Dois novos fundos referenciados DI com taxas de administração de 0,1% e 0,05% a.a.

Em época, como a atual, de taxa SELIC rodando na sua mínima histórica (6,5% a.a.), é preciso prestar a máxima atenção nos custos fixos embutidos nos investimentos, a fim de que você consiga extrair o máximo de retorno líquido sobre suas aplicações financeiras.

Em se tratando de fundos referenciados DI, que basicamente seguem a taxa SELIC ou a variação do CDI, essa regra torna-se ainda mais importante, tendo em vista que tais fundos basicamente operam sob uma gestão passiva, que não exige maiores esforços do gestor para manter uma rentabilidade bem próxima a aquela do CDI ou da SELIC.

Justamente por conta disso, altas taxas de administração não se justificam em fundos de investimentos como esse. Quando a SELIC estava a 14%, 20% ou 30% a.a., a alta rentabilidade bruta mascarava um pouco o peso desses custos no retorno líquido final do investimento. Porém, com uma taxa de juros de um dígito é que dá pra perceber com ainda mais nitidez o impacto negativo das altas taxas de administração.

Dentro desse contexto, temos observado uma melhora lenta, gradual, mas significativa, nos produtos de investimentos oferecidos ao investidor pessoa física.

Em agosto de 2010, já preocupados em orientar o pequeno investidor a prestar mais atenção nos custos dos investimentos, publicamos um artigo destacando 3 fundos referenciados DI, acessíveis ao pequeno investidor, cujas taxas de administração oscilavam entre 0,3% a.a. e 0,6% a.a.

Sete anos mais tarde, em abril de 2017, voltamos ao tema, diante da evolução do mercado, e abordamos 3 novos fundos referenciados DI baratos (entre 0,2% a.a. até 0,3% a.a. de taxa de administração) e igualmente acessíveis ao pequeno investidor (aplicação inicial de R$ 3 mil ou menos).

Hoje, decidimos abordar o tema novamente, por dois motivos.

Primeiro, porque o mercado continua, felizmente, evoluindo para nós, investidores pessoa física, com a oferta cada vez mais ampla de produtos financeiros ainda mais baratos.

E, segundo, porque muitos leitores que agora estão começando no mundo dos investimentos ainda mantém aplicações financeiras em fundos referenciados DI de grandes bancos de varejo (BB, Itaú, Santander, Caixa etc.) caríssimos, com taxas de administração de 2% a.a. ou mais, o que é absolutamente impensável nos dias atuais.

Como o fluxo de novos leitores engajados no tema da educação financeira continua crescendo, conforme dissemos na semana passada, optamos, inicialmente, por trazer a esse artigo os mesmos conceitos básicos já explanados em artigos anteriores, uma vez que uma das missões do blog é a de educar os leitores para que eles tenham uma base de conhecimento que lhes permita tomar decisões de forma mais completa e abrangente possível. 😉

Fundos de bancos? Esqueçam!

Ano passado, ilustramos o quão ruim costuma ser um fundo referenciado DI de grande banco de varejo com o exemplo do BB Renda Fixa Referenciado DI 500, que cobra 2% a.a. de taxa de administração, rendeu 79% do CDI nos últimos 5 anos, mas que, apesar disso tudo, acumula um patrimônio líquido de R$ 2,1 bilhões. Vamos piorar um pouco a situação?

Analisemos o fundo referenciado DI CAIXA FIC Prático RF Curto Prazo.

Ele cobra inacreditáveis 5% a.a. de taxa de administração. Cinco por cento! Para um fundo que investe basicamente em LFT (Tesouro SELIC)!

Mas calma que piora.

Em 2017, esse fundo rendeu míseros 46% do CDI. E ainda tem que descontar o imposto de renda!

Ah, Guilherme, mas quase ninguém deve investir nesse fundo, ele deve estar em vias de extinção, o patrimônio líquido deve ser mixuruca. Será?

Consultando o site da CVM, nos deparamos com essa assustadora informação:

Patrimônio líquido beirando os R$ 14 bilhões, e mais de 15 mil cotistas! É assustador!

Essa é mais uma prova eloquente de que o brasileiro médio, definitivamente, é muito acomodado, e não sabe investir. Não sabe. Não sabe.

………………………

Encontrar fundos referenciados DI baratos, no mercado financeiro em geral, é como tentar encontrar agulha no palheiro. Exige muita pesquisa e dedicação.

De antemão, aqui já vai uma dica: você não irá encontrá-los nos grandes bancos de varejo, ou seja, BB, Bradesco, Itaú, Caixa, Santander e similares. Acho que o exemplo dado acima, do fundo da Caixa, já foi suficiente para provar essa afirmação. Esqueça-os.

Vá atrás de corretoras de valores e bancos digitais, como XP, Órama, Guide, Genial, Rico, BTG Pactual Digital, dentre outras. São nessas plataformas que se encontram algumas das melhores oportunidades.

Pra quê servem os fundos DI?

Em 3 conjuntos de palavras: reserva de emergências. Colchão de segurança. Proteção financeira.

Em uma palavra: liquidez. Diária (ok, são duas palavras).

Ter uma reserva de emergências alocado num fundo referenciado DI é ter a garantia de contar com uma proteção financeira em caso de calamidade pessoal que exija despesas urgentes, com pagamento imediato.

Por exemplo, suponha que você sofreu um acidente de carro e o conserto da peça – ou o seu conserto físico no hospital (bata 3 vezes na madeira) – exija um depósito imediato de R$ 5 mil. Vai fazer isso com o limite do cheque especial? Contratando um CDC?

Pode até ser, mas, quando a dor de cabeça do acidente terminar, vai surgir outra dor, que dói tanto quanto (ou até mais): a dor de pagar juros estratosféricos.

Seja inteligente. Use a cabeça, e construa seu próprio “cheque especial”: deposite uma quantia equivalente de 3 a 6 meses de suas despesas mensais médias, num bom fundo referenciado DI com liquidez imediata, ou num Tesouro SELIC, ou ainda num CDB DI com liquidez diária, de um banco de sua confiança. Se você precisar de dinheiro para cobrir alguma eventualidade, o dinheiro estará lá, te protegendo dos sinistros da vida real, e te protegendo dos sinistros banqueiros que estão doidos pra você usar o cheque especial – e não, os famigerados “10 dias sem juros” escondem uma armadilha, que será explicada em um dos próximos artigos. 😉

E, se você não precisar desse dinheiro, melhor ainda: ele vai estar lá, rendendo juros a seu favor (diferentemente do uso do cheque especial, em que você é obrigado a pagar juros).

E, se você usar sua mente de verdade, ele vai render ainda mais, pois estará num investimento de baixíssimo custo, e de máxima rentabilidade. Afinal, como diz o mestre John Bogle, quanto menos você gastar, mais você irá receber.

Mas e a poupança? Não serve para a mesma coisa?

A resposta é sim e, ao mesmo tempo, não.

Sim: ela também serve para a mesma coisa, reserva de emergências.

Não: ela rende bem menos, e só vai render se você deixar o dinheiro aplicado por pelo menos 30 dias.

Lembra do que eu disse acima, parágrafos atrás? Use sua mente: troque um investimento que rende uma miséria (como a poupança) por um investimento que rende dinheiro de verdade. Fazendo essa troca, embora você não acumule rios de dinheiro, pelo menos estará dando ao seu dinheiro uma destinação econômica mais útil, pois estará rendendo mais, mas com um baixo nível de risco.

Mas e o Tesouro SELIC?

Para os fins pretendidos nesse artigo – busca de investimentos com baixo grau de risco, alta rentabilidade, e com liquidez imediata – o Tesouro SELIC só perde para os fundos referenciados DI em função da ausência do último requisito, liquidez imediata. Normalmente, os resgates no Tesouro ocorrem em D+1, ou seja, no dia seguinte ao da solicitação.

De qualquer forma, ele pode funcionar perfeitamente como uma segunda camada do colchão de segurança, dando uma proteção extra ao seu patrimônio, tendo em vista suas excelentes características – menor grau de risco do mercado, aliado a uma das maiores rentabilidades do mercado. Outra vantagem do Tesouro SELIC sobre os fundos de investimentos é a inexistência do pagamento antecipado de imposto de renda semestral, o famoso come-cotas, que ocorrem no final dos meses de maio e novembro de cada ano (portanto, no final desse mês, tem come-cotas).

E os CDBs DI?

Além do Tesouro SELIC e dos fundos referenciados DI, é importante fazer menção ainda aos CDBs pós-fixados ao DI com liquidez diária. Eles apresentam três vantagens inegáveis sobre os fundos de investimentos: não têm taxa de administração, não tem recolhimento semestral antecipado de imposto de renda (come-cotas), e ainda contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o valor investido de um milhão de reais.

Muita gente, inclusive, faz a reserva de emergências nos CDBs DIs. A dificuldade, nesse caso, é equilibrar retorno com risco, já que os CDBs DIs que pagam a maior porcentagem do CDI, geralmente de 100%, se encontram em bancos de médio e pequeno porte. No entanto, esse é um pequeno preço a se pagar pela maior rentabilidade, já que os fundos referenciados DI mais baratos também se encontram fora dos grandes bancos de varejo.

Além disso, os CDBs são investimentos em títulos privados, ao passo que os fundos DI são investimentos, ainda que indiretos (pois feitos via fundos) em títulos públicos federais, o que, em tese, adicionaria um fator maior de segurança a favor desses últimos.

………………………..

Abaixo, listaremos dois fundos referenciados DI baratos, que atendem a todos os nossos principais critérios: taxas de administração iguais ou inferiores a 0,10% a.a.; e resgate em D+0. Dessa vez, ao contrário dos artigos anteriores, resolvemos abrir uma exceção, em relação ao baixo valor de aporte mínimo, e comentar sobre um fundo DI com aplicação mínima maior, de R$ 25 mil.

Votorantim Federal DI

Quem navega pela plataforma da corretora Guide Investimentos – que é onde encontrei esse produto – fica curioso ao saber que existe um fundo DI com uma taxa de administração anunciada tão baixa, de 0,05% a.a.

Contudo, ao se analisar mais a fundo a documentação a ele pertinente, verificamos que essa é, na verdade, a taxa de administração mínima, sendo que ela pode variar de 0,05% a 0,20% a.a., como de fato variou – para cima, no caso, no ano de 2016:

“As despesas pagas pelo fundo representaram 0,24% do seu patrimônio líquido diário médio no período que vai de 01/01/2016 a 31/12/2016. A taxa de despesas pode variar de período e reduz a rentabilidade do fundo”.

Outro dado interessante da documentação do fundo é que a política de investimento prevê a possibilidade de o fundo investir até 50% em títulos de crédito privado, o que adicionaria uma dose talvez excessiva de risco para um fundo que tem “Federal DI” no nome.

De qualquer forma, na prática, a carteira do fundo está totalmente concentrada em títulos públicos federais, que respondem por mais de 98,67% do patrimônio líquido do fundo.

A aplicação inicial é de R$ 25 mil, e as movimentações adicionais são de no mínimo R$ 10 mil.

Nos últimos 12 meses, ele rendeu 98,18% do CDI.

Mais informações podem ser obtidas no site da Guide Investimentos.

BTG Pactual Digital Tesouro SELIC Simples

Ano passado, havíamos comentado sobre o BTG Pactual Tesouro SELIC FI RF, que tinha como características principais a aplicação mínima inicial de R$ 3 mil, taxa de administração de 0,2% a.a., resgate em D+0, e horário limite de movimentação às 15:30.

Nesse ano, o BTG Pactual resolveu dar um passo pra frente, criando um fundo chamado BTG Pactual Digital Tesouro Direto Simples, baixando a taxa de administração para irrisórios 0,1% a.a., e diminuindo a aplicação mínima de R$ 3 mil para R$ 1 mil, bem como as movimentações mínimas para R$ 100 (com um saldo mínimo de permanência de R$ 1 mil).

Dentro de sua categoria de produtos – fundos referenciados DI acessíveis ao pequeno investidor com baixos valores de aportes – é o produto mais barato (a comparação não pode ser feita diretamente com o Votorantim Federal DI, acima mencionado, porque esse último exige aplicação inicial mínima de R$ 25 mil, contra apenas R$ 1 mil do fundo do BTG Pactual Digital).

Mas alguém poderia perguntar (como de fato já me perguntaram): “mas e o André Esteves, que foi preso há alguns anos?”

É complicado quando a imagem de um banco fica muito associada à imagem de uma pessoa física (principalmente quando a pessoa física em questão vai pra cadeia, e isso é amplamente divulgado pela nossa mídia sensacionalista), e é por isso que a diretoria do BTG tratou logo de tentar desvencilhar essa associação de imagens entre o banco e a pessoa física em questão, associação essa ainda hoje forte no imaginário de muitos investidores.

Bom, quanto ao fundo em si, não tem nada a ver com esses outros negócios do BTG. Se der alguma zica com o fundo, ou mesmo com o próprio banco, o procedimento normalmente seguido é a realização de uma assembleia geral, com a aprovação de novos gestores.

Riscos existem, e existem em qualquer negócio, e em qualquer instituição financeira. Por isso, eu faço apenas uma descrição das possibilidades de investimentos, enumerando seus prós e contras à luz dos critérios e parâmetros adotados e explicitamente mencionados acima.

Cabe a você a escolha final, e só faça o investimento no lugar em que se sentir mais seguro e protegido, mensurando bem a equação risco vs. retorno do investimento. 😉

Conclusão

O barato sai caro? Fique longe desse ditado popular, ao menos quando estiver tratando de investimentos. Nesse ramo, o barato realmente sai barato.

Fundos referenciados DI, em cuja composição predominem o investimento em títulos públicos federais do Tesouro Nacional, são excelentes instrumentos de investimentos para a formação da reserva de emergências, pois apresentam liquidez imediata, resgate em D+0 (o que os tornam vantajosos em relação ao Tesouro SELIC), e rentabilidade diária (o que os tornam vantajosos em relação à caderneta de poupança).

O grande problema da maioria desses fundos, principalmente os comercializados pelos grandes bancos de varejo, é a pesada taxa de administração, normalmente superior a 0,7% a.a., ou o fato de possuírem altíssimo ticket de entrada (normalmente acima de R$ 100 mil), para investimentos em fundos com taxas de administração menores.

Além disso, há também o fato de não contarem com a proteção do FGC, o que, convenhamos, não chega a ser um problema dos mais graves, haja vista que a maioria desses fundos investe em títulos públicos federais, sendo que alguns deles investem 100% dos seus recursos em títulos do Tesouro Nacional.

Os fundos enumerados na lista de hoje apresentam uma relação equilibrada de características positivas: taxas de administração bem reduzidas (entre 0,05% a.a. a 0,1% a.a.) e resgate em D+0.

A evolução

Curioso notar que, no post de 2010, os 3 fundos referenciados então nominados apresentavam taxas de administração um pouco maiores, entre 0,3% a.a. a 0,6% a.a., o que significa estar havendo, ainda que de forma bem lenta e gradual, uma diminuição nas taxas de administração praticadas no mercado financeiro, ao menos em relação aos produtos oferecidos ao pequeno investidor pessoa física.

Em 2017, buscamos – e encontramos – fundos com taxas de administração entre 0,2% e 0,3% a.a.

Ano passado, de forma quase profética, eu disse:

Quem sabe se, daqui a 7 anos, quando formos atualizar essa lista, não encontremos fundos com taxas de administração entre 0,1% a.a a 0,2% a.a., para aplicações iniciais igualmente reduzidas, até R$ 5 mil?

Não precisei nem esperar 7 anos. 😉 Um ano foi suficiente para o mercado apresentar produtos ainda mais competitivos, como os mencionados acima.

Como os fundos referenciados DI basicamente compram LFTs (Tesouro SELIC), e são, portanto, de gestão passiva, não faz muito sentido você investir num fundo que tenha altas taxas de administração, ainda mais numa época, como a a que estamos presenciando, de redução das taxas de juros e, portanto, redução dos ganhos nas aplicações financeiras (e ainda não mencionei o imposto de renda e a inflação!).

Por isso, esse texto de hoje reforça um antigo ditado que eu sempre digo: faça o máximo de esforço que puder para jogar seus custos dos investimentos no chão. Pois, quanto menos você pagar, mais você irá receber. 😉

 

 

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41 Responses to Dois novos fundos referenciados DI com taxas de administração de 0,1% e 0,05% a.a.

  1. SwineOne 14 de maio de 2018 at 1:06 #

    Talvez uma analogia possa ajudar algumas pessoas que não enxergam como uma taxa de administração de 2% (ou até 5%, como mostrado no artigo) é excessiva.

    Pense que o fundo DI que você está aplicando é um negócio, como uma padaria ou um restaurante.

    Você investe um certo valor, e recebe um retorno anual sobre este valor. No caso, a taxa SELIC, que hoje é de 6,5%.

    Acontece que você tem sócios. Pense que os tais sócios são daquele tipo que não tem dinheiro, mas que trabalham no negócio, e retiram parte do lucro para eles.

    Um dos seus sócios é o governo, que morde 15% a 22,5% do seu rendimento. Dá pra jogar esse valor diretamente em cima do rendimento. Então, dos lucros anuais do seu negócio, 77,5% a 85% ficam com você, e o resto para o governo.

    Porém, outro sócio é o banco. Basicamente, embora não seja exatamente certo falar isso, ele fica com uma parcela fixa de, digamos, 2% dos 6,5% de lucro do negócio.

    Acontece que essa é uma porcentagem absoluta. Transformando para porcentagens relativas, trata-se de 2%/6,5% o que é aproximadamente 30%.

    Em outras palavras, do seu lucro anual, você fica com 47,5% a 55%, o banco com 30%, e o governo com 15% a 22,5%.

    Agora vamos mudar para um fundo com taxa de administração de 0,1% como o do artigo. Nesse caso, a mordida do banco é de 0,1%/6,5%, ou cerca de 1,5%.

    Tendo este banco como sócio, você fica com 76% a 83,5%, o banco fica com 1,5%, e o governo com 15% a 22,5%.

    Veja como apenas trocando de sócio, o retorno do seu negócio foi o mesmo, mas você pôde ficar com 83,5% do lucro do seu negócio, ao invés de apenas 55%. Um aumento de quase 52% (83,5%/55%) nos seus lucros, apenas trocando de sócio, e sem reduzir a margem de lucro do seu negócio.

    Quem sabe desta forma algumas pessoas entendam a importância dos menores custos. Mas, para concluir o comentário num tom mais desanimador, a verdade é que o tipo de pessoa que mais precisaria dessa informação provavelmente não lê o Valores Reais.

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:15 #

      Excelente explicação, Swine!

      Realmente, visualizar a questão com números “maiores” ajuda bastante a entender o quão pesados são os custos que as empresas e o Estado tiram do investidor.

      Abraços!

  2. Adriana 14 de maio de 2018 at 9:09 #

    Outra opção para o colchão de segurança e que eu tenho utilizado: Nuconta. Rende aproximadamente 100% do CDI e tem liquidez imediada. Com um TED (gratuito) posso transferir o dinheiro da Nuconta para um banco que possibilite saque e o dinheiro está disponível no mesmo dia (as vezes em minutos até). É muito prático e não tem taxa de administração. Deixo sempre uma reserva imediata ali e o restante do colchão de segurança em Tesouro Selic.

    • Assolini 14 de maio de 2018 at 10:18 #

      > não tem taxa de administração

      Não procede, Adriana. NuConta rende 100% do CDI, mas cobra 1% sobre os lucros, então sim, é uma taxa de administração, e se compararmos, é carinha.

      Eu fique interessado nesse fundo do BTG para fundo de emergencia, pois fica mais rentável do que investir direto no TD (que cobra os 0,3%).

      • Adriana 14 de maio de 2018 at 15:28 #

        Assolini, não sabia dessa taxa. Obrigada pela informação. Já vou tratar de estudar outras opções como CDI com liquidez no Banco Inter para a reserva mais emergencial.

        • Gustavo 16 de maio de 2018 at 15:41 #

          Guilherme, excelente texto, parabéns! Apesar de raramente comentar, faz tempo (anos) que acompanho o Valores Reais. E nesse tempo, além dos textos, aprendo muito com os comentários.

          Confesso que fiquei surpreso com a informação transmitida pelo leitor Assolini ao comentário da leitora Adriana a respeito da taxa de 1% cobrada pelo NuConta. Minha estratégia de investimento é parecida com a da Adriana, possuindo parte da reserva de emergência na NuConta.

          Quando li a informação sobre a cobrança da taxa, em um primeiro momento me senti ‘enganado’ por não ter encontrado essa informação no site deles antes de aplicar. Em um segundo momento, pesquisei na internet e alguns sites ratificavam a informação do Assolini.

          No entanto, hoje, resolvi entrar em contato direto com o NuConta para esclarecer a dúvida e peço licença para reproduzir aqui a resposta deles, com o objetivo de tranquilizar todos os leitores e investidores do NuConta.

          “(…) Não, a Nuconta não possui absolutamente nenhum tipo de tarifa.

          O rendimento dos títulos públicos, que está em 6,39% ao ano, é todo repassado à você (lembrando que este rendimento tem a incidência de impostos , como outros investimentos no tesouro direto, e estes reduzem o seu rendimento líquido).
          (..) Mas não é o caso não, realmente não cobramos nenhuma taxa ou algo do tipo. Essa informação está incorreta.(…) BM”

          Essa informação foi me passada hoje pelo NuConta, através do chat do aplicativo.

          Após essa informação, fiquei mais tranquilo e seguirei com a estratégia de alocar parte da “reserva de emergência” na NuConta.

          Abraço, Gustavo.

          • Guilherme 17 de maio de 2018 at 13:50 #

            Olá, Gustavo!

            Excelente a sua iniciativa de ter conseguido obter a resposta direto da NuConta!

            Isso é essencial para podermos ter elementos a fim de tomarmos as melhores decisões de investimentos.

            Abraços!

          • Adriana 21 de maio de 2018 at 8:36 #

            Gustavo, também é a informação que me passaram.

    • MJC 14 de maio de 2018 at 17:09 #

      Pra reserva rápida, aquele dinheiro que vai ser necessário usar ao longo do mês, vejo a nuconta com bons olhos também.

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:17 #

      Ótima opção, Adriana!

      Como o Assolini mencionou, os custos são um pouco salgados, então o melhor é você diversificar com um outro produto, como, aliás, disse que ia fazer.

      Abraços a todos!

  3. Michael 14 de maio de 2018 at 11:18 #

    Parece Guilherme que o Bradesco esta começando a “competir” nesta area. Para clientes Prime acaba de lançar o fundo DI VIP, que cobra uma taxa de administraçao de 0,30%. Taxa bem maior que os exemplos aqui, no entanto bem menor da media para um dos 5 grandes bancos citados.

    O “unico” impedimento, para uma (boa) fatia vamos dizer, seria a aplicaçao minima para entrar: “apenas” (rsrs) um milhao de reais. Pelo menos, tal minimo seria do volume global de aplicaçoes que voce tem na instituiçao. Mas assim, o Prime poderia agora se competir com a Personnalite, que cobra, mais uma vez, “apenas” 0,30% para o fundo DI Privilege, com o mesmo minimo de investimentos totais.

    A alternativa: abrir conta numa corretora independente.

    Abraço!

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:20 #

      Oi, Michael!

      Bom saber que os grandes bancos, como o Bradesco, tenham começado a perceber a importância de reduzir custos para o cliente pessoa física. Agora só falta mesmo baixar o aporte mínimo inicial…..rsrsr

      Enquanto isso, abrir contas em corretoras independentes é o caminho para ter um melhor retorno sobre os investimentos.

      Abraços!

  4. Holder Bovespa 14 de maio de 2018 at 11:43 #

    Eu não costumo utilizar D-0 para reserva de emergência, possuo apenas algum capital no Tesouro Selic com alta liquidez, com a Selic nesse patamar, prefiro deixar um um funco de Debentures Incentivadas, que rende cerca de 110% líquidos do CDI, porém é D-30.

    Abraço e parabéns pelo post.

    https://holderbovespa.blogspot.com.br/

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:23 #

      Ótimas alternativas, Holder!

      E bem-vindo à blogosfera financeira!

  5. Simplicidade e Harmonia 14 de maio de 2018 at 13:35 #

    0,05% de taxa de administração. Surpreendente!

    Achei interessante no site constar não só o rendimento, mas também a porcentagem do CDI. Não conhecia a corretora Guide, o site parece bem completo.

    Boa semana!
    Simplicidade e Harmonia

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:24 #

      Sim, Rosana, sempre estamos aprendendo e conhecendo as novidades do mercado.

      Abraços!

  6. ANDRE R AZEVEDO 14 de maio de 2018 at 15:49 #

    Fala Guilherme!

    É, olha só, estamos caminhando para taxas cada vez mais civilizadas rsrs. 0,2% eu já tinha visto, mas 0,1 ou 0,05% foram novidades!

    Agora precisa tirar o come-cotas para quem acha que sua reserva de emergência pode durar um prazo um pouco maior. Mas olha, se for para deixar por até seis meses, o negócio já fica pau a pau com um CDB médio, hein?

    Abraço!

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:25 #

      Verdade, André!

      Os produtos financeiros estão evoluindo, e a concorrência tem melhorado a vida do investidor.

      Abraços!

  7. Eduardo 14 de maio de 2018 at 16:57 #

    Furada

    Eu tinha um fundo DI do BTG D+0.
    Aí no dia da delação do Joesley tentei sacar e o dinheiro só foi parar na conta TRÊS dias depois.

    Prefiro ficar nos bancões ganhando menos.

    • Armando 14 de maio de 2018 at 19:50 #

      Tudo tem risco e retorno associados. Até a poupança, onde boto minha reserva, já sofreu confisco do Collor.

  8. sandro 15 de maio de 2018 at 9:50 #

    No trecho sobre CDBs DI é citada uma proteção do FGC de 1 milhão.
    No caso do FGC é de 250 mil por aplicação sendo o somatório limitado a 1 milhão.

  9. Adri 15 de maio de 2018 at 10:41 #

    Acho que depende do valor da reserva e da necessidade do tempo de cada um para a liquidez. Meu caso, deixo em um Fundo de credito privado D+30, baixa volatilidade e rende 115% do CDI bruto e já liquido da tx de adm. de 1%.

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:26 #

      Exato, Adri, a necessidade de liquidez varia de pessoa pra pessoa.

      Abraços!

  10. Daniel 15 de maio de 2018 at 13:42 #

    Um ponto que considero importante e você não chega a abordar (apenas menciona) é o horário de movimentação. Se precisar resgatar um valor após este horário, mesmo o fundo sendo D+0, só receberá os valores em D+1. Por isso eu ainda acho que vale o custo de pagar uma taxa de administração maior (~2%) no banco grande pra poder ter essa disponibilidade realmente imediata. Claro que somente para um valor menor pra uma emergência.

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 16:28 #

      Ponto bem observado.

      Mas acho que se consegue opções melhores, com taxas de administração menores, e um horário de movimentação além das 15:30.

  11. Dinêi Gazoni 15 de maio de 2018 at 17:09 #

    Excelente texto Guilherme! (como sempre….rsrs)

    Eu costumo utilizar um mix entre CDB com liquidez diária (100% do CDI) e o Tesouro Selic.

    O CDB é pra uma reserva de emergência imediata, para resgatar e me organizar nos primeiros dias de uma eventualidade.

    O Tesouro Selic fica o restante. Escolhi esta modalidade, pois apesar da taxa de 0,3 da B3, no Tesouro Selic é possível deixar o capital aplicado por uns 3, 4, 5 ou 6 anos conforme o vencimento. caso não utilize neste tempo, o IR só é cobrado no resgate. Este prazo mais longo dificilmente é encontrado em CDB’s de liquidez diária, obrigando-me a girar no vencimento.

    Uma consideração é o fundo BTG mencionado acima. Devido a ser um fundo, seria possível (pelo menos teoricamente) deixar o capital aplicado por um longo período o que seria páreo para o Tesouro Selic. Não sei responder se o come-cotas deixaria um rendimento líquido inferior ao Tesouro Selic. Alguém pode responder?

    Abraços.

    • Guilherme 15 de maio de 2018 at 18:30 #

      Obrigado, Dinêi!

      Excelente a sua estratégia, especialmente sobre as vantagens do Tesouro SELIC em evitar o giro de patrimônio!

      Quanto à sua dúvida, devido ao come-cotas, o rendimento líquido no Tesouro SELIC é superior nos dois primeiros anos de aplicação, já que ele não paga IR do come-cotas.

      A partir dos 2 anos, como o IR passa a ser de 15% para ambos, Tesouro SELIC e fundo de investimentos, o produto da BTG passa a ter uma vantagem teórica, em razão dos menores custos.

      Abraços!

  12. Funcionário Público Investidor 15 de maio de 2018 at 19:42 #

    Fala Guilherme, excelentes descobertas. Porém, tô aqui pensando em alguns pontos:

    1) O fundo BTG Pactual Digital Tesouro SELIC Simples não anda sempre em linha com o CDI? Nesse sentido, não é mais oportuno um CDB 100% DI com liquidez diária, já que não incidirá come-cotas?

    2) o fundo BTG Pactual Digital Tesouro SELIC Simples também não paga a tarifa pro Tesouro, de 0,3%, de modo que um investimento direto nos títulos, por meio de corretora que não cobre custódia se mostra mais vantajoso, já que menos custoso e liquidado em D+1?

    3) acho esses fundos mais vantajosos quando para “reserva de oportunidade” (Não de emergências), ou seja, quando você deixa o dinheiro ali, para ser resgatado sempre que surgir uma oportunidade de negócios (pq pagaria menos imposto numa saída a curto prazo do que em um CDB 100% DI).

    Qual tua opinião?

    • Guilherme 16 de maio de 2018 at 12:33 #

      Valeu, FPI!

      Sobre suas dúvidas:

      1) Sim, sempre. E quanto à sua segunda pergunta, é como eu mencionei no artigo: é preciso considerar que, comprando um CDB, você estará comprando um título de renda fixa emitido por um agente privado, ao passo que um fundo DI representa a compra, basicamente, de títulos públicos.

      Desse modo, os riscos no CDB são marginalmente superiores.

      2) Não, o fundo não paga 0,3%. Isso porque os fundos atuam no mercado institucional, onde não há incidência da taxa de 0,3% cobrada dos investidores pessoas físicas. A custódia, neste caso, fica sob responsabilidade da Selic – não havendo, portanto, o custo adicional de 0,3% para o investidor.

      3) É uma possibilidade. Contudo, os custos tributários são os mesmos de um CDB DI, com uma leve vantagem inclusive do CDB, pela não incidência do come-cotas.

      Abraços!

  13. João 15 de maio de 2018 at 22:25 #

    Boa noite, muito legal esses artigos que indicam oportunidades de investimento para determinados objetivos.
    Aproveitando o gancho, que tal um artigo com sugestões de fundos de previdência privada? Depois da série de artigos do SwineOne, seria interessante um post desses.

    • Guilherme 16 de maio de 2018 at 12:33 #

      Obrigado, João! Sim, é uma possibilidade de incluirmos em futuras pautas!

  14. Pride 16 de maio de 2018 at 21:17 #

    Excelente artigo.

    Incrível a coesão entre as ideias mesmo no decorrer dos anos. Esse é um dos diferenciais do blog, juntamente com os posts linkados.

    Sobre reserva de emergência, eu gosto da poupança (de grandes bancos). Um cartão de débito pode ser extremamente útil numa situação de emergência e essa liquidez nenhum CDB/Fundo/Tesouro vai conseguir superar. Se o objetivo é ter liquidez imediata e não rentabilidade, poupança é melhor que deixar o dinheiro absolutamente “parado” numa conta corrente.
    Tenho pulverizado a reserva de emergência entre CDBs diários do Inter (com taxas de 100 a 105%), Tesouro Selic e poupança.

    Já sobre os fundos da Caixa e do BB citados no tópico, surreal! Não dá pra acreditar no volume de dinheiro que esses fundos acumulam mesmo performando de maneira tão ridícula. No fundo da Caixa chega a dar vergonha de olhar aquele gráfico do CDI superando, de longe, o fundo. Eu não teria coragem de publicar um gráfico desses se eu fosse o gestor.

    Também não era para menos num país onde um macaco conseguiria performar melhor que os gestores dos fundos de previdência. (http://taginvest.com.br/img/artigos_set16_previdencia.pdf)

    Um abraço e parabéns pelo site.

    • Guilherme 17 de maio de 2018 at 13:52 #

      Olá, Pride, obrigado!

      De fato, acho que cada investimento tem sua função e sua utilidade. O importante é que o investidor esteja confortável com suas posições de investimentos, a fim de tomar as medidas mais adequadas em caso de necessidade de uso das reservas.

      E muito interessante esse artigo linkado!

      Abraços!

  15. Eduardo 17 de maio de 2018 at 23:23 #

    No post de 2010 eu fiz 2 comentários. O que é relevante hoje é o primeiro, em que eu contava que por uma gentileza a minha gerente BB tinha me encarteirado como private para me dar acesso ao fundo referenciado DI Private que cobrava 0,25% aa.
    Em 8 anos minha vida financeira melhorou muito, e o encarteiramento provisório daquela época, hoje é definitivo, devido aos grandes ganhos financeiros que eu obtive e fui capaz de fazer darem frutos com investimentos que, se não acertados, foram proveitosos. Ainda uso esse fundo DI para a reserva de emergência e de liquidez para acessar investimentos que exigem dinheiro rápido.
    Seu blog foi parte da minha evolução intelectual-financeira. Obrigado.

  16. Eduardo 17 de maio de 2018 at 23:40 #

    Em 2026 vou reler o que escreverei aqui aos colegas leitores: se eduquem. Ninguém fará isso por vocês. Tomem as decisões financeiras de forma consciente, conhecendo perfeitamente todas implicações delas decorrentes. Aprendam com os seus erros e com os alheios: não se envergonhem deles e nem os deixem desanimá-los. Sempre sigam em frente. O minuto seguinte à queda é o reinício. Confiem, mais do que em vocês, naquilo que vocês aprenderam. Reconheçam e respeitem os 3 pólos que se repelem nos investimentos, o sistema de triplo peso/contrapeso: liquidez, risco e rentabilidade. Duvide de quem diz que consegue dar a volta nisso.
    E por fim, cerquem-se de mentores sensatos como o autor deste blog. Mantenham distância dos charlatões. Seu melhor agente de investimento é você mesmo.

    • Guilherme 18 de maio de 2018 at 13:22 #

      Excelente mensagem, Eduardo! Condensa, de forma magnífica, os principais princípio de investimentos.

      Destaco particularmente a ênfase na necessidade de se educar, que é basicamente um trabalho ativo.

      Abraços, e grato mais uma vez pelas palavras!

  17. Darlan Farena 18 de maio de 2018 at 16:15 #

    Guilherme, por questão de liquidez tendo a concordar que a Reserva de Emergência deva estar mesmo em banco, de preferencia na poupança – vai que a emergência ocorre fora do horário permitido para aplicação/saque. Nas corretoras esse horário é ainda mais restrito, e ainda há o TED.

    Eu faço assim: a primeira camada é na poupança do BB. A segunda camada vai num fundo DI estilo com taxa de administração de 0,50% (não tive sorte de ter uma gerente tão compreensiva como o Eduardo, até tentei, a anos atrás, mas eles foram inflexíveis, private só se eu tivesse a grana necessária para tal aplicada no banco).

    A terceira camada é em fundo DI crédito privado em corretora.

    • Guilherme 19 de maio de 2018 at 14:08 #

      Oi Darlan, muitos investidores – acho que a maioria – acaba fatiando a reserva de emergências em diversas camadas, conforme as características de cada produto.

      Isso demonstra que cada investimento apresenta suas vantagens e desvantagens, mesmo no campo da renda fixa, o que reforça a necessidade de o investidor ter não só um conhecimento mais ampliado sobre as opções oferecidas pelo mercado, mas também daqueles produtos com os quais ele se sinta mais confortável para investir ou aplicar seu dinheiro.

      Abraços!

  18. Luan 20 de maio de 2018 at 21:59 #

    Guilherme, boa noite. Iniciei meu arco de mudança para uma vida financeira (e de saúde) melhor há oito meses. Acompanho seu blog há uns quatro meses, depois de ver um artigo seu em outro site de anos atrás (não lembro mais a página).

    Gosto do seu blog por ter uma visão não apenas “econômica” da ‘coisa’, mas também educativa e psicológica. Você e o canal do Fred Marques (youtube) são os que mais vejo em termos de finanças pessoais, pois forçam a análise e não apenas o conteúdo mastigado.

    Comecei com o básico. Reeducação de hábitos danosos (tentamos) e formação de reserva de emergência para começar. Depois dos desafios iniciais, entrei na Renda Fixa. Poupança, Tesouro, CDB, LCI, LCA, LC, Debêntures, CRI, CRA, etc, etc. Mas agora não sei mais para onde ir. São tantas informações – excelentes, por sinal – que fiquei perdido. Devo ir para Fundos de Investimentos? Renda Variável? Ações? Não sei por onde continuar… há tópicos orientativos para nos guiarmos nesse grande mundo das finanças pessoais? se puder me ajudar, agradeço!

    Abraços.

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