciar seu investimento em ações logo após concluir às aulas. Verá também que não precisará passar o dia inteiro parado em frente ao computador para gerenciar suas operações e tomar as melhores decisões de investimento. Perceberá que é algo bem diferente disso. 😉

As inscrições podem ser feitas a partir desse link aqui: bit.ly/Minha1xnaBolsa‬.

Desejo sucesso ao Carlos Augusto, por mais essa iniciativa!

Tenham todos uma ótima semana, e que venha novembro!

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10 Responses to Resumão da semana: 3 investimentos mais rentáveis que a poupança [guest post]; Nubank vai virar banco (ou quase isso); curso de ações do Clube do Pai Rico

  1. Rosana - Simplicidade e Harmonia 30 de outubro de 2017 at 6:12 #

    Guilherme,

    Muito boa a estratégia do NuBank, vou acompanhar os próximos passos dessa inovação.

    Eu abri uma conta no Banco Inter e estou muito satisfeita com os serviços prestados por eles. Além disso, a transferência por boleto facilita muito a vida de quem não tem TEDs gratuitos nos grandes bancos. Fiz um post sobre isso no meu blog, o link direto está no meu nome aqui no comentário.

    É bom saber que vários bancos menores estão interessados no público das contas digitais, que como você disse, foi deixado de lado pelos grandes bancos de varejo – não à toa, pois um dos objetivos deles é exatamente a cobrança de tarifas, algo que afasta os clientes mais interessados em investimentos e rentabilidade atrativa.

    Infelizmente a educação financeira no Brasil ainda é muito precária – não por falta de conteúdo, pois há muitos sites excelentes sobre o assunto, mas por falta de interesse da população.
    Eu não imaginava que apenas 0,3% da população brasileira investe em ações, enquanto 65% dos americanos estão acostumados com esse produto. O abismo é realmente muito grande.

    Boa semana!

    • Guilherme 30 de outubro de 2017 at 11:31 #

      Oi Rosana, verdade, tomara que o Nubank evolua a ponto de se tornar um produto tão útil quanto a conta digital do Inter. Os depósitos por boleto foram uma ideia muito bem bolada, para fins de economizar ainda mais nas transferências de valores para o Inter.

      No Brasil, realmente é uma lástima que a tão pouca gente invista na Bolsa de Valores – um reflexo da falta de educação financeira da maioria da população.

      Boa semana também! 🙂

      • ANDRE R AZEVEDO 30 de outubro de 2017 at 16:25 #

        Que aumente a concorrência sempre, né? Assim a qualidade dos serviços prestados sempre tende a aumentar!

        Boa semana para vocês! 🙂

        • Guilherme 30 de outubro de 2017 at 18:11 #

          Verdade, André, mais concorrência sempre é melhor pro consumidor!

          Abraços, e boa semana também!

      • PC YNVEST 11 de novembro de 2017 at 19:11 #

        Olá Guilherme.

        A educação financeira é coisa nova no Brasil. De uns 20 anos pra cá ela evoluiu de forma frenética tanto no número de livros e cursos quanto no surgimento de blogs especializados no assunto.

        E por uma razão muito simples: começou a sobrar dinheiro no orçamento da maioria da população. Coisa que não acontecia nas épocas de inflação galopante.

        O dinheiro sobrando as pessoas começam a se preocupar com o que fazer com ele, seja poupando ou investindo em conhecimento.

        • Guilherme 13 de novembro de 2017 at 18:05 #

          Verdade, PC. Tomara que a cultura da educação financeira se espalhe cada vez mais Brasil afora.

          • PC YNVEST 13 de novembro de 2017 at 19:26 #

            Verdade. E você é um dos responsáveis por espalhar esse conhecimento com suas excelentes postagens.

  2. Rosana - Simplicidade e Harmonia 31 de outubro de 2017 at 10:37 #

    Guilherme,

    Fiquei sabendo hoje que o Bradesco fez o lançamento do seu banco digital (Next) de olho em clientes millenials. Haverá uma grande publicidade nas mídias sociais, já que essa geração está sempre conectada.
    O ponto negativo é que são 3 pacotes oferecidos, com tarifas de 19,95 a 39,95 em um mercado que não há esse tipo de cobrança.

    Será que as taxas dos investimentos no Next serão semelhantes as dos outros bancos digitais?
    Fica a pergunta…

    É por fatos assim que a educação financeira torna-se a cada dia mais importante, já que a nossa própria falta de informação é utilizada, de certa forma, contra nós.

    Abraços,

    • Guilherme 31 de outubro de 2017 at 10:56 #

      Oi Rosana,

      Muito interessante essa informação. Eu não sabia que o Bradesco tinha lançado esse produto.

      E concordo com você, a falta de informação vai sendo usada contra a população. Esse produto do Bradesco vai na contramão do que as pessoas querem, que é não pagar tarifas desnecessárias, e não mais um tipo de serviço que é cobrado.

      Acho difícil as remunerações dos investimentos serem melhores do que as oferecidas por corretoras de valores, já que, em tese, o banco Bradesco, dado o seu porte, não precisaria correr mais riscos, oferecendo produtos com taxas remuneratórias melhores. Mas só vendo na prática pra vermos se isso se confirma.

      Abraços!

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